No final do evento, quando o salão já se esvaziava e os últimos convidados se despediam, Raquel e o Dr. Paulo trocaram um olhar discreto. Os funcionários começavam a recolher copos e toalhas. O hotel estava quase deserto. — Vamos aos quartos — disse ele, baixo, enquanto passavam pelo átrio. — Trocamos de roupa e encontramos-nos no spa. Cada um dirigiu-se ao seu quarto, nos andares superiores. Raquel entrou no dela, fechou a porta e tirou o vestido preto justo. O tecido caiu no chão. No espelho, o corpo refletia-se: quarenta e dois anos, seios cheios e firmes, ancas normais mas bem desenhadas, o cu empinado, redondo, a pele lisa e dourada. Vestiu o fato de banho branco de um ombro só, com o folho leve a cair sobre o peito, o tecido justo a marcar as curvas e a subir alto nas ancas, deixando o cu empinado ainda mais evidente. Por cima, o roupão de seda do hotel. Os cabelos soltos, o perfume ainda presente. Paulo, no quarto ao lado, trocou o fato pelo roupão. O corpo musculoso, peito largo, braços definidos, ombros largos. Quando saiu, ela já o esperava no corredor. Desceram juntos até ao spa. As luzes estavam baixas, vapor a subir da água, velas acesas junto às paredes de madeira e pedra. Entraram na zona da piscina interior. A água transparente, o calor a pairar no ar. Raquel desatou o cinto do roupão e deixou-o cair. Ficou de pé, de fato de banho branco. O tecido colava-se aos seios, o ombro nu a brilhar sob a luz quente, as coxas firmes, o cu empinado a desenhar-se sob o corte alto. Paulo tirou o roupão. O corpo dele, musculoso, contrastava com a delicadeza dela. Aproximou-se por trás, as mãos grandes a pousar nas ancas dela. — Estás linda assim — murmurou ele junto ao ouvido, a voz rouca. — Este branco fica-te perfeito. — Só para ti veres — respondeu ela, a sorrir de lado, empurrando ligeiramente as ancas para trás, contra ele. As mãos dele subiram pela cintura, apertaram a curva das ancas, depois desceram até às coxas. Raquel arqueou as costas. Ele beijou-lhe o ombro nu, a boca quente a deslizar pela pele. As mãos dele entraram por debaixo do tecido do fato de banho, tocaram-lhe a cona já húmida, os dedos a circular o clitóris com pressão firme. Ela gemeu baixo. — Mais… assim — pediu, a voz embargada. — Gostas quando te toco aqui? — perguntou ele, os dedos a entrarem devagar. — Adoro… continua. Ele beijou-lhe o pescoço, depois a boca, quando ela virou a cabeça. Beijos profundos, línguas a misturar-se. Os dedos mexiam-se dentro dela, dois, depois três. Raquel agarrou-lhe a pila por cima do fato de banho dele, a mão a sentir o volume duro. Ele gemeu contra a boca dela. — Quero-te já — disse Paulo. Puxou o tecido do fato de banho dela para o lado, entre as nádegas. Aproximou-a da beira da água, de costas para ele. A pila esfregou-se entre as nádegas empinadas. Raquel guiou-o e ele entrou de uma vez, fundo. Ambos gemeram alto. Ele agarrou-lhe as ancas com força e começou a empurrar, ritmado, profundo. O som da pele a bater ecoava no espaço com vapor. Os seios dela moviam-se dentro do fato de banho branco. Ela gemía sem se conter. — Mais fundo… assim… não pares — pediu ela, a voz alta. — Tão apertada… tão quente — respondeu ele, a acelerar. Foderam ali vários minutos, de pé, junto à água. Depois ele retirou-se, tirou-lhe o fato de banho completamente e puxou-a para o banho turco. O vapor quente e denso envolveu-os. Sentaram-se nos bancos de mármore. Paulo ajoelhou-se entre as pernas dela, abriu-lhe as coxas e chupou-lhe a cona com fome. A língua larga, lenta no clitóris, depois a entrar. Raquel agarrou-lhe a cabeça e gemeu alto. — Assim… continua… não pares — implorou. Ele chupou com mais intensidade, os dedos a entrarem ao mesmo tempo. Quando ela estava perto de gozar, ele parou, puxou-a para o chão e enterrou-se de novo, de frente. As pernas dela envolveram a cintura dele. Cada estocada era profunda, húmida. Raquel gritava de prazer. — Mais… mais forte — pediu. — Diz-me que queres — ordenou ele. — Quero… quero que me fodes assim… até ao fundo. Ele obedeceu. As mãos apertavam o cu empinado, separando as nádegas. Ela gozou ali, o corpo a tremer, um gemido longo e agudo a escapar-lhe. Paulo segurou-se, retirou-se e puxou-a para a sauna. O calor seco era intenso. O suor escorria-lhes pela pele. Raquel ajoelhou-se entre as pernas dele e engoliu-lhe a pila até à base. A boca quente, a língua a rodar. — Assim… mais fundo — gemeu ele, a mão no cabelo dela. Ela obedeceu, a chupar com ritmo. Depois ele puxou-a para cima, virou-a de costas e fodeu-a de quatro no banco. O cu empinado recebia cada embate. Ela gemía alto, a voz a ecoar. — Não pares… mais forte — pediu. — Tão boa… o teu cu… perfeito — respondeu ele, a bater com força. Paulo acelerou. As ancas dela moviam-se ao encontro das dele. Os gemidos enchiam o espaço. Quando sentiu que ia gozar, retirou-se e puxou-a para fora. Subiram para o quarto dele. A porta fechou-se com força. Raquel foi empurrada contra a parede. Paulo ajoelhou-se, abriu-lhe as pernas e chupou-a outra vez, com mais fome. Ela gemeu alto, as unhas a arranhar a parede. — Continua… assim… não pares — pediu, a voz quebrada. Depois ele ergueu-se, levantou uma das pernas dela e enterrou-se de pé. As estocadas eram violentas. Os seios batiam. O cu empinado apertava-se. Raquel gritava. — Mais… mais fundo… fode-me — exigiu ela. — Tão molhada… tão minha nesta noite — respondeu ele. Levaram-na para a cama. De barriga para baixo, as ancas levantadas. Paulo abriu-lhe as nádegas e fodeu-a com força. Ela gemía alto, o rosto no lençol. — Não pares… assim… mais forte — pedia ela entre gemidos. Ele continuou até gozar fundo dentro dela, com um gemido longo. O sémen encheu-a e escorreu pelas coxas. Raquel virou-se de costas, as pernas abertas, a respiração acelerada. Os seios subiam e desciam. O cu empinado ainda marcado pelas mãos dele. Paulo deitou-se ao lado, a mão a percorrer as ancas. — Ainda queres mais? — perguntou ele, a sorrir. — Quero — respondeu ela, a abrir as pernas outra vez. — Esta noite ainda não acabou. Ele entrou de novo e ela gemeu alto, os braços a puxá-lo para mais perto.
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