Fetiches e fetiches: Parte 2 – O início dos fetiches



Até aquele momento, tudo havia começado como uma simples amizade.
Eu havia conhecido Nany e Xande em um parque na Zona Norte e, poucas semanas depois, estava comemorando o aniversário dela ao lado dos dois.
Entre conversas, bebidas, risadas e insistências, acabei aceitando o convite para ir até a casa deles.
Mas, desde a última bebida, alguma coisa parecia diferente.
Meu corpo estava quente, minha cabeça parecia confusa e Nany havia começado a mostrar um lado que eu ainda não conhecia.
Sentado naquele sofá, sozinho com ela enquanto Xande ainda não descia, percebi que aquela noite estava tomando um rumo completamente diferente do que eu havia imaginado.
E, depois daquele beijo, eu sabia que nada seria igual.
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O beijo foi a explosão que foi seguida de toques e apertos naquele corpo tão cheiroso. Eu lambia, mordia e cheirava aquela mulher.
Meu corpo estava em chamas. Meu pau parecia que ia explodir.
Levantei o vestido, e aquela buceta já estava melada, encharcada, pra ser mais exato.
Eu estava alucinado por aquela mulher.
Ela gemia, e aquilo me deixava mais excitado.
Foi quando escutei a voz do Xande:
— Poxa, amor... nem me esperou.
Ela riu e falou:
— Vem, amor. O remedinho fez efeito.
Eu, achando o clima tenso, perguntei:
— Que remédio?
Já querendo levantar, Xande falou:
— Calma, amigo. Tá tudo bem, relaxa. É que Nany e eu gostamos de uma brincadeira e, sempre no aniversário dela, eu dou o presente especial que ela sempre pediu.
Eu falei de novo:
— Que remédio?
Então ela falou:
— Eu coloquei algo na sua bebida só para impulsionar seu garotão mais ainda.
Eu ainda estava tenso.
Xande veio até ela, segurando-a pela mão, e colocou-a de joelhos na minha frente.
Ela puxou meu short e viu meu pau feito uma estaca, dura, pronto para ficar.
Ela deu um suspiro:
— Meu Deus... que cogumelo enorme.
Ele falou para ela:
— Aproveita, amor. É seu aniversário.
Fui ficando mais tranquilo e relaxando. A música estava legal e eu tava começando a gostar da situação.
Nany mamava meu pau com tanta vontade que eu estava gemendo sem perceber. Meus gemidos pareciam excitar os dois.
Nany, com meu pau todo em sua boca, e Xande batendo uma punheta.
Minutos se passaram e Xande já estava de joelhos ao lado da esposa.
Quando anunciei que ia gozar, Nany engoliu meu pau todo e acelerou.
Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela, totalmente sem controle. Ela engolia, engasgava, mas não parava.
E, quando comecei a gozar, ela mesma colocou as mãos na minha bunda para que eu gozasse direto na garganta.
Eu gozei tanto que começou a escorrer pelo canto da boca de Nany.
Xande, ao seu lado, se masturbava sem parar.
Quando Nany tirou meu pau da boca, ela beijou Xande com vontade. Os dois com a boca cheia de gozo.
Eu, vendo aquilo, comecei a ficar mais louco ainda.
Meu corpo estava tão quente, tão quente, que parecia que eu iria pegar fogo.
Os dois pararam de se beijar e Nany empurrou seu marido em direção ao meu pau.
Já que os dois continuavam de joelho, ele deu uma pequena parada antes, mas sua esposa fez ele abrir a boca e ele engoliu meu pau.
Foi um pouco relutante, mas ela foi ensinando ele como fazer.
Ela dizia:
— Calma, amor. Respira. Não coloque os dentes, somente os lábios. Isso, vai devagar até o fim. Volta. Passa a língua, beija, lambe…
E eu, vendo aquilo, segurei ele pelos cabelos e forcei.
Ele se assustou, mas continuou.
Nany falou:
— Viu, amor? Como é gostoso.
Ela disse com uma voz, como se estivesse ordenando:
— Chupa essa rola negra, meu corninho. Faz esse homem negro gozar de novo.
Xande, com meu pau na boca, estava começando a ficar igual à Nany.
Empurrei mais uma vez e, dessa vez, foi até o fim. Ele se engasgou, tirou meu pau da boca, com os olhos cheios de lágrimas, e falou:
— Nossa, amor... como você consegue?
Ela riu, e os dois começaram a dividir. Ela esfregava seu rosto no meu pau, todo melado e babado, e ele beijava e lambia tudo junto.
Eu estava louco, querendo foder.
Ela levantou, pegou em nossas mãos e fomos para o quarto.
Entramos no quarto e lá já havia umas garrafas de energético e whisky.
Peguei uma garrafa e bebi. Estava com sede.
Nany vendou os olhos de Xande e o deitou de bruços.
Xande só obedecia ao que Nany mandava.
Ela puxou da gaveta uns acessórios e um óleo Johnson. Passou na portinha da bunda de Xande.
Ela falou:
— Antes de me foder e gozar, primeiro tira a virgindade da bundinha dele.
Xande tremeu, porém eu acredito que era isso que ele queria.
Ela abriu as pernas dele e depois a bundinha branca, quase rosada, do marido.
Nany forçou a entrar um dedinho no Xande, e ele suspirou de susto.
Ela falou:
— Calma, bebê. Tá só começando.
Naquela situação, eu já não era mais eu.
Aquilo que me deram estava me fazendo ferver de tesão.
Quando ela me mandou penetrar ele, falei:
— Xande, tem certeza, cara?
Ele nem respondeu, e só ouvi um gemidinho.
Então fui pra cima.
Com Nany segurando a bundinha rosa do marido, eu coloquei a cabeça da rola bem na entrada e fui forçando devagar pra não machucar.
Eu nem tinha entrado e ele já estava gemendo.
Nany falava:
— Vai, putinha. Geme, geme, meu corninho. Esse é meu presente para você.
Forcei, então, um pouco mais a entrada e pude ouvi-lo quase gritando:
— Haaaaa... haaaaaaaa...
Nany olhou pra mim e mandou eu entrar e rasgar o lacre.
Fiz o que ela mandou.
Quando entrei, ele já estava gemendo:
— Haaaaa... haaaa...
E soltando:
— Ai, caralho, tá me rasgando! Puta que pariu! Nany, tá machucando!
E Nany respondia:
— Aguenta. Você é forte, amor, aguenta. Você não disse que queria um negro? Eu te avisei.
Ela olhou pra mim e me deu um beijo.
E, nisso, ela disse:
— Fode. Fode como fez com minha boca.
Comecei a dar leves estocadas, e Nany começou a se masturbar vendo seu marido sendo currado.
Ele estava urrando e gemendo.
Nany abriu as pernas na frente dele e mandou ele chupar ela.
Minha cabeça estava a mil com aquilo.
Meu pau latejava com força.
Xande urrava, urrava tão alto que parecia estar sem controle.
Quando senti que ia gozar, acelerei mais, e Nany percebeu.
Mandou meter mais forte.
E, a cada estocada, Xande berrava.
Nany começou a beijar seu marido como um casal apaixonado, e ele, todo desconcertado, beijando e urrando.
Às vezes, gritava:
— Ai, caralho! Ai, filho da puta!
Quando comecei a gozar, fui eu que gritei tão alto que parecia um rugido.
Nany, olhando nos olhos do marido e falando:
— Eu te amo, meu amor. Eu te amo.
Quando tirei meu pau de dentro do Xande, ele gemeu.
Ela puxou ele.
Eu já tinha caído pro lado, mas meu pau continuava duro.
Os dois deitaram no meio das minhas pernas.
Xande miava baixinho, e ela beijava minha rola.
Eu mal sabia que aquilo era somente o início do meu final de semana.
Nany olhou pra mim e falou:
— Agora você é meu.
Dormimos nós três abraçados, e meu pau continuava duro.

Foto 1 do Conto erotico: Fetiches e fetiches: Parte 2 – O início dos fetiches

Foto 2 do Conto erotico: Fetiches e fetiches: Parte 2 – O início dos fetiches


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fetiches e fetiches: Parte 2 – O início dos fetiches

Codigo do conto:
271414

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
04/09/2026

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1

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