FELIZ DIA DOS PAIS

Mesmo meu pai já tendo falecido o Dia dos Pais era muito especial pra mim, porque, eu acabava sendo o presente do meu padrasto e dos pais dos meus amigos. E começava em casa, logo cedo, era só a puta da minha mãe sair que o meu padrasto já vinha pro meu quarto e se eu estivesse dormindo, ele me acordava esfregando a rola na minha cara até eu acordar, então, como eu sempre fazia, enquanto ele estivesse em pé eu entrava por debaixo dele, sem usar às mãos e mamava suas bolas, uma de cada vez, depois o saco inteiro. Então, o empurrava sentado numa poltrona ao lado da minha cama e depois que ele abria as pernas enfiava a cara naquele saco e repetia a mamado nas bolas. Até começar a lamber e babava naquele caralho que já começava a dar sinais de vida e ia lambendo, babando e subindo centímetro por centímetro, saboreando todas as veias saltadas daquele monstro de rola deliciosa até chegar na cabeçorra...

Quando começava a lamber e babar nela inteira e às vezes ele gostava de foder minha mãe e deixar a porra seca na cabeçorra pra eu lamber e limpar. Sua rola ia ficando cada vez mais e mais rija, em seguida eu dava uma bela cusparada naquela rola e a engolia inteira, terminando de fazê-la crescer na minha garganta deliciosamente e com aquele caralho duro, duro, duro, ele me mandava ficar de quatro, abria minha bunda, dava uma cusparada que ele puxava do fundo do peito, pincelava seu pau na minha bunda cuspida. Passava os braços por baixo dos meus ombros e dava um tempo, depois sem avisar me puxava com toda força contra o seu corpo, fazendo aquele monstro me alargar todo enquanto me penetrava até o talo e continuava metendo tudo com força, sem dó e sem dar tempo pro meu cu se acostumar com o seu pau, mas eu já estava acostumado em foder assim, porque todo mundo sempre me fodia bem parecido, então, era só relaxar que a dor passaria...

E como tínhamos bastante tempo sobrando, ele não tinha pressa em gozar, por isso, fazíamos várias posições até a que eu mais gostava o bate-estaca, onde ele me fode sem dó, com minha bunda completamente exposta, socando de cima pra baixo, vendo as expressões no meu rosto ao mesmo tempo que eu podia ver aquele caralho monstruoso entrando e saindo da minha bunda até chegar na hora de gozar, quando ele começava esporrando lá dentro e tirava a rola e terminava de esporrar em cima do meu cu, no meu pau, estômago, cara, boca e cabelo até terminar e vir meter sua rola completamente esporrada e lambuzada em muita porra branca, quente e gosmenta. Depois de dar a primeira, ele precisava descansar uns poucos minutos, não muitos, então, eu me divertia lambendo sua rola pentelhuda e suas bolas e enfiando minha cara nela até seus pentelhois entrarem na minha boca, nariz e olhos e quando sentia que ele já estava pronto pra mais, voltava a deixar sua rola dura novamente até ele me mandar ficar numa posição...

Normalmente, ele me mandava deitar e erguer as pernas bem abertas e abrir minha bunda com às mãos, então, ele dava mais uma cusparada, pincelava sua rola dura no meu cu e empurrava tudo de uma vez, jogando o peso do seu corpo inteiro até sua rola entrar até o talo e iniciava as penetrações e estocadas sem parar. Era delicioso ver as expressões que ele fazia enquanto enterrava o pau na minha bunda várias vezes. Até que depois de algum tempo, ele me virava e me deitava de pernas abertas com a bunda para cima, cuspia de novo e voltava a me penetrar com força. Nada de beijos, abraços, pegar no meu pau ou usar roupas de mulher, ele sabe que eu não gosto dessas frescuras e nunca me chama va de viado, só de puta, vagabunda, cadela ordinária ou piranha, porque, todo mundo que me come saber que se me beijassem, pegassem no meu pau, me chamasse de viado ou quisessem que eu os comesse ou chupasse, isso me tiraria o tesão e nunca mais me comeriam...

Depois de algum tempo me comendo deitado de bunda pra cima, ele me erguia me puxando pelo estômago e me fazia ficar com a cara na cama e a bunda bem empinada até voltar a me foder e me fodia mais algum tempo até não conseguir mais se segurar quando começava a gozar na minha bunda mais tirava o pau e lambuzava minhas costas com umas duas golfadas antes de vir terminar no meu rosto e boca e ia embora sem dizer nada e eu ficava ali todo arregaçado e esporrado até meu telefone tocar e ele sempre tocava. Fiquei brincando com toda aquela porra em mim, acho que por mais uma hora quando o telefone tocou e era o pai do Luís me chamando para irmos para a sua casa, claro só tinha um motivo pra ele me ligar e me chamar pra irmos pra sua outra casa que era me comer. Ele me deu 10 minutos pra nos encontrarmos no lugar de sempre próximo da minha casa. Claro que eu atrasei de propósito uns 5 minutos, mas nem por isso, tomei banho, fui do jeito que eu estava, só limpei meu rosto, porque não dava pra sair de casa com ele naquele estado todo esporrado. Claro que ele ficou puto com o atraso, mas era isso mesmo que eu queria, deixá-lo puto, porque assim ele me foderia com mais força e seria mais sujo...

Entrei no carro e partimos em direção a sua casa, já no caminho ele me mandou alisar seu pau e eu comecei alisando-o com a mão esquerda por cima da roupa até ele me mandar tirá-lo pra fora, obedeci e o punhetava lentamente, então, ele me puxou pela nuca pra começar a chupá-lo. Ninguém nos via dentro da caminhonete graças aos vidros escuros e a altura dela, continuei chupando sua rola até chegarmos na casa. Entramos pela garagem e ele fechou o portão eletrônico atrás de nós. Subimos pra dentro da casa vazia e fomos direto pro quarto, onde ele me mandou tirar a roupa enum piscar de olhos lá estava eu pelado outra vez. Em seguida ele tirou a camisa, os sapatos e me mandou tirar suas calças, então, me ajoelhei, abrir seu cinto, suas calças fora ao chão. Em seguida tirei sua cueca e sua rola semirrígida quase chicoteou meu rosto...

De joelhos tratei de mamar suas bolas como eu sempre fazia, uma de cada vez, até enfiar seu saco inteiro na boca com meu nariz, olhos e boca enfiados nos seus fartos pentelhos, porque, macho tem que ser pentelhudos, assim como as putas iguais a minha mãe pentelhuda até o seu maravilhoso rabo. Então, quem já leu meus outros relatos sabe como eu gosto de chupar uma rola. Aliás, comecei demonstrando com meu padrasto. Mas fui lambendo e babando sua rola até chegar na cabeçorra do pau, saboreando suas veias saltadas, em menor número que no meu padrasto, mas ainda assim, deliciosas. E, chegando lá na cabeça, passear minha língua babando muito, passando minha língua dando voltas e mais voltas pela sua glande, enquanto, ele gemia de tesão, mal conseguindo se controlas. Então, sem aviso engoli seu o pau até o talo, afundando minha cara em sua vasta pentelharia e bolas, onde minha a língua tentava lambê-la ao máximo que eu conseguisse...

Sua rola cresceu rapidamente na minha garganta. Nessa hora, ele percebeu que meu rosto estava um pouco lambuzado de porra seca e riu, perguntando quem tinha siso o primeiro, então, lhe respondi que foi meu padrasto e ele riu mais ainda. Já com sua rola dura. Ele me mandou fi8car de quatro. Machos amam te foder de quatro, talvez, porque é a posição onde o cu fica mais difícil de ser penetrado, sendo a mais dolorida de todas, ao contrário do que se pensa. Comigo de quatro, ele se aproximou, abriu minha bunda pra dar uma cusparada e riu ao ver que que meu cu estava todo arregaçado e esporrado, com porra ainda escorrendo pelas minhas coxas...

- Safado...

- Tá todo esporrado...

Respondi que era de propósito, então, ele cuspiu, pincelou o pau no meu cu e enterrou a rola com raiva, socando fundo e com força seu pau entrava e saía inteiro da minha bunda várias e várias vezes, facilitado pela lubrificação que o cuspe e a porra na minha bunda proporcionavam, além é claro do meu padrasto já tê-lo arregaçado horas antes. Fodemos de quatro por quase uma hora, parando várias vezes pra ele não gozar. Então, me deitou de bunda pra cima e continuou me fodendo até me virar deitado de pernas pro alto e voltando a me penetrar mais algum tempo até começar a gozar esporrando várias golfadas de porá quente e gosmenta dentro e em cima de mim. E ficamos ali, deitados na cama conversando até que ele estivesse pronto pra dar mais uma. E a conversa rendeu, ele dizia que eu era uma das melhores putas que ele já tinha comido, a vagabunda perfeita, porque não tinha frescuras, que eu nunca dizia não. Enquanto eu continuava ali, ao lado daquele macho delicioso, com o pau todo lambuzado de porra e pentelhos e bolas esporradas descansando, enquanto eu o alisava lentamente, até que, depois de algum tempo percebi que seu pau voltava a darf sinais de vida...

Então, imediatamente, tratei de metê-lo inteiro na boca, mamando-a até que ficasse completamente rijo e pronto pra me foder outra vez. Com sua rola dura, me fez sentar numa cadeira ao lado, deixando minha bunda empinada pra fora da cadeira, passou saliva no seu pau, cuspiu em sua mão e lambuzou minha bunda e num só golpe enterrou a rola na minha bunda, socando muitas vezes sem parar. Depois, me colocou em pé e como ele era bem mais alto do que eu, me fez me mandou subir numa espécie de caixa de madeira perto da parede e me fodeu ali mesmo, em pé contra a parede até se cansar dessa posição. E me dizer que iria meter pra gozar e me mandou deitar na cama que ele queria sentar no meu peito e chupá-lo até gozar. Então, sugeri outra posição, dizendo que era a que eu maias gostava, porque eu conseguia vê-lo me fodendo e ele o meu rosto. Aproveitei o tapete felpudo ao lado da cama e ergui minhas pernas totalmente para o alto, ficando na posição do bate-estaca. Ele adorou a ideia quando viu que podia me foder profundamente, enquanto me via e eu a ele. Cuspiu no meu cu uma cusparada daquelas que o cara enche a boca e meteu a rola pondo e tirando tudo às vezes, enquanto nos olhávamos ele vendo minhas expressões quando sua rola me penetrava e eu as dele. Sua rola subia e descia me penetrando profundamente, várias vezes, até sentir uma golfada de porra quente no cu. Então, gritei pra ele tira, tira, termina de esporrar em cima de mim e ele o fez tirou a rola da minha bunda e terminou de esporrar em cima de mim, me dando um banho de porra quente e gosmenta dos pés a cabeça e quando terminou de gozar me deitou e sentou no meu peito me fazendo chupá-lo e caímos ali mesmo exaustos, ele mais do que eu...

Depois de um tempo, fomos para o banheiro, onde ele me fez banhá-lo, obedeci claro e quando estávamos lá seu pau começou endurecer de novo e ele me fez chupá-lo, antes de me fazer apoiar na pia e me foder mais uma vez, mas ele não queria gozar tão cedo, então, começou a mijar dentro da minha bunda e quando tirou a rola escorreu um mar de porra, cuspe e mijo amarelado para o chão até me colocar de joelhos na banheira e terminar de mijar no eu corpo todo e boca, me fazendo beber muito mijo. Depois segurando meu rosto com firmeza cuspiu nela e socou a rola na minha garganta mais algumas vezes e tirando-a de mim, me fazendo agradecê-lo por tudo e cuspiu de novo. Terminei de banhá-lo, tomei meu banho, descansamos um pouco, e ele me deixou perto de casa, não sem antes me dizer que falaria com meu padrasto pra me foderem juntos, não via a hora disso acontecer, mas aconteceu e ainda faltava eu dar os presentes do pai e do avô do Marcelo e, por sorte boa parte dos que me fodem tem rolas como eu gosto, grande, grossas, duras, com veias saltadas, grossos, bolas enormes e pentelhudos que gozam pesado e mijam pesado e em grande quantidade, melhor é quase impossível, mas isso eu contarei depois...

Foto 1 a deliciosa Marilyn Jess que me lembra muito minha mãe com seu bocetão e rabo pentelhudos, foto 2 a maravilhosa Sophia Gently fodendo seu delicioso rabo empinado, foto 3 Sophy Gently dando seu lindo rabo no bate-estaca e fotos 4 e 5 Alysa Gap na minha posição favorita pra foder e levar uma esporrada o bate-estaca...

Foto 1 do Conto erotico: FELIZ DIA DOS PAIS

Foto 2 do Conto erotico: FELIZ DIA DOS PAIS

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Foto 4 do Conto erotico: FELIZ DIA DOS PAIS

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sátiro

Nome do conto:
FELIZ DIA DOS PAIS

Codigo do conto:
269519

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/08/2026

Quant.de Votos:
0

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5