Reencontrei meu antigo amigo de meinha



Se você foi um garoto um dia, provavelmente deve ter tido um melhor amigo, e se esse amigo, assim como você, estava no meio daquela fase da vida em que tudo atiça a sua curiosidade, movido pro hormônios em ebulição, muito provavelmente esse era o seu amigo de meinha.

Assim como um ritual de passagem, em algum momento todo garoto encontra em outro garoto um companheiro de explorações e experiências no mundo dos prazeres dos adultos.

Naquela noite de sexta-feira, a última coisa que imaginava encontrar seria o Beto, um velho amigo dos tempos de escola, de quando nos escondíamos no banheiro, na hora do recrio, pra nos chuparmos. E depois de alguma brincadeira, na garagem do pai dele, ele baixava o shorts, me oferecendo o cuzinho pra eu comer. Ficávamos então nos revezando, ele de quatro, enquanto eu metia atrás dele; depois eu fazia o mesmo, deixando que ele metesse em mim.

Foi com o Beto que eu aprendi os prazeres de um boquete, e com quem eu dei meu primeiro beijo de língua. Mas, sobretudo, segurar meu pauzinho de alguns poucos pentelhos e enfiar no cuzinho apertadinho dele era uma delícia.

Só que o tempo passou, cada um seguiu seu caminho e nossas vidas seguiram seus rumos, cada um pro seu lado, e acabamos perdendo contato. Mas, por acaso, acabamos nos esbarrando aquela noite, vinte anos depois, num barzinho.

Conversa vai, conversa vem, e de repente, entre uma cerveja e outra, todo um passado de descobertas e prazeres, experimentados um com o outro,veio à tona. Era incrível como eu me lembrava de tudo, e como, depois de uma vida inteira aquilo ainda me excitava. Eu tinha me casado, e ele também. E não só isso, tínhamos os dois um filho adolescente.

Acho que a conversa tava tão boa que eu nem vi a hora passar. E a certa altura, com a mesa cheia de garrafas vazias de cerveja, eu já tava meio bêbado, e o Beto também. A última coisa que eu lembro foi de estar no carro dele. Podia sentir a sua mão no meu pau, enquanto nos beijávamos, como nos velhos tempos. Até que ele conseguiu tirar meu pau duro pra fora, e daquela punheta inicial ele se inclinou sobre a minha ereção e começou a me chupar, até me fazer gozar na sua boca. Depois disso, acho que eu apaguei, de tão bêbado.

Quando acordei, no dia seguinte, estava numa cama que não era a minha. Meu ombro nu e a sensação de roçar pele contra pele, me diziam que estávamos os dois sem roupa. Meu pau, ainda meio mole, estava bem no meio da sua bunda, enquanto o abraçava, numa posição de conchinha. E o contato com o seu corpo nu de repente foi me deixando de novo de pau duro.

O Beto então despertou, se virou pra mim e, daquela nossa primeira troca de olhares, nas primeiras horas do dia, ele me sorriu e me beijou de novo, ao mesmo tempo em que segurava o meu pau.

— Bom dia, dorminhoco!

— A gente fez mesmo o que eu acho que fizemos?

— Digamos que foi só uma noite pelos velhos tempos — ele deu uma risadinha. — E pela sua animação, acho que tá querendo um pouco mais!

Ele continuou a me masturbar, deixando o meu pau completamente ereto e pulsando na sua mão. Então, puxando o lençol e revelando a nossa nudez ali na sua cama, ele parecia tão excitado quanto eu, com o pau duro apontando pro teto. O dele era um pouco menor que o meu, a diferença era que tava bem depilado, com a pele lisinha e bem branca em volta e subindo pela sua virilha, até o abdômen definido e o peito de mamilos eriçados.

Era algo que eu não sentia há muito tempo, não apenas a proximidade com o corpo nu de outro homem, como o fato de estarmos os dois com uma enorme ereção. Confesso que uma ou duas vezes eu me peguei fantasiando algo assim, e reviver minhas experiências de infância com o Beto. Mas agora que estava ali com ele eu não sabia o que fazer.

— Seu pau tá me dizendo que você teve uma bela noite.

— Bem, não me lembro de muita coisa...

— Eu me lembro, e posso dizer que você ainda mete gostoso. Essas coisas não se desaprende. Não tem mesmo saído com outros caras?

— Não, só com garotas. Mas lembro bem do nosso tempo de escola.

— A gente aprontava, né?

Eu não conseguia acreditar que estava conversando com ele sobre paus e sobre o que fazíamos no banheiro da escola. Por um instante, olhei pra baixo, vendo-o acariciar o meu pau. Ele parou e se inclinou na minha direção, com os olhos fixos no meu rosto, ao perceber que eu estava ficando excitado.

— Bom, eu peguei no seu; se quiser pode fazer o mesmo.

— Eu não sou gay, Beto.

— Você ficaria surpreso se eu dissesse que também não sou?

— Você não é? Desculpa, é que eu pensei...

— Tudo bem, acho que depois de tanto tempo a gente precisa colocar as coisas em dia.

Foi então que o Beto estendeu a mão e começou a acariciar o meu corpo, brincando com os pêlos do meu peito, ao mesmo tempo em que com a outra mão continuava a me masturbar. Eu não conseguia acreditar, mas estava realmente gostando, enquanto me inclinava para trás e deixava ele continuar.

— Relaxa, você vai gostar disso — disse ele, enquanto começava a beijar o meu peito, fazendo círculos com a língua em volta do meu mamilo e chupando até deixar os dois vermelhinhos.

Enquanto eu passava a mão pelo seu cabelo, deixando ele se divertir, o Beto continuou descendo pelo meu corpo com a língua, até chegar onde queria. Ele então encostou os lábios no meu pau, e devagar foi abocanhando, até engolir todinho, e começou a mover a boca para cima e para baixo na extensão dele, me chupando como fazia nos tempos de garoto.

Olhei pra baixo e por um instante vi os olhos dele voltados pra mim; seus lábios tentavam sorrir enquanto ele mantinha o meu pau na boca. Depois ele começou a brincar com a língua em volta da cabeça, e novamente o engoliu todo, com uma naturalidade de quem fazia isso o tempo todo.

— Ah, cara... isso é tão bom, não para.

Eu nunca teria imaginado que naquela noite acabaria na cama do meu amigo de infância, e na manhã seguinte estaríamos ali. Mas, ainda que o tempo tivesse passado, desde a última vez que fiz isso com um cara, eu estava gostando de receber um boquete dele.

Foi então que a mão do Beto buscou a minha e a guiou até o pau dele. Eu apenas deixei que ele me conduzisse, segurei o membro dele e comecei a esfregá-lo contra a palma da minha mão. Nem me lembrava mais da sensação de segurar um pau, e me surpreendia como era macio e duro ao mesmo tempo. Eu sentia o Beto chupar o meu pau com mais força, prolongando aquela sucção, enquanto eu brincava com o pau dele.

— Ai, cara... eu vou gozar!

De repente, gozei dentro da boca do Beto e ele engoliu meu esperma. Nossa, minha ex-mulher não gostava de beber o meu gozo, mas o Beto parecia ter um prazer genuíno em estender a língua, à espera do último jato de porra, que desceu direto pela sua garganta, assim que ele engoliu de novo o meu pau. Depois, começou a lamber tudinho até a última gota. No final, eu caí para trás, afundando a cabeça no travesseiro, e deixei minha mão escorregar do pau dele.

— E aí, gostou? — ele voltou a brincar com os pêlos do meu peito.

— Sim, muito.

O Beto pegou de novo na minha mão e a colocou sobre o pau dele; sem pensar, comecei a acariciá-lo, sentindo como tava duro feito pedra.

— Isso é tão bom... Ainda lembra de como chupar um pau?

— Eu já disse que não sou gay, Beto.

— Não tô dizendo isso, só queria saber se lembra tão bem como eu. Além do mais, ninguém vai ficar sabendo.

Olhei pra baixo e vi o pau dele pulsando na minha mão. Comecei a imaginar como seria se meus pais não tivessem se mudado, o que me fez ter de mudar de escola, e perder o contato com o Beto. Talvez tivéssemos continuado a nos comer, e eu continuaria chupando o pau dele no banheiro da escola. Lembrar disso de repente me deixou excitado, lembrando de como fazia isso. Olhei pro Beto e, sentindo uma saudade dos tempos de garoto, comecei a bater uma punheta nele.

Foi então que abaixei a cabeça em direção ao pau dele, coloquei todinho na boca e tentei engoli-lo inteiro, como ele havia feito, mas a falta de prática me deixou meio sem jeito. E quando a ponta tocou o fundo da minha garganta eu acabei me engasgando.

— Vai com calma, não precisa ser tudo de uma vez.

— Faz muito tempo que eu não chupo um pau... — eu tentava me recompor, e de novo voltava a abocanhar o pau dele.

Dessa vez coloquei apenas a cabeça e alguns centímetros do seu pau na boca. Eu sentia como estava duro, e como pulsava na minha língua. À medida que o pau dele preenchia minha boca, sentia o meu próprio pau começar a ficar duro de novo, e o Beto também percebeu isso.

— Por que não se vira? — ele foi me conduzindo por cima dele. — Isso, assim, agora eu posso chupar o seu enquanto você chupa o meu.

Não deixei o pau dele escapar da minha boca enquanto fazia o que ele disse e, mais uma vez, meu pau ficou bem na frente do seu rosto, enquanto ele o admirava, como o garoto que um dia ele foi.

— Caramba, você chupa muito bem pra quem não faz isso há tanto tempo.

Depois de alguns minutos chupando o pau dele, senti ele começar a se contrair na minha boca; isso me deixou muito excitado, pois sabia que ele estava prestes a gozar. Comecei a mover a boca cada vez mais rápido, subindo e descendo pelo corpo do pau dele.

O pau do Beto começou a pulsar com mais força quando ele segurou minha cabeça e a empurrou com firmeza, enfiando o pau fundo na minha boca. Ele bateu no fundo da minha garganta e eu quase engasguei de novo. Foi quando eu senti a sua pele se arrepiar e o primeiro jato de porra explodir na minha boca, mandando a maior parte direto garganta abaixo.

— Ai, cara, estou gozando! Assim, continua! — ele fazia movimentos de vai e vem, fodendo a minha boca.

Acho que isso fez minha garganta relaxar, porque eu já conseguia controlar a respiração, enquanto a cabeça do pau dele ficou lá dentro. Isso me excitou tanto que, de repente, eu também gozei na boca dele. Não me lembro de ter gozado assim, duas vezes seguidas, transando com uma garota. E se um cara era capaz de me deixar assim excitado, eu realmente não fazia ideia do que estava perdendo esse tempo todo.

O Beto afastou a boca e afundou a cabeça no travesseiro, enquanto eu me deitava ao seu lado.

— Acho que você gostou, né? — ele me sorria.

Foi aí que abri os olhos e percebi que ainda estava segurando o pau dele, que ia lentamente perdendo a ereção.

— Isso foi incrível, cara — eu disse.

— Que tal a gente ir tomar uma ducha? — ele levantou.

Eu o segui até o banheiro, onde ele entrou no box e, debaixo da água morna que caía, me convidou a entrar. Depois de alguns instantes, trocando carícias e ensaboando o corpo um do outro, ele se virou pra parede de azulejos, abrindo as pernas e empinando a bunda. Aquilo só podia significar uma coisa...

— Ainda lembra como se faz? — ele pegava no meu pau. — Pelo que a gente fez a noite passada, acho que sim.

— Cara, ainda não lembro de muita coisa.

— É só seguir o caminho — ele continuou a me masturbar, me deixando de novo de pau duro.

Era incrível como depois de gozar na boca de um cara eu já tava de novo excitado, e pronto pra mais. Minha ex-mulher só fazia acender um cigarro, depois que eu gozava; depois ia mijar. Mas o Beto queria mais, e dessa vez era o meu pau no seu cu que ele me pedia. E é claro que eu não podia negar que lembrava bem de como era gostoso meter nele, nos tempos de garoto.

Ele então segurou o meu pau e foi conduzindo até o seu cu, me puxando pra meter nele. Roçando na entradinha, só pra deixar ele com mais vontade, eu ia colando atrás dele, até que fui enfiando tudo, tirando dele um gemido. Com uma das mãos segurando ele pela cintura, eu masturbava o seu pau com a outra, indo e vindo atrás dele e chupando a sua orelha. E ele ainda queria se virar pra vir me beijar.

— Tá gostando? — eu aumentava o ritmo das estocadas atrás dele.

— Eu sabia que ainda lembrava bem de como meter! — ele gemia.

— Acho que eu posso me acostumar com isso.

Eu mordia e chupava a sua orelha, metendo meu pau quase todinho no seu cu. E ele gemia ao mesmo tempo em que puxava minha bunda contra ele pra ser fodido agora com meu pau inteiro dentro dele. Com seu rosto contra o azulejo eu metia nele e dava o que ele me pedia, já com as bolas batendo na sua bunda a cada estocada.

— Vai, goza dentro! — ele já não agüentava.

— Qual a pressa?

— É que ainda tenho que apanhar o meu filho na casa da minha ex-mulher. Vamo passar o fim de semana juntos.

E foi só ele falar pra eu me excitar ainda mais, por saber que ele também tinha um filho, assim como eu. Na mesma hora, eu comecei a gozar, enquanto metia nele. No final, tirei meu pau, virando ele pra mim, e dessa vez fui eu a colar a minha boca na sua, beijando outro cara como se fosse uma garota.

Nos vestimos e, no caminho, ele me contava a parte da sua vida que era bem parecida com a minha: um casamento de pouco tempo, uma ex-mulher e um filho adolescente. E uma coisa nós tínhamos em comum, os dois éramos pais dedicados e adorávamos nossos filhos.

Quando o portão do prédio se abriu, um garoto meio franzino veio até o carro, onde esperávamos, e sorriu pra mim, beijando o pai no rosto ao se sentar no banco de trás.

— Esse é o Betinho, meu garoto! — ele me apresentou o filho.

— Então esse é o seu amigo, de quem você tanto fala? — o garoto não parava de me olhar pelo espelho do carro.

— Sim, filho, ele mesmo. — o Beto se virou pra mim. — Então, cara, vai fazer alguma coisa hoje? Tava pensando que talvez a gente podia fazer alguma coisa juntos.

— Juntos? — não sei se entendi bem o que ele quis dizer.

— É, eu você e o Betinho... — aquilo me surpreendeu, em vista do que já tínhamos feito juntos pela manhã.

— Vamo, vai ser legal! — o moleque me sorria. — meu pai me contou tudo sobre vocês... dos tempos de escola.

E por essa eu não esperava. Mas acho que aquele fim de semana prometia... não só pelos velhos tempos, como por coisas novas, que eu estava prestes a descobrir. Na próxima eu conto tudo o que rolou entre o Beto, eu e o seu filho.

Foto 1 do Conto erotico: Reencontrei meu antigo amigo de meinha


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Reencontrei meu antigo amigo de meinha

Codigo do conto:
270993

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/08/2026

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