Eu ainda resisti por meses, mas comecei a pensar num jeito de ver a Juju antes que ficasse louco. Nos conhecemos por aqui - ela, uma moreninhs de vinte aninhos deliciosa, desde a boca maravilhosamente desenhadas, até as curvas dos quadris, os seios redondos de bico durando, a bundinha que dá vontade de morder de tão gostosa... até todas as camadas de pele da bucetinha que parece estar sempre encharcada pelo fogo. Li alguns contos dela, comentei, votei, pedi amizade (ela topou), adicionei no face (a moreninha fez que 'sim'), e daí pro insta, onde as conversas começaram normais. Eu, um 'tiozinho' de 50 e poucos anos, grisalho, Barriguinha ok pra idade, rosto.bonito, pau em forma e sempre querendo uma aventura fora do casamento onde não transa decente há séculos. Ela, com a cor do pecado de Gabriela, entranhas queimando como só Jorge Amado poderia descrever e fazer passear na nossa imaginação, alimentando nossos desejos, provocando suor, fazendo punhetas tomarem ritmo até aquela explosão que só não é melhor porque te deixa gosto de muito-mais. Foi assim - o gosto de quero-mais - que me fez criar esse plano. Juju vinha me alimentando com vídeos de 30, 40, 50 segundos, em que se mostrava inteira, dedinhos na racha ou brincando no clitóris enquanto gemia meu nome e pedia: "Me.fode gostoso, vai..." Eu fui - sem alarde nem aviso. Descobri a igreja em que ela vai caçar os maduros, fiquei de esguelha o primeiro e o segundo cultos. No terceiro, ataquei. Fiquei fazendo hora lá fora, me misturando aos outros fiéis que chegavam, faziam uma reverencia e iam pro lado da igreja em que estão só os homens. Eu ficava por ali, nas últimas fileiras, olhando para o lado de lá, onde ficam as saias esvoaçando, os lábios rangendo e os pecados se escondendo. Juju estava por ali, eu sabia que era só esquadrinhar com calma o olhar até encontrar seu cabelo preto, liso, seu rosto comprido, suas mãos de novinha que envereda pela putaria e que busca pau novo todo dia. Fiquei fascinado, sem desviar meu olhar. Ela fazia de conta que virava a página do Hinário, abria e fechava a boca simulando cantar, mas já.devia estar molhada porque só estava ali para mais uma caçada. Aí, nossos olhares se cruzaram. Ela não baixou nem desviou. Eu também não. A trepada tinha começado ali mesmo, ambos em pé, escorados num templo que, pra nós, era só de tesão. Ela me reconheceu logo - tínhamos trocado fotos por meses em nossas conversas. Ainda ameaçou surpresa, mas.conteve o olhar. Só não segurou a própria chama, porque enquanto seguravs uma bíblia com a mão esquerda, a outra mão logo baixou para a frente da saia, num gesto feito pra me provocar, eu sabia, ficou ali se bolinando, fazendo questão de se virar um pouco de lado, pra que eu visse melhor o que a putinha estava fazendo. Pra si. E pra mim. Respondi, começando a apalpar meu pau por cima da calça de sarja, até isso eu tinha planejado, até o tecido mais agradável ao toque. Julia se meio masturbava do lado de lá, a não mais que cinco metros, enquanto a cantoria desafinada subia, eu olhava fixo nos olhos dela e.estimulava meu pau do lado de cá, a rola crescendo dentro da calça, querendo abrir braguilha e mostrar meu pau duro pra ela. Fomos, ambos, nos arriscando em.nossos movimentos a sermos descobertos, mantivemos-nos os olhares de volúpia, de eu-quero-você-agora, pelos minutos seguintes. Adoraria dizer que gozamos juntos, mas não tenho certeza. Eu, sim, melei minha calça, minhas mãos, com uma porra deliciosa que cheguei a levar à boca. Foi naquele segundinho que me descuidei. E que Júlia se aproveitou para sair de minha vista e me deixar, literalmente, de pau na mão. A putinha ia ver só uma coisa, ah, ela ia!
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