Meu pai estava trabalhando para um coronel do exército. Era uma chácara grande e meu pai estava construindo um barracão para ele. Na época, parece que ele iria criar chinchilas. Meu pai conhecia esse homem há muitos anos e havia feito várias construções para ele. Eram muito amigos, a ponto de parecerem irmãos. Às vezes, nos finais de semana, íamos a essa chácara como visitas. Esse coronel já era bem idoso e sua esposa era cerca de 20 anos mais nova que ele. Diziam as más línguas que ele tirou essa mulher da zona lá na Bahia e se casou com ela. Lembro-me de que um dia fui para o trabalho com meu pai, era meio de semana. Fiquei lá na chácara, para cima e para baixo, procurando o que fazer. Lembro também que, nesse dia, o coronel não estava lá, pois tinha viajado para Ilhéus, na Bahia, onde possuía uma fazenda de cacau. No meio da tarde, ela me chamou: — Carlos, venha tomar um café. Sentei-me à mesa da cozinha. Era uma casa grande e tinha duas empregadas domésticas. Ali ela começou a conversar comigo, fazia várias perguntas sobre como estavam os estudos, enfim, aquele papo de sempre. Até que, em dado momento, ela perguntou se eu já tinha uma namoradinha. Eu era meio tímido na época e balancei a cabeça dizendo que sim. — Que gostoso! — disse ela. — É muito bom namorar, né, filho? Ficamos ali conversando e, quando terminamos, ela me chamou para acompanhá-la até a sala. Era uma sala de TV enorme. Achei estranho que, assim que entramos, ela fechou a porta. Ligou a TV e ficamos conversando; logo ela voltou ao assunto da namorada. Nessa hora, começou a fazer perguntas mais picantes, tipo se eu já havia transado e tal. Eu já estava de pênis ereto. Ela se levantou e sentou ao meu lado. Olhou para mim e disse: — Sabia que, se você for bonzinho e não contar para ninguém o que conversamos aqui, a gente pode brincar um pouco? Timidamente perguntei: — Brincar como? Ela levou a mão até o meu short e começou a alisá-lo por cima do tecido. Chegou perto de mim e começou a me beijar. Meu coração estava quase saindo pela boca — afinal, ela era a mulher de um coronel. Mas eu estava gostando da brincadeira, apesar de estar morrendo de medo. Ela me beijava, passava as mãos pelo meu peito, mordia meu pescoço e dava beijos na minha orelha. Logo enfiou a mão por dentro do meu short e começou a me masturbar bem devagarzinho, gemendo gostoso e bem baixinho. Em certo momento, ela se levantou e tirou a blusa, ficando apenas de sutiã. Era uma mulher muito elegante e muito cheirosa. Sentou-se e falou: — Brinca com os meus peitos, filho. Mama neles gostoso. Ela tirou os peitos para fora e eu mamei bastante. Fiquei ali um bom tempo e ela gemendo. Em seguida, tirou meu pênis para fora, pediu para eu ficar em pé na sua frente e começou a me chupar. Confesso que ela tinha uma experiência tremenda; eu, novinho e inexperiente, estava delirando com aquela atitude. Logo ela se levantou e tirou toda a roupa. Ficou de quatro, ajoelhada no sofá, e falou: — Come a minha bucetinha bem gostoso, come! Come igual você come a sua namoradinha. Peguei ela por trás e meti gostoso. Aquela mistura de medo, tesão e adrenalina estava uma delícia. Olhar para baixo e ver aquela mulher de quatro era incrível. Como eu nunca tinha pego uma mulher de verdade, não demorou muito para eu avisar que ia gozar. — Pode gozar dentro, filho! Enche a minha buceta de leite, enche! Explodi em um gozo fenomenal; nunca tinha gozado tão gostoso daquele jeito. Ela se levantou, colocou meu pênis na boca e o limpou todinho. Nós nos vestimos e ficamos ali o resto da tarde vendo televisão, comigo sendo mimado. Antes de eu ir embora, ela me deu um dinheiro — era uma grana boa na época. Mais uma vez, olhou para mim e disse: — Olha, não esquece, hein! Esse segredo é só nosso, não conte para ninguém. Se você for bonzinho, a gente pode brincar mais vezes. Nessa hora meu pai me chamou para ir embora. Chegando em casa, fui direto para o banho e me masturbei de novo, lembrando de tudo o que tinha acontecido.
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