(O “Ex" Enteado)
Me chamo Paulo, sou um cara maduro de 50 anos, e nunca imaginei que aconteceria comigo o que vou contar aqui.
Me relacionei com Magda a uns 15 anos atrás, foi uma relação breve, que durou uns 5 anos, mas que foi o suficiente para eu e ela criamos um laço forte, que mesmo depois do término, se transformou em uma amizade. No início desse relacionamento, Caio era um rapaz de 17 anos, que morava com o pai, por isso mal convivi com ele durante meu relacionamento com sua mãe, no pouco que conhecia dele, sabia que ele era um rapaz agitado, meio marrento e cheio de atitude. Parecia não gostar muito de mim no pouco de interação que tínhamos. Quando eu e Magda terminamos, ele já era um homem feito e morava em outra cidade. Como disse, eu e ela continuamos amigos, por isso fiquei arrasado quando soube de seu falecimento alguns anos depois, devido a um acidente de carro. Poucos antes do acidente, tínhamos conversado sobre a vida, e ela tinha me dito que o filho estava passando por algumas dificuldades após uma briga feia com o pai, fiquei com isso em mente quando compareci ao enterro, e me ofereci para ajudar o meu ex enteado com o que ele precisasse na época. Dessa maneira, depois de tantos anos, eu e Caio nos tornamos amigos como nunca havíamos sido quando eu me relacionava com a mãe dele. Ele já era um rapaz de 27 anos, que parecia levemente perdido com a vida. Assim ofereci um dos quartos da minha casa para ele morar caso precise de um lugar para ficar. Ele aceitou e assim passamos a morar juntos.
Para mim não foi problema algum, fazia anos que eu não me relacionava com ninguém de maneira séria, e morava sozinho em um casa bem grande, uma companhia não faria mal algum. Eu só não esperava que fosse acontecer tudo o que aconteceu.
O tempo foi passando, o luto foi tomando seu espaço em nossas vidas, e passamos a seguir em frente. Era bom ter alguém com quem compartilhar a vida, e Caio, agora um homem feito, se mostrava ser bem diferente de quem ele era quando mais jovem. Ainda não passava pela minha cabeça nada além de respeito e admiração pelo meu ex enteado, meus olhos não o viam de outra maneira além disso, bom, até uma certa noite.
Caio era um homem atraente, isso não se pode negar, um homem alto, quase dois metros, de pele clara, corpo forte e trabalhado por rotina na academia, rosto marcado, com nariz aquilino e olhos penetrantes. Podia se dizer que ele era o que normalmente se imaginava toda vez que se ouvia que algum cara era um “deus grego”. Tinha 27 anos na época, mas aparentava ser mais jovem. Eu não tinha me dado conta de tudo isso até aquele momento.
Era de noite, eu tinha saído com uns colegas para tomar umas cervejas, e não esperava voltar tão tarde para casa, o que deve ter dado a Caio a liberdade para ele se sentir tão à vontade e fazer o que ele quisesse, por isso vi tudo o que vi. Entrei em casa, tentando não fazer muito barulho para não acordá-lo, já que achava que ele estava dormindo, e fui para o meu quarto, que fica no fim do corredor, só que para chegar até lá eu tinha que passar pelo quarto dele, que naquele momento estava com a porta aberta. Era algo incomum, já que ele sempre tinha o costume de dormir com ela fechada, já eu gostava de deixar a minha aberta mesmo, o que gerava uma discussão animada entre a gente. Mas ali estava a dele, aberta aquela noite, como se o destino quisesse que eu visse tudo. Segui meu caminho, sem imaginar no que estava por vir.
Me lembro de congelar no lugar.
Apenas a luz do abajur estava ligada, iluminando Caio sentando no meio de sua cama, as pernas bem abertas, seu corpo malhado brilhando como se ele tivesse se lambuzado em óleo. Usava uma daquelas vendas de dormir sobre os olhos e headphones, e se masturbava com toda a intensidade, gemendo como se não ligasse de ser ouvido. Segurava seu pau com as duas mãos, o som úmido de sua punheta chegava aos meus ouvidos. Senti um arrepio correr pelo meu corpo, meus olhos hipnotizados por aquela cena surreal.
Engoli em seco e forcei meus pés a seguirem em frente, mexido demais por aquilo. Me fechei em meu quarto e tentei processar meus pensamentos em meio ao calor que parecia queimar minha pele, a nuvem de álcool em minha cabeça não ajudava em nada.
Senti minha ereção no jeans.
Sem perceber direito toquei minha rigidez, sentindo o desejo pulsar na minha mão. “É a cerveja” pensei comigo. E logo voltei a pensar em Caio no quarto ao lado, todo largado em sua cama tão entregue aquela punheta…
Eu tinha passado um pouco do limites com meus amigos, tinha bebido mais do que eu tinha o costume, e por causa disso, apenas respirei fundo e botei meu pau para fora, me tocando lentamente, sentindo a minha rigidez. Sempre gostei de me masturbar, adorava o ato de me dar prazer, de dedicar um tempo a mim mesmo. Adorava ficar olhando para o meu pau, seu tamanho e sua grossura, ver sua cabeça rosada, o brilho do pré-gozo que eu espalhava lentamente ao redor dela. Movido pelo álcool e pela visão que tinha acabado de ter, me deitei na cama e me permiti aquele prazer que era bater um punheta todo largadão em minha cama. De olhos fechados eu só pensava no corpo de Caio, em seus músculos tão definidos, em seu pau em suas mãos, no som de seus gemidos…
Gozei sobre mim, jatos e mais jatos de porra que acertaram até base do meu pescoço. Acabei adormecendo daquele jeito mesmo.
Acordei com uma dor de cabeça daquelas que sempre te fazem se arrepender de ter passado dos limites. Tomei um banho, meio sem entender porque eu tinha os pelos do meu peitoral meio duros e fui para a cozinha tomar uma boa xícara de café. E foi aí que tudo veio à tona. A lembrança do que eu tinha visto, e do que eu tinha feito em seguida.
— Que merda foi aquela macho? — falei comigo mesmo balançando minha cabeça, horrorizado com meus pensamentos.
Nessa época eu já tinha plena consciência da minha bissexualidade e estava super bem resolvido com isso. Já tinha tido minha cota de experiências com outros caras, mas isso não era a mesma coisa do que sentir tesão pelo seu ex enteado que nunca antes havia demonstrado interesse por outros homens. Como disse, mesmo Caio sendo gostoso como era, eu nunca tinha olhado para ele de outra maneira, e o jeito como fiquei na noite anterior, o que minha mente foi capaz de pensar, me espantou um pouco. Botei culpa na cerveja, e tentei seguir em frente. O que não deu muito certo, já que assim que Caio apareceu para tomar café, foi impossível não me lembrar de seu corpo todo pelado, e de seu pau duro em suas mãos frenéticas. Meus olhos percorrem pro seu ombros largos, seus braços fortes amostra pela regada, a pele de seu pescoço e seu pomo de adão subindo e descendo. “Como ele é gostoso” não resisti de pensar, e me reprimi na hora, desviando o olhar. Ele agia de forma totalmente normal, alheio ao meu flagra, o que tornava para mim tudo ainda mais difícil, pois ele estava todo à vontade, e eu travado devido aos meus pensamentos.
Seguimos nossa rotina e ele foi trabalhar, eu tinha o privilégio de trabalhar home office, então fiquei em casa sozinho, em companhia aos meu devaneios que não importava o quanto eu tentasse, não conseguiam fugir de Caio sentado naquela cama, sua boca aberta, gemendo tão entregue ao prazer que ele estava se dando naquele momento… Senti meu pau ficar duro, tentei ignorar, mas não dava, eu me conhecia, eu só iria me aquietar depois de uma gozada.
Me afastei da minha mesa de trabalho e botei minha pica para fora, dura e grossa, apontando para cima, a veias saltadas. Eu sabia que tinha um dote bonito, e olhando para ele ali latejando de tesão, não resisti em não pensar no de Caio, em como mesmo daquela distância, parecia ser um dos paus mais lindos que já tinha visto pessoalmente. Senti minha boca se encher de água, minha língua ávida por sentir a pele…
— Para com isso Paulo…
Mas eu não conseguia, minha mão envolveu meu pau, espalhando a baba por toda a extensão. Soltei um suspiro de prazer, e fechei os olhos. Me entreguei ao meu desejo, e deixei Caio dominar minha mente, com seu corpo, com sua voz aveludada. Ele sempre me chamava de Paulão quando estava brincando, mas agora aquilo parecia despertar outro sentimento em mim. Soquei aquela bronha sem parar, em misto de desejo desesperado e não vendo a hora de aquilo acabar. Imaginei Caio gozando sobre aquele peitoral definido, uma porra grossa que eu adoraria lamber com a minha língua, provando o leite do meu enteado gostoso…
Joguei a cabeça para trás e soltei um gemido grave quando senti meu orgasmo chegando, melando minha mão toda com o meu gozo. Havia porra sobre a minha camiseta, e um pouco na barba do meu queixo. Ainda sentindo os tremores do tesão me levantei buscando me limpar e trocar de camiseta. No banheiro me olhei no espelho, encarando meu reflexo.
— Para com isso, Paulo. Para de besteira.
Eu não estava me reconhecendo. No fundo eu sempre fui safado, gostava muto de sexo. Mas eu já era um homem de 44 anos, e não esperava ficar tão mexido assim por outra pessoa. Sabia que era por toda a situação de Caio ser meu ex enteado e toda a nossa história, mas mesmo assim, era uma atração maluca que não podia ir em frente.
Consegui não pensar nisso de novo por mais dois dias, porém numa manhã de sábado acordei todo afoito, sentindo meu corpo respondendo as reações de um sonho erótico.
— Puta que pariu.
Suspirei um gemido ainda de olhos fechados.
No sonho eu estava na cama com Caio, tocando seu corpo besuntado de óleo, ele usando aquela venda e os headphones, seu pau apontando para cima, me chamando com seu latejar. Cai de boca, totalmente rendido pelo meu desejo, e mamando aquele safado eu gozei sem me tocar, o que me fez despertar. Eu sentia minha cueca úmida, melada do meu gozo, e o pior de tudo, ainda estava com tesão.
Num impulso eu me botei de pé e andei até a porta, sem saber muito bem no que eu estava fazendo. Abri e andei até o quarto de Caio. Eu sabia que como era sábado ele não estaria ali, saia sempre cedo para ir na academia. Constatei que estava certo quando abri a porta e vi sua cama ainda desarrumada e vazia. O visualizei ali de novo como naquela noite. Andei até seu banheiro e encostei o que procurava. Havia uma cueca pendurada em um dos porta toalhas, claramente usada e esquecida ali. A peguei e sem pensar muito a levei até meu nariz, soltei um gemido ao sentir aquele típico cheiro de homem, não um cheiro sujo, mas sim o natural de pele, da pica. Meu pau já meio bomba endureceu na hora. Me deitei em sua cama, e com sua cueca sobre meu rosto me entreguei ao meu desejo, me tocando enquanto deixava o cheiro de Caio me dominar, minha mente rompendo todos os limites enquanto eu me tocava, minhas mãos descendo até meu pau pulsando.
— Caio…
Eu me punhetava freneticamente, deixando minha mente me guiar a cada cena mais absurda. Desci minhas mãos para minhas bolas, sentindo meu saco pesado e meus pentelhos, e descendo ainda mais até tocar minha entrada. Fazia uma boa cota que eu não dava o meu cu. E vinha sentindo cada vez mais vontade. Havia me tocado ali no dia anterior durante o banho, me dando aquele delicioso prazer anal. Agora, com o cheiro da pica de Caio eu me dedava com gosto, tocando meu ponto sensível enquanto me masturbava com a outra mão.
O orgasmo veio de repente tamanho tesão, senti minha visão ficar branca enquanto eu jorra fartamente sobre minha barriga. Passada a névoa do tesão me peguei ali deitado na cama de Caio, todo gozado e com a cueca dele na minha cara. Me levantei imediatamente, em parte assutado e em parte envergonhado por não ter me controlado. Devolvi sua cueca para o banheiro e fui para o meu quarto. Tomei uma ducha fria, me martirizando. Mal consegui olhar para Caio naquele dia.
Meu desejo por ele estava passando dos limites, e eu já não conseguia mais me controlar. Me pegava pensando em seu corpo, no que eu queria fazer com ele. Me sentia um adolescente cheio de hormônios. Ávido em se esfregar em qualquer coisa. O pior de tudo é que eu me peguei alguns dias depois querendo repetir o que eu tinha feito naquela manhã, me deitar na cama dele e me tocar até atingir o clímax. Seria assim tão ruim? Me perguntei. E de fato, eu cheguei a conclusão que desde que ele não soubesse, não havia problema em me entregar aquele meu desejo profundo. Sendo assim eu esperei até o próximo sábado, e assim que ouvi ele saindo para ir pra academia, fui para seu quarto. Não havia uma cueca naquele mesmo lugar, mas a encontrei no cesto de roupa. Quando a cheirei tive uma surpresa. Fui atingido pelo típico cheiro de porra. E quando olhei melhor para o tecido cinza, vi a marca clara de uma boa gozada nele. Aquilo foi demais para mim, enfia a cueca na minha cara, sorvendo o cheiro do leite de Caio e me joguei em sua cama. Levei comigo meu consolo que eu tinha comprado a muito tempo e raramente usava, e ali, me fodi como se fosse Caio me fodendo. Meti aquele consolo em mim, sentindo meu cu sendo arrombado por aquele pau de borracha.
— Fode Caio, fode…
Eu estava totalmente entregue ao meu prazer, a cueca dela na minha cara, minha pica babando sobre minha barriga e eu metendo aquele consolo até o talo no meu cu.
Depois da gozada boa que eu dei, devolvi sua cueca para o cesto e voltei para o meu quarto, me olhando no espelho não senti mais nenhuma culpa, e percebi que talvez fosse aquilo então que eu precisava, apenas extravasar aquele meu desejo daquela forma, talvez fosse o suficiente. Porém era só eu olhar para ele que eu percebia que seria impossível sustentar aquilo por mais tempo.
Foi então em uma tarde chuvosa de sábado que as coisas aconteceram.
Estávamos eu e ele em casa, Caio em seu quarto e eu na sala trocando toda hora de canal em canal sem me ligar em nada para ver. Eu tinha tido minha manhã de sábado como a última, me fodendo com meu consolo enquanto cheirava uma das cuecas dele. Eu me perguntava o que ele acharia se soubesse, o que diria? Minha cabeça estava a mil naqueles últimos tempos, nada mais parecia fazer sentido. Eu precisava arrancar aquilo de mim logo, de alguma maneira, eu precisava externalizar o que eu estava sentido. Fui nessa nuvem de pensamentos que Caio apareceu na sala. Para a minha sorte ou azar, ele estava usando apenas uma bermuda, seu torso esculpido lindamente na academia exposto para meus olhos traidores.
— O que tá passando de bom? — perguntou ele se sentando no outro sofá.
Limpei a garganta.
— Nada.
Ele soltou uma risada.
— Que bosta de tempo.
— Pois é.
Eu ficava olhando para ele, de braços apoiados para trás no encosto do sofá, tanta pele exposta, suas axilas, seu peitoral, sua barriga,
— Que foi?
Ele havia me pego olhando. Senti meu pescoço esquentar.
— Nada… só vendo como seu shape tá.
Ele passou a mão grande dele pela barriga, subindo pelo peitoral.
— Dá trabalho, mas o resultado compensa, né?
Assenti concordando.
— Queria ser mais como você, sabe?
Franzi o cenho.
— Como assim?
— Você é todo grandão, Paulão. — Ele riu consigo. — Costas largas, uns brações, coxas e pernas fortes, todo peludão. Vira e mexe eu escuto lá na academia como o povo fica babando por você. “Seu paizão é um machão do caralho” um cara disse uma vez, acho que ele é gay.
Senti meu corpo se arrepiar com aquelas palavras. Eu frequentava a mesma academia que ele, mas nunca tinha ouvido nada daquilo, na verdade eu mal falava com as pessoas de lá.
— Se tá zuando.
— Tô nada, eles reparam em você, Paulão. É difícil não reparar…
— Com você também, Caio. Não seja modesto, deve ter um monte de gente que fica louco nesses seus músculos. — falei, sentindo meu corpo esquentar. Nunca tínhamos tido aquele tipo de conversa.
Ele deu um sorriso safado.
— Disso eu sei.
— Sabe é?
— Claro, a gente tem espelho em casa. — disse ele passando a mão novamente pelo peitoral. — Acho que vou deixar os pelos crescerem agora, quem nem você. Tem gente que se amarra em um peito peludo.
— Tu gosta? — perguntei sem perceber.
Caio me olhou em silêncio por um tempo.
— Do que?
— De ter pelo no peito? — consegui dizer.
Ele deu de ombros.
— Não vou mentir que prefiro ver nos outros do que em mim. — falou voltando a olhar para a televisão.
Absorvi aquela resposta. “Prefiro ver nos outros…”
Ficamos em silêncio por um momento, ele muito concentrado na TV. Eu secava ele descaradamente agora, meus olhos subindo e descendo.
Não sei de onde tirei a coragem, mas tirei minha camiseta e larguei no chão.
— Fica um calor do caralho quando chove desse jeito.
Senti os olhos dele em mim, agora foi a minha vez de me concentrar na televisão. A tensão ali era palpável. Estava claro que tinha “algo” rolando, e nem eu nem ele sabíamos direito como prosseguir.
— Vou tomar uma água. — disse ele por fim se levantando e indo até a cozinha.
Me levantei e fui atrás, observei ele abrir a geladeira e pegar sua água, quando me viu perguntou:
— Que foi?
— Só vim pegar uma cerveja.
Ficamos nos encarando, então vi seus olhos descerem por mim.
— Caralho você é muito grande.
— Você também, Caio.
— Mas você é mais, olha o tamanho desse peitoral. — Nisso ele passou a mão por mim, seus dedos gelados devido a garrafa de água sobre a minha pele quente. Ele passou bem a mão, sentindo meus pelos e a firmeza dos músculos. — Caralho…
Não resisti mais e o toquei também, minha mãos subindo por sua barriga até seu peitoral largo.
Nossos olhos se encontraram enquanto tocavamos o corpo um do outro.
— Você me viu naquela noite. — Era uma constatação dele, não uma pergunta. — Eu imaginei, quando percebi que você tinha chegado depois de eu gozar… você me viu…
Senti mais um arrepio correr pelo meu corpo.
— Vi…
— Eu também te vi, numa manhã de sábado, algumas semanas atrás, no meu quarto… Eu tinha esquecido meus fones, e quando me aproximei do meu quarto eu ouvi você lá dentro, gemendo…
Caralho, isso tinha mesmo acontecido?
— Eu não devia…
— O que?
— Eu não devia estar sentindo isso?
— Sentindo o que Paulo?
— Tesão por você.
Olhei para sua boca, tão próxima da minha.
— Mas eu também sinto por você, não para de pensar em você falando “me fode Caio”...
Num momento estávamos nos encarando, no outro minha boca estava na dele. Sua língua se colidia com a minha, ambas sedentas uma pela outra. Foi uma pegada firme, e com isso nossos corpos estavam colados. Minha boca aberta na dele, gemendo ao sentir seu peitoral contra o meu. Minhas mãos vagavam por suas costas fortes, sentindo os músculos e a pele macia, enquanto ele mesmo me tocava com as dele. Senti sua ereção na minha, uma explosão de prazer correu pelo meu corpo, minha pele parecia estar queimando.
— Cacete…
— Caio, a gente não devia…
Ele se esfregou em mim, roçando seu pau duro no meu.
— Quer mesmo que eu pare?
— Não…
Voltamos a nos beijar. Caralho eu estava mesmo beijando ele? Meu ex enteado? Eu não conseguia pensar em mais nada a não ser em nós dois ali, entregues um ao outro.
— Me da sua boca, Paulão…
— Caio…
— O que?
— Você tem certeza?
Ele pegou minha mão e levou até sua pica, minha mão se fechou ao redor dela, dura e latejando de tesão.
— É resposta suficiente para você?
Nisso eu me ajoelhei diante dele, ficando frente a frente com a barraca armada que estava naquela bermuda toda solta que ele estava usando. A puxei para baixo, libertando seu pau, e caralho, como era grande… Arfei de prazer e admiração ao finalmente ver aquele belo membro em toda sua glória bem diante de meus olhos.
— Caralho, Caio… que pau lindo…
— Gostou? Gostou da minha pica, Paulo?
Assenti olhando para ele, que me assistia com os olhos brilhando. Como devia ser para ele ali, com seu ex padrasto de joelhos segurando sua pica.
A segurei com força, sentindo seu calor e pulsação, puxando o prepúcio para me revelar sua cabeça rosada e toda babada. Não resisti mais e dei uma chupada em sua glande, gemendo ao ter seu gosto em minha língua.
— Porra… — Ele gemeu.
Ainda sem acreditar no que eu estava fazendo fui engolindo cada vez mais seu pau, até o ter atolado em minha garganta, me engasgando.
— Calma, Paulão…
Eu lambi ele, olhando em seus olhos enquanto eu subia por toda a sua extensão até a cabeça, engolindo tudo até meu nariz está tocando sua pélvis. Era o que ele merecia, com um pauzão lindo daqueles. Esfreguei meus lábios na lateral, na região do freio, fazendo movimentos circulares com a língua ao redor de sua cabeça. Caio gemia sem pudores, parecia tão surpreso quando eu de tudo aquilo estar mesmo acontecendo.
Segurei seu saco, me admirando com o peso de suas bolas, que lambi demoradamente, dando a devida atenção para cada uma antes de voltar a me engasgar em seu mastro.
— Caralho Paulão, que boca é essa…
— Tá gostando, safado?
— Pra caralho… ah…
Fui subindo meus beijos até estar voltando com minha língua dentro de sua boca, o gostoso me correspondia com gosto, me puxando para si. Senti suas duas mãos descendo pelas minhas costas e adentrarem minha bermuda, com uma pegada forte de cada ele ele agarrou minha bunda.
— Sempre achei eu teu rabo uma delícia…
— É?
— Sim, caralho olha como é duro esse rabão… me deixa te comer, Paulo?
Então aquilo ia mesmo acontecer? Eu o encarei por um segundo, seus lábios vermelhos do nossos beijos, seu gosto em minha boca, suas mãos me apertando enquanto eu sentia meu pau latejar contra o dele. Algo dentro de mim virou, eu já tinha passado do limites mesmo, agora que foda…
— Quer comer o paizão?
Vi seus olhos brilharem, um brilho selvagem que acompanhou seu sorriso malicioso.
— Quer pica, paizão?
— Quero…
Ele me deu outro beijo intenso, então me puxou para seu quarto.
Ele me empurrou para sua cama, eu e ele já totalmente pelados. Para minha surpresa, ele primeiro dedicou um tempo ao meu pau.
— Caralho Paulão, que tesão tua pica. — falou ele pegando e a admirando. — Galudão…
Então ele caiu de boca, urrei de prazer ao ter sua boca quente ao redor de mim. O safado sabia o que estava fazendo, mamava sem pudor algum, o sons úmidos preenchendo o quarto junto de meus gemidos.
— Cacete… que pica gostosa de mamar paizão… tá gostando?
Eu não conseguia formular uma palavra, apenas gemia.
— Para, se não eu vou gozar…
Ele sorriu para mim.
— Eu também tô quase só te mamando…
— Me fode…
Nisso eu me virei e fiquei de quatro na cama. Ouvi ele soltar um gemido ao me ver naquela posição, senti suas mãos em mim, em minha bunda, seu dedo circulando minha entrada.
— Caralho… peludão como eu gosto…
— Gosta do cuzão peludo do paizão?
Ouvi ele soltar uma risada safada.
— Cacete, Paulo… eu vou me acabar com você…
— Se acaba, fode esse cuzão que ele gosta…
Caio caiu de boca, e meu mundo se desfez. Sua língua deslizava, entrando e saindo de mim, rodeado meu cu, me lambendo de cima a abaixo. Ele dava tapas gostosos enquanto afundava a cara no meu rabo, se acabado como ele havia dito. Senti então um dedo me penetrar, indo e vindo lentamente.
— Tá gostando safado?
Gemi em resposta.
— Cacete, que delícia… que cu gostoso, Paulo…
Ele ficou intercalando entre as metidas de dedo e a boca por um tempo.
— Quer capa? Eu não trepo com ninguém a meses.
— Também não, pode ser no pelo.
Com isso ele pegou o lubrificante e se preparou, passou em mim, metendo dois dedos cheios de lubrificante e enfim senti o peso de sua pica na minha bunda. Primeiro ele ficou só roçando, indo e vindo.
— Que lindo minha picona nesse teu rabão peludo, paizão…
— Soca então puto…
— Calma safado, calma que você vai ter o que você quer já já.
Ele continua se esfregando, dando pinceladas na minha entrada. Eu piscava para ele, desesperado para ter tudo dentro de mim
— Cacete, que loucura Paulão… que tesão…
Ele enfim penetrou a cabeça, e lentamente começou a deslizar para dentro de mim.
Revirei os olhos de prazer ao senti-lo todo dentro de mim. Ali estava meu ex enteado, com aquele mastro todo atolado no meu rabo.
— Caralho!
Ele deu uma bombada, que me fez soltar um urro. Depois deu mais uma. Lentamente ele me deixou me acostumar com seu tamanho, e quando enfim me acostumei ele começou a meter.
— Ah… isso… mete Caio… soca…
— Toma filho da puta, não era isso que tu queria? Toma essa pica… toma seu putão do caralho…
Ele tirava toda a pica para depois socar de uma vez até o talo. Fazia isso intercalado com metidas mais rápidas, então voltava a tirar tudo e meter com força. Ele me segurava com força, como se tivesse com medo de eu fugir, metia com gosto no meu cu ao perceber cada vez mais como eu estava gostando.
— Que putão safado que tu é paizão… caralho… como gosta de levar pica de macho… toma vai, toma essa pica nesse teu cuzão gostoso
Eu já estava totalmente fora de mim, e percebia que Cai também, a situação toda era uma mistura de tesão e adrenalina como nunca antes havíamos sentido.
Ele então me pediu para me comer de frango, e olhando no fundo dos meus olhos, ele socou com gosto dentro de mim. O puxei para um beijo, e gemendo em minha boca ele meteu cada vez mais rápido.
— Soca filhão… soca nesse cu que ele gosta, me dá essa pica… me dá ela toda dentro de mim…
— Caralho…. ah… eu vou gozar…
— Goza… goza dentro de mim, Caio… leita esse rabo… leita teu paizão…
Ele se jogou sobre mim, seu rosto enfiado no meu ombro enquanto ele deu uma estocada funda. Ouvi seu urro de prazer ao mesmo tempo que senti seu pau inchar e jorrar dentro de mim, o calor de seus jatos fartos se espalhando pelo meu corpo. Senti meu próprio climas chegando e com meu pau entre nossos corpos, gozei sem me tocar, sentindo a porra quente se espalhar por nossas barrigas coladas.
Éramos dois corpos entremeados, suados e melados. Exauridos tamanha dedicação ao que tínhamos feito. Senti os lábios de Caio em minha pele, um beijo demorado em meu pescoço.
— O que a gente fez?
— O que tínhamos que ter feito. — falou ele no meu ouvido.
Senti seu pau sair de dentro de mim, o que me fez soltar um gemido.
Eu me sentia fora do meu corpo, uma parte feliz por ter tido o que tanto desejava, mas a outra se encontrava em uma espécie de angústia e dúvida. Com a névoa do tesão abaixada, eu me perguntava onde eu tinha me metido. Dei um beijo no rosto dele, e sai de seus braços.
— Eu vou tomar um banho. — falei sem conseguir olhar para ele.
Ele não me disse nada quando sai de seu quarto, e quando estava enfim sozinho debaixo do chuveiro, me peguei meio assustado com tudo. Maravilhado também, mas assustado como tudo aconteceu tão de repente. Quando sai do banho não encontrei com Caio pela casa. Tinha parado de chover. Vi uma mensagem dele no meu celular então:
“Sai para dar uma volta e pensar um pouco”
Me senti no sofá com a cabeça entre as mãos.
— O que tu fez, Paulo?
Continua…
E ai meus putos? Gostaram? Vai ter mais uma parte depois, prometo que vai ser mais tesuda e safada do que essa. Vou deixar aqui uma fotos de como eu imaginei os putões do Paulo e do Caio para vocês.
O Caio eu imagino como o puto do Cade Maddox, e o Paulo eu imagino como o Drew Sebastian (que me lembra bastante o Javier tbm)
Até a próxima…




