O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento



O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

— Você não faz ideia do quanto eu quero te foder agora — sussurrou ele, a voz rouca, enquanto me prensava contra a porta da sala.

O beijo dele não era apenas um beijo; era uma reivindicação. A língua dele invadia a minha com uma urgência faminta, quente e úmida, fazendo meus joelhos fraquejarem. Eu, que por tanto tempo vivi no silêncio de um casamento own, sentia agora um vulcão explodindo dentro de mim. A diferença de 15 anos desaparecia no momento em que suas mãos, firmes e possessivas, apertavam minhas coxas.

— Entra logo, seu safado... — gemi contra os lábios dele.

Mal fechamos a porta, o desejo transbordou. Ele me agarrou pela cintura e me jogou no sofá, beijando cada centímetro do meu pescoço, sussurrando no meu ouvido o quanto eu estava gostosa, o quanto aquele "mulherão" o deixava louco. Eu não conseguia esperar. Com as mãos trêmulas de desejo, abri o zíper da calça dele. Quando o pau saltou para fora, eu soltei um suspiro audível. Era imenso, grosso, com a cabeça vermelha e pulsante. Um verdadeiro monumento de carne.
— Meu Deus... que coisa linda — murmurei, antes de envolver aquela cabeça com a boca.

Comecei um boquete lento e profundo, sentindo o gosto dele, sugando com força enquanto olhava para cima, vendo a expressão de puro êxtase no rosto do sargento. Ele soltava gemidos graves, as mãos enterradas nos meus cabelos, guiando meu ritmo. Eu queria sentir cada nervo daquele pau na minha garganta, mamando freneticamente, fazendo-o vibrar de prazer.

— Puta que pariu, você é deliciosa! — ele exclamou, me puxando para cima para me despir.

Em segundos, estávamos nus. Ele me carregou até a cama, mas antes de me possuir, ele quis me provar. Desceu o corpo lentamente, beijando meu ventre e descendo até que sua língua encontrasse meu clitóris. Ele me lambeu com uma luxúria devoradora, alternando entre beijos suaves e sucções fortes, enquanto seus dedos abriam minha buceta, que já estava encharcada e pegando fogo.

Ele mergulhou a língua fundo no meu sexo, bebendo meus sucos, enquanto eu arqueava as costas, gritando o nome dele. O prazer era tanto que eu sentia que ia desmaiar. Quando ele subiu, não houve hesitação. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada do meu canal e, com um impulso firme, enterrou tudo de uma vez.
— Aaaah! — gritamos juntos.

A sensação de preenchimento era absurda. Ele era tão grosso que parecia que ia me partir ao meio, mas era exatamente disso que eu precisava. Ele começou a socar com força, ritmos constantes, o som da carne batendo na carne preenchia o quarto. Mudamos de posição; ele me colocou de quatro, segurando meus quadris com força, e começou a me foder por trás, cada estocada atingindo o fundo do meu útero.

No ápice do prazer, ele deslizou a mão para trás e, com delicadeza, mas firmeza, introduziu um dedo no meu rabo. Eu dei um salto, sentindo aquele novo estímulo.

— Espera... eu sou virgem aqui... — suspirei, sentindo meu corpo estremecer.

Ele deu uma risada rouca, deliciosa, e sussurrou no meu ouvido:
— Hahaha... então você guardou esse tesouro todo pra mim? Pois agora eu vou conquistar cada pedaço de você.

Com extrema paciência e cuidado, ele começou a lubrificar meu cuzinho com a própria saliva, beijando a entrada do ânus, lambendo com luxúria. Ele introduziu o pau lentamente, milímetro por milímetro, esperando que eu relaxasse. Quando ele finalmente entrou, a sensação era de uma profundidade absurda. Ele começou a mete e tirar, devagar, sentindo a pressão, enquanto beijava meu ombro.
— Está do jeito que eu queria... — gemi, sentindo a pressão interna.
Ele começou a acelerar, alternando entre a pressão profunda do ânus e a fricção deliciosa da buceta, deslizando o pau de um lado para o outro em um ritmo frenético. Eu sentia meu corpo ser possuído por completo, cada terminação nervosa disparando sinais de prazer puro. O sargento não tinha pressa de terminar, mas tinha pressa de me fazer gozar.

— Olha pra mim... olha pros meus olhos enquanto eu te fodo — ordenou ele, a voz carregada de autoridade.

Eu virei o rosto, os olhos semicerrados, a respiração curta e ruidosa. Vi a expressão de luxúria no rosto dele, o suor escorrendo pelas têmporas, a mandíbula travada. Ele apertou meus seios com força, puxando-os para trás enquanto enterrava o pau com a máxima potência. Aquele impacto repetitivo, quase violento, mas estranhamente acolhedor, me levou ao limite.

Senti a primeira onda de orgasmo começar a pulsar no meu clitóris, irradiando para todo o ventre. Meus músculos vaginais apertaram o pau dele em espasmos involuntários, e eu soltei um grito agudo, enterrando o rosto no travesseiro para não acordar a vizinhança.

— Isso... goza pra mim, sua gostosa! — ele rugiu, acelerando as estocadas no momento exato.
Ele não parou nem por um segundo, continuando a me socar com vigor mesmo enquanto eu tremia, sentindo meu prazer explodir em ondas sucessivas. O ritmo dele se tornou errático, mais bruto, até que ele soltou um gemido gutural, profundo, e travou o corpo contra o meu. Senti o jato quente do seu orgasmo inundando meu interior, pulsando dentro de mim enquanto ele descarregava tudo, centímetro por centímetro.

Ficamos assim por alguns instantes: ofegantes, suados, com os corações batendo no mesmo ritmo acelerado. Ele não se afastou imediatamente; permaneceu enterrado em mim, a respiração pesada batendo no meu pescoço.

Lentamente, ele retirou o pau, que ainda estava pulsante e vermelho. Deixou escapar um riso baixo e beijou meu ombro, enquanto eu, exausta e completamente preenchida, sentia o fluido dele escorrer pelas minhas coxas.

— Agora — sussurrou ele, com um sorriso malicioso — a noite acabou, mas atenção... amanhã eu volto para conferir se você ainda lembra como se sente ser possuída.

Ele me deu um beijo castigante e saiu do quarto, deixando para trás o aroma de pele, suor e a sensação de que, pela primeira vez em anos, eu havia sido verdadeiramente despertada.
Eu permaneci imóvel por alguns minutos, sentindo o peso do meu próprio corpo afundar no colchão, enquanto o silêncio da casa era quebrado apenas pela minha respiração recuperando o ritmo. A sensação de preenchimento, embora física, era também emocional; havia algo na brutalidade controlada do sargento que havia arrancado a crosta de apatia que eu carregava desde a viuvez.

Olhei para o teto, sentindo o calor do seu sêmen escorrer lentamente, e um sorriso involuntário surgiu em meus lábios. Eu não era mais apenas a "viúva respeitável" do bairro; agora, havia um segredo pulsando entre minhas coxas, uma marca de posse que me fazia sentir viva, desejada e, acima de tudo, faminta.

O dia seguinte passou como um borrão de antecipação. Cada toque da minha roupa na pele sensível me lembrava dele. Cada pensamento sobre o trabalho doméstico era interrompido pela imagem daquele pau imenso e da voz de comando que me fazia querer me ajoelhar. Eu me peguei observando o relógio a cada cinco minutos, sentindo minha própria intimidade pulsar e lubrificar-se apenas com a ideia da sua chegada.
Quando o sol começou a baixar, ouvi o som familiar do motor do carro estacionando diante do portão. Meu coração disparou. Não houve preliminares longas, não houve conversas triviais sobre o dia. Assim que ele entrou na sala, seus olhos, escuros e predatórios, percorreram meu corpo, detendo-se no decote do vestido que eu havia escolhido estrategicamente para facilitar o acesso.

— Você não tem ideia do quanto eu pensei em você hoje — ele disse, a voz mais grave que o normal, enquanto caminhava em minha direção.

Ele não esperou resposta. Me agarrou pelos quadris com aquela força possessiva, suspendendo-me do chão e me prensando contra a parede da cozinha. O impacto me fez soltar um gemido curto, e antes que eu pudesse falar, sua boca estava na minha, devorando-me com a mesma urgência de quem volta para conquistar um território já conhecido.

— Eu disse que voltaria para conferir se você lembra... — ele sussurrou, enquanto sua mão descia, explorando a falta de calcinha sob o vestido, encontrando minha buceta já encharcada e esperando por ele. — Parece que você não esqueceu.

Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o efeito que tem, e começou a desabotoar a calça. Eu não conseguia mais esperar. Me ajoelhei ali mesmo, no chão da cozinha, sentindo a rigidez do seu pau contra minha face, pronta para servir ao sargento da maneira que ele mais gostava.

Foto 1 do Conto erotico: O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

Foto 2 do Conto erotico: O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

Foto 3 do Conto erotico: O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

Foto 4 do Conto erotico: O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

Foto 5 do Conto erotico: O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


272927 - Sêmen e Segredo: O Fruto do Pecado - Categoria: Incesto - Votos: 6
272869 - O Vínculo Proibido: Pai e Filha em Luxúria Carnal - Categoria: Incesto - Votos: 6
272849 - O Pecado Delicioso: Minha "irmã" Trans. - Categoria: Bissexual - Votos: 6
272845 - A transa gostosa que mudou minha vida - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
272841 - Ordinários e Apaixonados: O Prazer Proibido de Beth e Beto - Categoria: Incesto - Votos: 5
272819 - O Peso do Desejo: Conquistei a mãe do meu Amigo. - Categoria: Coroas - Votos: 3
272760 - Segredo de Pele: O Desejo Proibido por Mara - Categoria: Confissão - Votos: 2
272735 - A Foda Proibida no Escuro da Loja - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
272706 - O Bundão da Ana e a Rola Enfurecida - Categoria: Fetiches - Votos: 7
272679 - Socando a Professora: O Gozo da Luxúria - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
272596 - Flagra gostoso ?? - Categoria: Incesto - Votos: 8
272591 - A Foda que Marcou a Alma - Categoria: Incesto - Votos: 5
272408 - A Puta da Minha Sogra - Comendo o Rabo da Coroa Safada - Categoria: Confissão - Votos: 7
272117 - Minha mãe se masturbando, fui ajudá-la. - Categoria: Incesto - Votos: 9
272111 - A Puta do Meu Filho: Gozando no Cu da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 9
272087 - Comeu Meu Cu, Roubou Meu Coração - Categoria: Bissexual - Votos: 7
272080 - Perdi a virgindade:A Lição de Jéssica - Categoria: Coroas - Votos: 0
272037 - (FINAL) O Gozo do Sangue: Fodendo a Minha Própria Filha - Categoria: Incesto - Votos: 5
272034 - O Gozo do Sangue: Fodendo a Minha Própria Filha - Categoria: Incesto - Votos: 6
272033 - Começou no cinema...Gozando Até Não Aguentar Mais - Categoria: Fetiches - Votos: 2
272006 - Foda-se a Banheira: O Banquete da Vizinha - Categoria: Fetiches - Votos: 0
272001 - A safada da Minha Irmã: O Segredo do Pomar - Categoria: Incesto - Votos: 6
271969 - Comendo a Sogra: Três Meses de Pura Putaria ( primeira parte) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
271968 - A Putinha do Meu Velho: Comendo a Madrasta na Calada da Noite - Categoria: Confissão - Votos: 5
271880 - O Gozo Proibido: Comendo o Pau do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 9
271878 - A Putinha da Família: O Segredo da Prima Loirinha - Categoria: Incesto - Votos: 5
271844 - O Gozo Profundo da Sogra - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
271806 - A Putinha do Papai: Castigo com Gozo Profundo - Categoria: Incesto - Votos: 8
271803 - Minha Mãe: O Gozo Proibido - Categoria: Incesto - Votos: 6
271755 - O DESEJO NO ÔNIBUS DE DUAS AMIGAS.... - Categoria: Confissão - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
O Despertar de uma Viúva: Comendo o Pau do Sargento

Codigo do conto:
272965

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
23/09/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5