O gabinete dele estava fechado à chave. Já era noite. Raquel entrou com o mesmo ar profissional de sempre, o fato cinzento justo a marcar as ancas e o cu empinado. Tirou o blazer e pousou-o na cadeira. Debaixo, a camisa branca aberta o suficiente para mostrar o início dos seios. Paulo ergueu-se da secretária. Olhou-a de cima a baixo. — Tira tudo. Quero ver a puta que és. Ela obedeceu sem hesitar. A camisa caiu, depois o soutien, a saia, a tanga. Ficou nua. Os seios pesados, as ancas firmes, o cu empinado e redondo. Paulo rodeou-a, as mãos a apertarem as nádegas com força. — Que vaca bem feita. Este cu foi feito para ser fodido. Ajoelha. Raquel ajoelhou-se no carpete. Ele abriu as calças e tirou a pila, já dura e grossa. — Chupa. E chupa como a puta que és. Até ao fundo. Ela abriu a boca e engoliu-o. A língua rodou a glande, depois desceu o comprimento até a base bater-lhe na garganta. Paulo agarrou-lhe o cabelo e empurrou, controlando o ritmo. — Assim. Mais fundo. Engole esta piça, vaca. Foi para isto que nasceste. Ela chupava com vontade, os olhos húmidos, a saliva a escorrer pelo queixo. Não se importava com as palavras. O sexo com ele era bom demais. O corpo pedia. Quando ele puxou a cabeça dela para trás, a pila saiu da boca com um som húmido. — Levanta. Quero-te de quatro em cima da secretária. Raquel obedeceu. Subiu, as mãos no tampo de madeira, as ancas levantadas, o cu empinado oferecido. Paulo abriu-lhe as nádegas com as mãos e cospiu. O polegar pressionou a entrada traseira. — Vais levar no cu. E vais agradecer. Ele entrou devagar primeiro, depois com força. Raquel gemeu alto, o corpo a estremecer. A penetração era intensa, profunda. Paulo agarrou-lhe as ancas e começou a bater, o ritmo pesado, o som da pele a bater a ecoar no gabinete. — Que cu apertado, puta. Feito para a minha piça. Diz que gostas. — Gosto… gosto de levar no cu — respondeu ela, a voz rouca, a empurrar para trás. — Mais alto. Diz que és uma vaca. — Sou uma vaca… a tua vaca… fode-me o cu… Ele acelerou. As estocadas eram fortes, dominadoras. Uma mão desceu e esfregou-lhe o clitóris enquanto a fodia. Raquel tremia, o prazer a subir depressa. — Goza com a piça no cu, puta. Goza para mim. Ela gozou com um gemido longo, o corpo a contrair à volta dele. Paulo não parou. Continuou a foder o cu dela até sentir o orgasmo a chegar. Retirou-se, virou-a de frente e empurrou-lhe a pila na boca. — Limpa. Engole o que ficou. Ela chupou, a língua a recolher o sabor. Depois ele puxou-a para cima e beijou-a com força, a mão ainda a apertar-lhe uma nádega. Quando a respiração acalmou um pouco, Paulo olhou-a nos olhos, o tom de voz a mudar para o profissional frio que usava nas reuniões. — Há um problema com o contrato do Gonçalves. O homem está a adiar há semanas. Não fecha. Diz que precisa de mais confiança, de um contacto mais… próximo. Raquel limpou a boca com o dorso da mão e ficou à espera. — Quero que o seduzas. Que o fodes. Que o deixes a pensar só em ti até assinar o que nós queremos. És boa nisto. Sabes abrir as pernas quando interessa. E o negócio precisa de ser fechado. Ela não baixou o olhar. O corpo ainda quente, o cu a latejar, o prazer ainda presente. — E se eu fizer isso… continuas a foder-me assim? Paulo sorriu, a mão a apertar-lhe o queixo. — Continuas a ser a minha puta. A minha vaca. E eu continuo a meter-te a piça onde quiser. No cu, na boca, na cona. Enquanto fores útil e enquanto me deres este corpo, sim. Fodes o cliente, fechas o negócio, e depois vens para aqui de quatro outra vez. Raquel passou a língua pelos lábios. O sexo com ele era demasiado bom para recusar. As palavras duras não a afastavam. Pelo contrário. — Está bem — disse ela, a voz baixa mas firme. — Eu seduzo-o. Fodo-o. Fecho o contrato. Mas depois quero que me fodes o cu outra vez. Com força. Paulo puxou-a pela cintura e virou-a de costas outra vez, já a endurecer de novo. — Então ajoelha outra vez, puta. E desta vez quero ouvir-te a pedir para levar no cu enquanto pensas no cliente que vais foder amanhã. Ela ajoelhou. Abriu a boca. E deixou-se usar, gemendo, porque naquela noite — e em todas as outras — o prazer valia cada palavra.
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