Raquel saiu do edifício da empresa do Gonçalves com o contrato assinado na pasta. O ar da noite estava fresco. Entrou no carro, fechou a porta e tirou o telemóvel. Ligou para o Dr. Paulo. Ele atendeu ao segundo toque. — Já saí — disse ela, a voz ainda um pouco rouca. — O contrato está fechado. Assinou tudo. — Conta-me — ordenou ele, seco. — Como foi. Raquel pôs o carro a trabalhar e arrancou, o telefone no modo viva-voz. — Entreí no escritório dele já quase às oito. Estávamos sozinhos. Falei primeiro do contrato, dos pontos que faltavam. Ele foi cedendo aos poucos. Depois a conversa mudou. Beijou-me. Tirei a roupa. Chupei-o durante bastante tempo. Depois fodeu-me no sofá, de frente, de quatro, e eu montei-o. Veio três vezes. Eu gozei mais. No fim pediu para me masturbar enquanto ele filmava. Aceitei. E assinou. Houve um silêncio curto do outro lado. — A esposa saiu há dez minutos para o ginásio — disse Paulo. — Ainda temos tempo. Vem diretamente a casa. Não passes pelo apartamento. — Estou a caminho. Vinte minutos depois Raquel estacionou em frente à moradia. A porta abriu-se antes de ela tocar. Paulo puxou-a para dentro, fechou e beijou-a com força no hall. As mãos desceram-lhe pelas costas e apertaram o cu empinado sob a saia. — Sobe. Quero-te na cama. E quero ouvir tudo outra vez. Com pormenores. No quarto principal as luzes estavam baixas. Raquel tirou o blazer, a camisa, o soutien, a saia e a tanga. Ficou nua. Os seios cheios, o cu empinado, a pele ainda com o cheiro do sexo anterior. Paulo despiu-se depressa e empurrou-a para a cama. Abriu-lhe as pernas e enterrou-se de uma vez, fundo. Raquel gemeu. — Fala — ordenou ele, a empurrar com ritmo forte. — Conta-me tudo desde o princípio. — Entrei… ele fechou a porta… falámos do contrato alguns minutos — começou ela, a voz cortada pelas estocadas. — Depois aproximou-se… beijou-me… tirou-me o blazer… a camisa… disse que os meus seios eram perfeitos… que o meu cu era de enlouquecer… Paulo agarrou-lhe as coxas e fodeu mais fundo. — Continua. O que ele fez a seguir. — Ajoelhou-se… lambeu-me durante muito tempo… disse que eu tinha um sabor doce… que as minhas coxas eram firmes… depois entrou em mim de frente… veio pela primeira vez dentro de mim… — E tu? — perguntou ele, a acelerar. — Gozaste? — Goz ei… enquanto ele ainda se mexia… depois mandei-me montá-lo… subi e desci… ele chupava-me os mamilos… dizia que os meus seios eram extraordinários… que eu era a mulher mais sensual que já tinha tido… Paulo retirou-se, virou-a de quatro e entrou outra vez, desta vez mais fundo. As mãos apertavam o cu empinado. — E o cu? Meteste-lhe o cu? — Sim… pediu… entrei devagar… depois fodeu com força… elogiava cada estocada… dizia que o meu cu era apertado e perfeito… veio lá dentro pela terceira vez… o leite escorreu-me pelas coxas… — Conta enquanto eu te fodo — exigiu ele, a bater com ritmo pesado. — Quero ouvir a tua voz a descrever enquanto a minha piça está dentro de ti. Raquel falava entre gemidos, os seios a balançar a cada embate. — No fim… ele pegou no telemóvel… mandou-me masturbar… filmei-me a tocar… os dedos a entrar… ele dizia para ir mais depressa… para mostrar bem… eu gozei outra vez na frente da câmara… Paulo gemeu baixo e acelerou. — E gostaste? Gostaste de ser filmada? Gostaste de levar o leite dele? — Gostei… porque sabia que depois vinha ter contigo… e que me ias foder assim… Ele puxou-lhe o cabelo, obrigando-a a arquear mais as costas, e fodeu com força até esporrar fundo dentro dela. Ficou quieto alguns segundos, a respiração pesada, ainda enterado. Depois retirou-se, virou-a de frente e olhou-a. — O contrato está mesmo fechado? — Está. Assinado. Nos nossos termos. Paulo passou a mão pelos seios dela, apertou um mamilo e sorriu de lado. — Então a puta cumpriu. E agora limpa-me a piça com a boca. Quero ouvir-te a contar outra vez como ele te comeu o cu enquanto me chupas. Raquel deslizou para baixo na cama, abriu a boca e engoliu-o, ainda sujo do sexo. E enquanto chupava, voltou a descrever cada pormenor, a voz abafada, porque ele queria ouvir tudo. E ela contava.
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