Estava ansiosa naquela semana, pois no sabado iria a uma festa de aniversário, do meu amigo, Guilherme. No sábado seria só os amigos dele e nos domingo, alguns amigos e família. No sábado a noite, minhas amigas e eu fomos pra lá. Chegando lá cumprimentamos todo mundo, e ficamos em um cantinho conversando com alguns outros amigos nossos. Não demorou muito, Guilherme se juntou a nós. Conversamos por algum tempo e demos boas risadas. Mas eu precisava muito ir no banheiro, então acabei saindo por algum tempo da roda dos nossos amigos. A chácara era bem grande, com uma casa com bastante quartos, e o espaço do lado de fora bem amplo. Usei o banheiro de fora Quando sai, tive uma surpresa, Guilhermina estava me esperando. - E aí, tudo bem? - Tudo sim.. aconteceu alguma coisa? - perguntei. - Não. Vim aqui sequestrar você! Eu sorri e ele me levou até uma parte bem escura da chácara, como se fosse um "quiosque". Tinha uma espécie de balcão lá, e me encostei lá e começamos a nos beijar. Fazia algum tempo que a gente não se beijava, então os beijos eram carregados de desejo. Eu aproveitava que estava da sua altura e passava a mão pelo corpo dele conforme a gente ia se beijando. Não demorou muito pra começar as mãos bobas. Era beijo, chupada e lambida no pescoço, beijo na orelha, passa mão na bunda daqui, se esfrega dali, ou seja, o clima estava ficando cada vez mais quente. Eu estava com um blusa branca de um ombro, ele aproveitou e abaixou o lado mais curto e começou a chupar meu peito. Eu delirava de tesão, e jogava meu corpo para trás. Mas por ser um local um pouco sujo, haha não estava tão confortável em ficar ali. Perguntei pra ele se não tinha outro lugar pra gente ir. Ele sugeriu da gente ir em quarto. Eu aceitei. Saimos de lá, passamos por onde estavam todos, e seguimos direto para o quarto. No quarto tinha várias camas de solteiro espalhados. Nós entramos e ele fechou a porta. Sentei em uma das camas, e logo ele sentou ao meu lado me beijando de novo, recomeçando a pegação lá de fora. Os beijos foram ficando intensos de novo, ele passava a mão pelo meu corpo e novamente abaixou minha blusa e começou a mamar de novo em mim. Meu corpo arrepiava inteiro. Ele me chupou por bastante tempo assim, alternando com beijos. Ele me deitou na cama e se deitou por cima de mim, e continuou me beijando e mamando em mim. Logo, a mão dele começou a descer até chegar no botão da minha calça. Ele abriu e abaixou minha calça até o joelho deixando o espaço livre pra ele começar a por a mão por dentro da minha calcinha. Logo ele estava passando os dedos na minha pepequinha. Ele sentiu que estava molhada. Apesar de estar curtindo muito, eu estava um pouco nervosa com aquilo, pois sabia que alguma coisa poderia acontecer ali. Foi então, que resolvi pedir pra ele puxar uma cobertinha que tinha visto por ali. Na verdade eu estava com um pouco de vergonha, haha, e estava tentando cobrir meu corpo. Ele puxou a coberta por cima de nós dois e se colocou por cima do meu corpo de novo. Agora, foi a minha vez de abrir o botão e o zíper da calça dele, e pegar em seu pau. Sentia ele bastante duro. Eu o segurava e depois comecei a punhetar ele com a minha mãozinha delicada. Ele gemia gostoso. Em resposta ele acelerava os movimentos com seus dedos na minha xoxota. Ele então parou de brincar, e começou a tentar abaixar a minha calcinha me beijando. De repente, a porta do quarto abriu. A gente congelou. Escutava um monte de vozes entrando, mas não sabia muito bem o que estava acontecendo. Guilherme, ainda por cima de mim, colocou a cabeça pra fora e viu que uns amigos nossos tinha entrado no mesmo quarto. Ele olhou pra mim com cara de "não acredito" e eu comecei a rir hahaha. Ele sabia que não ia conseguir fazer nada, porque tinha umas 6 pessoas deitadas pelas outras camas, e todo mundo conversando e rindo. Mesmo assim a gente ficou se pegando embaixo da cobertinha, mais uma vez. É só eu sei o que eu tive que fazer pra subir a calça sem que ninguém percebesse hahaha (meu Deus! Kkkkk) Bem mais tarde, minhas amigas e eu fomos embora, porque nunca que nossos pais, iam deixar a gente dormir lá. No outro dia, de manhã, voltamos. Neste dia também conseguimos nos pegar um pouco, porém os pais e a familia dele estavam lá, então foi mais de boa.
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