Me senti traído.

Esse relato se passa quando eu e minha esposa ainda namorávamos. Houve uma época em que, por causa de uma briga, decidimos terminar (na verdade, ela decidiu). Ficamos cerca de 6 meses separados até nos reconciliarmos. Nesse período, fiquei sabendo que ela até chegou a sair com outro cara, mas durou menos de 1 mês.
Após nossa discussão, cheguei a ir à casa dela dois dias depois para conversarmos e tentar nos acertar. Mas estranhei a forma como fui recebido. Era um domingo de manhã; ela saiu no portão após eu chamar por seu nome algumas vezes. Ela usava uma camisola, estava maquiada e com cara de que não tinha dormido muito. Imaginei que tivesse saído à noite. Ela não quis papo e me dispensou dizendo que não tínhamos mais nada para conversar.
O tempo passou e nos reencontramos na casa de um amigo em comum, na festa de aniversário dele. Quando ela chegou, usava uma saia curta preta e blusa branca. Só a cumprimentei com a cabeça, e ela também. Ficamos ali, cada um em seu canto. Até que, quando fui à cozinha pegar mais cerveja, ela passou em direção ao banheiro. Quando me viu mais próximo, perguntou:
— Como você está?
— Estou bem, e você?
— Bem também.
Conversamos mais um pouco, me aproximei e a beijei, sendo retribuído. Foi um beijo carinhoso, cheio de saudade. O fim da festa foi chegando e ofereci carona a ela. Chegando na casa dela, ela perguntou:
— Quer entrar?
Aceitei o convite. Ela abriu a porta, foi até a geladeira e pegou um copo de água. Nesse momento, a abracei por trás e comecei a beijar seu pescoço, enfiando a mão por baixo da sua blusa e deslizando-a pelo seu corpo. Ela suspirava enquanto mordia os lábios com minhas carícias. Então a virei de frente. Enquanto nos beijávamos, encostei-a contra a pia, desci a alça da sua blusa e comecei a chupar seus peitos. Ela jogava a cabeça para trás e gemia com as mordiscadas que eu dava nos bicos do seu peito. Me posicionei entre suas pernas, baixei sua calcinha, abri o zíper da minha calça, saquei o pau para fora e penetrei a sua buceta quente ali mesmo na cozinha.
Quando a cabeça da minha rola abriu caminho naquela vagina molhada, ela soltou um gemido abafado; já eu urrei alto: estava há meses sem sentir foder uma buceta. Então ela colocou a mão na minha boca, e me lembrei de que os filhos dela estavam dormindo. Bombei na buceta dela mais algumas vezes e, com o gozo acumulado, me aliviei dentro dela. Enquanto meu pau amolecia dentro dela, nos beijamos apaixonadamente.
Então ela me convidou para irmos para o quarto. Ao entrarmos, ela fechou a porta e voltamos a nos pegar. Joguei-a nua em cima da cama e chupava e beijava todo o seu corpo. Ela me empurrou, subindo em cima de mim, me beijou e foi descendo com aquela língua deslizando pelo meu corpo até chegar no meu pau. Ela tirou minha cueca e meu pau saltou duro na sua frente. Ela caiu de boca, deixando-o todo babado. Enquanto me chupava, ela disse:
— Você está diferente!
— Como assim?
— Não sei... parece mais confiante, experiente.
Ela largou meu pau, montou sobre ele e começou a cavalgar gemendo, agora com bem menos pudores do que na cozinha. Vendo-a delirar rebolando no meu pau, perguntei:
— Está gostoso sentar no meu pau?
— Ai, amor, é uma delícia.
— Me desculpa?
— Pelo quê?
— Por ter terminado com você.
— Deixa isso pra lá.
Ela desceu do meu pau e voltou a me chupar enlouquecidamente; chupava e batia punheta de uma forma que parecia desejar muito aquela pica. Então pedi que ficasse de quatro, me posicionei atrás dela e enfiei minha rola na sua buceta. Eu metia forte e ela gemia dizendo:
— Isso, me come! Fode a minha buceta, vai, fode!
Eu só gemia e urrava de prazer. Ela baixou a cabeça empinando aquela bunda pra mim. Vendo aquela cena com o pau quase explodindo de tesão, não tive dúvidas: fiquei em pé na cama, arqueei as pernas para alcançar a entrada daquela gruta e, quase montado em cima dela, comecei a meter usando o peso do corpo para estocar até o fundo. Ela tentava puxar o corpo tentando aliviar as estocadas dentro da xota, mas como a posição não permitia que se movesse, a única opção era aguentar.
— Ai, caralho, você está me arrombando!
— Aguenta que vou gozar.
— Goza, safado, goza na minha buceta!
Então o som daquela buceta molhada sendo espancada pela minha rola, o som do meu saco batendo contra o grelo avermelhado dela... tudo aquilo estava excitante demais. Com estocadas mais lentas e mais profundas, comecei a inundar a bucetinha dela com minha porra.
— Puta que pariu, tô gozando, caralho, que delícia!
Ela gemia e contraía a buceta contra meu pau, que pulsava dentro dela. Quase sem forças para ficar em pé, tirei minha pica de dentro dela — dando para ouvir o vácuo — e caí ao seu lado, exausto. Ela, por sua vez, foi descendo as pernas até deitar de bruços. Adormecemos e, pela manhã bem cedo, fui embora.
Depois de um tempo, passamos a morar juntos. Em um dia normal, estava eu e minha enteada mais velha em casa conversando, e perguntei por curiosidade se o cara que a mãe dela tinha namorado quando eu e ela brigamos era legal. Ela disse que ele era chato e muito intrometido, mas me revelou algo que me despertou ciúmes e uma certa raiva. Contou-me que ele havia pernoitado lá apenas dois dias depois de termos terminado; que a mãe havia saído com o amigo e, na volta, o cara, por morar longe, foi dormir lá. Isso coincidiu com o domingo de manhã em que tentei falar com ela, mas ela não quis papo. O motivo agora eu sabia: tinha passado a noite com outro homem.
Passei o dia pensando naquilo, me sentindo traído. Como ela podia ter transado com outro cara apenas dois dias depois de termos terminado? Aquilo me consumiu. Quando cheguei do trabalho por volta da meia-noite, ela já estava deitada dormindo de bruços, usando um baby-doll de blusa e shortinho. Tomado por um misto de sentimentos — raiva e ciúmes —, tirei minha roupa, subi em cima dela, desci seu minúsculo short e apontei meu pau para a entrada da sua buceta. Ela acordou comigo forçando o pau na sua entrada.
— O que você está fazendo? — perguntou ela, sonolenta.
— Tô usando o que é meu. Essa bucetinha não é minha? Ou tem mais gente usando?
— É, é sua.
Então empurrei de uma vez, sem dar tempo para ela se acostumar, fazendo-a gemer mais de dor do que de prazer. Enquanto bombava, sua buceta ia lubrificando meu pau, facilitando a penetração. Fodendo-a por trás, comecei a questioná-la:
— Ele te comeu assim também?
— Ele quem? — perguntou, sem entender nada.
— Você sabe quem. Fala pra mim, fala!
Como não ouvi nenhuma resposta além dos seus gemidos com minhas estocadas, a virei de frente, subi por cima dela e, com o pau sobre seu rosto, enfiei em sua boca. Metia na sua boca como se fosse uma buceta e voltei a questioná-la:
— Você mamou a pica dele? Deixou toda babada, foi?
Como ela não podia falar com meu pau dentro da boca e vendo que estava ficando sem ar, aliviei tirando-o de sua boca. Coberto de baba, comecei a bater a pica molhada em seu rosto, escutando-a estalar contra sua pele, e perguntava:
— Ele bateu a pica na sua cara, puta?
Vendo que não recebia respostas, só o silêncio quase que consentido positivamente para minhas perguntas, abri suas pernas e voltei a bombar. Metia olhando em seu rosto; era nítido o desconforto dela com minhas estocadas, mas não pedia para parar. Então, quando eu estava quase gozando, ainda indaguei mais uma vez:
— A putinha gozou na pica dele? Gozou?
Ela me abraçou, me puxando para dentro dela, e disse:
— Eu gozo na sua pica.
Ouvindo isso, meu pau pulsou, dispensando toda a porra dentro dela. Após derramar a última gota, saí de cima dela e fiquei deitado. Ela se levantou, foi se limpar, voltou para a cama, se deitou sem dizer uma palavra e dormiu novamente.
Mal sabia eu que isso lá na frente me despertaria o desejo de ver ela transando com outros caras. Mas antes disso despertou o desejo de dar o troco (se quiserem peçam nos comentários que conto pra vocês como foi). Apesar de ela ter descoberto que ela transou com o cara depois de termos terminado sempre fiquei com a dúvida se já não rolava algo antes.
Foto 1 do Conto erotico: Me senti traído.

Foto 2 do Conto erotico: Me senti traído.

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Comentários


foto perfil usuario saudades-69

saudades-69 Comentou em 12/09/2026

Que delícia..bunda gostosa e xoxota linda!😍😍

foto perfil usuario aheymar

aheymar Comentou em 12/09/2026

Perfeito




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Ficha do conto

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zucjhony

Nome do conto:
Me senti traído.

Codigo do conto:
272097

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/09/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4