Capítulo 1: O Início de Tudo
Beto sempre foi um homem que valorizava o prazer. Aos 58 anos, moreno claro, cabelos curtos com alguns fios grisalhos que só realçavam sua maturidade, e um corpo definido que era resultado de décadas de esportes (vôlei nas areias de Caiobá, esqui aquático nas águas das represas do Vossoroca e do Capivari, mergulho autônomo em Bombinhas e mountain bike nas trilhas nos arredores de Curitiba). Ele não era um homem de se acomodar, e isso se refletia em todos os aspectos de sua vida, incluindo o sexual.
Naquela Sexta-feira à noite, Beto havia saído com Luciane, uma amiga de longa data. Luciane tinha 42 anos, era divorciada, loira tingida, com um corpo que ela mantinha com pilates e caminhadas. Eles se conheciam há anos, mas nunca tinham ultrapassado a linha da amizade. Até aquela noite.
O jantar foi leve, regado a vinho tinto e conversas que foram ficando cada vez mais íntimas. Luciane, que sempre foi ousada, começou a flertar descaradamente, talvez por conta do vinho. Beto, que não era de recusar um convite, correspondeu. Depois do jantar, foram para o apartamento dela.
- “Beto, eu sempre tive curiosidade de saber como você beija" - ela disse, olhando nos olhos dele.
Ele não respondeu com palavras. Apenas a puxou pela cintura e a beijou. O beijo foi intenso, profundo, como se estivessem guardando aquele momento por anos.
As roupas foram caindo pelo caminho até o quarto. Luciane tinha um corpo bonito para a idade, seios médios que ainda mantinham uma firmeza razoável, uma barriga levemente saliente que ela escondia com lingerie de renda preta. Beto, por sua vez, impressionou. Seu corpo definido, com poucos músculos trabalhados pelos esportes e embora com uma certa gordura acima do normal depois que parou os esportes, fez Luciane suspirar.
- “Meu Deus, Beto, você é ainda melhor do que eu imaginava" - ela disse, passando as mãos pelo peito dele.
Ele a deitou na cama e começou a beijar seu corpo. Desceu pelo pescoço, pelos seios, pela barriga, até chegar ao que ela mais queria. Luciane já estava molhada quando Beto começou a fazer oral nela.
- “Ai, Beto, isso, chupa gostoso" - ela gemia, agarrando os lençóis.
Beto era um mestre no oral. Ele sabia alternar entre lambidas lentas e sugadas intensas, entre circular o clitóris com a língua e penetrar com ela. Luciane gozou em poucos minutos, mas ele não parou. Continuou até ela gozar uma segunda vez.
- “Para, para, eu não aguento mais" - ela disse, rindo, puxando a cabeça dele.
Mas Beto tinha outras ideias. Ele se deitou de costas e puxou Luciane por cima dele, na posição de 69. Ela entendeu imediatamente e se posicionou. Enquanto Beto continuava a chupá-la, Luciane fazia o mesmo com ele. O quarto se encheu de gemidos e sons úmidos.
- “Beto, seu pau é uma delícia" - ela disse, lambendo a glande.
- “E você tem um gosto maravilhoso" - ele respondeu, antes de voltar a chupá-la.
Ficaram naquela posição por um longo tempo, até que ambos gozaram. Luciane nunca tinha tido um orgasmo tão intenso com um oral. Beto, por sua vez, estava satisfeito. Ele não precisava de penetração para se sentir realizado. O prazer de dar prazer para aquela sua amiga, á foi o suficiente para uma primeira intimidade com ela.
Depois, ficaram deitados na cama, conversando.
- “Beto, você é um fenômeno" - Luciane disse, ainda ofegante.
- “Eu adoro fazer oral. É uma arte" - ele respondeu, sorrindo.
- “Arte? Você é um artista, então. Nunca gozei tão gostoso na vida" - ela confessou.
Beto riu. Ele sabia do seu talento. Ao longo dos anos, havia aperfeiçoado suas técnicas, aprendido a ler o corpo da mulher, a entender o que ela queria antes mesmo que ela soubesse.
- “Você deveria ensinar isso para outros homens" - Luciane brincou.
- “Não. Eu prefiro apenas praticar" - ele respondeu, e a beijou novamente.
Naquela noite, pela primeira vez em toda a amizade deles, Beto dormiu na casa de Luciane. Pela manhã, tomaram café juntos e ele foi embora. Não houve promessas, não houve cobranças. Foi o que foi.
Mas Luciane não conseguiu ficar quieta. No dia seguinte, ela ligou para sua amiga Tatiana, pois precisava falar que estava maravilhada.
Capítulo 2: A Confissão de Luciane
Tatiana era uma mulher de 47 anos, casada há 22 com um homem que, nos últimos anos, havia perdido completamente o interesse sexual nela. Ela era bonita, com um corpo que mantinha com academia e uma dieta equilibrada. Cabelos castanhos longos, olhos verdes, seios fartos. Mas o marido, um executivo de 55 anos, só queria saber de trabalho e televisão.
Luciane e Tatiana eram amigas desde a adolescência. Elas contavam tudo uma para a outra. Então, quando Luciane ligou naquela manhã de Sábado, Tatiana percebeu imediatamente que algo tinha acontecido.
~"Tati, você não vai acreditar no que aconteceu ontem" - Luciane disse, animada.
~ "O que foi? Conta" - Tatiana respondeu, curiosa.
~ "Eu saí com o Beto, aquele amigo que eu te falei"
~ "O que faz esportes? O moreno claro?"
~ "Esse mesmo. A gente jantou, conversou, e acabou indo para o meu apartamento"
~ "Luciane! Você não...?!"
~ "Eu sim! E Tati, foi a melhor transa da minha vida. Ele fez um oral em mim... Meu Deus, eu nunca gozei tão gostoso na boca de um homem"
Tatiana ficou em silêncio por um momento. Ela sentiu uma pontada de inveja. Seu marido não a procurava há meses. Ela precisava de algo assim.
~ "Sério? Ele é tão bom assim?"
~ "Tati, ele me chupou por quase uma hora. E depois na posição de 69, imagina. Eu gozei duas vezes, quase três. Ele é um artista do oral"
Tatiana suspirou. Ela estava com tesão só de ouvir.
~ "Luciane, eu preciso te pedir uma coisa"
~ "O que?"
~ "Você pode me apresentar para ele?"
Luciane riu do outro lado da linha.
~ "Tati, você é casada!"
~ "Eu sei, mas meu marido não me procura. Eu preciso de um oral para gozar gostoso. Você sabe como é. Eu estou há meses sem gozar de verdade"
Luciane pensou por um momento. Ela não era possessiva. Beto não era seu namorado. Eles eram amigos que tinham transado uma vez.
Então Luciane pensou:
“Se Tatiana precisa, por que não?”
E logo em seguida, ela disse:
~ "Tá bom Tati, eu falo com ele. Mas você vai ter que ser direta. O Beto não é de joguinhos"
~ "Eu sou direta, você sabe" - Tatiana respondeu e desligaram.
[...]
Luciane cumpriu a promessa. Na Segunda-feira, ela ligou para Beto.
~ "Beto, tenho uma proposta para você"
~ "Que tipo de proposta?"
~ "Minha amiga Tatiana ficou muito interessada na nossa... conversa. Ela quer te conhecer"
~ "Ela é casada, não é?"
~ "É. Mas o marido não dá atenção para ela. Ela está carente. E ela quer especificamente... um oral"
Beto riu.
~ "Você contou para ela?"
~ "Contei. Ela ficou impressionada. E honestamente, Beto, ela merece gozar. É uma mulher linda, e o marido não a valoriza"
~ "Tá bom. Me apresenta para ela" - Beto disse, sem hesitar (Ele não ia desperdiçar a oportunidade de conhecer uma mulher bonita).
Capítulo 3: O Encontro com Tatiana
O encontro foi marcado em um café no shopping. Luciane fez as apresentações.
- “Beto, essa é a Tatiana. Tatiana, esse é o Beto"
- “Prazer em te conhecer" - Beto disse, estendendo a mão.
Tatiana o olhou de cima a baixo. Ele era ainda melhor pessoalmente. O corpo definido, o rosto maduro, o sorriso confiante. Ela sentiu um arrepio.
- “O prazer é todo meu" - ela respondeu, apertando a mão dele.
Sentaram-se à mesa. Luciane, percebendo que não era mais necessária, inventou uma desculpa e foi embora. Beto e Tatiana ficaram sozinhos.
Tatiana não perdeu tempo.
- “Beto, eu vou ser direta com você. Eu ouvi falar do seu... talento. E eu quero experimentar" - ela disse, olhando nos olhos dele.
- “Que tipo de talento?" - ele perguntou, provocando.
- “Você sabe. Oral. Eu quero que você me faça um oral"
Beto sorriu. Ele gostava de mulheres diretas.
- “Você é casada, não é?"
- “Sou. Mas meu marido não me procura há meses. Eu preciso gozar. E eu ouvi dizer que você é o melhor numa chupada"
- “Eu sou" - ele disse, sem falsa modéstia.
Tatiana pegou um guardanapo e escreveu algo.
- “Esse é o meu número. Me liga amanhã à tarde. Vou estar sozinha em casa. Meu marido viaja a trabalho" - ela disse, entregando o papel.
Beto pegou o papel e sorriu.
- “Vou ligar" - ele prometeu.
- “E Beto..."
- “Sim?"
- “Não se atrase" - ela disse, com um sorriso malicioso.
Na Terça-feira, às 14h, Beto ligou.
- “Tatiana? É o Beto"
- “Beto! Eu estava esperando. Pode vir. Meu marido viajou, estou sozinha"
- “Estou indo" - ele disse, e desligou.
Chegou à casa de Tatiana em 30 minutos. Era uma casa bonita, em um bairro de classe média alta. Tatiana abriu a porta usando um vestido leve, sem sutiã. Os seios dela marcavam o tecido.
- “Entra" - ela disse, puxando-o pela mão.
Mal fecharam a porta, e ela já o beijava. Beto correspondeu, passando as mãos pelo corpo dela.
- “Vamos para o quarto" - Tatiana disse, ofegante.
No quarto, ela tirou o vestido. Estava completamente nua. Beto a admirou. Ela era linda, com curvas acentuadas e uma pele macia.
- “Deita" - ele ordenou.
Tatiana obedeceu. Beto se ajoelhou na beira da cama e começou a beijar suas pernas, subindo lentamente. Quando chegou à virilha, ele parou.
- “Por favor, Beto. Eu preciso" - ela implorou.
Ele sorriu e começou. A primeira lambida arrancou um gemido de Tatiana. Ele sabia exatamente o que fazer. Lambia o clitóris com a ponta da língua, depois chupava, depois penetrava com a língua. Alternava o ritmo, a pressão, a intensidade.
- “Aii, Beto... iissooo... nããoo para..." - ela gemia, agarrando os lençóis.
Beto continuou. Ele sentia o corpo dela tremendo, sabia que ela estava perto. Aumentou o ritmo, sugando o clitóris com força.
- “Vou gozar, voouuu gooozaaaar" - Tatiana gritou, e gozou.
Um orgasmo intenso, que fez seu corpo inteiro tremer. Mas Beto não parou. Ele continuou lambendo, chupando, até ela gozar uma segunda vez.
- “Para, por favor, eu não aguento mais" - ela disse, rindo, empurrando a cabeça dele.
Beto subiu e a beijou. Ela sentiu o gosto dela mesma nos lábios dele.
- “Você é incrível" - ela disse, ainda ofegante.
- “Eu sei" - ele respondeu, com um sorriso convencido.
Ficaram deitados por um tempo, conversando. Tatiana contou sobre o casamento, sobre a falta de sexo, sobre como se sentia frustrada. Beto ouviu, sem julgamentos.
- “Você precisa de alguém que te valorize" - ele comentou.
- “Eu sei. Mas por enquanto, você vai ter que servir" - ela brincou.
Beto riu.
- “Eu posso servir" - ele disse sorrindo, e a beijou novamente.
Naquela tarde, Beto fez Tatiana gozar mais duas vezes. Quando ele foi embora, ela estava exausta, mas feliz.
Capítulo 4: A Proposta de Tatiana
À noite, enquanto o marido tomava banho, Tatiana ligou para Beto.
~ "Beto? Sou eu, Tatiana"
~ "Tatiana! Achei que não fosse ligar tão cedo"
~ "Eu precisava te contar uma coisa. Eu comentei com uma vizinha minha, a Cintia, sobre você"
~ "Sobre o quê exatamente?"
~ "Sobre o oral. Ela é solteira, tem 38 anos, e também está carente. Ela pediu para te conhecer"
Beto riu.
~ "Você está me promovendo, é isso?"
~ "Estou. Mas tem mais. Eu falei para a Cintia que você poderia ir na casa dela. E eu também estaria lá"
~ "Você e ela juntas?"
~ "Sim. Eu não me importo de você fazer oral em nós duas juntas. Na verdade, eu acho que seria... interessante"
Beto ficou em silêncio por um momento. A ideia era tentadora.
~ "Você tem certeza disso?"
~ "Tenho. A Cintia é bissexual, e eu sempre tive curiosidade de experimentar com uma mulher. Mas isso é outra conversa. O que importa é que nós duas queremos você"
~ "Amanhã à tarde?"
~ "Amanhã à tarde. Vou te passar o endereço da Cintia"
Ela mandou a localização por mensagem.
~ "Vou estar lá" - Beto prometeu.
[...]
Na Quarta-feira à tarde, Beto chegou à casa de Cintia. Era um apartamento moderno, bem decorado. Tatiana abriu a porta.
- “Entra, o Beto. A Cintia está esperando"
Ele entrou e viu Cintia. Era uma mulher bonita, de 38 anos, cabelos negros curtos, corpo magro, mas com curvas definidas. Ela usava um vestido curto que deixava pouco para a imaginação.
- “Beto, finalmente te conheço" - ela disse, se aproximando.
- “O prazer é meu" - ele respondeu.
Cintia o beijou. Um beijo longo, profundo. Tatiana se aproximou e começou a beijar o pescoço dele.
- “Vamos para o quarto" - Cintia disse.
No quarto, as duas mulheres começaram a se despir. Beto observou, excitado. Elas se beijaram na frente dele, se tocando, gemendo. Era um espetáculo.
- “Venha, Beto" - Tatiana chamou.
Ele se aproximou e as duas o empurraram para a cama. Cintia começou a beijar seu corpo, enquanto Tatiana fazia o mesmo do outro lado.
- “Agora é a nossa vez" - Cintia disse, deitando-se na cama.
Beto começou com Cintia. Ele se ajoelhou e começou a lambê-la. Ela era diferente de Tatiana, mais sensível, mais rápida para responder. Em poucos minutos, ela já estava gemendo alto.
- “AII, BETO... ISSOOO... ME CHUPA GOSTOOSOOO" - ela implorava.
Tatiana se aproximou e começou a beijar Cintia, enquanto Beto continuava. As duas se beijavam, se tocavam, gemiam juntas. Beto alternava entre as duas, chupando uma, depois a outra.
- “Eu quero gozar" - Cintia disse.
Beto aumentou o ritmo. Ele sabia que ela estava perto do climax. Sugou o clitóris com força, e Cintia gozou. Mas não foi um orgasmo comum. Foi um squirt, molhando o rosto de Beto e os lençóis.
- “Meu Deus, Cintia!" - Tatiana exclamou, impressionada.
Cintia estava tremendo, ofegante.
- “Foi... O MELHOR... orgasmo... da minha vida" - ela disse, com os olhos cheios de lágrimas de felicidade.
Beto sorriu. Ele adorava quando isso acontecia.
Depois, ele fez Tatiana gozar também. E depois, as duas juntas. O quarto ficou cheio de gemidos, de sons úmidos, de prazer.
Quando terminaram, as três estavam exaustas. Cintia se aninhou no peito de Beto.
- “Beto, eu preciso te pedir uma coisa" - ela disse.
- “O que?"
- “Namora comigo"
Beto ficou surpreso.
- “Namorar?"
- “Sim. Eu nunca senti isso com ninguém. Você me fez gozar como nunca. Eu quero você comigo. E eu não me importo se você tiver outras mulheres"
- “Como assim?"
- “Eu sou cuckquean. Eu gosto de saber que meu parceiro está com outras, desde que eu participe. E eu sou bissexual. Então, se você estiver com a Tatiana, com a Luciane, ou com quem for, eu quero estar junto"
Beto processou a informação. Era uma proposta e tanto.
- “Você tem certeza?"
- “Tenho. Eu quero ser sua... sua namorada, sua vagabundinha, sua submissa... sua! E quero que você tenha outras mulheres, desde que eu esteja envolvida"
Beto olhou para Tatiana, que sorria.
- “Eu topo" - ele disse.
Cintia o beijou.
- “Então está feito. Você é meu namorado" - ela declarou.
- “E eu sou uma amante, agora bissexual" - Tatiana brincou.
Beto riu.
- “Eu tenho a melhor namorada bissexual e cuckquean do mundo" - ele disse.
Cintia sorriu.
- “E você sempre vai participar do sexo com as minhas amigas. Eu prometo"
Capítulo 5: A Rotina de Prazer
Depois daquele dia, a vida de Beto mudou. Ele agora tinha uma namorada, Cintia, e uma amante fixa, Tatiana. Mas não parou por aí. Cintia, que era uma mulher organizada, logo estabeleceu uma rotina.
Ela contou, alguns dias depois.
- “Beto, eu tenho um caso sexual com a minha professora de yoga, a Iolanda"
- “Sério?"
- “Sim. Ela tem 49 anos, é divorciada, e é uma mulher maravilhosa. Eu acho que você deveria conhecê-la"
- “E como isso funcionaria?"
- “Ela dá aulas particulares na casa dela nas Segundas, Quartas e Sextas. Eu vou lá. E você pode ir também. Você pode transar com ela nesses dias"
Beto ficou pensativo.
- “E você?"
- “Eu vou junto. Nós duas seremos suas putinhas submissas nesses dias"
Ele sorriu.
- “Eu estou amando você, Cintia"
- “Eu sei. E eu estou amando você também. Mas vamos organizar. Segundas, Quartas e Sextas, eu e a Iolanda. Terças e Quintas, eu e a Tatiana. Sábado, eu e a Luciane. E Domingo..."
- “Domingo?"
- “Domingo é eu e você. Apenas nós"
Beto concordou.
- “Você é a melhor namorada do mundo" - ele disse.
- “Eu sei" - ela respondeu, com um sorriso.
E assim foi. Beto passou a ter uma rotina de prazer.
Nas Segundas, Quartas e Sextas, ele ia à casa de Iolanda. A professora de yoga era uma mulher experiente, que sabia o que queria. Ela e Cintia se entregavam a ele, faziam tudo o que ele pedia.
- “Beto, me chupa" - Iolanda pedia, deitada na cama.
Ele obedecia. Ele adorava ver aquela mulher de 49 anos, com um corpo flexível de yoga, se contorcendo de prazer.
- “Agora a Cintia" - ela dizia.
E Beto ia para Cintia, que já estava molhada, esperando.
[...]
Nas Terças e Quintas, ele se encontrava com Cintia e Tatiana. As duas adoravam dividir Beto. Elas faziam sexo oral nele, ele fazia nelas, e depois as duas faziam sexo entre si.
- “Eu amo ver vocês duas juntas" - Beto dizia.
- “E nós amamos ver você gozar" - Tatiana respondia.
[...]
Nos Sábados, era a vez de Luciane. Ela e Cintia se conheceram e se deram bem. Luciane, que já tinha experimentado Beto, agora experimentava também Cintia.
- “Eu nunca imaginei que fosse gostar de mulher" - Luciane confessou.
- “Eu também não" - Cintia respondeu, beijando-a.
[...]
E nos Domingos, Beto e Cintia ficavam sozinhos. Era o dia deles. Eles faziam amor, conversavam, dormiam juntos. Era o dia em que Cintia era apenas dele.
- “Eu te amo, Beto" - ela dizia.
- “Eu também te amo, Cintia" - ele respondia.
Capítulo 6: O Pedido de Iolanda
Certa noite, depois de uma sessão intensa com Iolanda e Cintia, Beto estava deitado na cama, exausto, quando Iolanda comentou:
- “Beto, mês que vem minha sobrinha vai vir pra cá, morar comigo"
- “Sua sobrinha?"
- “Sim. Ela tem 18 anos, vai fazer faculdade aqui na cidade. Ela é uma menina linda, e eu acho que ela... tem curiosidade"
Beto olhou para Cintia, que sorria.
- “Curiosidade?" - ele perguntou para Iolanda.
- “Ela já me perguntou sobre você. Eu falei de você para ela. E ela pareceu interessada"
- “Iolanda, ela é sua sobrinha"
- “Eu sei. Mas ela é maior de idade. E eu não vou forçar nada. Só estou dizendo que, se ela quiser, ela pode participar dos nossos encontros"
Beto ficou em silêncio. A ideia era tentadora, mas complicada.
- “Vamos ver" - ele disse.
Cintia se aproximou.
- “Eu não me importo, Beto. Desde que eu participe, você sabe"
- “Eu sei" - ele respondeu.
- “Ela chega no mês que vem. Eu vou conversar com ela" - Iolanda disse.
- “E se ela quiser?"
- “Se ela quiser, você vai ter mais uma para a sua coleção" - Iolanda brincou.
Beto riu.
- “Você está me transformando em um sultão" - ele disse.
- “Você já é um sultão. Só está descobrindo seu harém" - Cintia respondeu, beijando-o.
Capitulo 7: Conversa de Mariana e Iolanda
Iolanda estava na cozinha, preparando um chá, quando sua sobrinha, Mariana, entrou. A menina de 18 anos, com cabelos longos e olhos curiosos, sentou-se à mesa.
- “Tia, posso te perguntar uma coisa?"
- “Claro, meu amor"
- “Aquele homem que você mencionou... o Beto. Ele é seu namorado?"
Iolanda sorriu.
- “Não exatamente. Ele é um amigo muito especial. Ele faz coisas que me fazem muito feliz"
- “Que tipo de coisas?" - Mariana perguntou, com um sorriso malicioso.
Iolanda olhou para a sobrinha. Ela sabia que a menina era curiosa. E ela sabia que, em breve, Mariana poderia descobrir por si mesma.
- “Coisas que você talvez queira descobrir" - Iolanda respondeu, enigmaticamente.
Mariana corou.
- “Eu... eu tenho curiosidade" - ela admitiu.
Iolanda sorriu.
- “Então, talvez você deva ficar aqui no mês que vem. Eu posso te apresentar a ele"
Mariana olhou para a tia, com os olhos brilhando.
- “Você faria isso?"
- “Faria. Mas só se você quiser. E só se você estiver pronta"
- “Eu acho que estou. Quer dizer, eu estou" - Mariana disse.
Iolanda beijou a testa da sobrinha.
- “Então vamos ver o que acontece" - ela disse.
E assim, a história de Beto continuava. Ele não sabia, mas em breve, uma nova mulher entraria em sua vida. Uma jovem de 18 anos, curiosa e disposta a descobrir os prazeres que ele tinha para oferecer. E Cintia, sua namorada cuckquean, estaria lá para participar.
O futuro prometia.
Capitúlo 8: A Iniciação da Mariana
No mês seguinte, Mariana chegou na casa de sua tia Iolanda, e logo depois de desligar o telefone, avisando seus pais que havia chego bem da viagem, foi deixar as malas em seu novo quarto. Depois de Iolanda explicar onde ficavam as coisas da casa, Mariana pediu para tomar banho e Iolanda foi mostrar à ela onde ficavam as toalhas no armário do corredor. Sorrindo, e ansiosa, Mariana perguntou:
- “Você vai me apresentar o Beto, não vai?”
- “Claro que vou. Amanhã à tarde, a Cintia e ele vem aqui, para a aula de yoga que dou para ela. E você pode ficar conversando com ele na sala”
- “Ai tia, tenho vergonha de ficar sozinha com ele, ainda mais com a namorada dele fazendo yoga com a senhora lá atrás na edícula, ou melhor, no seu estúdio de yoga. Alias tia, eu achei que moraria lá e não aqui na casa, te atrapalhando”
- “Mocinha, quanto a ficar envergonhada pela Cintia estar junto, você não precisa se preocupar. Ela é... bem, serei direta. Ela não liga dele ficar com outra, desde que ela participe” - Cintia olhava para sua tia entre surpresa e alegre com a noticia, e Iolanda continuou - “E sobre me atrapalhar, não se preocupe...”
Mariana interrompeu Iolanda.
- “Tia, você e ele fazem sexo e a namorada dele sabe e participa? Você e ela também fazem entre vocês?”
Iolanda notando que Mariana perguntou, mas sem se espantar, estando de certo modo aceitando aquilo, Iolanda respondeu:
- “Sim minha linda. Eu já te disse uma vez que ele é um amigo especial, ambos são. E também já te disse que ele me faz muito feliz. E antes que você pergunte, ele na frente dela, me faz muito feliz. Ele me faz um oral delicioso e amo isso”
Mariana sorriu. Parecia estar matutando algum plano.
- “Tia, se eu ficar sozinha com ele, agora sabendo disso, vou querer que ele me chupe. Mas tenho vergonha de parecer uma... vagabunda oferecida”
- “Então espera eu apresentar vocês, e aí você pode assistir à aula que darei pra Cintia e depois, se você quiser ficar, participa da sessão de oral que ele fará em nós”
Mariana riu
- “Tia... sessão de oral? Fala logo sessão de chupadas”
As duas riram, e Mariana foi abraçar Iolanda. Um abraço apertado.
- “Tia, eu quero que você diga pro Beto me chupar” - Mariana disse no ouvido de sua tia, ainda abraçadas.
[...]
Na tarde seguinte, Mariana não conseguiu almoçar direito depois que retornou da faculdade. O estômago embrulhado, as mãos suando frio, o coração disparado. Iolanda, percebendo a ansiedade da sobrinha, apenas sorriu e disse que era normal. Que ela também ficara assim na primeira vez.
- “Relaxa, meu amor. O Beto é um homem gentil. E a Cintia é um doce. Você vai ver"
Às quinze horas em ponto, o interfone tocou. Mariana quase pulou do sofá. Iolanda foi atender, e logo Beto e Cintia entraram na sala. Beto, com sua camisa social levemente aberta no colarinho, o corpo definido que Mariana já imaginava pelas fotos que a tia havia mostrado. Cintia, com um vestido leve, os cabelos negros soltos, um sorriso acolhedor.
- “Mariana, essa é a Cintia, namorada do Beto. E esse é o Beto" - Iolanda apresentou
- “Prazer em te conhecer, Mariana. A Iolanda falou muito de você" - Beto disse, estendendo a mão.
Mariana apertou a mão dele. Sentiu o calor, a firmeza. Engoliu seco.
- “O prazer é todo meu" - ela respondeu, a voz levemente trêmula
Cintia a cumprimentou com um beijo no rosto e um sorriso cúmplice.
- “Vamos começar a aula? Beto, você pode ficar na sala, se quiser. Tem café na cozinha" - Iolanda disse
Beto assentiu e se acomodou na mesa da sala com o notebook. Cintia seguiu Iolanda até o estúdio de yoga, nos fundos da casa. Mariana ficou na sala, fingindo ver televisão, mas seus olhos não desgrudavam da porta que dava para o corredor.
A aula durou quase uma hora. Mariana ouvia os sons abafados das duas mulheres se movimentando, as respirações, os comandos de Iolanda. Quando finalmente a porta se abriu, Cintia saiu primeiro, o corpo suado, o rosto relaxado. Iolanda veio em seguida.
- “Mariana, vem cá" - Iolanda chamou, com um sorriso enigmático
Mariana se aproximou. Iolanda a puxou para o corredor, longe dos ouvidos de Beto.
- “Agora você vai lá e chama o Beto. Diz que é para ele vir até o estúdio. Mas antes, preciso te avisar uma coisa: quando você voltar com ele, eu e a Cintia estaremos nuas. Talvez uma mamando o seio da outra. Não se assuste. É só o começo"
Mariana sentiu o rosto queimar. O coração acelerou ainda mais.
- “Tá... tá bom" - ela sussurrou.
Foi até a sala. Beto levantou os olhos do notebook quando a viu parada ali, hesitante.
- “A tia Iolanda pediu para você ir até o estúdio" - Mariana disse
Beto fechou o notebook, levantou-se e sorriu.
- “Vamos lá, então"
Mariana o seguiu pelo corredor. Cada passo parecia mais pesado. Quando chegaram à porta do estúdio, ela parou. Beto entrou primeiro. Mariana respirou fundo e entrou atrás.
O que ela viu a fez parar em seco. Iolanda e Cintia estavam completamente nuas, deitadas em uma espécie de colchonete grande no chão. Iolanda estava de quatro, a bunda redonda e firme voltada para a porta, enquanto mamava um dos seios fartos de Cintia, que gemia baixinho, com os olhos fechados.
Mariana sentiu uma onda de calor subir pelo corpo. Ela nunca tinha visto outra mulher nua de perto. E ali estava sua tia, com a bunda empinada, mamando o seio da namorada de Beto. E o pior: ela estava excitada. Muito excitada.
Beto olhou para Mariana, depois para as duas mulheres no chão. Iolanda parou o que estava fazendo e virou a cabeça.
- “Chupe a Mariana, Beto. Ela é meu presente para você meu lindo. Ela merece ter um orgasmo delicioso na sua boca"
Mariana sentiu as pernas bambas. Beto se aproximou dela, os olhos cravados nos dela. Sem pressa, ele abaixou a calça, e o que Mariana viu a fez soltar um suspiro.
Era enorme. Grosso, veiado, a glande rosada e brilhante. Ela nunca tinha visto um pênis daquele tamanho. Os vídeos que assistia às escondidas não faziam justiça.
- “Quero gozar na boca dele, por que quero estar bem molhada quando essa pica enorme me penetrar" - Mariana disse, a voz embargada.
Iolanda franziu a testa.
- “Mariana, nossa sessão é de oral apenas"
- “E deixar essa monstruosidade só ser chupada? Nada disso tia, ele vai me comer na frente da corna da namorada dele... Mesmo que ele me arrombe com tudo isso"
Cintia abriu os olhos, um sorriso lento se formando nos lábios. Ela puxou Iolanda pelos cabelos, direcionando a boca dela para sua vagina.
- “Essas palavras me fizeram gozar, Iolanda. Chupa" - Cintia ordenou.
Iolanda obedeceu. Sua língua deslizou pela vulva de Cintia, lambendo o gozo que escorria. Mariana assistia a tudo, o corpo tremendo.
- “Sessão de oral encerrada. De agora em diante, é sexo" - Cintia declarou, entre gemidos.
Beto se ajoelhou na frente de Mariana. Ela ainda estava vestida, mas ele não se importou. Puxou a calcinha dela para baixo, a saia levantada. Mariana era peludinha e virgem. Ninguém nunca a tinha tocado daquele jeito.
A língua dele encontrou o clitóris dela, e Mariana quase caiu. Beto chupou, lambeu, sugou. Em menos de dois minutos, ela gozou pela primeira vez na vida na boca de um homem, chegando a melar seus pentelhos. O corpo inteiro tremendo, as pernas falhando.
- “Me come agora" - Mariana implorou
Beto se levantou, segurou o pênis na mão e encostou a glande na entrada da vagina de Mariana. Ela era apertada. Virgem. Ele empurrou devagar, sentindo a resistência. Mariana gritou, mas não de dor. De prazer.
- “Isso... arromba tudo" - Mariana gemeu
Beto empurrou com mais força. O hímen se rompeu, e ele entrou até o fundo. Mariana sentiu-se completamente preenchida. Nunca imaginou que algo pudesse ser tão grande dentro dela.
Iolanda e Cintia pararam o que estavam fazendo para assistir. Iolanda estava boquiaberta. Cintia, com a mão entre as pernas, se masturbando. Iolanda passou a se masturbar também.
Beto começou a meter. Devagar no início, depois mais rápido. Mariana agarrou os ombros dele, as unhas cravando na pele.
- “Aiii... isso... me come... me arromba... eu quero gozar de novo" - Mariana gritava
Cintia observava, o gozo escorrendo pelas coxas.
- “Goza, Mariana. Goza na pica do meu namorado" - Cintia pedia
Mariana gozou. E depois gozou de novo. E de novo. O corpo dela tremia, a boca aberta, os olhos revirados. Iolanda nunca tinha visto a sobrinha assim.
- “Eu vou... vou gozar... aaaahhh" - Mariana gritou, e um jato de fluido escorreu dela, molhando a barriga de Beto e o chão.
Ela tinha acabado de ter um squirt. A primeira vez. Perdendo a virgindade. Na frente da tia e da namorada cuckquean do homem que a estava comendo.
Beto gozou dentro dela, enchendo-a de esperma. Mariana caiu de costas no colchonete, exausta, o sorriso mais feliz que Iolanda já vira no rosto da sobrinha.
Capítulo 9: Tudo Como Tem De Ser
Cintia se levantou, ainda com as pernas trêmulas, e se aproximou de Beto, que estava sentado no colchonete, recuperando o fôlego. Mariana estava deitada ao lado com o rosto no peito do homem que a fez mulher, os olhos fechados, o corpo suado, um sorriso bobo nos lábios.
- “Beto, amor" - Cintia começou, sentando-se no colo dele.
- “Oi, minha linda" - ele respondeu, passando o braço pela cintura dela.
- “Eu acho que precisamos comemorar. A Mariana perdeu a virgindade com você. A Iolanda está aqui. A Tatiana está em casa. A Luciane também. Eu quero fazer uma festinha. Uma festinha de harém"
Beto riu.
- “Harém?"
- “Sim. Todas juntas. Você, eu, a Tatiana, a Luciane, a Iolanda... e agora a Mariana. Uma noite só nossa. Você com todas nós. Eu quero ver você comendo todas. Uma por uma. E depois todas juntas. Eu quero ser a sua rainha do harém"
Iolanda, que ouvia deitada no colchonete, sorriu.
- “Que ideia genial. Eu topo!"
Mariana abriu os olhos.
- “Eu também"
Cintia olhou para Beto, os olhos brilhando.
- “Então está decidido. Sábado que vem, na nossa casa. Vou preparar tudo. Você vai ter o harém que sempre mereceu, meu amor"
Beto beijou Cintia. Depois olhou para as três mulheres ao seu redor. Iolanda, a professora de yoga de 49 anos. Cintia, sua namorada cuckquean de 38. Mariana, a jovem, agora mulher, de 18 anos, e falou que precisava comprar preservativo.
Mariana disse que não queria com preservativo, Iolanda falou que também não queria e Cintia disse que o dono das mulheres de seu harém, transaria com todas sem preservativos.
- “Cintia, vou ter um filho do Beto” - falou Mariana, convicta.
Todos sorriram e foram tomar banho.
