Eu estava navegando pelo bate-papo da UOL e, de repente, me deparei com uma garota. Era a Carla, 19 anos, recém-casada e com uma filha recém-nascida. Conversamos bastante, fomos para o MSN e lá ficamos conversando por semanas. Ela foi se abrindo e contou que o marido era um moleque, que a engravidou, casaram-se por conta disso e que ele era extremamente irresponsável. Largava ela sozinha em casa para ir jogar bola, ficava na casa da mãe dele e a deixava isolada. Aos poucos, comecei a colocar meus planos em ação. — Mas e aí, Carla, pelo menos ele é carinhoso? — Que nada. Agora que tive a bebê, ele nem me procura mais na cama. — Nossa, não é possível. Como ele deixa uma mulher incrível assim como você de lado? — Pois é... Ele tem sorte que sou uma garota séria. — Sorte mesmo. Olha, eu me encantaria fácil e cairia no colo de uma mulher como você! Mas me diga: ele te dá flores? Chocolates? Te leva para sair, comer fora? — Que nada, Carlos, estou te falando: ele nem lembra que tem mulher e filha. — Nossa, que estranho, né? Se fosse eu, iria te tratar como uma princesa. — Sério? Você dá flores para a sua mulher? — Claro: flores, chocolates, presentes... Levo ela para jantar fora e, depois, saboreio ela bem gostoso de sobremesa, bem devagar, sem pressa. — Nossa, que delícia! — Se você quiser me conhecer algum dia, sem compromisso, eu posso ir até a sua cidade. A gente almoça juntos e bate um papo, ué. — Sério que você me levaria para almoçar? — Claro, por que não? — E o que você iria querer em troca? — Nada. Por quê? — Você viria de Americana até Artur Nogueira para almoçar comigo e não iria querer nada em troca? — Não... — Ok, vou pensar. O primeiro passo já tinha sido dado com sucesso; o resto eu conseguiria com o passar dos dias. Passados alguns dias, me deparei com uma mensagem dela no MSN: “Bom dia, Carlos. Se quiser vir para cá na sexta-feira, a gente pode ir almoçar, tá? Mas será apenas um almoço, ok?” — Tudo bem, Carla, sem problemas. Você gosta de chocolates? — Sim, por quê? — E de flores? — Gosto também, por quê? — Por nada, ué, só curiosidade! Ainda nessa semana, conversando com ela, falei que precisava desligar para ir até uma floricultura. — Sério? O que vai fazer lá? — Comprar algumas rosas. Por quê? — E vai fazer o que com as rosas? — Vou fazer amor com a minha esposa, ué. — Nossa, mas o que você faz com as rosas? — Hahaha, aí é segredo, né? — Nossa, então tá bom... No dia seguinte, lá estava ela: — E aí, deu tudo certo ontem? — Deu sim. — Comprou as rosas? — Sim, claro. As rosas eram o charme do negócio. — Mas você deu as rosas para ela? — Não, não... Eu as usei! — Como assim, usou? — Olha, isso é segredo. Agora, se você quiser sair comigo na sexta-feira, ir para um motel para a gente aproveitar bem gostoso e deixar eu dar uns tapas na sua bunda, eu levo as flores e te mostro como eu as uso! E fora as flores, tem mais novidades ainda! Ela recusou, claro. Mas quando foi na quinta-feira, lá estava ela de novo: — Carlos, você falou sério sobre a gente ir para o motel? — Sim, claro, por quê? — E sobre as flores, é sério ou você está me zoando? — Sério também, por quê? — E o que você vai fazer com as flores? — Aí só na hora, meu amor, você vai descobrir... — Tá bom, eu topo. Mas vai ser carinhoso comigo? — Vou sim! — E o que você vai fazer comigo? — Vou fazer amor com você de uma forma tão gostosa que você nunca mais vai me esquecer. Sexta-feira, lá estava eu na frente do trabalho dela. Ela entrou no carro e já foi surpreendida com uma bela caixa de chocolates. Seguimos direto para o motel! Chegando lá, vendar os olhos dela, a deitei na cama e comecei a beijar sua boca. Desci para o pescoço e fui provocando. Tirei sua blusa e sua calça, deixando-a apenas de calcinha. Aí chegou a hora de usar a rosa. Peguei a flor e fui passando por todo o corpo dela: comecei no pescoço, fui descendo devagar, provocando cada centímetro até chegar na sua virilha toda depiladinha. Ela se arrepiava inteira e se contorcia. Alternava entre passar a rosa e passar a língua. Ela já não aguentava mais e pedia para acelerar o ritmo. Quando fui provocá-la ainda mais com a língua, ela não aguentou e se entregou completamente. Em seguida, ergui suas pernas e me entreguei ao momento com vontade. Ela gemia e chamava por mim dentro daquele quarto, o que me deixava ainda mais instigado. Virei ela de costas, segurei pelo cabelo e continuei com ritmo firme. Ela dizia que era aquilo que esperava, que queria aquilo para ela. Nos arrumamos logo em seguida, pois o horário de almoço dela era curto. Levei-a para almoçar e dava para ver no seu rosto o olhar completamente envolvido. Depois disso, saí com ela mais uma vez. Nesse outro dia, a entrega foi completa e o entusiasmo dela foi tanto que tenho certeza de que o motel inteiro ouviu toda a movimentação.
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