Minha Primeira Trepada num Posto de Gasolina



Minha Primeira Trepada num Posto de Gasolina

Eu tinha 37 anos e havia acabado de iniciar um relacionamento com o dono de uma oficina mecânica próxima ao meu trabalho. Estávamos juntos há apenas duas semanas, mas saíamos quase todos os dias após o expediente, exceto nos finais de semana. Ele sempre me levava a motéis ou hotéis simples no centro da cidade, o suficiente para saciar nossas fantasias. Raramente ficávamos na rua.

Em um final de tarde de inverno, por volta das 18h, nos encontramos após o expediente. Para minha surpresa, ele pegou o acesso e entrou no posto de gasolina da avenida principal. Ao passar pela entrada, acenou para o gerente e estacionou nos fundos, era um pátio enorme atrás do prédio principal. Estranhei e perguntei o que faríamos ali. Ao entrar no posto apenas imaginei que ele apenas abasteceria antes de irmos ao motel.

Ele sorriu, dizendo para eu não me preocupar; era amigo do dono do posto e já tinha conversado com ele, que ir ao hotel todos os dias estava pesando no bolso. Como o pátio era discreto e sem movimento àquela hora, eles haviam consentido o uso do espaço sempre que quiséssemos.

O lugar era enorme e deserto, mas o medo de ser flagrada por algum funcionário me causava arrepios. Eu sabia que havia gente trabalhando ali perto e minha paranoia de estar sendo observada era enorme — na realidade, até hoje acho que alguém nos espiava. Como era inverno, a noite caía rápido, e a escuridão logo começou a me deixar um pouco mais tranquila.

Ele desligou o motor, tirou os sapatos e reclinou o banco do motorista. Num movimento rápido, levantou o quadril, abriu o zíper da calça e a abaixou até a altura dos joelhos. Sua rola saltou para fora, já crescendo e endurecendo diante dos meus olhos. Enquanto ele sintonizava uma música baixa no rádio, eu continuava a vigiar o entorno do carro, desconfiada. Ele me puxou, me abraçou e começou a me beijar. Foi quando entendi que o jogo seria ali mesmo.

Ao parar de me beijar, ele se acomodou e ordenou:

— Mama — com uma voz firme, ordem dada era ordem cumprida.

Soltei o cinto de segurança e me debrucei sobre ele, segurando sua rola com firmeza, salivei na cabeça e comecei a dar pequenos beijos e carícias com a língua, quando estava bem molhado e muito duro, abocanhei tudo o que cabia na minha boca, chupando e lambendo como se fosse um doce. Enquanto eu o mamava, ele tentava enfiar a mão por dentro da minha calça, buscando o meu cuzinho e minha bucetinha.

Parei a mamada por um instante e levantei o corpo. Percebi que já estava bem escuro, o que me fez relaxar um pouco, embora o medo de um flagra continuasse ali. Voltei ao banco do carona e me acomodei. Ele me mandou tirar a calça, mas por causa do receio, abaixei as calças e a calcinha apenas até os joelhos.

Mesmo assustada, eu estava excitadíssima e sentia minha bucetinha completamente melada. Ele veio para cima de mim, deitando-se sobre o meu corpo enquanto procurava reclinar o meu banco. Assim que o assento desceu, ele se acomodou entre as minhas coxas, forçando-me a abrir as pernas para ele se acomodar e já querendo me penetrar. Antes olhei mais uma vez para fora do carro; como o pátio continuava sem movimento, acabei me entregando ao momento.

Por causa das calças na altura dos joelhos, ele ergueu o corpo, tirou o membro de entre as minhas pernas e reclamou, ordenando que eu tirasse a calça de uma vez ou a abaixasse toda. Dei uma última espiada ao redor e, sem ver ninguém, empurrei minhas calças e a calcinha até os meus pés.

Me deitei no banco do carona, com as calças nos pés, a camisa aberta e o sutiã puxado para cima para liberar meus peitinhos, eu me oferecia inteira a ele. Ele voltou a deitar-se sobre mim, usava seus joelhos para afastar minhas pernas. Sentia seu membro em um vaivém curto, roçando na minha bucetinha enquanto meu tesão subia ao limite.

Ele não parava de roçar. Querendo aquela sensação por completo, apoiei minha cabeça no encosto do banco e levantei meu quadril para alinhar nossos corpos e facilitar a entrada. Com a mão, guiei a cabeça da rola até a portinha da minha bucetinha. Sentindo o quanto eu estava lubrificada, ele apenas empurrou de uma vez.

Entrou todinho, com força, parecendo que queria me rasgar. Senti aquela dorzinha típica da primeira penetração do dia, mas o tesão falou mais alto. A dor passou num instante e comecei a rebolar. Ele bombava como se fosse a última transa da vida dele, e a violência daquelas estocadas fortes me esfolava, mas eu estava adorando.

De repente, ele parou, tirou o membro e ergueu o corpo, apoiando as mãos no banco. Mandou que eu me virasse de barriga para baixo, e a bunda para cima. Matei a charada na hora, achei a ideia instigante. Virei-me e ele veio por cima, encaixando-se atrás. Mandou que eu abrisse as nádegas com as mãos porque queria o meu cuzinho. Obedeci prontamente. Ele passou saliva na ponta e a posicionou. Senti um calor forte no cuzinho enquanto ele forçava a entrada. Contudo, mal conseguiu colocar a cabeça; o carro era pequeno e o espaço da cabine dificultava muito a penetração.

Eu sou pequena, mas ele é bem grande, e não conseguíamos achar uma posição confortável na frente. Ele parou e ordenou que eu fosse para o banco de trás, onde teríamos mais espaço.

Impulsionada pelo tesão, acabei de tirar meus sapatos e me livrei de vez das calças e da calcinha. Pulei por cima dos bancos para a parte traseira, enquanto ele, por ser grande demais para aquela manobra interna, teve de descer e dar a volta por fora do carro.

Quando ele entrou, sentou-se no meio do banco e esticou as pernas. Mandou que eu montasse em sua rola. Passei minhas pernas sobre as dele, sentei em sua rola e fui descendo devagar, agasalhando o membro na minha bucetinha. Como eu estava extremamente molhada, a rola entrou fácil e gostoso. Comecei a cavalgar com vontade, sentindo meu melzinho escorrer de tanto tesão. Minha respiração alterou, o gozo chegou rápido e acabei gozando intensamente com a rola dele enterrada em mim.

Depois do meu gozo, ele me mandou deitar de costas no banco e ergueu minhas pernas para o alto, até meus pés baterem no teto do carro. Minha bucetinha e meu cuzinho completamente expostos, disponíveis para o que ele os usasse como quisesse. Ele voltou a apontar a cabeça da rola na portinha de trás, e tentou forçar. Novamente, a falta de espaço estragou os planos, estava difícil penetrar, penetrar tudo então impossivel, como ele costumava fazer no motel.

Conseguiu colocar apenas a cabeça e um pouco mais. Eu teria adorado sentir a rola todinha dentro, mas mesmo limitado, ele continuava a bombar. Às vezes, a rola escapava. Nervoso por não conseguir o sexo anal, ele desistiu da bundinha, abriu minhas pernas com força e se deitou entre elas, penetrando minha bucetinha com raiva e força. Como a bucetinha já estava alargada e muito melada pelo meu melzinho, ele logo enterrou a rola inteira.

Mesmo penetrando em minha bucetinha a falta de espaço ainda impedia que nossas virilhas ficassem coladas. Para compensar, ele segurava minha cintura com força e ora me puxando contra seu corpo, ora me empurrando, fazia com que sua rola entrasse e saísse quase que totalmente. Como ele me comia sem camisinha, eu sentia perfeitamente o calor e a pulsação das veias da rola dele dentro da minha bucetinha. Quando ele finalmente gozou, senti a onda quente da sua porra me invadir, um jorro farto que logo começou a escorrer pelas minhas pernas.

Nossas aventuras naquele posto eram sempre assim: rápidas, mas absurdamente intensas.

Logo após ele gozar, voltamos para o banco da frente. Eu voltei pulando por cima dos bancos, enquanto ele deu a volta por fora. Ele pegou um rolo de papel higiênico no porta-luvas e me entregou para que eu me limpasse. Sua masculinidade ainda estava meia bomba; não resisti e caí de boca. Mamei com vontade, descendo até as bolas, até a costura. A mistura dos nossos fluidos estava deliciosa. Engoli cada gota que ainda insistia em escorrer de sua rola, a deixei completamente limpa antes que ele guardasse tudo na calça.

Ao sair do posto ele acenou uma última vez para o gerente, em sinal de despedida e agradecimento. Ele me deixou perto de casa, que ficava a poucos quarteirões dali. Nos despedimos com um beijo, já combinando o encontro do dia seguinte.

Tentamos o sexo anal no carro em outras ocasiões, mas o espaço realmente nunca ajudou. Ao longo do nosso relacionamento, frequentamos aquele pátio muitas vezes. Ele virou nosso refúgio proibido e rendeu excelentes memórias — mas essas ficam para uma próxima história.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Primeira Trepada num Posto de Gasolina

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Comentários


foto perfil usuario dantesabrina

dantesabrina Comentou em 22/09/2026

Excelente texto




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Primeira Trepada num Posto de Gasolina

Codigo do conto:
272891

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/09/2026

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3

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