TINTA ESPECIAL



Me preparava para tomar banho na banheira. Tinha acabado de voltar do meu primeiro dia de trabalho como professora de escola pública. Tirei a calça e fiquei de blusa com uma calcinha verde. Estava de costas para porta tirando a calcinha quando a porta abriu. Meu pai entrou com tudo no banheiro e viu minha bunda quase sem calcinha. Assim que o vi, puxei a calcinha para cima. Meu pai saiu e fechou a porta rapidamente.

- “Desculpa!” - falou de longe - “Não sabia que o banheiro estava ocupado”

O erro foi todo meu, esqueci de trancar a porta. A situação durou menos de dois segundos, embora, em minha mente, tenha sido minutos. Enquanto tomava banho de espuma, não pude parar de pensar no quão constrangedor tenha sido essa cena. Por mais que tentasse me distrair com espuma, a situação continuava repetindo-se em minha cabeça. Meu coração disparava sempre que minha memória chegava na parte que meu pai se assustava ao me ver.

“O que será que ele pensou quando viu minha bunda quase nua? O que será que ele ficou pensando depois do ocorrido?” - eu pensava.

Todas essas perguntas borbulhando em minha mente me deixava louca. Meu banho durou duas horas. Fiquei com tamanha vergonha que tinha medo de sair.
Depois daquele dia, um evitava o outro. Não falamos sobre o ocorrido. Trocávamos poucas palavras como qualquer pai e filha.
Dessa vez, de porta trancada, pelada, penteava meu cabelo curto e castanho e admirava meu corpo no espelho (coisa de mulher). Um corpo magro e com uma bunda gostosa. Escutei um burburinho e fiquei de ouvidos na porta. Mamãe parecia ter chegado da igreja e iniciado uma discussão com meu pai. Me vesti e saí do banheiro para saber o que estava acontecendo.

- “Você comprou outra tinta cara?” - mamãe perguntou - “Devia ter comprado um vestido para mim, qualquer coisa menos tinta”

- “Essa é espacial, é difícil achar uma tinta verde nesse tom, por isso é tão caro” - meu pai mostrou a descrição da lata - “Quando eu terminar de pintar e vender o quadro, verá que o lucro vai compensar”

- “Dane-se essa tinta, a raridade não significa nada para mim. Arrume um emprego de verdade ou irei jogar todos esses quadros no lixo!”

Mamãe saiu subindo a escada pisando com força nos degraus. Papai tentou voltar a pintar, porém ficou tão desanimado que quebrou o pincel. Eu queria conforta-lo. Não tomei atitude por falta de intimidade (ou coragem).

- “Essa tom de verde claro é minha cor favorita, filha” – ele me disse, percebendo que eu estava tão chateada quanto ele.

- “Eu amei” - falei baixinho com um nó na garganta.

O pai saiu bufando subindo aquela escada. Fiquei sozinha admirando o quadro incompleto de meu pai (uma planície cheia de sapos num gramado molhado, e uma floresta no horizonte). Estava de TPM e as palavras de minha mãe impactaram mais a mim do que meu pai. Não pude conter as lágrimas. Antes de apagar as luzes para ir dormir, lembrei que minha calcinha (a mesma que meu pai viu) tinha o mesmo tom de verde. Isso me rendeu um belo sorriso. Pensei se poderia encontrar aquele tom em roupas da internet.
Aguardava uma vestimenta especial com prazo de uma semana, até lá, passei a me vestir com roupas cada vez mais curtas. Shorts apertados e roupas decotadas. Meu pai me olhava de canto e desviava o olhar rapidamente. O maior acerto foi ter vestido uma camisola curta e transparente. Vesti a calcinha verde e me recusei por um sutiã (e era tudo visível através da camisola).
Meu pai encontrava-se na sala assistindo televisão e mamãe não voltaria tão cedo da igreja. Quando me viu, segurou sua reação de susto e engoliu seco. Me olhou de baixo para cima, dessa vez por bem mais tempo e sem conseguir disfarçar. Ele voltou sua atenção para televisão e passei na frente da tela sem dó; ele admirou meu corpo novamente. Me sentei ao seu lado no sofá. Coloquei seu braço por cima de mim e encostei a cabeça em seu ombro.
Tomei o controle e coloquei um filme de romance com várias cenas de sexo. Ele parecia desconfortável ao mesmo tempo que aparentava satisfação. Peguei ele reparando em meus peitos, olhando por cima do decote, foi quando eu disse:

- “Eu te amo, pai”

- “Não tem como não te amar, Cintia”

Ele beijou minha testa e o filme acabou. Desligou a televisão e foi para o seu quarto. Fui tímida demais para tentar alguma coisa. Minha mãe chegou minutos depois. A igreja fechou cedo por um problema no microfone. Se eu tentasse algo, mamãe nos pegaria numa situação calorosa e nós teríamos um problemão.
Minha encomenda chegou no dia seguinte (Foi como abrir a caixa de pandora). Aquele verde era melhor visto pessoalmente, exatamente o tom que meu pai gosta. Passei o dia ansiosa me preparando para noite. Quando estava quase anoitecendo, preparei minha maquiagem e cabelo. Pela janela de meu quarto, vi minha mãe saindo.
Mamãe foi para uma vigília e só voltaria ao amanhecer. Tranquei a porta da sala para não ser pega de surpresa. Me vesti com o que comprei e usei um roupão de banho por cima. A minha cama de solteira não seria o suficiente para bagunça que queria fazer com meu pai. Entrei no quarto de meus pais e sorri vendo aquela imensa cama.

“É essa cama que irei profanar” - pensei.

Meu pai pintava quadros e não tinha me visto durante o dia.

- “Pai!” - gritei chamando-o.

Escutei de longe seus passos e ele veio até o quarto como se fosse um pedido de socorro.

- “O que foi?” - estranhou minha maquiagem e roupão de banho - “Não me diga que só queria mostrar sua maquiagem. Está mais linda do que sua mãe”

Tirei o roupão e deixei escorregar pelo meu corpo. Meu pai me viu de lingerie verde; sutiã com abertura nos peitos e calcinha com abertura na vagina e ânus. E uma meia calça que ia até as coxas.

- “Essa é sua cor favorita, papai?”


Meu pai fez uma expressão de surpresa e admiração e voltou a ficar sério. Esfregou os dedos no meu clitóris e eu esfreguei a mão no seu pau. Cruzamos os olhares. Nos beijamos. Ele era tão alto e forte, que eu precisava ficar na ponta dos pés.

- “Toda esse visual verde é para mim?” - perguntou e me beijou apertando meus peitos.

- “Me preparei para ficar gostosa especialmente para você, papai. Seu pau está tão duro... parece que gostou bastante” - falei e voltei a beijar.

Eu ajudei ele a tirar suas roupas. Fiquei de joelhos e esfreguei seu pintão duro no meu rosto. Fiz uma masturbação e depois caí de boca naquele pênis grande cheio de veias (Ele disse que eu chupava muito bem). Mas eu não queria que gozasse tão cedo, então apenas chupei o suficiente para ficar ainda mais excitado.
Peguei uma camisinha do bolso do meu roupão e mostrei para meu pai que a cor também era verde. Ele sorriu e eu sorri de volta. Abri a embalagem e coloquei a camisinha na boca. Vesti a camisinha em seu pênis usando a boca até seu pau entrar em minha garganta. Finalizei com um chupão. Dei um tapa na cabeça de seu pênis. Me levantei e levei meu pai para cama.
Sentei em seu pênis lentamente para sentir cada centímetro em minha vagina. Cavalguei e gemi como uma vagabunda naquela rola peluda. Ele tinha minha bunda em suas mãos e eu me apoiava em seu peito largo.

- “Não diminua o ritmo, Cintia, você quica muito bem, filha. Essa buceta gostosa é a melhor coisa que seu pai já experimentou”

- “Que bom que está gostando da minha bucetinha, pai. A sua rola grossa está acabando comigo. Desde que o senhor viu minha bunda safada no banheiro, não te tirei da cabeça. Eu precisava fuder com você, nem que isso magoasse a mamãe” - senti vontade de chorar.

- “Está tudo bem, querida, ela não vai descobrir. Não chore, foque no seu prazer. Eu te amo tanto, que faria qualquer coisa por você, até mesmo realizar os seus maiores desejos”

- “E é isso o que está fazendo agora; sendo o meu maior desejo” - eu disse.

Sem sair de seu pênis, em um giro, me virei de costas para ele e prossegui cavalgando.

- “Agora pode ver minha bunda” - fechei os olhos e apertei meus mamilos - “Está gostando da bunda da sua filha? Sou a mais gostosa da família, não sou?” - perguntei rindo.

- “Sua bunda é perfeita” - encheu minha bunda de tapas.

Me deixava excitada sentir meu pai passando a mão na bunda. Quicar fazia minha bunda ficar toda aberta, e ele via meu cu também; fico envergonhada só de pensar.
Me deitei de pernas abertas e meu pai veio por cima me envolvendo em seu braços fortes, e eu o abracei na altura dos ombros. Senti seu pênis me atravessar como uma espada. Nem consigo imaginar como um pau tão grande conseguiu caber em mim. Ele me esmaga com seu corpo musculoso. Sinto cada musculo do seu abdômen em encostando em minha barriga.

- “Que sexo gostoso, pai” - quase não consegui falar com tanto prazer (sinto mais eficiência nessa posição).

- “Parece que estou vivendo um sonho transando com uma filha gostosa” - seu pau quase sai por completo e volta me perfurando com força repetidamente - “É melhor do que transar com sua mãe”

Papai passou a transar mais rápido e mais forte. A cama balançava. Sua respiração ficava ofegante. Fiquei toda arrepiada. Minha vagina esquentou. Meus gemidos atingiram agudos potentes. Meus lábios ficaram gelados. Meu corpo tremia. Cruzei as pernas na cintura de meu pai. Nos beijamos de forma vulgar e nada convencional. Seu pênis cresceu dentro de mim. Em três movimentos pélvicos, ele gozou e a camisinha inflou de esperma dentro de mim.
Ele caiu para o lado e deitou-se esgotado ainda de pênis ereto. Puxei sua camisinha e espremi na boca e engoli o esperma de uma só vez. Sentei em sua cabeça, e ele agarrou minha bunda e começou a me chupar a vagina. Me curvei e alcancei seu pênis ainda melado de esperma, e fiz uma garganta profunda (foi um delicioso 69).
Essa foi só a primeira de muitas transas. Sempre que mamãe saia, a putaria começava. Enquanto mamãe louvava Deus, eu fazia um pecado abominável com meu pai.

FIM


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Ficha do conto

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Nome do conto:
TINTA ESPECIAL

Codigo do conto:
274928

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/10/2026

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