Entrei na casa e de cara vi o pai, o avô e o tio do Marcelo sentados na sala, alisando as rolas por cima das roupas. O avô dele abriu o maior sorrisão safado, seguido do tio e do pai. Quando olhei o Marcelo já estava com a rola pra fora e já foi tirando minha roupa. Em segundos eu já estava completamente nu. O Avô também tirou a roupa liberando aquele maravilhoso caralho negro, negro, negro não era mais ou menos era de família todos eram negros, negros, negros como uma noite escura, uma delícia. Uma rola grande, grossa, querendo crescer na minha boca. Olhei pro lado e o pai e o tio do Marcelo, também já estavam roçando as rolas no meu rosto. Comecei a chupá-los ali mesmo, na sala, ajoelhado entre suas pernas, até o avô me segurar pelo braço e...
- Aqui não ...
- Já pro quarto...
Então, fomos pro quarto, chegando lá voltei a chupá-los, novamente, mas dessa vez comecei pelo avô, chupando aquelas bolas deliciosas, enormes, cheias de porra como sempre, primeiro uma, depois a outra, até engolir aquele saco inteiro e que saco era o avô que eu nunca tive, risos. Até ir lambendo todo aquele cacete negro veia por veia, centímetro por centímetro até chegar na cabeçorra e o engolir terminando de fazê-lo crescer na minha garganta até deixa-lo duríssimo, então, passei pro pai do Marcelo que era o maior dos quatro, um caralho maravilhoso, gigantesco, duro, negro, todo negro, bolas e enormes e muito pentelhudo, e assim como o pai ele também começava a mostrar alguns pentelhos brancos, o que só aumentava meu tesão, repeti as mesmas coisa que tinha feito no seu pai, comecei pelas bolas e fui subindo até chegar na sua cabeçorra, mas ao contrário do velho dei uma cusparada naquela cabeçorra antes de engoli-la inteira e terminar de deixar aquele monstro endurecer na minha garganta, como sempre...
Era difícil, muito difícil, afinal, eram quatro das maiores rolas pra quem eu já tive o prazer de chupar e foder, garantia de muito tesão e muita porra, era só questão de tempo. Imaginem a cena, eu 1m50, branquinho, olhos negros, cabelos pretos, sozinho, com quatro negros enormes mais de 1m80 cada um, com rolas descomunais, prontinho pra ser arregaçado mais uma vez por eles, por quase o dia todo e, ainda nem eram 10 da manhã. Cuzinho, limpinho, cheio de vaselina, mas isso era uma surpresa pra eles, eles não sabiam. Garganta limpinha, bem relaxada e limpinha graças a exercícios de canto pra aquecer a voz, deixa tudo mais fácil. Chupei o tio do Marcelo que estava doidaço, a rola dele ficou duríssima em muito pouco tempo, quase não consegui colocá-la inteira na boca antes de endurecer, foi por pouco, mas consegui. Por último deixei o Marcelo, afinal, aquele caralho dele era meu velho conhecido, eu conhecia aquela rola de olhos fechados, veia por veia, centímetro por centímetro e logo deixei ele pronto pra me foder...
O avô do Marcelo ordenou...
- Senta no meu neto...
- Obedeci...
E aquele caralho, meu velho conhecido, graças a vaselina escondida dentro da minha bunda deslizou inteiro de uma vez e todos riram e riram ainda mais quando o vai e vêm começou e eles viram a vaselina grudada naquele mastro negro...
- Ele já veio preparado é mesmo uma putinha ...
- Gargalhadas...
Então, o vozão, não perdoou e meteu seu rolão na minha bunda junto com o neto, me penetrando muito gostoso e os dois alternavam as metidas e estocadas no meu cu sem dificuldade, graças a muita experiência e vaselina é claro, risos. Enquanto isso, eu revezava chupar e punhetar o pau do pai do Marcelo e o pau do seu tio. As rolas entravam e saiam de mim, deliciosamente, da cabeçorra até o talo tanto no cu quanto na boca e como eram enormes me faziam sentir um tesão do caralho, afinal, eu tinha quatro caralhos só pra mim e não eram quaisquer caralhos, eram caralhos negros, enormes, grossos e duros, com cabeçorras em forma de cogumelo. Enquanto fodia e chupava os quatro machos avô já tinha uma barriguinha protuberante, mas o tamanho e a grossura das suas bolas e da rola compensavam e muito. Já os outros três eram tudo de bom, altos, forte, musculosos e pentelhudos, como eu gostava...
Depois de algum tempo o avô do Marcelo acelerou as metidas e eu percebi que ele iria gozar, e deixei as coisas mais gostosas, apertei a bunda pra ficar mais difícil ele meter, mesmo assim ele forçou mais e continuava fodendo, mas começou a dizer pra eu não para que estava gostoso até começar a esporrar e encher meu cu de porra quente e foram muitas golfadas, contei 4 pelo menos. E, o melhor ele não tirou a rola da minha bunda pro Marcelo também aproveitar, então deixei a abunda dura, mas aquela rola do Marcelo conhecia todos os atalhos do meu cu, afinal, ele foi meu primeiro e não cansava de repetir isso, metendo com força até também começar a esporrar enchendo amis ainda meu cu de porra e os dois ficaram ali no meu cu todo esporrado até suas rolas amolecessem , mas antes disso dava pra sentir aquela porra escorrendo pelas minhas coxas, o que faziam todos rirem muito se divertindo com a cena, enquanto eu ainda chupava e punhetava o pai e o tio do Marcelo que seriam os próximos...
Assim que os paus esporrados saíram do meu cu, o Marcelo e seu avô vieram me dar suas rolas pra eu chupar até não sobrar nenhuma gota, o que não era fácil por causa do tamanho e por causa dos pentelhos, não é fácil limpar porra dos pentelhos, ainda mais com vaselina, eles ficam muito escorregadios, risos. Mas eu sempre consigo, mais risos. Assim que eu terminei de limpá-los o Marcelo e seu avô deram um tempo pra recuperarem as forças e ficaram conversando entre eles e eu me dizendo o quanto tinha sido bom, principalmente o avô, o Marcelo já estava acostumado, afinal, ele me comia, praticamente, todo dia, risos. Então senti a rola me penetrando com força e quando olhei era o tio do Marcelo, que tinha enterrado a rola em mim, ainda de quatro e como eu já estava bem arregaçado e todo esporrado, ele não teve muita dificuldade em meter tudo no meu cu e começar um vai e vêm gostoso. Até que o pai do Marcelo montou nas minhas costas e também forçou sua tora negra pra dentro da minha bunda e claro que também entrou, com um pouco de dificuldade, porque, eu resolvi fazer uma forcinha pra não deixar muito fácil, pra eles, que então aceleraram as metidas me fodendo deliciosamente...
Até me mudarem de posição me fazendo deitar de costas no tio do Marcelo, que enterrou o pau em mim até suas bolas baterem na minha bunda, enquanto o pai veio de frente pra mim, me segurando pelos ombros e me puxando com força me penetrando até o talo e os dois passaram a me foder juntos às vezes um metia e o outro tirava às vezes metiam juntos, a sensação era maravilhosa, não vou dizer indescritível, porque quem já deu pra muitas rolas descomunais e grossas conhece a sensação, mas levar rolas dessa forma não é pra qualquer um não, tem que estar preparado pra aguentar muita dor e humilhação, e nem todo mundo aguenta, mas os que aguentam conhecem o paraíso. Me mudaram de posição de novo e o pai do Marcelo trouxe seu caralho negro, lambuzado de porra e vaselina pra eu chupar, mais uma vez, enquanto, o tio me fodia de quatro, com sua rola entrando e saindo inteira até o talo, até sentir que iria gozar, não demorou muito e senti as primeiras golfadas de porra no meu cu, então, ele tirou o pau e terminou de esporrar nas minhas costas, foi um banho de porra até meu cabelo levou porra...
Enquanto isso, eu chupava o pai do Marcelo, que ainda não tinha gozado. Ele então, me deitou ergueu minhas pernas e mandou o Marcelo segurá-las bem abertas, ele então se sentou com aquele cacete negro na minha cara fazendo chupá-lo novamente, e ela já estava dando sinais claros que iria ficar duro outra vez. Enquanto seu pai me penetrava na bunda com muita força, enquanto o tio e o avô, descansando ali ao lado, se deleitavam com a cena do meu cu recebendo aquelas rolas gigantescas, que me arrombavam mais ainda fazendo muita porra escorrer de dentro da minha bunda a cada metida ou estocada. Enquanto, os outros se divertiam me fazendo chupar aquelas rolas esporradas, enquanto descansavam, exceto seu avô, o coroa precisava de um tempinho a mais pra recuperar as forças, risos...
E, lá estava eu, outra vez, de pernas erguidas bem separadas, com o cu já todo laceado, arregaçado e arrombado com muita porra e vaselina escorrendo dele sem parar, afinal, já tinha levados três esporradas deliciosas dentro dele e o pai do Marcelo bombando sem parar aquele mastro negro imenso, completamente duro e cabeçudo, cada vez mais e mais forte na minha bunda, ao mesmo tempo que eu me revezava chupando o Marcelo e seu tio. Seu pai não queria gozar muito rápido, quando ele percebia que iria gozar, ele parava e retomava em seguida. Ele me fodeu assim por uns 45 minutos e quando senti que ele iria esporrar, pedi pra ele mudar de posição, ele concordou e me posicionei pro bate-estaca, amo essa posição, porque, que fode consegue por e tirar tudo e ainda ver a minha cara e eu consigo sentir a rola entrando e saindo e o melhor de tudo consigo ver o pau do cara entrando e saindo e na hora de esporrar, depois de algumas golfadas pedi pra ele tirar o pau e terminar de esporrar em cima de mim, enquanto eu chupava seu irmão e seu filho, foi fantástico, sentir aquela porra inundar meu cu e em seguida me dar um bando do cu, pau, barriga peito, rosto até a cabeça, me deixando completamente esporrado. Nessa hora o Marcelo gozou junto, enchendo minha garganta de porra. E quando terminaram de gozar, os três me deram uma surra de rolas na cara esporrada...
Descansaram algum tempo e repetimos tudo outra vez, claro depois que me mandaram tomar um banho, pois, queriam me foder todo limpinho, não imundo de porra, cuspe e vaselina como eu estava. Então, no banheiro, banhei todos eles começando pelo vovô, pelo pai, o tio e o Marcelo por último, os sequei e fui me lavar sob os olhares gulosos dos quatro, todos limpos e sequinhos, voltamos pro quarto, onde eles me foderiam mais uma vez, amo meus roludos e os negros mais ainda, me dá tesão ver e sentir aqueles mastros negros enormes me fodendo. Afinal, ainda era começo de tarde e tínhamos todo o tempo do mundo e eles e eu tínhamos tudo que queríamos e precisávamos bem ali. Se gostarem me deem o prazer dos seus comentários pervertidos, eu amo isso...





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