Eu era jovem aprendiz em uma grande empresa metalúrgica. Estava na adolescência tinha 15 anos e os hormônios ferviam na veia. Lembro-me de que sempre estava fantasiando alguma coisa. Por exemplo, na sala em que eu ficava, trabalhavam duas mulheres: uma coroa e uma novinha, de seus 24 anos mais ou menos. Que espetáculo de menina! Ela tinha uns 1,75 m de altura, cabelos pretos, pele bem branquinha e uma tora de perna grossa que, nossa, cansei de me masturbar imaginando pegá-la bem gostoso. Sempre usava umas saias curtas, e tinha peitos pequenos e durinhos. Gozei muitas vezes imaginando eu e ela fodendo bem gostoso. Nessa empresa trabalhavam muitas mulheres. Na cozinha, trabalhava uma moça que era ajudante da cozinheira. Eu estava sempre rondando a cozinha, e ela sempre me encarava muito. Paqueramos bastante, mas nunca achei que fosse conseguir algo com ela; afinal, parecia ter uns 10 anos a mais do que eu. Mas era uma moça bonita, com uns peitões grandes. É lógico que eu fantasiava mil coisas com ela, né? Imaginava ela me mamando gostoso, eu fazendo uma espanhola naqueles peitos e terminando gozando na cara dela. E mais um monte de coisas. Ao lado do restaurante tinha mais algumas salas, tipo arquivo morto e a sala do técnico de segurança do trabalho. Um certo dia, cheguei de manhã e minha chefe falou que eu ia ter que dar uma ajeitada lá no arquivo morto. Me levou lá e ensinou o que eu teria que fazer. Cara, era trampo assim para uns dois meses, pois eu não ficaria o dia todo só fazendo isso. Lógico que toda hora eu estava lá na cozinha, né? Hahaha. E sempre paquerando a ajudante. Um dia de manhã, subi lá para o arquivo morto para fazer o meu trabalho. É lógico que, antes, passei na cozinha para tomar um cafezinho e comer alguma coisa. Logo segui para o arquivo morto. Estava eu lá tranquilo, quando de repente alguém bate na porta. Olhei para trás: era ela, a ajudante da cozinha. — Oi, Carlos! E aí, muito serviço aí? — Nossa, nem fale! Dá uma olhada na zona que está isso aqui. — Meu Deus, você vai se perder aí no meio desse monte de papéis — disse ela, rindo. — Entra aí — disse a ela. — Não posso demorar muito, se não já viu, né? Ela tinha saído para ir ao banheiro, que era no vestiário ao lado de onde eu estava. Ela entrou e começamos a conversar. Ela era bem tímida, mas eu era safado por natureza, né? Começamos a conversar, falei que gostava de paquerar com ela e ela retribuiu com um sorriso. Perguntei se podia beijá-la e ela balançou a cabeça dizendo que sim. Tranquei a porta por dentro e começamos a nos beijar. A coisa foi esquentando, era mão boba para todo lado. Quando desci a mão dentro da calça dela para brincar com a sua pepeca, percebi que ela se assustou e disse que tinha que ir embora, pois a mãe dela — que era a chefe de cozinha — iria sentir sua falta e brigar com ela. Abri a porta, nos beijamos e ela foi embora. Lógico que tive que ir até o vestiário e bater uma punhetinha bem gostosa para aliviar, né? Afinal, meu pau batia lá no queixo de tão duro que estava. Mas eu sabia que uma hora ela voltaria, afinal o primeiro passo já tinha sido dado. Eu já imaginava que ela não era santinha, pois o pai dela era guarda na portaria da empresa e éramos muito amigos; ele sempre falava que ela dava muito trabalho na escola. Creio que ficava se pegando com os meninos! Lá estava eu no arquivo morto e ela chegou novamente: — Oi, Carlos! Não acaba nunca isso aí, hein? — Pois é, está foda. Entrou e eu já fechei a porta. — Conseguiu escapar de novo da cozinha? — disse brincando. — É, hoje minha mãe não veio, então está mais tranquilo. Nossa, aquilo ferveu minha veia e o pau ficou duro na hora. Começamos a nos beijar e aquele tesão foi subindo. Comecei a passar a mão nos peitos dela, que delícia! Ergui a camiseta e ela não disse nada. Abaixei a taça do sutiã, meti a boca e mamei gostoso. Ela gemia gostoso, aquele gemido safado, sabe? E o pau latejando. Abri minha calça, tirei o pau para fora e coloquei a mão dela nele. Ela começou a me masturbar, e eu chupando aquele peitão gostoso. — Ai, Carlos, não é melhor a gente parar? E se chegar alguém aqui? — Relaxa, ninguém nem lembra que o arquivo morto existe. E continuei chupando ela gostoso. Ela me afastou com a mão no meu peito e, para minha surpresa, abaixou e caiu de boca no meu pau. Cara, que loucura! Mamava gostoso a safadinha. Eu ali vendo ela me mamando com aquele peitão de fora, não deu outra: bati uma punhetinha e enchi os peitos dela de porra, hahahaha. Ela se ajeitou, me deu um beijo e foi para o vestiário se arrumar e se limpar. Eu demorei uns três meses para arrumar tudo aquilo lá. Sempre que ela conseguia, dava uma passadinha lá para a gente se beijar e, às vezes, eu ganhava um boquete gostoso dela. Infelizmente não tive o prazer de meter gostoso nela, pois ela era virgem e me disse que queria perder a virgindade com o amor da vida dela em uma ocasião bem especial! Mas eu mamei muito naquele peito gostoso e gozei na boca e no peito dela várias vezes!
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