Sou gay, passivo, putinha submissa. 1,83 m, 82 kg, cuzinho liso. Meu amigo tem um cachorro — um Border Collie grande pro padrão da raça. Desde filhote eu já tratava ele como meu macho: deixava ele me cheirar, pular em cima de mim, baixava os olhos pra ele, ficava submisso, deitava de barriga pra cima pra ele brincar de montar nas minhas pernas como se eu fosse uma cadela.
Um ano antes do que vou contar, quando ele tinha mais ou menos um ano, eu já tinha ficado de quatro pra ele. Ele tentou meter, acertou meu cuzinho, chegou a encostar e empurrar. Mas eu não deixei avançar porque meu amigo estava dormindo na sala ao lado. Fiquei com aquilo na cabeça o ano inteiro. Sentia aquele pau pequeno, o nó fino, e ficava imaginando se um dia ia conseguir levar tudo.
Aconteceu na véspera de Natal.
Meu amigo saiu pra comprar alguma coisa. Eu vi o carro sair da garagem. Sabia que ele ia demorar pelo menos uns quarenta minutos. O cachorro estava deitado no corredor, olhando pra mim com aquela calma de quem não espera nada. Eu chamei ele baixinho. Ele veio.
Fechei a porta do quarto. Não tranquei — trancar ia fazer barulho e meu amigo podia estranhar. Só encostei.
Tirei a calça. O short caiu no chão. Fiquei só de cueca, depois tirei a cueca também. O cachorro ficou parado, olhando, a cabeça meio de lado, sem entender. Eu me ajoelhei no chão do quarto, de costas pra ele, e fiquei de quatro. Ele continuou parado. Então me deitei de barriga pra cima, abri as pernas, mostrei o cu pra ele.
Foi aí que ele entendeu. Veio com tudo. Subiu em cima de mim, as patas dianteiras no meu peito, o focinho perto do meu rosto, cheirando. O pau dele já estava saindo da capa, vermelho, pontudo, molhado. Ele começou a se esfregar em mim, tentando acertar.
Virei de quatro de novo. Ele montou nas minhas costas. As patas traseiras firmes no chão, as dianteiras me agarrando pela cintura. Senti o pau dele bater na minha bunda, escorregar, procurar. Puxei ele pra cima de mim, ajustei o corpo, e com a mão encaixei a ponta da rola no meu cuzinho.
Ele meteu sem dó.
Socou a rola inteira de uma vez. Não era grande, mas entrou fundo. Eu puxei ele bem perto, as patas dele apertando minha cintura, e ele começou a bombar forte, rápido, aquele ritmo curto e nervoso de cachorro. Cada estocada batia no fundo. Eu gemia baixo, com medo de fazer barulho, mas o corpo inteiro tremia.
Ele deu uma desequilibrada pra trás e fez menção de sair.
Foi aí que eu senti.
O nó tinha inchado dentro de mim. Quando ele puxou, o nó travou. Doeu pra caralho. Uma dor aguda, como se estivesse rasgando por dentro. Eu assustei. Meu amigo podia voltar a qualquer momento e eu estava entalado com o cachorro.
Foi nesse momento que eu peguei o celular.
Estava ali do lado, no chão, junto com a roupa. Estiquei o braço, destravei a tela e abri a câmera. A mão tremia, mas eu queria aquilo gravado. Apontei pro chão, pro meu corpo, pro cachorro montado nas minhas costas. Dava pra ver o pau dele entrando e saindo, o nó inchado na minha entrada, o cu esticado, vermelho. Dava pra ouvir meu gemido abafado, o ofegar do cachorro, o barulho molhado.
Tentei forçar a rola e o nó pra fora, mas estava preso mesmo. Quanto mais eu tentava, mais o nó parecia inchar. Parei. Respirei. Fiquei parado, de quatro, sentindo o peso do cachorro nas minhas costas, o pau dele pulsando dentro de mim. Segurei ele com as mãos, falei baixinho pra ele ficar quieto. Ele ficou. Ofegante, mas ficou. O celular continuava gravando, apoiado no chão, captando tudo.
Senti um líquido quente escorrendo por dentro. A porra dele. O cachorro estava gozando. Jatos curtos, quentes, preenchendo meu cu. Eu sentia escorrer pelas laterais do nó, descer pelas bolas, pingar no chão. A dor do nó misturada com o calor da porra, a pulsação dele dentro de mim, o cheiro forte de cachorro e sexo tomando o quarto.
Fiquei uns dois minutos assim, parado, sentindo. O nó parecia diminuir aos poucos, a pressão aliviava. Tomei coragem e forcei o cu pra fora, como se estivesse empurrando pra evacuar. Doeu pra caralho. O nó saiu primeiro, um estalo, e depois a rola inteira, como uma coisa enorme me rasgando por dentro. Eu gritei baixinho, abafado na própria mão. O celular pegou tudo — o som, o nó saindo, a porra escorrendo.
Começou a escorrer um monte de porra. O cachorro desceu, virou e começou a lamber meu cu. A língua áspera passando no anel dilatado e sensível. Foi muito tesão. Ele lambia e eu forçava a porra dele a sair, o cu piscando, aberto. Me levantei, abri a bunda com as mãos pra ele e ele continuou lambendo, enfiando a língua. Depois me abaixei e chupei o pau dele, que ainda estava saindo porra, lambendo tudo, limpando o pau do cachorro com a boca. A câmera ainda gravava, apoiada no chão.
Levantei pra ir ao banheiro. Peguei o celular, parei a gravação. Sentei no vaso pra tirar o resto da porra. Quando empurrei, senti uma ardência forte. Olhei no papel: um pouco de sangue. O cu estava arrombado. Latejando. Aberto demais.
Ouvi o barulho do carro do meu amigo chegando.
Me limpei o quanto pude, enrolei um pedaço de papel higiênico na cueca pra segurar o que ainda escorria, vesti a calça, e voltei pra sala como se nada tivesse acontecido. Cada passo doía. Sentei no sofá com cuidado, o cu pulsando, ardendo, escorrendo. Meu amigo entrou, falou alguma coisa sobre o trânsito, eu respondi qualquer coisa.
O cu sarou dois dias depois.
Mas eu não sou mais o mesmo. Agora me sinto propriedade do cachorro. Ele é mais macho que eu. Eu sou putinha dele também.
Tenho o vídeo posso mostrar. Contato no meu perfil.
Sou putinha de machos ativos. Se você for de São Paulo e tiver um cachorro macho, deixo ele meter em mim e você filma tudo, inclusive meu rosto. E pode fazer o que quiser comigo sem dó.
entra no desviados/rick e me adicione como amigo la, conseguira ver esses videos, ou chama no dogloversp