Quando eu namorava a Vanessa, a gente ia sempre à casa da avó dela, que ficava a dois quarteirões para cima da casa dela. A avó dela tinha um bar do lado de casa e a gente sempre ficava lá com ela. Ela tinha um filho solteirão — tio da Vanessa —, mas ele namorava uma moça e quase não ficava em casa. Tinha um quartinho que era o escritório desse tio, onde ficava o computador que ele deixava ela mexer quando íamos lá. Então, para dar uma namorada, a gente se trancava nesse quartinho e sempre conseguia transar gostoso, pois a avó dela sempre dormia no sofá vendo novela. Mas onde quero chegar é aqui: a avó dela devia ter uns 65 anos, eu acho, mas era uma mulher muito vaidosa, não tinha rugas no rosto, era magra, bem bonita e conservada para a idade dela, para ser bem sincero. Só que eu cresci por ali e tinha muitos amigos no bairro. A molecada falava que a velha era bem safada e os rumores que corriam eram de que ela traía o marido direto com vários frequentadores do próprio bar, e que tinha até um amante fixo. Lógico que, com toda a minha safadeza, eu já me imaginava pegando a velha. Comecei a frequentar mais o bar dela, principalmente durante a manhã. Sempre que eu estava por ali, passava lá para comer um salgado e bater papo. Uma certa manhã, conversando sobre assuntos aleatórios, aconteceu algo bem interessante. Ela virou para mim e disse: — Você e a Vanessa são bem safados, né? — Nossa, vó, por que está falando isso? — Você pensa que eu não sei que vocês vêm aqui em casa só para trepar lá no quartinho? Gelei na hora, fiquei sem saber o que falar. Ela riu e disse: — Pode ficar tranquilo, não vou contar nada para a Rose. (Rose era a mãe da minha namorada). Passados alguns dias, cheguei ao bar e ela não estava lá; apenas o avô. — E aí, vô, beleza? — Tudo joia. — Ué, cadê a vó? — Está lá dentro hoje cuidando de algumas coisas. Entra lá. Entrei e ela estava na cozinha. Quando me viu, veio, me abraçou, me beijou e me chamou para a sala. Achei estranho, mas a segui. Quando dobramos o corredor para a sala, ela se virou e tentou me beijar na boca. Recuei no primeiro momento. Ela perguntou se eu não queria dar uma namorada com ela ali na salinha. Vendo que a oportunidade estava dada e sabendo do histórico dela, perguntei se não tinha perigo. Ela disse que não, pois o avô não podia sair do bar enquanto ela não estivesse lá para render ele. Entrei na salinha com ela. Ela já foi abaixando a minha calça e pegando no meu pau com uma pressa... parecia que fazia anos que não via um. Sentou na cadeira e começou a brincar com meu pau até ele ficar duro. Logo meteu a boca e chupou gostoso. Eu nem acreditava que estava ali sendo chupado pela avó da minha namorada naquela salinha. A velha estava com pressa, não perdeu tempo. Logo se apoiou no encosto da cadeira, olhou para mim e falou: — Vai, filho, fode logo a vó antes que ele me chame para ajudar lá na frente. Acredite se quiser: ela estava toda molhada e bem apertada ainda. Meti gostoso, e ela rebolava e gemia alto. Ela pediu para eu gozar dentro dela; não pensei duas vezes e gozei gostoso. Nós nos arrumamos e voltamos para o bar. Tomei uma Coca-Cola e fui embora sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.
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