Praticamente todos os dias os pedidos indecentes chegam até o motorista de Uber que corre de madrugada. E não, não estou reclamando, eu aceito todos os pedidos indecentes!
Recebia boquete, punhetas, fosse de garotas mais novas, mais velhas, de travestis ou prostitutas, a não posso esquecer: muitos caras! Na verdade, mais homens me oferecem uma mamada diariamente do que mulheres! Além disso, muitos deles são enrustidos, caras barbados ou que pagam de machão. No fundo, adora mamar no sigilo e sair do Uber elogiando minha porra.
Nada contra. Eu aproveito.
Teve esse dia que para mim foi bastante especial, em que eu fui trabalhar às 22:00, e logo na primeira corrida um cara me ofereceu uma chupada. Aceitei. Tirei meu pau para fora e ele mamou tudinho, o melhor eu descobri depois: ele não estava querendo pagar a corrida com a chupada, ele realmente só estava me oferecendo uma chupada. Ou seja, ele pagou a corrida normalmente.
Continuei trabalhando até mais feliz depois daquela situação.
Depois de mais duas ou três corridas, entrou uma menina toda gótica, indo para um bar de rock. Ela me ofereceu uma punheta como pagamento da corrida. Aceitei!
Cuspiu na mão, e pegou minha rola com gosto. Apertando ele com força e ia subindo e descendo bem devagar. Quando meu pau já estava bem duro entre seus dedos, ela começou a bater a punheta mais forte e mais rápido!
_ Isso, vai. Goza para titia vai. Goza para mim!
Olhava para os peitos dela, estava com um decote grande por cima daquela camiseta de banda punk. Aqueles olhos pintados de preto me deixavam ainda mais malucos por ela. Avisei que ia gozar e ela continuou no mesmo ritmo. Eu estava quase gozando, tremendo meu corpo e ela pagou e apertou o meu pau com toda força de sua mão!
Olhei para ela e ela sorrindo olhando para mim. Eu estava insano, precisava gozar e ela não deixava.
Voltou a bater uma para mim, meu pau sem entender o que havia acontecido. Dessa vez, a punheta dela estava ainda mais gostosa. Depois daquela enganação meu cacete ficou ainda mais sensível! A cabeça estava brilhando e o gozo estava chegando mais uma vez.
Dessa vez, nem avisei que ele vinha, ela apertou ele de novo e colocou um dedo em cima da da cabecinha do meu pau, tapando a minha uretra.
Meu pau estava cuspindo lubrificação já fazia tempo, e meu pau estava todo melado com aquilo e com mais cuspe que ela botava.
_ Pelo amor de Deus, menina, me deixa gozar!
Ela sorriu para mim, largou meu pau e deu um tapão nele. Meu pau latejou. Ela segurou a base dele e deu mais um tapa. Depois outro.
Meu pau começou a pulsar. De dor. De prazer. Nem eu sabia exatamente. Mas senti ele se movendo sozinho, pulsando, e nessas pulsações, foi soltando porra. Meu cacete chorando depois dos tapas que a gótica me deu.
Ela tinha a técnica, e eu fiquei impressionado com aquilo.
Ela pegou um lencinho da bolsa, limpou a mão dela que estava toda babada de lubrificação e saliva, agradeceu o combinado e saiu do carro.
Que punheta mágica!
Quando foi 2 horas mais ou menos, peguei uma garota de programa com um copão de gim na mão. Disse ela que a noite foi boa e ela já estava indo para casa.
Chegando próximo de sua casa, veio a oferta:
_ Boy, você não quer um boquete de pagamento?
Aceitei, como é meu lema.
Meu pau já estava mais fraco, mas a língua dela me deixou ereto sem dificuldades.
Ela cheirava a perfume, mas também estava com um cheiro de suor e sabonete barato de motel.
Ela foi mamando e eu fui alisando suas costas desnudas. Senti ela se arrepiar, mas não gostou da mãozinha boba descendo até suas pernas.
Terminou de me chupar, pegou toda porra com a boca e soltou para fora, sujando meu banco.
Ela desceu dizendo:
_Tá pago!
Bastante mau educada.
Dei uma nota baixa e voltei para minhas corridas.
Meu pau já estava fraco, e meu saco bem vazio. Mas eis que por volta das 4 da manhã, veio mais um pedido.
Uma travesti indo embora depois de uma madrugada de trabalho duro. Assim que entrou, disse que queria pagar de outro jeito.
_ Como você quer pagar a corrida?
_ Posso te chupar, ou comer seu cuzinho...
_ Meu amor, você não vai acreditar. Já gozei 3 vezes nesse meu turno de trabalho. Não sei se dou conta de levantar ele de novo...
_ ah, pode deixar que eu dou conta de levantar ele sim.
Estacionei no acostamento, abaixei minhas calças e ela foi prendendo sua cabeleira em um rabo de cavalo.
A safada segurou meu pau pela base e botou ele todo na boca. Foi sugando, sugando, sugando, e parece que o sangue foi todo indo para a cabeça da minha rola.
Fui ganhando tamanho e grossura como um balão sendo enchido.
Enquanto ela me chupava, foi tateando minhas bolas e massageando. Depois, passou a chupa-los também, na medida que ia mamando minha rola, dava uma mamada gostosa nas bolas, sugava. Me deixando totalmente vulnerável e arrepiado.
Ela botava as duas bolas na boca e me olhava com carinha de safada.
Ela deu um tratamento especial na cabeça do meu pau. Passando a língua ali em movimentos circulares.
Mas a porra não vinha. Ela já me chupava a mais de cinco minutos e nada de eu gozar.
_ Não vai adiantar. Seu boquete é uma delícia, mas eu já gozei muito hoje. Não vou conseguir gozar de novo não.
_ Eu vou conseguir.
Disse ela, convicta.
Ela abriu bem a boca e foi encaixando ele todo dentro de sua goela. Engasgou, mas continuou lá, estocando meu pau em sua goela.
Ela engasgava e parecia que ia vomitar, mas, continuava. Segurei seu rabo de cavalo e comecei a puxar, mas ela ia com vontade com a boca toda para meu pau dentro de sua goela.
Babando, salivando, soltando bile em cima do meu pau e a virilha. Deixou tudo molhado.
Segurei sua cabeça e comecei a meter. Ela gostou e começou a gemer.
Metia na sua boca como quem mete uma boceta. Comecei a meter forte nela e ela adorando. Deixava meu pau ir bem fundo em sua goela, e eu conseguia sentir a cabeça do meu pau tocar a cavernosa garganta dela, bem apertada. Sensação deliciosa de foder a garganta de alguém tão profundamente.
Ela engasgava, soltava lágrimas dos olhos, mas eu continuava. Senti o gozo vindo e ri de felicidade.
_ Vou gozar... Vou gozar! - gritei.
Segurei sua cabeça contra o meu pau, dei mais algumas investidas e senti a porra saindo.
Fiquei ali esperando ela chupar. Sugar tudo. Se levantou, limpou os cantos da boca, as lágrimas nos olhos e foi embora.
Estava podre de cansaço. A noite tinha sido dura.
Voltei para casa e devo ter dormido até a noite do outro dia.