O escritório do Gonçalves ficava no último piso do edifício, com as luzes baixas e a vista sobre o rio já escurecido. Eram quase oito da noite. Os corredores estavam vazios. A secretária tinha saído há meia hora. Raquel entrou com o passo firme e elegante de sempre. O fato de saia preta justa, o blazer cortado à medida e a camisa de seda branca davam-lhe um ar de total controlo. O cabelo apanhado num coque baixo deixava o pescoço à mostra. O perfume discreto pairava no ar quando ela se aproximou da secretária dele. — Boa noite, senhor Gonçalves. Trouxe os últimos ajustes ao contrato. Achei melhor tratarmos disto hoje, sem interrupções. Ele ergueu-se, o olhar a demorar-se um segundo mais do que o profissionalmente necessário. Cinquenta e quatro anos, cabelo grisalho, voz calma. — Dra. Raquel… agradeço. Sente-se. Tinha mesmo algumas reservas em certos pontos. Talvez agora consigamos chegar a acordo. Fechou a porta com naturalidade. O clique da fechadura foi discreto. Conversaram durante alguns minutos sobre cláusulas, prazos e percentagens. A tensão no ar ia aumentando aos poucos. Gonçalves observava-lhe as mãos enquanto ela apontava para o documento, o movimento elegante dos dedos, a forma como a seda da camisa se moldava aos seios quando se inclinava. A certa altura, ele pousou a caneta e olhou-a nos olhos. — Desde a primeira reunião no vosso escritório… quando a vi a conduzir aquela apresentação… algo ficou. A forma como fala, como se mexe, a elegância com que cruza as pernas. Nunca consegui esquecer. Raquel manteve o olhar sereno, um sorriso leve nos lábios. — E agora estamos sozinhos, senhor Gonçalves. Sem reuniões a seguir. Sem ninguém no corredor. Ele levantou-se e deu a volta à secretária. Aproximou-se devagar. As mãos dela não recuaram quando ele lhe tocou no ombro, depois deslizou os dedos até à nuca e desfez o coque. O cabelo caiu sobre os ombros. Beijou-a com lentidão primeiro, depois com mais fome. As mãos desceram pelas costas, apertaram a curva das ancas e o cu empinado sob a saia. — Que corpo… — murmurou contra a boca dela. — Estas ancas, este cu empinado… é de enlouquecer. Sempre soube que por baixo daquela roupa elegante havia uma mulher assim. Raquel deixou o blazer cair. Depois a camisa. O soutien de renda preta realçava os seios cheios. A saia seguiu. Ficou de tanga e saltos, o corpo à mostra sob a luz quente do escritório. — Olhe para si — disse ele, a voz rouca, a circundá-la. — Estes seios… pesados, firmes, perfeitos. Esta cintura. E este cu… redondo, empinado, feito para ser agarrado. É a mulher mais sensual que já tive à minha frente. Levou-a para o sofá de pele. Ajoelhou-se entre as pernas dela, puxou a tanga para o lado e lambeu-a com lentidão, a língua larga a circular o clitóris, depois a entrar. Raquel arqueou as costas e gemeu baixo, os dedos no cabelo grisalho dele. — Que sabor… — gemeu ele entre as coxas dela. — Tão molhada, tão doce. Estas coxas firmes… estas ancas que se movem quando eu a lambo… continue a gemer assim, Dra. Raquel. Ele demorou-se ali longos minutos, até ela estar completamente molhada e a tremer. Depois ergueu-se, tirou a roupa e entrou nela de frente. A primeira estocada foi fundo. Ambos gemeram. — Que cona… quente, apertada, perfeita — disse ele enquanto empurrava. — Desde que a vi pela primeira vez que sonhei com isto. Com estes seios a balançar enquanto eu a fodo. Com este cu empinado a receber-me. Raquel envolvia-lhe a cintura com as pernas e pedia mais, a voz rouca. — Mais fundo… assim… não pare… — Olhe como o seu corpo me recebe — continuou ele, a acelerar. — Estas ancas a moverem-se ao meu ritmo… este cu a apertar-me cada vez que eu entro… é magnífico. A mulher mais elegante e mais safada que conheci. Ele veio pela primeira vez dentro dela, com um gemido longo, o corpo a tremer. Não saiu de imediato. Continuou a mexer-se devagar, ainda semi-duro, elogiando-a entre beijos. — Sinto o meu leite dentro de si… a escorrer por estas coxas lindas. Que visão… Depois retirou-se, puxou-a para o colo e mandou-a montá-lo. Raquel desceu sobre a pila e começou a subir e a descer com elegância, o cu empinado a mexer-se, os seios a balançar. — Assim… monte-me — pediu ele, as mãos a apertarem-lhe as nádegas. — Quero ver estes seios a saltar. Quero sentir este cu a bater-me nas coxas. Continua… mais depressa. Que corpo extraordinário. Cada curva sua é um convite. Ela acelerou. O som húmido enchia o escritório. Gonçalves chupava-lhe os mamilos enquanto ela se movia. — Estes mamilos… duros, sensíveis… e estes seios a encherem-me a boca. Não há mulher como a Dra. Raquel. Elegante de dia, e de noite… isto. Ele esporrou pela segunda vez, fundo, o leite a misturar-se com o dela. Raquel gozou quase ao mesmo tempo, o corpo a contrair, um gemido alto a escapar-lhe. — Isso… goze em cima de mim — encorajou ele. — Quero sentir esta cona a apertar-me enquanto o seu corpo treme. Que espetáculo… Ainda não tinham terminado. Ele mandou-a de quatro no sofá. Entrou-lhe por trás, primeiro na cona, depois, com mais cuidado e saliva, no cu. Raquel arqueou as costas e aceitou, gemendo a cada estocada. — Que cu… apertado, quente, perfeito — gemeu ele, a foder com ritmo pesado. — Olhe como se abre para mim. Estas nádegas redondas… este cu empinado a receber cada centímetro. É a visão mais excitante que já tive. Continue a gemer… mais alto. Uma mão esfregava-lhe o clitóris enquanto a outra apertava uma nádega. — Sinto-a a tremer… a gozar outra vez com a minha piça no cu. Que mulher… sensual, elegante, e tão disponivel. Ela gozou com força, o corpo a estremecer. Ele segurou-se mais alguns minutos, elogiando cada detalhe, e veio pela terceira vez no cu dela, o leite a escorrer pelas coxas quando se retirou. — Olhe… o meu leite a descer por estas pernas lindas. Por este cu que acabei de foder. Não há nada mais bonito. Raquel estava ofegante, o corpo marcado, o cabelo em desalinho, mas ainda com a mesma elegância natural. Gonçalves, completamente rendido, foi buscar os documentos à secretária. Assinou página após página, a caneta a deslizar com decisão. — Está feito — disse ele, a voz ainda rouca. — O contrato fica fechado. Nos seus termos. Tudo o que pediu. Ela sorriu de lado, ainda nua no sofá. Ele pegou no telemóvel, ligou a câmara e apontou-a a ela. — Agora… quero que se toque. Aqui. Enquanto eu filmo. Quero guardar a imagem desta mulher elegante, com este corpo perfeito, a masturbar-se depois de me ter dado tudo. Estes seios, estas ancas, este cu ainda marcado pelas minhas mãos… Raquel não hesitou. Abriu as pernas, os dedos a descerem até à cona ainda molhada e cheia do leite dele. Circularam o clitóris, depois entraram. Os movimentos eram lentos, sensuais, o corpo a arquear-se com a mesma elegância de sempre. — Isso… mais depressa — pediu ele, a filmar de perto. — Quero ver os dedos a entrar nesta cona que eu acabei de foder. Quero ouvir os seus gemidos. Mostre-me como esta mulher sofisticada se toca… com estes seios a subir e a descer, com este cu a mexer-se… Ela acelerou. O som dos dedos molhados misturava-se com os gemidos. Quando gozou mais uma vez, o corpo inteiro tremeu, um gemido longo a encher o escritório. Gonçalves parou a gravação, satisfeito. Guardou o telemóvel e olhou para ela, ainda deitada, a respiração acelerada, o corpo nu e elegante sob a luz do escritório. — Se precisar de mais alguma reunião… a esta hora… sabe onde me encontrar. E traga este corpo. Quero voltar a elogiar cada centímetro dele. Raquel limpou os dedos com lentidão e sorriu. — Com todo o gosto, senhor Gonçalves.
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