Feriado (parte1°)

Oi, voltei, estava sumida, não?

Estou digitando aqui escondida do meu filho. Ele não sabe que eu tenho perfil neste site, e muito menos, que eu escrevo sobre nós.

Me digam, como foi o feriado de vocês? – O meu, quer dizer, o nosso, meu e do meu filho, foi delicioso. Foi duro ter que voltar para a nossa rotina. Passamos três dias em Guarapari, ES.

Como disse; foi delicioso, foi sensacional pra caramba. A viagem inteira foi boa. A gente não viajou como: mãe e filho, viajamos como um casal. Mas, calma, vamos por partes.

Duas semanas antes do feriado, a gente tinha planejado tudo, nos conformes, pra não ter nenhum percalço. Três dias de pura liberdade, só nós dois, em um lugar que ninguém nos conhecia.

A gente acordou às 05:00, do sábado, as malas já estavam arrumadas, e saímos de casa. O trajeto foi longo, de cerca de 6 horas de estrada, foi animado. Cada um dirigindo um pouco, parando só em posto para se alimentar, alongar as pernas e ir ao banheiro.

Beijamos muito no caminho, ouvindo músicas, rimos, conversamos, mãos bobas, apertando coxas, meus seios, o pau dele.

Por exemplo: Meu filho dirigia com uma mão no volante e a outra por dentro da minha saia, tocando minha vagina, coxas, subindo nos seios. E quando eu estava no volante, minha mão direita apertava o pau dele, por cima e por dentro da bermuda, sentindo o pau dele endurecer.

Devo admitir que rolou umas lambidas minhas no pau dele, ao estacionar o carro no acostamento. (Não sou de ferro).

Pois bem — chegamos em Guarapari por volta de meio-dia. O céu estava nublado, a praia não estava lotada. Seguimos até o hotel onde reservamos nossa hospedagem, bem perto da praia. (Não vou dizer qual, né? — Não sou tonta ao ponto…

Assim que fizemos o check-in, subimos e entramos no quarto. Meu filho já queria ir pra praia. Antes, fui ao banheiro, tomei banho morno para tirar o cansaço da estrada.

Após o banho, passei bastante protetor solar no corpo e vesti um maiô azul-marinho com estampa paisley bem justo, este que está aparecendo na foto abaixo. Detalhe: Foi meu filho que tirou a foto.

Ousei, né? O engraçado e satisfatório, foi ouvir isso do meu filho:

— “Nossa, mãe… você tá uma delícia”. — Ele falou seriamente, não com olhar de filho. Sim, com olhar de homem, antes e depois de registrar a foto com meu celular.

Claro, a gente deu uns beijos mais ousados, que resultou numa transa rápida, deliciosa na cama confortável e espaçosa do quarto. — Não teve preliminares, foi o tempo de eu tirar o maiô, ele o chinelo e a bermuda de praia, já estava sem camisa.

Ele me encostou na parede do quarto, e ficou me olhando com olhar de tarado. Como estávamos peladinhos, pulamos na cama.

Fiquei deitada de pernas abertas com a vagina pingando. Ele por cima, de pau duro entre minhas coxas, roçando a cabeça da rola nos meus lábios vaginais. Mordi o lábio, sentindo o calor da sem-vergonhice subir; pedindo para ele meter.

Ele nem esperou eu terminar meu pedido, começou a entrar na minha buceta. Na hora, meu corpo inteiro se arrepiou, ainda mais pelos beijos, pelos chupões dele nos meus seios e pelas estocadas.

Transamos apenas nessa posição. Gozei em poucos minutos, gemendo alto, sentindo o pênis do meu filho em movimentos.

A cada segundo, ele metia mais rápido, mais fundo, sem dó. — As estocadas eram brutais, batendo forte, o som da pele estalando no quarto inteiro, acho que até pra fora, já que a porta era próxima da cama. Ele me comeu assim por uns bons minutos, até eu gozar pela segunda vez, apertando o pau dele lá dentro.

Antes de gozar, ele parou de penetrar, tirou o pau da minha buceta, bateu punheta uns 10 segundos e gozou forte nos meus seios. —Ficamos os dois suados na cama, porque o ar-condicionado estava desligado. Eu toda suja de sêmen, olhando pra ele com cara de quenga, curtindo o momento.

Depois da transa de estreia, fui obrigada a tomar outro banho, meu filho me acompanhou. Entramos no box juntos. Ele lavou meu corpo inteiro com esponja, passou sabonete nas minhas coxas e bunda, perereca, seios, mas a mão dele sempre voltava pro meio das minhas pernas, roçando de leve na minha perseguida.

Assim que chegou a minha vez, lavava o pau dele e as bolas, mas não parava de apertar o cacete por baixo da água.

Depois do banho, pedi para ele por protetor solar no meu corpo. Ele passou em mim toda. Eu passei o protetor nele. Vesti meu maiô, ele a bermuda e a camiseta, e saímos do quarto.

Assim que pisamos na rua, dei um beijo nele na frente do hotel, na frente de quem passava por perto, sentindo o coração bater na garganta, sentindo o ‘frio na barriga’, e veio forte. Medo de alguém nos reconhecer: “Olha a fulana e o filho juntos… que estranho”.

Entramos de mãos dadas na água do mar. O mar estava meio frio, meio quente, gelado. Me abracei nele por trás, peito com peito, enquanto a água batia nas nossas pernas.

Muitas pessoas nos viram, olhos fixos na gente. Um jovem com uma mulher mais velha de uns 50 e poucos anos. Fiquei me perguntando o tempo todo: “Caso todos soubessem que aquele casal era mãe e filho… como seria a cara deles agora?”.

Ficamos só uns quarenta minutos na praia, porque estávamos famintos. Voltamos para o hotel e fomos no restaurante (a comida estava ótima, com várias variedades de carnes, frutos do mar, arroz, feijão e sobremesa).

Assim que almoçamos, decidimos subir para o quarto, tomamos outro banho para tirar a água salgada do corpo. Dormimos umas três horas. Acordei no final da tarde, meu filho de papo com a namorada dele. Coitada da fulana, nem sabe o que se passa.

Depois que meu filho conversou com a namoradinha, a gente se arrumou. Ele escolheu um camisa preta por cima da bermuda clara, e eu vesti um vestido leve, curto e justo.

Saímos de carro pela cidade. O mar estava bonito, a noite estava quente. Primeiro chegamos no Forte Meaípe, tiramos fotos, algumas beijando. Depois fomos para o (Pier Porto Grande). Caminhamos e tiramos mais fotos. Depois resolvemos ir no restaurante. Pedimos camarão na manteiga e peixe grelhado, com arroz, farofa e salada.

Durante o jantar, meu filho disse em voz baixa, que estava com vontade de me comer. Isso é coisa que um filho diz para uma mãe?

Fiquei tão envergonhada, olhando para os lados, e verificar se alguém havia escutado aquele absurdo. Porém, por outro lado, minha calcinha ficou ensopada, só dele ter dito aquela atitude, e ter falado àquilo pra mim.

Comemos devagar, rindo, conversando, bebendo, porque sabia, o que rolaria mais tarde. Só que no meio da sobremesa (sobremesa de doce de leite), meu filho fez algo muito ousado, que nem eu acreditei. Ele enfiou a mão debaixo da minha saia e começou a esfregar meu clitóris. Eu pedi, não como mulher dele, e sim, como mãe; para que ele parasse. Gente, eu quase tive um troço, mistura de medo com tesão. Ele viu que falei sério e parou de me atiçar.

Voltando para o hotel, ele dirigia, minha mãe ficou o tempo todo dentro das ‘calças dele’, masturbando seu pau. Quando voltamos para o hotel, mal fechamos a porta do quarto que ele me jogou na cama, tiramos nossas roupas. Preliminar muito rápida, chupa daqui, chupa de lá, e partimos para o que nos interessava.

Ele ficou deitado, subiu em cima dele, abri minhas pernas e sentei, o pau entrou todo na minha buceta de uma vez. Sentava com força, o tesão era tanto, gemidos altos. As bolas dele estalavam na minha bunda enquanto eu rebolava. Teve de tudo, muitas falas absurdas, muitos beijos, cavalgadas.

Depois, ele me virou de quatro, cuspiu no meu cu, e meteu nele sem dó. Sexo anal, socando fundo, me chamando de tudo que era nome, eu pedindo mais rola, foi uma cena chocante e apetitosa.

Ele meteu mais uns minutos, depois tirou o pau do meu cu, e gozou forte no meu rosto, acertando minha testa, olhos fechados, minha bochecha, minha boca, minha língua. Nunca tinha visto meu filho gozar tanto. Abri a boca e chupei o pau melado dele, engolindo o que podia, mas o resto escorreu pelos meus lábios e queixo, pingando no travesseiro. Caímos exaustos na cama, suados, eu melada de porra dele, cheirando a sêmen.

Lembro que ele me abraçou por trás, pau meio duro encostado na minha bunda, falando; que me amava.

Eu respondi, ainda tremendo o corpo: Que o amava também, mesmo sabendo que era errado.

Dormimos grudados, como sempre.

Continua na parte dois.

Foto 1 do Conto erotico: Feriado (parte1°)

Foto 2 do Conto erotico: Feriado (parte1°)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Feriado (parte1°)

Codigo do conto:
271918

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
2