Sou gay, passivo, putinha submissa. Moro em Campinas, SP.
Um tempo atrás postei aqui um conto de zoofilia com vídeo. Depois um cara me chamou dizendo que morava perto, tinha um cachorro e queria que eu desse o cuzinho pro animal e pra ele.
Tentei combinar, mas ele não tinha local. Eu teria que buscar os dois numa cidade vizinha. Acabei desistindo.
Duas semanas depois ele voltou. Me mandou foto da rola do dog. Parecia grande, nó largo e comprido. Meu cu piscou na hora. Combinei pra um domingo à tarde. Quase desisti de novo, mas fui.
Quando vi o cachorro, bateu uma frustração. Não era grande, era menos que médio. O dono falou que a aparência enganava. Levei os dois pra casa, dei água e fomos pra sala.
Ele já me arrancou a roupa e me colocou de quatro. Enfiou o pau na minha boca sem aviso. Eu chupava, sentindo o gosto de pau de macho, quando algo gelado cutucou minha bunda. Segundos depois a língua áspera e quente do dog começou a passar no meu cuzinho. A textura era diferente de qualquer língua humana — mais grossa, mais áspera, raspando no anel. Eu arrepiei inteiro. A cada lambida o cu contraía e abria sozinho. Relaxei e empurrei a bunda pra trás, oferecendo.
O cara pegou o celular e começou a filmar. Foi pra trás. O dog já subia nas minhas costas, as patas me agarrando com força, as unhas arranhando a pele. Ele tentava acertar, o pau pontudo batendo na minha coxa, na minha bunda, escorregando. O dono pegou o pau do animal com a mão e encaixou na portinha do cuzinho.
O dog empurrou de uma vez.
A cabeça fina entrou fácil, mas logo veio a parte mais grossa. Senti meu anel esticando rápido demais. Uma dor aguda, queimando, como se algo estivesse rasgando por dentro. Eu gemi alto contra o pau do dono. O dog continuou empurrando, me segurando pelas ancas com as patas, enfiando centímetro por centímetro. O nó chegou. Era largo demais. Meu cu ardeu forte, latejando, tentando recusar, mas o animal não parava. O nó forçou a entrada, abriu o anel de um jeito que eu nunca tinha sentido. Doía pra caralho. Eu sentia o músculo esticando até o limite, o calor do pau do dog pulsando dentro de mim.
Por causa da altura dele, o nó ficou meio dentro e meio fora, me alargando de um jeito torto e dolorido. Cada movimento do cachorro fazia o nó puxar e empurrar ao mesmo tempo. Eu pedia, meio desesperado, pro cara empurrar o dog pra cima, pra o nó entrar inteiro. A dor era latejante, profunda, misturada com uma pressão absurda que me fazia tremer as pernas.
O dog já estava gozando. Eu sentia a porra quente enchendo meu cu, escorrendo pelas laterais do nó, descendo pelas minhas bolas e coxas. O animal dava puxões curtos, e cada um mandava um choque de dor e pressão pro fundo das minhas vísceras. O dono mexeu com ele. O dog deu um puxão forte pra trás. O nó saiu de uma vez.
Eu gritei. Foi a pior dor. Parecia que ele tinha arrancado algo de dentro de mim. Meu cu ficou aberto, latejando, vazando porra quente em fio. Eu tremia, ofegante, o ânus pulsando sozinho, tentando se fechar e não conseguindo.
Precisei de alguns minutos ajoelhado, respirando. O cu ardia e escorria. Dei a bunda pro dog lamber de novo. A língua áspera passou no anel dilatado e sensível, limpando a porra. O animal tentou montar outra vez, mas já estava mole.
O dono me puxou pelo cabelo, me deu um tapa na cara e me virou de frango assado.
Ele enfiou o pau no meu cu ainda vazando, cheio de porra do dog. Não usou saliva, não usou lubrificante. Só o semen do dog. O pau dele deslizou fácil por causa do leite, mas meu cu estava tão aberto e sensível que eu sentia cada cada centímetro entrando. Ele meteu fundo de primeira. A mistura de dor residual com a invasão nova me fez gemer alto. Ele me fodia com força, me tratando como buraco, enquanto filmava. Cada estocada fazia a porra do dog sair em bolhas. Ele gozou dentro, jatos quentes misturando com o leite do cachorro. Eu senti o cu enchendo de novo, mais quente, mais sujo.
Nem me deu tempo de respirar. Me arrastou pro quarto, me colocou de quatro e me comeu outra vez. Tapas fortes na bunda, a mão marcando a pele. Meu cu já estava mole, dilatado, fazendo barulho molhado a cada socada. Ele meteu por uns dez minutos e gozou pela segunda vez, fundo, me enchendo mais.
Me levou de volta pra sala e me colocou de quatro pro dog de novo. O animal tentava subir, tentava acertar, o pau batendo no meu cu molhado, mas não conseguia mais. O dono me fodeu pela terceira vez ali mesmo, me filmando enquanto eu chupava o pau dele e depois enquanto ele metia. Gozou dentro pela terceira vez. Eu sentia o cu pesado, vazando, a mistura das duas porras escorrendo pelas coxas, o anel latejando e aberto demais.
Fiquei ali de quatro, sujo, arrombado, o cu ainda latejando e escorrendo a mistura quente das duas porras. O cheiro de cachorro, suor e sexo estava impregnado no meu nariz. O gosto de pau ainda na boca.
O dono continuava filmando, agora bem de perto no meu rosto. Eu não pensei duas vezes. Enfiei dois dedos no meu próprio cu, fundo, sentindo a porra quente e viscosa dos dois cobrindo os dedos. Puxei pra fora bem devagar, os fios brancos escorrendo, e levei direto à boca. Chupei os dedos na frente da câmera, lambendo até limpar tudo, olhando pro celular dele enquanto engolia.
Não precisava falar nada. O gesto já dizia o que eu era naquele momento: uma cadela vagabunda que tinha acabado de ser usada por um dog e pelo dono, e que ainda queria provar a porra dos machos e o gosto do cu.
Ele filmou até o final. Depois só guardou o celular, se vestiu e fomos embora com o cachorro.
Ainda voltei com ele pra cidade dele sentindo o cu latejando e molhado de porra do dog e do dono.
Procuro machos que tenham cachorro grande de verdade pra me foder e deixar o dog me engatar até o nó. Quero sentir o nó inteiro dentro, quero gritar de novo, quero ser filmado enquanto o animal me usa — e quero terminar do mesmo jeito: dedos no cu cheio e na boca, mostrando exatamente o que eu sou.
Me peçam o vídeo.
entra no desviados/rick e me adicione como amigo la, conseguira ver esses videos, ou chama no dogloversp
Caralho que foda intensa, quero ver o vídeo..
Caralho que foda intensa, queria ver o vídeo. Rsrs