A Sogra Tarada: Comer Esse Cu é um Prazer



A Sogra Tarada: Comer Esse Cu é um Prazer

Eu sempre ouvi boatos. Meus amigos, as conversas de corredor... diziam que minha sogra era owna de uma libido insaciável, uma verdadeira tarada por rola. Eu ria, não dava importância, até que o destino (e a falta de juízo) me colocou dentro da casa dela, sem a minha esposa.

Lembro da primeira vez que a vi "de verdade". Ela estava na cozinha, usando apenas uma camisola de seda branca, tão fina que era praticamente transparente. Os bicos dos seios estavam rígidos, apontando para fora do tecido, como se implorassem para serem tocados. Eu fiquei hipnotizado, imaginando a sensação de envolver aqueles mamilos com a língua, sentindo o gosto da pele dela. Naquele dia, não aconteceu nada... mas o desejo plantou uma semente de luxúria no meu peito.

Tudo explodiu em uma noite de bebedeira. Eu tinha bebido demais e, para não arriscar a vida no volante, aceitei dormir na casa dela. O silêncio da noite era cortado apenas pelo meu coração batendo forte. Ao passar pelo quarto dela para ir ao banheiro, a vi. Ela estava lá, encostada no batente da porta, com aquela mesma camisola transparente, exibindo tudo.

O meu pau reagiu instantaneamente, ficando duro como uma pedra, marcando o calção frouxo. Ela não disfarçou. Seus olhos desceram lentamente, devorando o volume na minha calça, e um sorriso malicioso surgiu em seus lábios.

— O que é isso, João? — ela perguntou com a voz rouca, carregada de malícia.

Eu não quis rodeios. Me aproximei dela, sentindo o perfume doce de sua pele.
— Você sabe muito bem o que é... esses seus seios me deixaram em sinal de alerta.

Sem pensar, levei minha mão ao peito dela, deslizando a ponta dos dedos sobre o mamilo rígido. Foi um toque leve, quase um convite. A reação dela foi imediata: ela segurou meu pulso e, com um movimento decidido, guiou minha mão para o outro seio, esmagando-o contra a palma da minha mão.

— Finalmente você tomou atitude, seu safado — ela sussurrou.

Eu não aguentei. Abaixei a cabeça e dei uma mamada violenta naqueles seios, sugando a pele com força, sentindo o calor dela. Enquanto eu devorava seus mamilos, ela começou a gemer, um som gutural de puro tesão. Ela levou a mão até o meu calção e começou a esfregar meu pau por cima do tecido. O suspiro que ela soltou foi um grito de urgência.

— Tira isso agora! Eu quero sentir você! — ela ordenou.

Eu retirei o calção e meu pau saltou, latejando de vontade. Ela se ajoelhou diante de mim e, com uma técnica deliciosa, envolveu minha cabeça com a boca. Era um boquete demorado, profundo, ela usava a língua para acariciar a coroa e sugava como se quisesse arrancar minha alma. Eu gemia, sentindo o calor daquela boca experiente.

Depois de alguns minutos de puro êxtase, eu a levantei. Retirei cada pedaço de roupa dela, revelando um corpo magnífico para seus 56 anos. A bunda era farta, arrebitada, um convite ao pecado. Comecei a beijar cada centímetro daquela bunda, descendo com a língua até chegar àquela fenda úmida.

Eu mergulhei meu rosto na buceta dela. Estava completamente meladinha. Passei a língua lentamente, de baixo para cima, lambendo cada dobra, focando no clitóris que pulsava sob meus dedos. Ela começou a gemer alto, empurrando o quadril contra a minha boca, querendo mais. Eu lambi aquela buceta por longos minutos, saboreando cada gota de seu prazer, enquanto ela gemia: "Isso, João... lambe tudo, seu gostoso!".

A luxúria atingiu o ápice. Eu a virei de costas, coloquei-a de brucos e, com um empurrão decidido, penetrei aquela buceta apertada.
— Ai, meu Deus! Que penetração deliciosa! — ela gritou, a voz ecoando pelo quarto enquanto as costas dela arqueavam. O encaixe foi perfeito, visceral. Eu a segurei pelos quadris, sentindo a firmeza daquelas coxas, e comecei a bombear com força, ritmos profundos que faziam a cama ranger e o corpo dela estremecer.

A cada estocada, eu sentia a pressão daquelas paredes úmidas apertando meu pau, como se ela estivesse tentando me sugar para dentro dela. O som da carne batendo — aquele tapa seco e ritmado — preenchia o silêncio da casa, transformando a atmosfera em puro pecado. Ela não conseguia mais falar frases completas, apenas soltava gemidos agudos e palavras desconexas: *"Isso... assim... soca com força, João!"*

Eu não estava para brincadeiras. Aumentei a velocidade, transformando a penetração em algo quase selvagem. Eu queria marcar aquele corpo, queria que ela sentisse cada centímetro da minha vontade. No ápice do tesão, eu mudei a posição rapidamente. A puxei para cima, sentando-a no meu colo, de frente para mim.

Ela envolveu meu pescoço com os braços, os seios amassados contra o meu peito, e começou a cavalgar. Ela ditava o ritmo agora, subindo e descendo com uma vontade voraz, os olhos semicerrados de puro prazer. Eu conseguia ver a expressão de êxtase no rosto dela, a boca entreaberta, a respiração ofegante. Eu a pegava pela cintura, puxando-a para baixo com força a cada descida, garantindo que meu pau chegasse ao fundo do útero dela.

— Você é um animal, João! — ela arfou, as unhas cravando nos meus ombros. — Que delícia de pau...

O prazer estava se tornando insuportável. Eu sentia o orgasmo batendo à porta, a pressão crescendo na base da minha espinha. Ela começou a tremer, as paredes da vagina contraindo violentamente ao redor de mim. Ela estava chegando lá.

— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, jogando a cabeça para trás.

No momento em que ela explodiu em um orgasmo devastador, que a deixou trêmula e arqueada, eu dei o último impulso. Enterrei meu pau o máximo que pude e disparei todo o meu leite dentro dela, sentindo cada pulsação do meu gozo preenchendo seu interior.

Ficamos ali, colados, sentindo o coração um do outro bater acelerado. O silêncio voltou, mas agora era um silêncio cúmplice, carregado de adrenalina e luxúria.

Ela se afastou lentamente, com um sorriso vitorioso nos lábios, olhando para mim enquanto se ajeitava.

— Pois é, João... — ela sussurrou, lambendo os lábios. — Acho que a gente vai ter que repetir isso muitas vezes enquanto sua esposa não volta.

***

Essa primeira vez foi apenas o cartão de visitas. Depois daquela noite, a dinâmica da casa mudou completamente. O ar entre nós ficou denso, quase elétrico; cada vez que nossos olhares se cruzavam na cozinha ou no corredor, era como se estivéssemos nos despidos ali mesmo.

A rotina tornou-se um jogo de risco e recompensa. O desafio era o relógio. Minha esposa tinha horários rígidos de trabalho e a sogra, embora estivesse em casa, tinha a cumplicidade do silêncio. Começamos a "arranjar jeitinhos". Às vezes, era um toque rápido no elevador, ou ela que, "por acaso", esquecia a porta do quarto aberta enquanto tomava banho, deixando que eu visse a água escorrer por aquelas curvas generosas.

Houve um dia específico, uma tarde de terça-feira, que ficou marcada. Minha esposa tinha viajado a negócios por dois dias, e a casa era nossa. A sogra entrou no meu quarto sem bater, usando um robe de cetim preto que mal cobria as coxas. Ela não disse uma palavra; apenas caminhou até mim, sentou-se na beira da cama e começou a desamarrar o próprio robe com uma lentidão torturante.

— João... eu não consigo parar de pensar no seu pau dentro de mim — ela confessou, a voz carregada de um desejo visceral.

Eu não esperei. A agarrei pela cintura e a joguei na cama. Naquele dia, a luxúria transbordou. Foi uma maratona. Nós transávamos em todos os cômodos: na mesa da sala, com ela sentada e as pernas abertas, sentindo cada centímetro da minha rola batendo no fundo; no banheiro, com ela apoiada na pia, entregue ao meu prazer.

Eu comprovei que ela era, de fato, uma tarada assumida. Ela não queria apenas sexo; ela queria ser possuída, queria a intensidade, queria a profundidade. Nós passávamos horas nisso, com pequenos intervalos apenas para recuperar o fôlego ou para ela me pedir, com aquele olhar de quem quer comer o mundo, que eu a pegasse de novo, "do jeito mais sujo".

— Come esse cu, João! — ela gemia, enquanto eu explorava cada centímetro daquela região proibida, alternando entre a buceta melada e o cuzinho apertado.

O prazer era constante, um ritmo frenético de "mete e tira" que nos deixava exaustos, mas satisfeitos. A frequência tornou-se diária, às vezes três, quatro vezes ao dia. Era um vício. O perigo de sermos descobertos apenas aumentava o tesão.

Até hoje, mesmo com a rotina apertada, mantemos esse acordo secreto. A frequência diminuiu por necessidade de cautela, mas o tesão... ah, o tesão continua o mesmo. Cada encontro é como a primeira vez: animal, intenso e gostoso. Porque, no fim das contas, bicho bom é buceta e cu, e a minha sogra sabe exatamente como me dar os dois.

Foto 1 do Conto erotico: A Sogra Tarada: Comer Esse Cu é um Prazer

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Sogra Tarada: Comer Esse Cu é um Prazer

Codigo do conto:
273044

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/09/2026

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