Eu trabalhava em uma metalúrgica, tinha 21 anos na época e sempre ia para Holambra levar umas peças que fabricávamos para uma empresa. Lá, eu tinha sempre contato com a Valéria, uma moça de 40 anos, morena alta, linda de rosto, cara de séria, mas muito gente boa. Sempre ajeitava o meu lado para descarregar rápido as peças. Fomos pegando amizade e sempre nos falávamos por telefone. Ela era casada e não tinha filhos, e eu era solteiro nessa época aí! A gente já tinha uma certa intimidade. Naquela semana eu ia fazer entrega lá na sexta-feira. Brincando, falei: — Você poderia pagar um almoço pra mim aí, né? — Nossa, Carlos, verdade, né? Quer almoçar comigo aqui? Mas tem que ser aqui no refeitório da empresa. — Tô brincando — falei pra ela. — Mas eu tô falando sério! Vou agendar pra você descarregar às 10:30, aí te enrolo aqui, você almoça comigo e te descarrego depois do almoço. — Então tá combinado! Cheguei lá na sexta-feira, claro que fui bem arrumado, né? Logo o guarda me chamou e disse que só iria me descarregar depois do almoço. Não demorou e meu celular tocou. Era ela: — E aí, mocinho, vamos almoçar? Entrei, fui até o setor dela, ela me deu um beijo no rosto e fomos para o refeitório. Foi um almoço legal, conversamos muito, falamos da nossa vida pessoal. Ela perguntou se eu namorava e falei que não. Ela disse que era casada, disse que não tinha filhos e que o casamento estava meio abalado — o marido queria ter filhos e ela descobriu que não podia. Deu o horário dela de almoço, agradeci pela companhia e pelo almoço. Nos despedimos e logo entrei pra descarregar! A partir desse dia, ficamos mais íntimos ainda no telefone e passamos a nos falar mais. Até que um dia recebi uma ligação dela: — Olha, Carlos, sexta-feira eu vou entrar de férias. Aí todo assunto você vai falar com tal pessoa, tá? — Tá, mas e aí? — E aí o quê, meu amor? — disse ela. — Como vou viver um mês sem falar com você? — Ah, para, vai... Tanta menininha aí no seu pé e você jogando charme pra cima de uma velha? — Tô falando sério! — Tá bom, então. Eu te ligo e a gente se fala, mas nada sobre trabalho, ok? — Ok... Passou uma semana e nada. Perdi até a esperança, até que um dia ela ligou: — Bom dia, Carlos! E aí, tá dando tudo certo? — Tá sim! Só não tá dando certo ficar longe de você todo esse tempo! — Ah, para, vai... — Tô falando sério, ué. — Quer me ver? Viria tomar um café comigo? — Claro que iria! Quinta-feira eu vou ter que ir aí! — Que tal a gente se ver? — Tá bom, vou pensar em algo. E aí passamos a nos falar pelo MSN. Ali fui pra cima, fui conversando até que consegui convencer ela da gente ir para o motel. Cheguei lá, descarreguei o carro rapidão. Passei no centro e peguei ela lá. Seguimos para o único motel que tem ali, e que surpresa. Que mulher gostosa: pele lisinha, não tinha uma marca, não tinha nada. Bucetinha depiladinha e toda cheirosa... perdi o juízo. Eu chupei essa mulher inteirinha, deixei ela louquinha na cama. Depois ela mamou gostoso. Que boca gostosa! Me segurava para não encher a boca dela de leite antes de meter gostoso nela. Quando coloquei ela de quatro, não aguentei meter muito não, que delícia era a visão dela de quatro! Logo ela começou a chupar de novo e sentou nele, cavalgando gostoso: — Ai, Carlos, que delícia... Se soubesse que você era gostoso e safado assim, tinha dado bola pra você antes! Pedi pra comer o cuzinho dela. Ela disse que daria ele pra mim, mas outro dia, com mais tempo. Como não tínhamos muito tempo, foi uma metida gostosa, mas rápida. Nos beijamos e nos despedimos, pois eu tinha horário pra descarregar lá na empresa. Comi o cu dela na casa dela no último dia de férias dela. Foi difícil pois, mesmo ela já tendo feito anal, não era constante, porque o marido não gostava. Então praticamente descabecei ela no anal novamente, deixando o cuzinho dela bem arrombado! Infelizmente foi nosso último encontro. Não demorou muito, ela recebeu uma proposta de outra empresa e se mudou para Jundiaí.
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