A Secretaria



Naquela época, um grande amigo meu trabalhava em um consultório médico. De vez em quando, eu passava por lá com a desculpa de bater papo, mas a verdade é que meus olhos tinham dono: a secretária.
O nome dela era Elaine. Uma loira espetacular, de olhos cor de mel e um par de pernas grossas que me desconcentravam por completo. Uma verdadeira tentação. Eu vivia jogando um charme, mas pisava em ovos porque sabia que meu amigo também tinha uma baita queda por ela.
Como não existia celular, liguei para o consultório para falar com ele. Quando soube que ele não estava, aproveitei a oportunidade perfeita para puxar assunto com a Elaine. Ali começava nossa cúmplice rotina de longas conversas pelo telefone.
E eu, claro, não perdia uma chance de mandar aquela cantada picante. Até que um dia, a jogada colou. Meu amigo não iria trabalhar por conta do plantão médico, e Elaine estava completamente sozinha e à vontade, sem nenhum movimento no consultório.
— E aí, Carlos, tá por onde? — ela perguntou com aquele tom sugestivo.
— Tô na empresa, mas daqui a pouco vou no centro resolver umas coisas.
— Sério?
— Sim, por quê?
— Por nada... — provocou.
— Tá sozinha aí?
— Tô sim... por quê?
— Porque se você quiser, eu dou um pulo aí agora só pra te ver.
— Hum, safado... pra me ver ou tá querendo me pegar?
— Os dois! — respondi caindo na risada.
— Se quiser passar, a porta tá aberta.
Mandei minhas tarefas pro alto e voei pra lá. O portão ficava trancado; ela abriu ligeira, eu entrei, e o barulho do portão se fechando pareceu o sinal verde para o que eu mais queria. O clima já estava carregado de eletricidade.
Entre uma conversa e outra, encarando a boca dela de perto, soltei sem meias palavras:
— Você não imagina a loucura que eu tenho pra sair com você.
Ela deu um sorriso malicioso, deu um passo à frente e sussurrou:
— E por que não?
Não deu tempo para mais nada. Nos agarrávamos com fúria. Foram quase duas horas de beijos quentes, puxões de cabelo e mãos bobas explorando cada curva do corpo dela por baixo das roupas. Elaine estava recém-separada, fragilizada pelo fim do casamento, mas exalando uma sensualidade represada que me enlouquecia.
Depois daquele dia, nossas ligações ficaram perigosamente frequentes. Até que veio uma sexta-feira inesquecível.
— O que você vai fazer hoje à noite? — ela perguntou, direta.
— Nada, por quê?
— Quer ir lá em casa?
— Tá falando sério? Ir na sua casa é tudo o que eu mais quero!
— Combinado. Mas ó: como estou em processo de divórcio, não quero vizinho fofocando. Chega às 20h30. Vou estar no portão. Se eu der sinal positivo, você entra rápido. Se der negativo, nem para.
— Pode deixar.
Às 20h30 em ponto, embiquei na rua dela. Lá estava ela no portão. Um aceno discreto, a porta abrindo e, em segundos, estávamos juntos do lado de dentro.
A filhinha bebê dela dormia no quarto. Elaine estava estonteante, exalando um perfume hipnotizante. Eu tinha apenas 20 anos, um garoto cheio de tesão mas com pouca experiência. Ela, mais velha e vivida, sabia exatamente como dominar a situação.
Comecei a puxá-la pela cintura, apertando aquela bunda fartíssima contra mim. Ela se enroscava no meu pescoço, me distribuindo mordidas e sussurrando sem parar: "Gostoso... que garoto gostoso..."
Com uma agilidade de quem sabia o que queria, ela arrancou minha camisa, desceu os beijos ardentes pelo meu peito, passou pela barriga e desabotoou minha calça. Quando o meu pau saltou para fora, rijo e pulsando, os olhos dela brilharam. Ela caiu de boca sem hesitar.
— Que pau delicioso, Carlos... grosso do jeito que eu gosto! — murmurou, antes de engolir fundo.
Eu só conseguia segurar a cabeça dela e gemer baixo enquanto ela me mamava com uma sede absurda.
Quando se levantou, me olhando com luxúria, tirou a blusa. Fiquei babando: peitos fartos, firmes, com os bicos eretos. Me inclinei e comecei a chupar, alternando bocadas fundas e licks provocantes. Deitei Elaine no sofá, arranquei sua calça e sua calcinha. Ela estava completamente ensopada e exalava um perfume doce e natural.
Caí de boca na bucetinha dela. Lamba, chupa, cava com a língua. Elaine cravou as unhas no meu cabelo, empurrando minha cabeça contra a sua virilha:
— Isso, Carlos! Chupa essa bucetinha... Ai, que delícia, chupa mais forte!
Ela se contorcia toda. Sem dar trégua, a coloquei de quatro no sofá, admirei aquela bunda espetacular e empurrei com força, metendo fundo de uma vez só. A carne estalando, o ritmo ritmado e o som da nossa pele se chocando tomaram a sala. Não demorou para ela entrar em colapso, gozando forte ao redor do meu pau, gritando de tesão.
Sem tempo para respirar, ela se virou, abocanhou meu pau de novo para limpar o próprio gozo e me puxou para me sentar. Montou em mim com vontade, segurou no meu peito e começou a cavalgar num ritmo alucinante. O sofá rangia, os peitos dela balançavam na minha cara e o calor da buceta dela me queimava por dentro.
Sentindo que eu estava no limite, ela olhou nos meus olhos, descendo com tudo e implorando:
— Goza dentro, Carlos! Enche minha buceta de porra! Sou operada, pode descarregar tudo aqui dentro!
Gozar fundo nela foi uma explosão. Descarreguei jorros quentes lá dentro enquanto nos abraçávamos arfando. Quando ela finalmente descolou o corpo do meu e se levantou, a cena era pura arte sacana: um fio denso do meu leite descia vagarosamente pela coxa grossa dela.
Depois disso, fomos para o banho juntos, onde a sacanagem recomeçou debaixo da água quente. Ela fez uma pipoca, ligou a TV, mas a gente mal olhou pra tela.
A casa virou nosso parque de diversões. Metemos na cozinha, em cima da mesa, no chão do banheiro, de pé contra a parede, no sofá em todas as posições imagináveis. Cada canto daquela casa testemunhou a nossa loucura. Para fechar a noite com chave de ouro, coloquei meu pau na boca dela e descarreguei um jato fartíssimo de leite. Ela mamou até a última gota, limpando os lábios e engolindo tudo sem piscar. Que mulher sensacional na cama!
Saí de lá eram quase 4 horas da manhã, flutuando.
Infelizmente, Elaine estava em um momento da vida em que buscava um relacionamento sério, um romance para recomeçar. Eu, por outro lado, já namorava na época e não tinha a menor intenção de terminar meu namoro.
Ela percebeu que comigo seria apenas diversão e carnalidade. Nunca mais tivemos uma noite inteira juntos. Depois disso, só rolaram mais alguns amassos rápidos e pegadas de tirar o fôlego nos fundos do consultório... mas aquela sexta-feira ficou gravada na minha memória para sempre.
Foto 1 do Conto erotico: A Secretaria


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Secretaria

Codigo do conto:
273127

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/09/2026

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