Meu tio é casado e eu tenho namorada - Parte 4 (Diego)



Depois daquela sexta-feira a três, eu achei que não ia falar com o Diego de novo.
Errei.
No domingo à noite o WhatsApp vibrou. Número desconhecido.
Diego: E aí, Pedro. Tudo certo?
Diego: Aqui é o Diego, do mercado. O Roberto me passou seu número. Beleza?
Fiquei olhando a tela uns trinta segundos. O coração acelerou sem permissão. Respondi:
Pedro: Beleza. Tudo certo.
Diego: Demorou. Só queria saber se você ficou de boa depois daquele dia.
Pedro: Fiquei. E você?
Diego: Também. Foi intenso pra caralho kkk
Diego: Mas de boa, né? Sem clima estranho.
Eu demorei pra responder. Digitei e apaguei três vezes.
Pedro: Sem clima.
Diego: Show. Qualquer coisa chama. Abraço, brother.
Brother.
Ele usou a palavra de propósito. Eu senti.
Nos dias seguintes as mensagens foram esporádicas. Ele mandava alguma merda do trabalho:
Diego: Hoje o gerente me fez carregar caixa de óleo até as 22h. Tô destruído.
Pedro: Foda.
Diego: E aí, faculdade?
Pedro: Na correria.
Respostas curtas. Postura de brother. Mas de vez em quando vazava.
Diego: Ontem lembrei da sua cara quando a gente tava te comendo.
Diego: Porra.
Diego: Desculpa. Foi sem querer.
Eu lia e o pau endurecia dentro da calça. Respondia:
Pedro: De boa.
Diego: Você pensou nisso depois?
Pedro: Pensei.
Diego: Porra.
Aos poucos as conversas foram ficando mais longas. Ele mandava áudio voltando do mercado, a voz rouca de cansaço, o barulho de moto ao fundo. Falava da namorada de forma vaga, de como o sexo com ela era “normal”. Eu falava da Laura do mesmo jeito. Os dois fingindo que o que tinha acontecido na casa do tio era só uma exceção.
Uma quarta-feira ele mandou:
Diego: Tô sozinho em casa hoje. A mina foi pra casa da mãe.
Diego: Se você quiser vir aqui tomar uma cerveja… só isso. Sem obrigação.
Meu pau latejou na hora.
Pedro: Endereço.
Ele mandou. Um apartamento pequeno num prédio antigo perto do mercado. Cheguei às nove e meia da noite. O coração batia na garganta quando apertei a campainha.
Diego abriu a porta de bermuda e regata branca. O cheiro dele veio forte: desodorante barato, suor limpo e um pouco de cigarro. O corpo bronzeado brilhava debaixo da luz amarela do corredor. Ele deu um meio sorriso sem graça.
— Entra, porra. Tá com cara de quem vai assaltar.
Entrei. O apartamento era simples: sala pequena, sofá de dois lugares, televisão ligada num jogo mudo, cheiro de comida pronta. Ele foi até a geladeira e voltou com duas latas de cerveja.
— Senta. Relaxa. Não precisa ficar tenso.
Sentei no sofá. Ele sentou do meu lado, não colado, mas perto o suficiente pra eu sentir o calor do corpo. Bebemos em silêncio por uns minutos. O jogo rodava na televisão sem som.
— Você ficou pensando naquele dia? — ele perguntou de repente, a voz baixa.
— Fiquei.
— Eu também. Porra. Eu tentei fingir que foi só uma foda qualquer, mas…
Ele riu sem graça e passou a mão no cabelo curto.
— Não consegui. Fiquei com seu gemido na cabeça.
Eu engoli seco.
— Eu também não consegui esquecer.
Diego virou o rosto pra mim. Os olhos escuros estavam sérios.
— Posso te beijar?
Em vez de responder eu encostei a boca na dele. O beijo começou devagar, quase cauteloso. A língua dele era mais grossa que a do tio, o gosto de cerveja e cigarro. Ele puxou minha nuca com a mão grande e calejada e aprofundou. O estalo molhado da saliva encheu a sala. Eu senti o pau dele endurecer rápido dentro da bermuda, pressionando minha coxa.
Quando o beijo quebrou, os dois estávamos ofegantes.
— Porra… — ele murmurou. — Você beija gostoso pra caralho.
— Você também.
Diego passou a mão por dentro da minha camiseta, a palma áspera deslizando pela minha barriga até chegar no peito. Os dedos roçaram o mamilo e eu soltei o ar. Ele sorriu de canto.
— Sensível aqui, né?
— Um pouco.
Ele empurrou a camiseta pra cima e chupou meu mamilo com força. A língua quente, a sucção molhada, os dentes de leve. Eu gemi e a mão foi pro cabelo curto dele. Enquanto chupava, a outra mão desceu e abriu o botão da minha bermuda. Enfiou os dedos por dentro da cueca e segurou meu pau, já completamente duro.
— Tá molhado pra caralho… olha isso.
O polegar dele passou pela fenda, espalhando o pré-gozo. Começou a masturbar devagar, o aperto firme, a mão calejada contrastando com a pele sensível. Eu rebolava no sofá, empurrando o pau contra a mão dele.
— Tira a roupa — eu falei, a voz rouca.
Diego se levantou, puxou a regata pela cabeça e jogou no chão. O peito largo, bronzeado, abdominal marcado, a linha de pelos escuros descendo. Depois puxou a bermuda e a cueca juntas. A rola saltou, comprida, dura, a cabeça já brilhando, uma veia grossa pulando do lado esquerdo. O saco pesado. Ele ficou em pé na minha frente, se masturbando devagar enquanto eu tirava o resto da minha roupa.
— Deita no sofá — ele mandou.
Deitei. Diego se ajoelhou no chão entre minhas pernas. Sem dizer nada, lambeu meu pau da base até a cabeça, lento, a língua quente e larga. Depois engoliu. A boca desceu até quase o talo, a garganta apertou, ele engasgou de leve e não tirou. Ficou ali, engolindo em volta do meu pau, a mão massageando o saco.
Eu soltei um gemido longo e a mão foi pro cabelo dele.
— Porra, Diego…
Ele chupava com vontade, mas sem pressa. Subia até só a cabeça ficar na boca, a língua girando na fenda, depois descia de novo engolindo tudo. O barulho molhado de saliva enchia a sala. De vez em quando ele tirava a boca só pra falar, a voz rouca:
— Tá gostando?
— Tô… caralho, tô gostando pra caralho.
— Quer mais fundo?
— Quero.
Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a foder a própria garganta com meu pau. A cabeça batia no fundo, ele engasgava e continuava. Baba escorria pelo queixo, pingava no meu saco. Eu estava rebolando contra a boca dele, perdido.
Quando senti o gozo subindo, ele parou na hora e apertou a base do meu pau com força.
— Ainda não. Quero te comer antes.
Se levantou, cuspiu na mão e passou no próprio pau. Depois cuspiu de novo e passou dois dedos no meu cu, abrindo devagar. O dedo médio entrou fácil. Ele massageou a próstata com precisão, olhando pra minha cara.
— Aí?
— Aí… porra, aí.
— Mais um?
— Coloca.
O segundo dedo entrou. Ele abriu em tesoura, cuspindo mais, deixando tudo escorregadio. Quando tirou os dedos, meu cu estava piscando, aberto, pedindo.
Diego se posicionou entre minhas pernas, a cabeça da rola comprida pressionando a entrada. Olhou nos meus olhos.
— Pode?
— Pode. Entra.
Ele empurrou. A entrada foi lenta. Eu senti cada centímetro daquele pau comprido me abrindo, o esticamento gostoso, o calor. Quando chegou ao fundo, os dois ficamos parados, ofegantes.
— Porra… que cu apertado — ele falou, a voz baixa. — Tá bem?
— Tô. Pode mexer.
Diego começou a foder. Estocadas longas e profundas. O pau saía quase inteiro e entrava de novo até o saco bater na minha bunda. Cada vez que ele acertava a próstata eu soltava um gemido mais agudo. A mão dele masturbava meu pau no mesmo ritmo das estocadas.
— Assim?
— Assim… mais um pouco mais forte.
— Fala se doer.
— Não tá doendo. Tá gostoso pra caralho.
Ele acelerou. O sofá rangeu. O barulho molhado do pau entrando e saindo encheu a sala. O cheiro de sexo, suor e saliva misturou com o cheiro dele. Eu estava com as pernas abertas no ar, segurando minhas próprias coxas, olhando o pau bronzeado sumindo dentro de mim.
— Porra, Pedro… olha como você tá me engolindo…
— Mete… mete gostoso…
— Quer mais fundo?
— Quero. Pode meter tudo.
Diego segurou minhas pernas atrás dos joelhos e dobrou meu corpo, quase me dobrando ao meio. As estocadas ficaram ainda mais profundas. Eu gemia sem controle, a baba escorrendo no canto da boca. Ele suava, o peito bronzeado brilhando, o abdominal contraindo a cada estocada.
— Tá perto? — ele perguntou, ofegante.
— Tô… porra, tô perto.
— Então goza. Quero sentir seu cu apertar meu pau.
A mão dele no meu pau ficou mais rápida. Três, quatro estocadas fundas e eu gozei. O corpo inteiro tremeu, o cu em espasmos fortes apertando a rola dele, os jatos subindo altos e caindo no meu peito e no dele. Diego continuou me fodendo devagar durante todo o orgasmo, prolongando cada onda, a cara concentrada em me ver gozar.
Quando as contrações passaram, ele não tirou. Ficou enterrado, latejando, me dando tempo.
— Ainda quer?
— Quero. Me vira.
Eu virei de quatro no sofá. Diego se posicionou atrás, abriu minha bunda com as duas mãos e entrou de uma vez só. A estocada arrancou um gemido alto de mim. Ele começou a foder com mais força, as mãos cravadas na minha cintura, o barulho da pele batendo ecoando.
— Porra… que bunda gostosa…
— Mais forte…
— Assim?
— Assim, caralho…
Ele meteu. Estocadas secas, fundas, o saco batendo na minha bunda com força. Uma das mãos desceu e agarrou meu pau, ainda sensível, masturbando no ritmo. Eu empurrava pra trás, encontrando as estocadas, pedindo mais.
— Fala merda pra mim — eu pedi, a voz quebrada.
— Seu cu foi feito pra levar pau… tá me engolindo inteiro… aperta… isso, aperta o pau do brother…
Eu apertei de propósito. Ele gemeu alto e as estocadas ficaram quase descontroladas.
— Vou gozar… onde você quer?
— Dentro. Goza dentro.
Diego enterrou até o fundo, o corpo colado nas minhas costas, e gozou. Eu senti os jatos quentes batendo lá dentro, um atrás do outro, o pau pulsando forte. Ele ficou tremendo, ofegante, ainda enterrado, a boca aberta no meu ombro.
Ficamos assim um tempo, só a respiração pesada e o ventilador da sala girando. Quando ele saiu, o gozo escorreu quente pela minha coxa. Diego se sentou no sofá e me puxou pra ficar no colo dele, de frente. Beijou minha boca devagar, a mão acariciando minha bunda molhada.
— Tá bem?
— Tô destruído.
— Doeu em algum momento?
— Não. Foi gostoso pra caralho.
Ele sorriu, aquele sorriso de machinho sem graça.
— Ainda bem. Porque eu já tô ficando duro de novo.
Eu olhei pra baixo. O pau dele realmente estava começando a endurecer outra vez, brilhando de porra e saliva.
— Você aguenta mais uma? — ele perguntou.
— Aguento.
E a gente começou de novo.

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Comentários


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viuvo-mamador Comentou em 21/08/2026

Crlh mano, seus contos são ótimos, li todos com meu pau babando de tesao, só de pensar nos gemidos.

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kaikecamargo3 Comentou em 20/08/2026

Quero um machinho assim




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu tio é casado e eu tenho namorada - Parte 4 (Diego)

Codigo do conto:
270345

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/08/2026

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