Jéssica nunca tinha ido a um motel. Combinamos que eu a pegaria por volta das 14:00 na sua casa mesmo. Cheguei e ela estava bonita: um vestido preto, cheirosa, toda produzida. Seguimos para o motel. Chegando lá, ela ficou deslumbrada, pois nunca havia entrado em um. Logo nos abraçamos e começamos a nos beijar. Ela tinha um beijo gostoso, suave, mas nesse dia parecia que estava mais fogosa. Beijava minha boca e já passava para o pescoço, com as mãos sobre meu pau, pressionando-o. De repente, ela me empurrou na cama, ficou em pé na minha frente e começou a tirar o vestido de uma forma bem sexy. Sentou em cima de mim me beijando, foi descendo e beijando até chegar no meu pau, que já latejava. Mamou de uma forma que parecia que ia engolir inteiro. Ficou um bom tempo mamando. Queria pegá-la e virar para dar um talento, mas ela não deixou. — Hoje eu quero cuidar de você — ela disse. Sentou nele gostoso e quicava; depois dava uma paradinha e começava tudo de novo. Que delícia! Vinha, recomeçava a me beijar provocando e sentava de novo. Até que saiu de cima, subiu na cama de quatro, olhou para mim e falou: — Agora eu quero que você me arrebente. Quero sair daqui hoje sem forças para andar. — Que não seja por isso — disse a ela. Puxei-a pelo cabelo, meti a pica na sua boceta, que estava encharcada, e soquei forte. Metia gostoso e ela gemia alto — pois naquela hora podia, já que estávamos em um motel e não na casa dela. Subi em cima dela e cavalguei gostoso. Não contente, ela me olhou nos olhos — com aqueles olhos pretos, como se estivesse me desafiando — e disse: — Não vai comer meu cuzinho hoje? — Claro que eu vou! Você acha que vou embora sem comer a cereja do bolo? Deitei ela de ladinho, passei gel e coloquei meu pau todinho dentro do seu cuzinho. Ela gemia baixinho e o cuzinho dela apertava meu pau. Beijava o pescoço dela e brincava com seus peitinhos enquanto a fodia bem gostoso de quatro. Na parede tinha um X com algemas. Olhei para ela e disse: — Vou te algemar e abusar do seu corpo hoje. — Fique à vontade e faça o que quiser. Primeiro amarrei ela de frente. Que delícia ver ela ali, amarrada e indefesa na minha frente. Peguei uma lata gelada na geladeira e passava pelo corpo dela. Ela ficava doida, mas estava amarrada e não podia fazer nada (risos). Depois desci chupando ela e, quando chegava na sua xoxota gostosa, eu mordia e puxava seus lábios, que eram grandes. Fiquei um bom tempo provocando-a. Logo a soltei e a amarrei de costas para mim. Aí meti gostoso nela, puxando o cabelo e chamando de puta safada. Essa menina se entregou de uma forma que já não tinha mais forças para gemer e gritar no final. Fomos para a cama novamente e, enquanto metia nela de quatro, não podia deixar de brincar com aquele cuzinho gostoso. É claro que tive que meter nele de novo, né? Terminamos ali, abraçados e exaustos pela tarde de foda gostosa que tivemos. Deixei-a no portão de casa, onde ela me deu um beijo molhado e me agradeceu por ter realizado sua fantasia de conhecer um motel.
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