Eu tinha 21 anos, trabalhava em uma metalúrgica e era o braço direito do dono. Uma vez, ele foi para os Estados Unidos a passeio e ficou 45 dias fora. Eu era responsável por cuidar de tudo, inclusive do apartamento dele, onde tinha uma empregada. Nessas idas até o apartamento para levar produtos de beleza e ver se estava tudo certo, entrei devagar e fui olhando se estava tudo em ordem. Quando cheguei ao quarto, a faxineira estava sem blusa, com os peitos de fora, passando roupa. Quando ela me viu, levou um susto e tentou tapar os peitos com as mãos. Mas eu já tinha visto aqueles lindos peitos. Ela devia ter seus 45 anos na época. Não era gorda nem magra, era branquinha, baixinha, de cabelos curtos e tinha um rosto bonito para uma mulher da sua idade. Pedi desculpas e disse que a intenção não era assustá-la; na verdade, nem imaginava que naquele dia ela estaria lá, pois não ia todos os dias da semana. Desci para pegar as coisas que tinha comprado e, quando acabei de deixar tudo lá, ela me chamou. Meio envergonhada, pediu para eu não comentar com o patrão que ela estava passando roupa daquele jeito. Disse que estava muito calor e, como estava sozinha no apartamento, acabou tirando a blusa para se refrescar. Falei para ela ficar em paz e fiz o meu trabalho. Porém, no outro dia, ela ligou na fábrica e me disse que a torneira da cozinha não parava fechada e estava vazando muita água. Falei que iria ao centro na parte da tarde e aproveitaria para passar lá e arrumar. Quando cheguei, ela estava mais alegre, cumprimentou-me toda sorridente e me acompanhou conversando enquanto eu arrumava a torneira. Eu já a conhecia, pois ela era esposa do dono da casa do pastel, o bar em que eu frequentava na avenida. Era mãe da menina que mamou em mim atrás da caçamba (risos). Terminei de arrumar a torneira. Demorei um pouco, pois era antiga e deu um trabalho danado. — Quer tomar um café, Carlos? — Quero sim... Ela passou um café enquanto a gente conversava. Logo a conversa começou a ficar mais íntima. Falou que eu era um menino bonito, que eu deveria beber menos, que bebida não dava futuro e tal... Conselho de pessoas mais velhas, né. Quando ela serviu o café, senti um olhar diferente. Não tive coragem de avançar, tomei o café e me despedi dela. Nessa hora, ela me falou que naquela semana iria lá todos os dias, pois tinha combinado com a patroa de limpar os guarda-roupas por dentro e fazer uma faxina geral. No outro dia de manhã, liguei lá com a desculpa de saber se a torneira não tinha vazado mais. — Sim, Carlos, ficou ótima a torneira! Nessa hora, passei um xaveco nela. Para minha surpresa, ela retribuiu: disse que tinha gostado dos elogios, que eu era um moço bonito, mas que servia para ser filho dela. Desconversei, continuei com as cantadas e, devagar, ela foi cedendo e contando que as coisas com o marido não estavam legais. Disse que o bar tomava muito tempo dele e, quando ele chegava em casa, estava cansado e não lhe dava mais atenção. Bingo! No outro dia, lá estava eu, e já fui na intenção. Fui para cima e ela não resistiu. Começamos a nos beijar gostoso na sala. Eu queria impressioná-la, então fui bem devagar e bem safado. Ela beijava com vontade, com jeito de quem não beijava há muito tempo. Beijava o pescoço dela e ela se arrepiava toda. Tirei a blusa e o sutiã dela e mamei gostoso nos seus peitos, que eram até firmes e bem gostosos pela idade que tinha e por ter tido dois filhos. Enquanto alternava entre beijar a boca dela e chupar seus peitos, desci a mão pela barriga dela, abri o zíper da calça e enfiei a mão por dentro da calcinha. A pepeca dela estava depiladinha e toda molhadinha. Quando passei o dedo, ela gemeu forte e falou: — Temos que parar, não podemos fazer isso aqui! — Podemos sim — falei para ela, e já fui abaixando a calça dela. Que coroa gostosa! Pele toda lisinha, branquinha, bucetinha rosinha e cheirosa. Não aguentei: sentei ela no sofá e chupei a xoxota dela bem gostoso. Essa mulher me segurava pelo cabelo, puxando meu rosto em direção à xoxota dela e gemendo alto. Chupei ela bem gostoso por um tempo. Logo me levantei, tirei meu pau para fora e ela olhou e disse: — Nossa, grande, né? — Grande nada! Brinca com ele um pouquinho, coloca ele na boca. Ela, meio tímida, enfiou ele na boca e mamava gostoso. Que delícia ver aquela coroa me mamando novinho bem gostoso! Ela olhou para mim e falou: — Posso te pedir uma coisa? — Claro — falei —, o que é? — Promete não me julgar e não contar para ninguém o que estamos fazendo aqui? — Claro que prometo. — Goza na minha cara? — Sério? — Sim, sempre tive essa fantasia e tesão nisso, e meu marido nunca fez! Tenho receio de pedir e ele me julgar e me maltratar. — Fique tranquila, eu vou realizar todas as suas fantasias... Tem mais alguma? — Gosto de dar atrás, mas ele não gosta muito, então não fico oferecendo e ele não come! — Que delícia! Pode deixar que vou comer seu cuzinho bem gostoso, até porque eu amo comer um cu (hehehe). Meti nela bem gostoso em todas as posições possíveis e acabei gozando na cara dela bem gostoso, esfregando meu pau no rosto dela inteiro. Claro que terminei a segunda parte gozando gostoso no seu cuzinho apertado. Só sei que eu comi ela todas as vezes que ela foi naquele apartamento naqueles 45 dias. Até na cama do patrão a gente trepou gostoso. No elevador a gente não conseguiu porque tinha câmeras, mas ela me mamou gostoso na escada do prédio e comi ela lá embaixo na garagem. Lá tinha um banheiro que praticamente ninguém usava, e lá eu comi o cu dela de novo e enchi a cara dela de leitinho. Foram 45 dias de muita meteção entre eu e ela. Depois, ela descobriu que eu tinha pego a filha dela, acabou brigando comigo e não nos falamos mais!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.