Eu já estava vestido quando ele chegou.
Tinha me preparado antes. Tomado banho, depilado, passado creme. A lingerie já estava no corpo: o conjunto de empregadinha, preto, curto, de tecido fino. O babydoll com renda nas bordas, alcinha fina, decote fundo. O short curto, com laço de fita vermelha na frente e nas laterais, cravado na bunda, deixando as bandas de fora. A touca de empregadinha, branca com renda, encaixada na cabeça. E a peruca. Castanho escuro, liso, comprido até os ombros. Sintética, brilhosa, mas cobria tudo e dava outro rosto pra mim. Com a peruca castanha e a touca branca, eu não parecia eu. Parecia uma jovenzinha, uma empregadinha nova, dessas que acabou de entrar no serviço e ainda não sabe direito o que faz.
Eu me olhei no espelho antes de ele chegar. As pernas brancas, a barriga aparecendo por baixo da lingerie, a bunda pra fora do short, o cabelo castanho caindo no ombro. Fiquei assim, esperando. Quando a campainha tocou, eu já estava pronta.
Abri a porta de lingerie.
Ele olhou pra mim de cima a baixo, parado no corredor. Não sorriu, mas também não fez cara feia. Só ficou me olhando, meio parado, como quem confere o que veio buscar. Entrou, passou por mim, e foi direto pro sofá. Sentou, pegou o controle da TV, e ligou num canal de pornô hétero. Duas mulheres, um cara, cena americana, gemido alto, imagem ruim. Ele aumentou o volume, se recostou, e ficou me olhando.
— Vem cá.
Eu fui até ele, de joelhos, no meio da sala. A peruca balançando, a lingerie apertando. Ele abriu a calça, tirou o pau, já duro. Não era grande, mas estava pronto. Ele passou a mão na minha cabeça, por cima da peruca, e me guiou até a boca. Enfiou devagar. Eu chupei, com o som do pornô nas costas. Ele segurou minha cabeça sem forçar, só me mantendo ali, e deixou eu chupar no ritmo que dava. Tirou. Passou a mão no meu rosto.
— Tá bonita assim. Parece novinha.
Ele me puxou pela mão, me levou de joelhos até o sofá, e me colocou de quatro em cima dele. Levantou o short da lingerie e só afastou pro lado. Não tirou. Só afastou o tecido, e o tecido ficou preso entre a banda e o cu, me apertando. Eu sentia a renda raspando a pele.
Ele cuspiu. Cuspiu grosso, direto no meu cu, e passou a mão, espalhando. Enfiou dois dedos de uma vez, sem aviso, mas com calma. Eu gemi. Ele tirou, cuspiu de novo, e encostou o pau.
Meteu sem camisinha.
Entrou de uma vez. Não era grande, mas entrou fundo, seco, e a primeira estocada doeu. Eu gritei. Ele segurou meu quadril com as duas mãos, sem puxar o cabelo, e começou a meter. Cada estocada batia no fundo, e o tecido da lingerie raspava na parte de dentro das minhas coxas. A peruca escorregava na minha testa com o suor, e ele ia ajeitando com a mão, me olhando.
— Calma. Vai devagar. Você aguenta.
Ele metia fundo, mas sem pressa. Me olhava. Passava a mão nas minhas costas, na peruca, no rosto. De vez em quando parava, deixava o pau cravado, e ficava só me olhando, me sentindo. Eu gemia, e ele metia mais.
— Boa. Isso. Fica assim.
Ele parou, tirou o pau, me virou de frente, e enfiou na minha boca outra vez. O pornô continuava na TV, as mulheres gemendo. Ele me fodia a boca com calma, me olhando, segurando minha cabeça pela peruca.
— Chupa. Chupa como puta.
Depois me virou de novo, me colocou de quatro no chão, e meteu outra vez. Agora ele metia mais rápido, com mais força, e eu sentia a porra subindo. Ele não estava com camisinha. Eu sentia cada centímetro, cada veia, o calor dele dentro de mim.
Ele meteu até o fim. Parou. Tirou o pau.
Foi aí que ele pegou o celular.
— Abre a boca. Olha pra câmera.
Eu abri. Olhei pro celular. Ele bateu uma, duas, três vezes, e gozou.
Veio quente. Veio forte. A primeira carga bateu na minha língua. A segunda no meu lábio, escorreu pelo queixo. A terceira subiu e caiu no meu olho esquerdo. Eu pisquei, e a porra entrou, ardeu, embaçou a vista. Ele continuou batendo, e mais porra caiu no meu nariz, na bochecha, na testa, no cabelo da peruca. Tudo filmado. Minha cara coberta de porra, os olhos abertos, a boca aberta, a língua pra fora. Foi só esse pedaço que ele gravou. O resto ele não filmou. Só o final, a gozada na minha cara.
Ele parou de bater. Continuou filmando por alguns segundos, a tela do celular apontada pra minha cara lambuzada. Depois abaixou o celular. Pegou o pau, ainda duro, e passou na minha cara, espalhando a porra. Depois enfiou na minha boca.
— Limpa. Engole tudo.
Eu chupei. Lambi. Engoli. O gosto da porra dele misturado com o gosto do meu cu. A peruca estava grudada de porra, a lingerie encharcada de suor, meu rosto todo lambuzado. Ele olhou pra mim mais uma vez, desligou a TV, e guardou o celular.
Deu uma risada baixa, pegou a roupa, e foi embora. Nem tomou banho. Só vestiu a calça, a camiseta, e saiu.
Fiquei ali. O cu escorrendo, a cara grudenta, o olho ardendo. Fui pro banheiro, me olhei no espelho, e vi a puta que eu era. A peruca castanha torta, a lingerie suja, a porra secando na minha bochecha. Tirei tudo, tomei banho, e fiquei pensando no que tinha acontecido.
Não doeu. Não foi violento. Foi exatamente o que eu queria: ser feito de puta de verdade, com roupa de puta, com peruca, com porra na cara, com o final filmado, com o cara mandando em mim do começo ao fim.
Tenho o vídeo. Só a parte que ele goza na minha cara, minha boca aberta, o olho fechando com a porra entrando. link no meu perfil.