Um convite inusitado.



Trabalhar num evento fetichista, que iria acontecer aqui em São Paulo.
Um lugar tão lindo. Chegando lá, conversei animadamente com a organizadora do evento. Uma domme que amava simplesmente convidar amigos todos fetichistas e praticantes de bdsm. Mas o lugar era muito incrível. Porque apesar de não ser grande o clube era apropriado para estes eventos.
Cabines secretas, cabines escuras, onde sofás vermelhos eram iluminados por luzes neon. Ainda tinha uma sala maior, onde submissos e submissas podiam ser presos por argolas de couro numa cruz de madeira. As pessoas podiam chegar no clube, entrar num vestiário, onde guardam suas roupas, e podem usar o que desejarem. Ou não usar também. Ao lado da pista de dança, o dj comandando a noite. E algumas mesas onde as pessoas em grupos de 2 ou 4 podiam assistir as performances. Uma domme vestindo uma roupa de latex, mandava sua escrava, ajoelhar. As duas usavam máscaras de latex. Mas os lindos olhos verdes, se destacavam. E a boca usando um batom vermelho... suspirava, gemia... A escrava de joelhos na frente de sua dona apenas demonstrava o prazer que sentia em estar lá. Em poder ser ostentada pela sua dona. Uma das atrações, começou seu número. O mestre puxando sua escrava nua, pelo meio da pista, posicionou ela em um canto. As luzes da pista focaram o corpo nu da escrava. Usando uma linda coleira com o nome do seu dono. Seu dono estava a alguns passos dela. Tirou de uma pequena maleta um conjunto de pequenos dardos com agulhas finas que ele esterilizou antes de começar a usar. Se aproximou da sua escrava, e roçava a ponta dos dardos, na pele arrepiada da submissa... e ela como que esperando pelo que já sabia que aconteceria, começou a tremer num misto de tesão e medo. O dono se afastou novamente, e apontando para as lindas nádegas da escrava, começou seu jogo. Jogou o primeiro dardo que acertou a bunda da sua escrava. Que levou o susto, mas com certeza gemeu de tesão. O segundo dardo jogado pelo dono acertou a outra nádega da escrava. E na sequência foram mais 4 dardos. Todos acertaram a bunda dela. Que tremia nas pernas de tesão. Mas entre suas coxas gotas de gozo rolavam pela pele... vindo da buceta dela. As luzes mostrando o espetáculo. O silêncio dos olhares de dezenas de pessoas. Quando terminou de acertar as nadegas de sua escrava, ele se aproximou, mexeu nos dardos suspensos espetados nela. Algumas gotas de sangue rolavam. Cuidadosamente o mestre foi tirando dardo por dardo. E com a ponta do dardo ele ainda espalhava as gotas de sangue. Olhares muito atentos de todos. Porque com certeza alí muitas escravas estavam molhadas de tesão. E muitos escravos também. Quando o mestre terminou de tirar os 6 dardos, e fazer caminhos com o sangue da escrava, ele pegou um pano de algodão limpo, e colocou no pano álcool, para passar o pano na bunda de sua escrava. Terminado o procedimento, ela se ajoelhou... como que seguindo o que uma escrava deve fazer, beijou as mãos de seu dono, e depois as botas dele. Para muitos a cena toda que poderia parecer ser de um filme de terror, era um carinho imenso para sua escrava. Quando ela terminou de beijar as botas do dono, ele a puxou pela corrente presa na coleira, e todos puderam ver os seios lindos, o corpo lindo que esta escrava tinha.
Terminado esta cena, eles saíram do meio da pista, onde muitos queriam dançar. E eu decidi que queria ver muito mais. Eu sou submisso. E sou masoquista. Mas entendo que uma relação entre dono ou dona e escravo ou escrava é muito mais que desejar viver isto tudo.
Porque precisa haver uma troca de energias entre os dois. Cumplicidade e confiança são básicos nisto tudo, mas um submisso se entrega a sua dona mesmo sem saber o que ela deseja dele. E uma escrava se entrega ao seu dono ou dona mesmo sem saber o que ela deseja do seu corpo.
Eu entrei numa sala, aquela onde a cruz ficava presa na parede. Lá agora estava um escravo. Preso. Todo nu. Cada mão presa numa extremidade da cruz.
E as pernas abertas, e cada tornozelo preso também. Sua dona, se deliciava em ver a cena toda. O escravo estava com um capuz na cabeça, que impedia ele de poder ver. Ele apenas ouvia. E sua dona, se deliciava, porque passava a ponta do seu chicote pela pele do seu escravo. E ele apenas sentia.
E logo vinham as chicotadas. Que ele contava... agradecia... O escravo usava um cinto de castidade, que prendia seu pau. E tinha um plug de controle remoto, enfiado no seu cu. A dona? Misturava chicotadas fortes, a alteração da velocidade de vibração do plug. E a reação do escravo, era de gemer, se contorcer, porque num determinado momento a velocidade era a mais baixa. E quando ele menos esperava recebia chicotadas. Sua dona se aproximava... chegava perto, e para torturar mais apertava as bolas do escravo. Soltava... apertava e puxava para trás.
A dona chamou uma amiga, chamou outra amiga, que podiam usar chicotes no escravo. Num determinado momento, o escravo sentia apanhar ao mesmo tempo por duas amigas da dona. A sensação só podia ser de entrega total, porque ele não saberia quem batia nele. E quem mexia no controle remoto do plug enterrado no seu cu.
Passaram minutos lá. Até a dona dele, decidir ser mais sadica. Ainda com ele usando o capuz, soltou suas mãos e pés, e mandou ele se virar, mas continuaria preso, só que agora de frente para todos. Todos viam o pau dele preso no cinto de castidade. A dona chegou, abriu o cinto, e permitiu que o pau dele crescesse alí na frente de todos. Todos podiam ver que mesmo apanhando ele tinha uma ereção imensa. Do tesão que sentia em ser um objeto de experiencias.
A dona se afastou e saiu da sala. Uma das amigas da dona, se aproximou do escravo, e começou a se insinuar, roçando a bota na pele da coxa dele.
Mexendo no controle remoto do plug que penetrava o escravo. Segundos depois, a dona volta, agora, trazendo pela corrente uma escrava.
Era uma linda mulher. Seios lindos e volumosos. Esta escrava usava também um capuz, que só deixava a mostra a boca dela.
Sendo puxada pela corrente. E exibida a todos. A dona aproximou ela do seu escravo. Mandou ela se ajoelhar e ela não sabia o que acontecia pois o capuz impedia ela de ver. A dona ajoelhou a sua escrava na frente do seu escravo. Mandou ela abrir bem a boca, mas de uma forma que a lingua da escrava podia tocar o pau do escravo.
Mas ela não podia lamber. Apenas sentir. Sua dona pegou uma vareta... e começou a roçar a vareta no pau duro do escravo de uma forma que ele podia sentir a boca da outra escrava mas aquela vareta, começou a dar pequenas varetadas no pau dele. E ele tinha de contar uma a uma e agradecer.
Na verdade a dona dos dois escravos se divertia muito em bater no pau do seu escravo, que estava duro, inchado, com a cabeça do pau praticamente dentro da boca da sua escrava. A comando desta domme, uma das amigas começou a bater com outra vareta na bunda da linda escrava.
E outra amiga começou a dar algumas varetadas nos seios dela.
A cena era vista por muitas pessoas. E vou dizer que esta domme realmente tinha muita criatividade.
Mandou a escrava fechar a boca com somente a cabeça do pau do escravo. Somente a boca do pau dele. Dentro da boca dela.
Foram minutos assim. E o escravo não podia imaginar em gozar. Não haviam autorizado.
Quando a domme e suas amigas rindo, pararam novamente.
A dona da escrava, pegou pelos cabelos, e forçou ela a levantar.   
Desta vez, a Dona queria humilhar mais ainda. Sua escrava que era muito masoquista. Puxando ela pelo cabelo, forçou a submissa, a ajoelhar no meio das pernas de uma de suas amigas. E satisfazer ela, mamando e chupando a buceta. Soltou o escravo e puxando ele pela corrente, forçou a ajoelhar, no meio das pernas de outra amiga dela. E a ordem era lamber e mamar a buceta de sua outra amiga.
As duas amigas, de pernas abertas e o casal de escravos lambendo e mamando.
Eles usando capuz, não viam nada. Mas estavam lá para satisfazer a dona e quem a dona desejasse.
De ver tudo isto, eu fiquei muito excitado. Eu queria ser escravo desta mulher.
Sei que sou masoquista. E que amo sentir dor.
Mas ali, eu apenas assistia a tudo.
Foi uma noite maravilhosa. Queria que você que está lendo sentisse muito tesão imaginando cada cena que eu descrevi aqui.
E que me contasse, se já foi a alguma festa bdsm. E se alguma cena te fez sentir tanto tesão assim.
Eu sinto muito tesão em dar tesão... mesmo que você não seja sádica e apenas goste de mandar, podia me treinar não?
Beijos.

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Ficha do conto

Foto Perfil escravocarinhoso
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Nome do conto:
Um convite inusitado.

Codigo do conto:
272736

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/09/2026

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