Fui passar férias na fazenda do meu tio e o filho do caseiro me ensinou a tirar leite - Parte 2

Acordei no dia seguinte com o corpo marcado e o cu ainda latejando.
O feno tinha grudadinho na pele e o cheiro de sexo misturado com terra batida ainda estava em mim. Pedro já não estava no curral. Devia ter acordado cedo para não levantar suspeita. Levantei devagar, vista a roupa e fui até o lago atrás da casa. A água estava fria e limpou o resto da porra que ainda escorria pela minha coxa.
No café da manhã o caseiro já tinha voltado. Pedro estava quieto de novo, o mesmo rapaz tímido de sempre, respondendo só o necessário enquanto o pai falava de chuva e de bezerro desmamado. Mas toda vez que nossos olhares se cruzavam por cima da mesa, ele segurava um segundo a mais e o canto da boca se ergue a um sorriso mínimo, só meu.
O tio chegou no meio da manhã e anunciou que precisava ficar na sede o dia todo resolvendo papelada. O caseiro foi para o pasto de cima. Pedro me olhou por cima do ombro enquanto enchia o balde de ração e falou baixo, só para eu ouvir:
— Hoje a ordenha é no estábulo velho. O de baixo. Lá ninguém aparece. E tem feno limpo.
O coração disparou. Finji que estava só ajudando a carregar saco.
Passamos a manhã inteira trabalhando lado a lado. Cada vez que o caseiro se afastava, Pedro soltava alguma coisa.
— Cê andou estranho hoje de manhã. Parecia que tinha montado em alguma coisa ontem à noite e ainda tava sentindo o embalo.
— Cala a boca — pedi, sem conseguir esconder o sorriso.
— Não vou calar. O bezerro acordou mancando e eu quero saber se a montaria foi boa.
No final da tarde o caseiro avisou que ia até a casa de um vizinho e só voltava de noite. O tio estava trancado no escritório da sede. Pedro apareceu na porta do estábulo velho e fez sinal com a cabeça.
Entrei. O lugar cheirava a feno seco, couro e madeira velha. Ele fechou a porta com a tranca de madeira e se virou para mim. A timidez que ele carregava na frente dos outros tinha sumido por completo.
— Tira a camisa — mandou, a voz baixa e segura.
Tirei. Ele também. O peito moreno já estava brilhando de um suor fino. Aproximou-se e passou a mão aberta pelo meu peito, pelos mamilos, descendo devagar até a barriga.
— Ontem eu te ordenei pela primeira vez. Hoje eu quero tirar leite de outro jeito. Quero ver se o úbere responde melhor quando a gente insiste.
A mão dele abriu meu cinto, desceu o zíper e enfiou dentro da cueca. Os dedos calejados envolveram meu pau já meio duro e apertaram com jeito.
— Tá esquentando rápido… igual vaca que sente o bezerro chegando.
Puxei a cabeça dele para um beijo. A boca se abriu de imediato, a língua entrou com fome, o gosto de café e de sol. Enquanto beijava, ele tirava o resto da minha roupa e a dele. Ficamos nus no meio do estábulo. O pau dele batia pesado contra a minha barriga, quente e já babando.
Pedro me virou de frente para um fardo de feno alto e me fez apoiar as mãos nele. Ajoelhou-se atrás de mim. Senti a respiração quente na minha bunda antes da língua.
— Porra… — gemí quando a língua quente passou devagar pelo cuzinho ainda sensível de ontem.
Ele falava enquanto lambia:
— Ontem eu só preparei o terreno. Hoje eu quero provar o leite que ficou. Tá com gosto de mim ainda…
A língua entrou, molhada, insistente. Os polegares abriam minhas nádegas. Eu rebolava contra a boca dele sem vergonha. Cada vez que a língua acertava mais fundo, um gemido saía.
— Pedro… caralho…
— Isso. Geme. O estábulo é nosso. Ninguém vai ouvir o bezerro pedindo mais.
Dois dedos entraram junto com a língua. A preparação foi mais rápida que na primeira vez, porque o corpo já conhecia o caminho. Ele abria, curvava, procurava o ponto e falava sem parar:
— Tá molinho hoje… ontem eu tive que insistir mais. Hoje o cu já tá pedindo para ser ordenhado de novo. Cê nasceu para isso, né? Para levar pau de peão.
— Nasci — confessei, a voz embargada. — Para o seu.
Ele se levantou, cuspiu na mão, passou no pau grosso e encostou a cabeça no meu buraco. Não perguntou se eu estava pronto. Só empurrou. A entrada foi mais fácil, mas ainda assim a grossura abriu tudo de novo. Eu soltei o ar num gemido longo quando ele enterrou até o saco.
— Isso… engole. Ordenha com o cu. Aperta.
Começou a meter. Estocadas firmes, ritmadas, o som molhado ecoando no estábulo vazio. Cada vez que ele ia fundo, as mãos apertavam minha cintura e a boca vinha no meu ouvido:
— Sente o leite subindo? Eu sinto. Seu cu tá me ordenhando tão gostoso que eu já quero despejar tudo lá dentro de novo.
Eu empurrava para trás, encontrando cada estocada. O prazer era mais intenso que na primeira vez, porque agora eu sabia o que vinha e queria mais.
— Mais forte… — pedi.
— Mais forte o quê? Fala direito. O peão gosta de ouvir o bezerro pedindo.
— Me fode mais forte. Me usa. Tira todo o leite que eu tiver.
Pedro riu baixo, safado, e acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais pesadas. O feno rangia. O suor escorria pelas minhas costas e ele lambia. A voz dele não parava:
— Ontem cê tremeu inteiro quando gozou. Hoje eu quero ver de novo. Quero sentir esse cu me ordenhando enquanto cê esporra sem nem tocar no pau. Igual vaca boa. Só de levar o touro.
Ele tirou o pau de repente. Eu soltei um gemido de protesto. Pedro me virou, me fez deitar de costas no feno e abriu minhas pernas.
— Quero ver a cara. Quero ver quando o leite subir.
Entrou de novo, de uma vez. O ângulo era outro. Cada estocada acertava a próstata com precisão cruel. Eu gritava baixinho, as unhas cravadas nos ombros dele.
— Pedro… porra… assim…
— Assim o quê? Fala. Eu quero os detalhes enquanto eu meto.
— Sinto seu pau inteiro… as veias… o calor… quando cê aperta no fundo parece que vai sair pela minha boca…
— Bom. Porque eu quero que sinta. Quero que amanhã, quando cê sentar na mesa do café na frente do seu tio, o cu ainda esteja lembrando do formato do meu pau.
Ele metia sem pressa agora, profundo, girando a cintura de leve para raspar todos os lados. A boca descia no meu pescoço, mordia, chupava.
— Cê gosta quando eu falo merda, né? Eu sinto o cu apertar toda vez que eu falo de ordenha e de leite.
— Gosto — confessei, ofegante. — Continua.
— Então escuta. Esse cu é meu curral agora. Eu entro quando quero, tiro leite quando quero, e deixo marcado. Amanhã cê vai andar diferente e todo mundo vai achar que foi cavalo. Só nós dois vamos saber que foi o peão.
A safadeza dele me deixava mais duro, mais entregue. Eu rebolava de encontro, pedindo mais com o corpo. Pedro segurou meus pulsos acima da cabeça e acelerou de novo.
— Olha pra mim. Quero ver quando cê gozar.
O prazer subia rápido. Cada estocada batia no ponto certo. Meu pau latejava entre os corpos, esfregando na barriga suada dele.
— Eu vou… — avisei.
— Goza. Ordenha no meu pau. Quero sentir.
O orgasmo veio forte. O corpo se arqueou, o cu se fechou em volta do pau dele em espasmos quentes, e eu gozei entre nós sem que ninguém tivesse tocado em mim. Os jatos foram longos, sujando o peito dos dois. Pedro gemeu alto ao sentir as contrações.
— Isso… aperta… porra, que cu guloso…
Ele não parou. Continuou metendo através do meu orgasmo, prolongando cada onda até eu estar tremendo e pedindo por favor. Só então ele enterrou até o fundo e gozou. Senti os jatos quentes pulsando dentro de mim, enchendo, quentes demais, um atrás do outro. Ele tremeu por cima de mim, a respiração descontrolada, a boca aberta no meu ombro.
Ficamos abraçados longos minutos. O pau dele ainda dentro, latejando. A porra já começava a escorrer quando ele saiu com um som molhado e se deitou ao lado.
A mão grande acariciava minha barriga suada, subindo e descendo devagar.
— Segunda ordenha e o bezerro já tá viciado — murmurou, a voz rouca de prazer. — Eu também. Nunca tirei leite tão gostoso na vida.
Virei o rosto e beijei a boca dele, lenta, suja, com gosto de suor e de sexo.
— Então continua tirando. Enquanto eu estiver na fazenda, o curral é seu.
Pedro sorriu contra meus lábios, aquele sorriso safado que só eu conhecia.
— Cuidado com o que pede. O peão gosta de rotina. Todo dia um pouco. Até o bezerro aprender a produzir sozinho… ou até aprender a montar também.
Passei a perna por cima da coxa dele e senti a porra escorrendo mais.
— Eu ainda não aprendi a montar.
— Pois é. Aula de montaria fica para a próxima. Hoje foi só para reforçar a ordenha. E pelo jeito que seu cu ainda tá piscando, a lição pegou.
Rimos baixinho, colados no feno. Lá fora o sol já estava baixando. Em algum lugar da sede o tio provavelmente ainda estava no escritório. O caseiro ainda não tinha voltado. E no estábulo velho, eu e Pedro ficamos mais um tempo trocando beijos lentos, mãos explorando corpos já conhecidos, enquanto a porra dele secava na minha coxa e o cu ainda latejava com a memória gostosa de ter sido usado de novo.
Ele beijou minha testa e falou baixo, quase num segredo:
— Amanhã cê vai sentir falta. E eu também. Então aparece aqui de novo depois do almoço. Tem mais leite para tirar. E dessa vez eu quero ouvir o bezerro pedindo com a boca cheia.
Apertei o corpo dele contra o meu e fechei os olhos, sorrindo.
— Eu peço. Do jeito que cê gostar.
Pedro passou a mão na minha bunda e deu um tapa leve, só de safado.
— Eu sei que pede. E eu sei que produz. Por isso eu não pretendo largar essa ordenha tão cedo.
E pela segunda vez em dois dias, o estábulo velho ficou em silêncio só quebrado pela nossa respiração e pelo barulho distante dos grilos, enquanto o leite que ele tinha tirado de mim ainda escorria quente entre as minhas pernas.

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Comentários


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robsi Comentou em 12/09/2026

Só li a segunda, parte (ainda),mas muito bem escrito e um tesão de conto! Que passivo não gostaria de ter um macho desses?

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alvim25 Comentou em 12/09/2026

Contó delicioso demais, ansioso pelas próximas partes

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tonypunto Comentou em 12/09/2026

VOTADO! Conto delicioso, tão bom quanto o primeiro. Essas férias devem render muitas fodas, não é?




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui passar férias na fazenda do meu tio e o filho do caseiro me ensinou a tirar leite - Parte 2

Codigo do conto:
272069

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/09/2026

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