Beto tinha vinte e três anos e acabara de se formar na faculdade. Sua namorada, Karina, vinte e dois anos, também havia concluído o curso. Os dois estavam juntos há dois anos, pensavam em se casar em setembro, e mantinham uma vida sexual satisfatória.
Karina era magra, de corpo atlético, cabelos longos e escuros que caíam alguns centímetros abaixo dos ombros. Seus seios, um 34B, eram proporcionais ao corpo, e Beto adorava passar tempo com eles.
Os pais de Karina possuíam uma casa na cidade e outra no interior do estado, com bastante espaço e até uma quadra de tênis. Elaine (a mãe de Karina), era um pouco mais pesada que a filha, mas ainda agradável aos olhos. Tinha o mesmo penteado e, aparentemente, pintava o cabelo da mesma cor.
Após a formatura, os pais de Karina convidaram o casal para passar um fim de semana na casa do interior. Seria uma comemoração conjunta: a formatura dos dois e o aniversário de cinquenta anos de Elaine. Muita família viria, e eles chegaram na quinta-feira.
Beto sentia-se excluído. Karina estava em seu período menstrual e, além disso, os pais dela os haviam colocado em quartos separados. Na Quinta-feira à noite, depois do jantar, Beto tentou se aconchegar com Karina no sofá, mas ela recusou qualquer intimidade.
- “Aqui não, eu te disse, não aqui” - disse Karina.
Beto insistiu por um oral rápido, mas ela negou com a cabeça. Ele deu um beijo final e foi para o quarto sozinho.
[...]
Na manhã seguinte, Elaine, Karina e Beto tomaram café juntos. Karina convidou Beto para ir ao shopping, mas ele recusou. Elas saíram e só voltariam tarde da noite.
Beto nadou, almoçou sozinho, assistiu TV e bebeu algumas cervejas. Cochilou no sofá e, ao acordar, ouviu um som na cozinha. No escuro, viu quem pensou ser Karina bebendo água.
Ele se aproximou por trás, ainda sonolento, colocou um braço em volta dos ombros dela e a mão sobre sua boca.
- “Karina, eu te quero tanto, você não pode me recusar agora, preciso te sentir agora” - sussurrou Beto.
Ele apertou o seio esquerdo dela. O mamilo ficou duro e o seio era bem mais pesado do que ele esperava. Beto beijou o pescoço dela e sentiu um perfume novo.
- “Meu Deus!” - disse Beto espantado, percebendo que não era Karina.
Ele massageou mais o mamilo e repetiu (corajoso):
- “Meu Deus, Elaine, você está tão bem, por favor venha para o meu quarto” - e saiu da cozinha.
Beto foi direto para o quarto, o coração disparado. Ele tinha acabado de agarrar o seio da futura sogra e pressionado o corpo contra o dela. Deitou-se na cama, tirou a roupa e esperou, temendo que Karina aparecesse para confrontá-lo.
Adormeceu no quarto escuro. Em algum momento, começou a sonhar que Karina lhe fazia um oral. Abriu os olhos e percebeu que não era sonho. Alguém estava sob as cobertas, segurando seu pênis com uma mão e lambendo todo o comprimento.
- “Isso é incrível, querida, simplesmente ótimo” - disse Beto.
A pessoa não tinha pressa. A língua trabalhava a cabeça sensível, os lábios deslizavam para dentro e para fora. Beto acariciou o pescoço dela e tentou alcançar os seios, mas ela estava muito baixa.
A sucção ficou mais forte e especializada. Uma mão subia pelo eixo, a outra descia pelo bumbum e voltava para as bolas. Beto disse novamente:
- “Isso é incrível, nunca pensei que seria tão bom”
Então percebeu que não podia ser Karina. Aquela chupada era de uma especialista. Elaine não tinha pressa, diminuía o ritmo, impedia que ele gozasse. Ela o tocava como um instrumento musical.
Beto nunca tinha estado com uma mulher com mais de vinte e cinco anos. Elaine era sua sogra, estava prestes há fazer cinquenta anos, e lhe dava a melhor chupada da vida. Ele pensou em como aquilo era estranho, mas era tão bom que não conseguia resistir.
- “Elaine, deixa eu tocar seus seios, amor. Você sabe que eu adoro isso” - disse Beto.
Elaine continuou chupando e mordeu de leve a cabeça do pênis, deslizando um dedo pelo ânus dele. Beto tentou fazer problemas de matemática na cabeça para não gozar.
- “Por favor, deixa eu te dar algo, deixa eu te chupar enquanto você me chupa. Você sabe que posso gozar rápido quando tivermos 69. Por favor, me deixa beijar seus lábios da buceta” - pediu Beto.
Elaine acelerou o ritmo. Beto continuava recitando capitais e continentes. Finalmente, Elaine parou completamente. Houve um farfalhar debaixo das cobertas. Beto achou que tinha estragado tudo.
Então sentiu uma mão no pênis de novo e a boca voltou. Elaine passou um joelho sobre a perna dele, depois o outro. Ela circulou pelo corpo dele até pressionar o joelho contra a cabeça e depois por cima.
Elaine pairou sobre o rosto dele. Beto sentiu um cheiro profundo e almiscarado. Aproximou o rosto da vulva dela e esticou a língua. Encontrou uma faixa de pêlos crespo e embaraçado. Os lábios vaginais ainda não estavam molhados.
Beto colocou os braços nas pernas e no bumbum dela. Era maior do que esperava.
Elaine ainda não tinha dito uma palavra. Ela voltou a lamber as bolas dele.
Beto disse pela quinta vez:
- “É incrível, não acredito como é bom”
Quando colocou a boca sobre a vulva de Elaine, os lábios se abriram e ficaram pendurados contra os dele. Beto passou as mãos pelas pernas dela em direção aos seios, tocando uma barriga não muito plana. Os seios eram cheios, os mamilos longos e caídos. Quando pressionou as palmas contra eles, eram bem grandes.
Elaine soltou seu primeiro gemido. Beto começou a puxar os lábios da vagina dela com a boca, sugando e enrolando a língua entre eles (Pareciam ter vários centímetros de comprimento).
Elaine voltou a chupar a cabeça do pênis dele, deixando a saliva escorrer. Beto enfiou a língua na vagina dela e a provou. Sentiu uma unha suave batendo repetidamente no queixo. Elaine esfregava o clitóris.
Beto soltou o seio direito, enfiou um dedo na vagina dela, que era surpreendentemente apertada. Esfregou o ponto G e Elaine começou a gemir. O zumbido no pênis dele aumentou.
Com o dedo dentro da vagina apertada, o nariz de Beto pairava perto do ânus dela. Karina nunca deixava Beto tocar na bunda dela, então ele cheirou bem aquele buraco de cinquenta anos. Era quente e estranhamente doce. Beto lambeu a parte de baixo da vulva e depois o espaço abaixo. Elaine mexia a mão mais rápido no clitóris. Beto passou a língua ao redor do ânus e pelo topo da rachadura. Elaine mantinha as nádegas bem abertas.
Beto enterrou o rosto entre as nádegas dela e lambeu cada vez mais perto. Elaine respirava ofegante. Beto abriu a língua o máximo que pôde e lambeu a rachadura do bumbum de cima a baixo. A vagina de Elaine se apertou ao redor do dedo dele.
Beto estava desesperadamente perto de gozar. Deu outra grande tragada na vulva e depois na bunda. Enfiou a língua o mais fundo possível naquele buraco. Elaine parou de respirar e estremeceu quando o orgasmo começou. Beto trabalhou a língua dentro e fora do ânus dela. Elaine manteve a sucção suave e engoliu o sêmen salgado. Os quadris de Beto se moveram mais duas vezes. Quando Elaine parou de esfregar o clitóris, Beto tirou o dedo da vagina dela e se afastou do bumbum.
- “Nunca pensei que seria tão bom, simplesmente incrível. Obrigado, sogra” - disse Beto.
Ele deixou a cabeça encostar no travesseiro. A porta se abriu e ela saiu. Beto ficou ali, revivendo o momento, antes de adormecer.
Quando acordou, ainda estava escuro, mas já passava das oito ou nove da manhã. Ele estava morrendo de fome. Puxou as cobertas, esfregou o rosto e inspirou. Sentia cheiro de vulva e bunda na mão e no rosto. Os pêlos do peito estavam embaraçados. Beto abaixou a mão e sentiu o pênis, que endurecia rapidamente. Os pêlos pubianos também estavam embaraçados (Talvez Elaine não tivesse recebido todo o gozo).
Ele começou a se masturbar, pensando no oral incrível e em lamber a vulva e o ânus de Elaine. Em não mais que dois minutos, gozou com uma carga completa no peito.
Beto percebeu que precisava tomar banho antes de encontrar alguém. Não queria encontrar Karina com o esperma da mãe dela no rosto. Encontrou a cueca, o short e uma camiseta que segurou na frente enquanto abria a porta devagar. Havia uma visão clara para o banheiro no fim do corredor.
Depois de se limpar, foi para a cozinha. Karina estava sentada à mesa com uma xícara de café e sorriu.
- “Desculpa por termos chegado tão tarde em casa e por não ter te visto antes de você dormir” - disse Karina.
- “Está tudo bem, Ka” - respondeu Beto, tentando não sorrir.
Ele se sentia sujo. Sujo e incrível. Amava o que tinha acontecido.
- “Você já viu a mamãe?” - perguntou Karina.
Quando Beto estava prestes a responder, Elaine entrou no quarto com a avó de Karina. Beto ficou boquiaberto olhando para o corte curto de Elaine. Era tingido de loiro e mal acima das orelhas.
Pela primeira vez na vida, Beto ficou absolutamente perplexo.
- “Uau, você acabou de fazer isso hoje de manhã?” - soltou Beto.
Karina olhou para ele.
- “Não, bobo, ela fez isso ontem. Por que você acha que chegamos tão tarde ontem à noite?"
- “E-eu, eu...” - gaguejou Beto.
Ele pensou no cabelo comprido da noite passada, fazendo cócegas nas coxas, e olhou para a avó de Karina, que tinha sessenta e oito anos. Ela olhou para ele e afastou o longo cabelo branco do rosto. Depois olhou para o cabelo de Elaine.
- “Não é incrível? Ficou ótimo. Nunca pensei que seria tão bom. Você pensou que seria tão bom assim?” - disse a avó.
Pela segunda vez na vida, Beto não teve nada a dizer. Ficou ali, com cara de idiota, olhando para o cabelo de Elaine e depois para a avó de Karina. Sessenta e oito anos. Seios grandes, cabelo comprido e um bumbum que ele tinha lambido há poucas horas.
Beto falou algo para Elaine e praticamente não se lembra da festa naquela noite nem da viagem de volta no Domingo. Tudo o que conseguia pensar era que tinha recebido a maior chupada de alguém que nasceu durante a Segunda Guerra Mundial. Ela se casou quando JFK era presidente. Tinha quase setenta anos, e ele já tinha chupado a vulva dela e lambido seu ânus. Beto ficava pensando nisso e se perguntando como seria vê-la nua. Como seria colocar o pênis naquela vagina apertada, ou talvez até no ânus dela.
A avó de Karina e Beto não conversaram durante o resto do fim de semana. Ele estava completamente atordoado, mas agora continuava olhando sites de pornografia de "vovós" e ficando curioso.
Karina e Beto iam se casar no mês seguinte. Estariam no interior de novo. Tudo o que Beto conseguia pensar eram aqueles seios não flácidos e de mamilos longos da avó de Karina, aquela vagina estranha e embaraçada, aqueles lábios vaginais compridos que ele chupou e aquele ânus. Ele simplesmente não sabia o que Setembro traria.




