Eu tinha uma amiga que se chamava Ana Paula, morena, de cabelos cacheados e um pouco mais alta que eu. Ela tinha uma quedinha por mim e, sempre que dava, a gente dava uns pegas, mas nada além disso. Ela não tinha mãe e morava com o pai. A casa dela era uma pensão. O pai dela faleceu e ela ficou muito triste. Passado um tempo, me encontrei com ela no clube em um sábado à noite. Curtimos bastante juntos e, em um certo momento, saímos para fumar. Quando nos demos conta, estávamos nos pegando novamente. Já era quase fim de festa quando ela reclamou que estava cansada e que iria embora. Como já era tarde, falei que iria também e que a acompanharia. Minha casa era no sentido totalmente oposto ao da dela, mas mesmo assim falei que iria até lá com ela. Descemos a pé, claro, conversando e fumando. Ela era muito gente boa e tinha um sorriso lindo. Claro que parávamos no meio do caminho para nos pegar, com longos beijos molhados e safados, enquanto nossas mãos surfavam pelos nossos corpos. Chegando na casa dela, ficamos lá na frente, debaixo de uma árvore, nos pegando e nos beijando. Ela me olhou e falou: — Quer dormir aqui, Du? — Não posso, Ana, minha mãe surta se eu dormir fora de casa. — Entra um pouco, depois você vai embora... — tudo isso entre sussurros, gemidos e beijos molhados. Já imaginando o que poderia acontecer, pensei: "Foda-se, né, depois me acerto com a minha mãe", e acabei entrando. — Olha, Ana, vou entrar, mas não vou dormir, ok? Não estávamos bêbados, mas já estávamos alegres. Entramos e ficamos na cozinha. Ela abriu uma cerveja, começamos a beber, fumar e conversar novamente. Depois de algumas cervejas, acho que já estávamos um pouco mais bêbados e começamos a nos pegar em um colchão que estava no chão da sala. Ela deitada e eu por cima dela. Estávamos de roupa ainda, mas os amassos já eram bem mais intensos. Ergui a blusa dela e comecei a mamar gostoso. Ela falava "para, Du", mas não proibia nada — tipo "para, mas não para, por favor". Eu beijava a barriga dela, descia até a fivela da calça e subia beijando novamente até os peitos. Chupava o pescoço e a orelha dela, que se arrepiava toda. Enfiei a mão por dentro da calça e da calcinha: a pepeca dela estava depiladinha e toda molhadinha. — Nossa, Paula, que tesão de bucetinha... — Não, Du... não podemos... — ela falava no meu ouvido, mas não fazia nada para eu parar. Abaixei a calça e a calcinha dela até o joelho, me coloquei por cima e soquei meu pau na bucetinha dela. Cara do céu, a menina era virgem! Isso mesmo, virgem, e eu estava tirando a virgindade dela ali, naquele dia e naquele momento. — Ai, Du, tá doendo um pouquinho, mas não para não, que tá gostoso... Eu metia nela e chupava os peitos dela, e ela gemia e chorava baixinho, mas era de tesão. — Ai, Du, você tirou minha virgindade... Ai, que gostoso, fode, não para não! Logo senti ela gozar. Essa menina gemia tão gostoso, virava os olhos de tesão! Acelerei e gozei na barriga dela, claro... Saiu um jato tão forte que espirrou até nos peitos. Ficamos ali deitados, olhando um para o outro sem falar nada por um bom tempo. Depois nos levantamos e fomos para o banho. Tomamos um banho juntos, bem gostoso, parecíamos um casal apaixonado. Voltamos e transamos a noite toda. Nessa época eu não tinha tanta experiência, então era sempre de quatro ou papai e mamãe, mas foi a noite toda. E, para ser sincero, quando deu de manhã, liguei para a minha mãe. Ela estava puta, então aproveitei e falei que só voltaria à noite para casa porque estava em uma chácara. Ficamos juntos o domingo todo: conversando, bebendo, transando e fumando! Pior que, depois desse dia, nunca mais nos encontramos. Isso mesmo: ela perdeu a virgindade comigo, transamos a noite toda e o dia todo, e nunca mais nos falamos! Foi o rolê mais louco que aconteceu comigo até hoje. Porque não foi nada combinado e jamais imaginava que ela era virgem ainda!!!
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