Meu tio é casado e eu tenho namorada - Parte 2 (Bem-vindo Diego)



Eu estava no quarto de hóspedes da casa do tio Roberto quando ouvi a voz desconhecida na sala.
Tinha combinado com ele de ir ali naquela sexta à noite. A tia Márcia e as meninas tinham viajado de novo. Eu cheguei por volta das nove, ele me beijou na boca assim que fechei a porta, a mão já na minha bunda, e falou baixo:
— Trouxe alguém hoje. Se você não quiser, a gente manda embora. Sem drama.
Meu coração disparou.
— Quem?
— Um moleque que trabalha no mercado perto do serviço. Repositor. Vinte e três anos. A gente se pegou umas vezes. Ele é hétero, tem até uma mina, mas me come e deixa eu comer. Hoje eu falei de você. Ele topou conhecer.
Eu fiquei em silêncio. O pau já tinha começado a endurecer só com a ideia, e eu odiei isso.
— Ele tá aqui?
— Tá na sala. Se você falar não, eu mando ele embora agora.
Respirei fundo.
— Quero ver.
Descemos. Diego estava em pé perto da mesa da sala, de calça jeans justa e camiseta preta colada no corpo. Mais baixo que o tio, uns 1,76, mas largo de ombro, braço grosso, peito marcado mesmo por baixo da camiseta. Pele bronzeada de quem pega sol, cabelo curto escuro, barba rala bem feita, cara de machinho de subúrbio. Quando me viu, deu um meio sorriso sem graça e estendeu a mão.
— E aí. Diego.
— Pedro.
O aperto de mão foi firme. A pele dele era quente e um pouco áspera. O tio ficou olhando a gente dos dois, aquele sorrisinho de canto.
— Vou pegar uma cerveja pro pessoal.
Ficamos os três na sala. O silêncio era estranho. Diego bebia a cerveja olhando mais pro chão do que pra mim. Eu bebia olhando de relance o volume que a calça jeans marcava. Roberto, como sempre, parecia o mais à vontade.
Depois da segunda cerveja o tio falou direto:
— Olha, vou ser sincero. Eu já fodi os dois. E eu quero ver vocês dois juntos. Mas o Pedro é quem manda. Se ele não quiser, acaba aqui.
Diego ergueu o olhar pra mim. A voz saiu rouca, um pouco sem graça:
— Eu nunca fiz a três. E nunca comi um cara na frente de outro. Mas… o Roberto falou tanto de você que eu fiquei curioso. Se você não topa, de boa. Sem clima.
Eu engoli seco. O pau estava completamente duro dentro da bermuda.
— Eu… nunca fiz a três também.
— Então a gente vai no seu ritmo — disse o tio. — Sem pressa.
Roberto se levantou, veio até mim e me beijou na boca na frente do Diego. Língua quente, mão na minha nuca. Eu retribuí, o coração batendo na garganta. Quando o beijo acabou, ele virou meu rosto na direção do Diego.
— Beija ele.
Diego se aproximou devagar. O cheiro dele era diferente do tio: mais de desodorante barato e suor limpo de quem trabalha o dia inteiro em pé. Ele hesitou um segundo e então colou a boca na minha. O beijo foi mais desajeitado no começo, mais duro. A língua dele era mais grossa. Eu senti o pau dele endurecer contra a minha coxa.
Quando o beijo quebrou, os três estávamos ofegantes.
— Quarto — mandou o tio.
Subimos. Roberto trancou a porta e acendeu só o abajur. A luz amarela deixava tudo mais sujo. Ele tirou a própria camiseta e olhou pra gente.
— Pode tirar a roupa. Devagar.
Diego tirou a camiseta preta. O corpo era ainda melhor do que a roupa mostrava: peito largo, abdominal marcado, uma linha de pelos escuros descendo até o umbigo, braços veiados. A pele bronzeada brilhava um pouco de suor. Ele abriu a calça jeans e puxou pra baixo junto com a cueca. A rola saltou, já dura: não era tão grossa quanto a do tio, mas era comprida, a cabeça rosada, veias saltadas, os pelos da base aparados. O saco pesado.
Eu engoli em seco. Roberto olhou pra mim e falou baixo:
— Sua vez, sobrinho.
Tirei a camiseta, a bermuda e a cueca. Fiquei pelado, a rola latejando, a cabeça já molhada. Diego passou o olhar pelo meu corpo e mordeu o lábio inferior sem perceber.
Roberto se aproximou de mim por trás, o peito cabeludo colado nas minhas costas, a rola dura esfregando na minha bunda. Beijou meu pescoço e falou olhando pro Diego:
— Ele tem o cu mais apertado que você já vai foder. Mas a gente vai com calma. O Pedro manda.
Diego acenou com a cabeça, ainda um pouco tenso.
— Pode chegar — eu falei, a voz saindo rouca.
Ele veio. Beijou minha boca de novo, agora com mais vontade. A mão grande e calejada desceu e segurou meu pau, masturbando devagar. Roberto, atrás de mim, abriu minha bunda com as duas mãos e esfregou a própria rola no meu cu, só a cabeça, espalhando pré-gozo.
— Deita na cama de barriga pra cima — mandou o tio.
Eu deitei. Diego subiu na cama e se ajoelhou ao lado da minha cabeça. A rola dele balançava na minha cara, o cheiro de homem subindo. Roberto se posicionou entre minhas pernas, ergueu minha bunda e começou a lamber meu cu com a língua quente e larga. Eu gemi alto.
Diego olhou a cena e o pau dele deu um pulo.
— Porra…
— Mama ele — falou o tio, a voz abafada entre minhas nádegas. — Devagar. Deixa ele sentir.
Diego segurou a base do próprio pau e encostou a cabeça nos meus lábios. Eu abri a boca. O gosto era diferente: mais limpo, um pouco salgado. Engoli a cabeça, depois mais um pouco. Ele soltou um gemido rouco e a mão foi pro meu cabelo.
Enquanto eu chupava o Diego, o tio enfiava a língua fundo no meu cu, abrindo, cuspindo, chupando. Depois colocou um dedo, depois dois, massageando a próstata com precisão. Eu rebolava, gemendo com a boca cheia de pau.
— Tá gostando, sobrinho? — perguntou Roberto, os dedos ainda dentro de mim.
Tirei a boca só o suficiente pra responder:
— Tô… porra, tô gostando pra caralho…
Diego olhou pra baixo, os olhos escuros.
— Quer que eu meta mais fundo na sua boca?
— Mete.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com cuidado, sem engasgar de verdade. O pau ia e vinha, a cabeça batendo no fundo da garganta. Eu engolia, saliva escorrendo pelo queixo, enquanto o tio abría meu cu com três dedos agora.
Roberto tirou os dedos e se ajoelhou.
— Vou entrar primeiro. Diego, fica chupando a boca dele. Quero ele bem relaxado.
Diego obedeceu. Ficou de quatro em cima de mim, o pau esfregando na minha cara, enquanto me beijava fundo. Roberto posicionou a cabeça grossa no meu cu e empurrou. A entrada foi lenta, o esticamento forte. Eu gemi dentro da boca do Diego. O tio parou com só a cabeça dentro.
— Respira, Pedro. Fala se precisar parar.
— Continua… devagar…
Ele foi entrando centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, a espessura absurda, o calor. Quando o saco bateu na minha bunda, os três ficamos parados um segundo. Diego se separou do beijo e olhou pra baixo, vendo o pau do tio enterrado até o fim em mim.
— Caralho… sumiu inteiro.
Roberto começou a foder. Estocadas longas e profundas, o ângulo certo pra acertar minha próstata toda vez. A mão dele masturbava meu pau no mesmo ritmo. Diego desceu a boca e começou a chupar a cabeça do meu pau enquanto o tio me comia. O prazer foi tão forte que minhas pernas tremeram.
— Assim… não para… os dois…
Roberto acelerou um pouco. O barulho do pau entrando e saindo molhado enchia o quarto. Diego chupava com vontade, a mão no meu saco. Eu estava perdido entre os dois corpos: o peito cabeludo e suado do tio batendo nas minhas coxas, a boca quente do Diego no meu pau, o cheiro dos dois se misturando.
— Quero ver você gozar com meu pau dentro — falou Roberto, a voz rouca. — Goza pro Diego.
Diego tirou a boca e ficou masturbando meu pau rápido, olhando pra minha cara.
— Pode gozar. Quero ver.
Eu gozei. O corpo inteiro engessou, o cu apertou o pau do tio em espasmos fortes, os jatos subiram altos e cairam no meu peito e na mão do Diego. Roberto continuou metendo devagar durante todo o orgasmo, prolongando cada onda.
Quando as contrações passaram, ele tirou o pau devagar. Eu senti o vazio e o gozo dele ainda não tinha saído — ele se segurou.
— Agora é sua vez — disse o tio pro Diego. — Entra. Mas vai devagar. O cu dele acaba de gozar, tá sensível.
Diego se posicionou entre minhas pernas. A rola comprida encostou na entrada escorregadia. Ele olhou pra mim.
— Pode?
— Pode. Entra.
Ele empurrou. A entrada foi mais fácil por causa do gozo e da saliva, mas a comprimento fazia ele bater mais fundo. Eu soltei um gemido longo quando ele chegou ao fundo.
— Porra… é fundo…
— Tá doendo? — perguntou Diego, parado, o suor já escorrendo na testa bronzeada.
— Não… só… fundo pra caralho. Pode mexer.
Ele começou a foder. Estocadas longas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o saco. Roberto se ajoelhou ao lado da minha cabeça e enfiou o próprio pau na minha boca, ainda duro e molhado do meu cu. Eu chupava o tio enquanto o Diego me comia com ritmo cada vez mais forte.
— Isso… mama o pau do tio enquanto leva do Diego — falou Roberto, a mão no meu cabelo. — Olha como você tá sendo bem fodido, sobrinho.
Diego segurava minhas coxas aberto, os dedos cravados na carne, o olhar fixo no ponto onde o pau dele sumia dentro de mim. Apesar da cara de machinho, a voz saiu preocupada:
— Fala se estiver forte demais.
— Pode meter mais forte… porra… pode.
Ele meteu. As estocadas ficaram mais secas, mais fundas. O barulho era obsceno. Roberto fodia minha boca no mesmo ritmo. Eu estava sendo usado dos dois lados e o prazer era tão sujo que eu já estava duro de novo.
Roberto tirou o pau da minha boca e falou pro Diego:
— Vira ele de quatro. Quero ver os dois paus nele.
Diego saiu de dentro. Eu virei, ainda tonto. Fiquei de quatro na cama. Roberto se deitou debaixo de mim, me puxou pra sentar no pau dele de frente. A entrada foi fácil dessa vez. Eu desci até o fundo, o pau grosso abrindo de novo. Diego se ajoelhou atrás e posicionou a cabeça da rola no meu cu, já ocupado.
Eu engasguei.
— Os dois…?
— Devagar — falou o tio, a mão na minha cintura. — Se doer a gente para na hora.
Diego empurrou. A pressão foi absurda. Eu senti o segundo pau esticando ainda mais, o ardor forte, a sensação de estar completamente aberto. Roberto ficou completamente parado, só segurando minha cintura.
— Respira, Pedro. Fala o que tá sentindo.
— Tá… grande demais… os dois… porra…
— Quer que o Diego tire?
— Não… só… um segundo…
Eles esperaram. Eu respirei fundo, tentei relaxar o máximo que deu. Diego empurrou mais um pouco. A cabeça entrou. Depois mais. Até os dois estarem completamente dentro, os sacos colados na minha bunda.
Eu estava tremendo. A sensação de estar tão cheio era quase dolorosa e ao mesmo tempo o prazer mais intenso que eu já tinha sentido.
— Pode mexer… devagar…
Eles começaram a se mexer em ritmos diferentes. Roberto subia enquanto Diego saía, depois o contrário. O atrito dentro de mim era insano. Cada movimento raspava a próstata. Eu gemia sem parar, a baba escorrendo, o pau batendo na barriga do tio.
— Porra… olha o cu dele engolindo os dois — falou Diego, a voz rouca de tesão.
— Aperta, sobrinho — mandou Roberto. — Aperta os dois paus.
Eu apertei. Os dois gemeram juntos. As estocadas foram ficando mais rápidas. O quarto cheirava a suor, sexo e porra. Eu estava no limite de novo.
— Vou gozar… porra, vou gozar de novo…
— Goza — falou o tio. — Goza com os dois paus te abrindo.
Eu gozei sem nem tocar no pau. O corpo inteiro tremeu, o cu em espasmos apertando os dois, os jatos caindo no peito cabeludo do Roberto. Eles continuaram me fodendo durante o orgasmo, mais devagar, até as contrações passarem.
Diego foi o próximo. Ele enterrou até o fundo, gemeu alto e eu senti os jatos quentes dele batendo lá dentro, misturando com a sensação do pau do tio ainda duro. Logo depois Roberto gozou também, os dois enchendo meu cu ao mesmo tempo.
Quando eles saíram, o gozo escorreu quente e abundante pela minha coxa. Eu desabei de lado, destruído, o corpo mole, o cu latejando e aberto.
Roberto se aproximou na hora, passou a mão no meu cabelo e beijou minha testa suada.
— Tá bem?
— Tô… puta que pariu…
Diego deitou do outro lado, ainda ofegante, a mão grande e calejada acariciando minha costa.
— Foi pesado demais?
— Foi… mas foi bom pra caralho.
Os três ficamos ali, suados, o gozo escorrendo, o ventilador girando em cima. Roberto ainda tinha a mão na minha bunda, o dedo passando de leve no cu sensível. Diego, apesar da cara de machinho, olhava pra mim com uma preocupação genuína nos olhos.
— Se quiser que a gente pare por hoje…
— Não quero parar — eu falei, a voz rouca. — Quero mais.
Roberto sorriu aquele sorriso torto de sempre.
— Ainda bem. Porque a noite é longa.
E a noite realmente foi longa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu tio é casado e eu tenho namorada - Parte 2 (Bem-vindo Diego)

Codigo do conto:
270344

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/08/2026

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