- Tô meio apertada aqui, pouco espaço, vocês dois me dão licença. - joguei uma perna por cima de cada um, ficando com as coxas bem abertas . E me abanei com o vestido, expondo completamente a minha calcinha - tá muito quente aqui atrás amor.
- Quer que eu ligue o ar do carro?
- Precisa não, já tô me abanando.
- É tô vendo - ele olhava pelo espelho, eu me exibindo para os machos que me olhavam inteira, se esforçando para não me tocar
Não tardamos a chegar no motel ,e pegamos um quarto. Estacionamos na garagem , meu marido subiu as escadas para abrir a porta, enquanto eu subia rebolando, em frente aos meus dois acompanhantes, propositalmente para que pudessem ver por baixo do meu vestido.
Eles vinham logo atrás, respeitando os limites, mas esfregando seus paus dentro das calças.
Entramos os quatro no quarto, meu marido pegou uma cadeira e, se abancou em um canto:
- Bom aqui estamos, fiquem a vontade e divirtam-se vocês três.
- Quer que apague a luz? - perguntou Renato
- Não , deixa acesa- meu marido respondeu - pode só diminuir um pouco a luz , se é pra se exibir, tem que ser de luz acesa.
Fiquei meio sem jeito, pois eu nunca tinha feito aquilo assim, de forma tão consciente. Era a minha tara se tornando realidade , e eu não fazia a menor ideia do que fazer naquele momento:
- Quem sabe vocês dois não sentam na cama?
Renato foi se sentar na cabeceira, enquanto Márcio, sentou na beirada, bem próximo de mim.
- Tá com medo Renato? - Márcio perguntou
- Não, de jeito nenhum. Ele veio e se sentou mais perto também.
Meu marido puxou a cadeira e se pôs de frente para a cama.
Me aproximei dos dois , me apoiei de novo em suas coxas, empinando minha bunda na direção do meu marido:
- Gostam do meu perfume? - coloquei o pescoço entre os dois , me cheiraram profundamente.
- Deliciosa - disse Márcio
- Cheiro de mulher com tesão - disse Renato.
- Tá boa a vista aí, amor? - perguntei para o meu marido.
- Maravilhosa, quero ver melhorar.
- Já vai melhorar.
Me virei de costas e me abracei nele, agora mostrando minha bunda para os dois, minha mão puxou a minha saia, prendi a barra no cós da calcinha. E olhei para os dois , que massageavam os membros.
- Posso tirar a camisa? - Márcio perguntou para o meu marido.
- Pergunta para ela , não para mim.
Márcio e Renato me olharam, pedindo aprovação.
- Tirem as camisas. - eu respondi, eles começaram a tirar , e eu interrompi - De pé na minha frente.
Tomei o lugar onde eles estavam sentados.
Eles ficaram de pé e começaram a levantar as camisetas, ambos muito bem trabalhados de academia , Márcio era muito mais musculoso que Renato, mas ambos muito sarados. Observei cada gominho dos tanquinhos deles. Pude olhar bem de pertinho, puxei os dois pelos cintos e cheirei e beijei seus abdômens e seus tórax. Cada um com um perfume diferente, cada corpo com seus predicados, mas ambos muito gostosos, minha buceta pulsava de tesão.
Puxei as alças do vestido e desnudei os seios, meus mamilos estavam duros como nunca, aproveitando a proximidade, esfreguei bem eles no corpo de cada um dos machos, podia sentir seus caralhos explodindo as calças. Olhei entre os dois, meu marido estava se masturbando bem devagar:
- Tu não vem mesmo? - perguntei
- Agora não , talvez depois.
- Tá bom então.
Me virei de costas, fiquei de quatro e fui engatinhando em cima da cama. Os dois se ajoelharam na cama e foram seguindo minha bunda.
- Que bundinha linda Dê - falou Renato
- É Deny! Por favor - corrigi firme - querem que eu tire o vestido?
- É o que a gente mais quer - respondeu Márcio.
A parte de cima já não escondia nada, fiquei em pé na cama , de frente para Márcio e de costas para Renato, ambos muito próximos de mim. Empurrei o vestido até a cintura e larguei , um pouco hesitante, e logo ele caiu, me deixando só de calcinha , na frente deles.
Puxei a cabeça deles contra minhas partes íntimas e senti quando me morderam e lamberam de leve, bem gostoso.
Percebi o considerável volume dentro de suas calças, eles claramente haviam gostado do que estavam vendo e sentindo. Me sentei entre os dois :
- De cueca os dois, agora. - ordenei .
Começaram a tirar os cintos, e baixar as calças.
Márcio com uma cueca branca mostrava todo seu impressionante volume ainda guardado, meio para o lado esquerdo, para cima ele ficaria com boa parte do membro de fora , e Renato de cueca vermelha, não ficava longe do primo, só não parecia tão grosso. Os dois ficaram na altura do meu rosto, mordisquei o pau de um, por cima da cueca e depois do outro.
Me deitei de costas na cama, com os peitos para cima, e fiquei olhando para eles.
- Querem tirar as cuecas? Bem devagar, aqui em cima de mim, de joelhos. - eu me sentia uma rainha, ordenando seus súditos.
Eles vieram um de cada lado, olhando para o meu corpo, e começaram a tirar suas cuecas. O pau de Renato saiu de baixo para cima, parecia uma cobra se erguendo para o bote , era longo , como ele disse antes, era escuro, com a cabeça rosada. Já Márcio saiu pesado, bateu no meu rosto ,pertinho da boca, deu aquela puxada de pre-gozo, quando subiu de volta, eu lambi a gota e senti o gosto do seu esperma. Era um daqueles paus difíceis de guardar , era tão grande quanto o de Renato, mas era mais grosso, a cabeça bem escura, acompanhando o tom da pele, desses que só se vê em filme pornô.
Era um sonho, eu ali deitada, seminua , com dois paus pretos praticamente no meu rosto. Abri minhas pernas, uma mão eu desci para o meio delas, e comecei a brincar com o clitóris, sem me despir, a outra eu apertava meus seios. Eles me olhavam naquela posição, seus paus pareciam criar vida na minha frente:
- Que imagem linda - suspirei - batam pra mim.
As mãos agarraram os caralhos e eles começaram a punhetar. Eu via eles bem de pertinho mostrando e escondendo as glandes, o cheiro de porra subindo, e a minha calcinha molhando. Eu ria de felicidade, não só comandava a brincadeira, eu era um objeto, o motivo daqueles penis estarem pulsando.
Subi a outra mão para o meu outro seio e fiquei apertando eles:
- Nos meus peitos, se masturbem para os meus peitos.
Os dois miraram as varas para os meus mamilos, um em cada seio.
Assim gostosa?
- Huuuuum isso tesão, assim, que delícia- me sentia realizada.
Olhei para meu marido, ele me olhava com satisfação, estava feliz por me ver feliz.
A cabeça do pau de Márcio tocou meu bico e de novo, puxou outro fio de esperma.
- Desculpa Deny, perdão.
- Tudo bem Marcinho, continuem, eu tô amando. Aaaah , que gostoso.
Me virei de bruços na cama, e empinei o rabinho.
- Agora pra minha bunda.
Os dois se posicionaram e continuaram a punheta.
Olhei pelo espelho da parede , e vi aqueles homens ali, punhetando vigorosamente aquelas varas pretas, enquanto olhavam pra minha bunda.
Ver aqueles paus duros na minha direção, fizeram minha buceta piscar e ficar mais molhada, pude ver a cabeça dos paus deles brilhando e espumando.
De repente um comando: - “Fica de quatro! Empina mais esse rabo!” . Fiz o que me pediram:
- Assim que vocês querem?
- É, assim mesmo, pose de profissional hein! gosteeei!” - falou Renato, e continuou sua punheta mas agora ele havia se posicionado atrás de mim e apontava aquela cabeça grossa para a minha bunda, fazendo movimentos com os quadris, como se estivesse me fudendo.
- De lado , quero ver o que estão fazendo - meu marido ordenou.
- Tá gostando, amor? - perguntei
- Tu está, minha vida?
- Eu tô amando - respondi
- Então eu também tô. - ele comentou - quero te ver feliz.
Comigo de quatro, com a bunda virada para Renato, Márcio se sentou na minha frente , com a pica apontada para a minha boca.
Me senti exposta, usada, mas ao mesmo tempo, viva demais. Como se alguém estivesse vendo além da superfície, me deixando vulnerável de um jeito que me assustava e ao mesmo tempo me deixava com muito tesão.
Aquela sensação me atingiu inteira, crua, difícil de explicar até hoje.E foi ali, no meio daquele caos, que entendi que aquela noite ficaria marcada pra sempre na minha memória.
Por entre as minhas pernas, escorreguei a mão, passei por cima da minha vagina, ainda vestida, passei um dedo no clitóris e puxei a calcinha de lado, e com o outro dedo eu abri minha buceta, para que pudessem ver que eu estava molhada.
- Hummm, que buceta gostosa, a putinha tá molhadinha? - comentou Renato.
- Inundada , amor.
Ouvi seus gemidos mais próximos e sua punheta ficou mais intensa, enquanto eu esfregava meu clitóris e alternava penetrando minha vagina com os dedos.
Os paus estava a poucos centímetros de mim, dava até pra sentir o calor que exalava deles, por detalhes, aquilo ainda era apenas masturbação.
Uma masturbação mútua que deixava os três loucos de tesão, foi aí que senti a mão esquerda de Renato na minha cintura, e ele esperou para ver se eu ia falar algo, olhei para meu marido, esperando, alguma reação, e ele apenas fez sinal , me dando a liberdade que eu quisesse. Olhei para Renato atrás de mim, com cara de safada,e voltei a olhar para frente, consentindo seu avanço. E logo ,senti uma pincelada do seu pênis na minha vagina, veio outra pincelada , e mais uma .
A voz rouca dele me dizia muita coisa em poucas palavras.
- Aaaah assim delícia , assim eu enlouqueço, gostosa.
- Joguei minha bunda para trás.
- Tu quer? Safada!
Renato ia começar a baixar a minha calcinha, e meu marido interrompeu.
- Deixa ela tirar, é o momento mais lindo, ver a calcinha saindo do rabo nela.
Renato levantou as mãos , virei a bunda para os três homens, e comecei a puxar a calcinha para baixo, fazendo ela sair devagar de dentro da minha bunda.
- Agora sim - meu marido falou. - ela é toda de vocês. Usem a vontade.
Voltei à minha posição anterior, bem empinadinha, segurei o pau de Márcio com as duas mãos e comecei a masturbá-lo, ao mesmo tempo que Renato usava as dele para abrir minha bunda, e senti sua língua invadindo meu sexo , dura a molhada.
- Aaaaaah , que delícia - não consegui me conter.
- Que buceta cheirosa, que gostinho de puta. Ele dizia isso, enquanto sua mão subia e massageava meu ânus com o dedo médio.
Quando olhei para frente de novo e vi o pau de Márcio, não hesitei e coloquei com carinho na boca.
- Aaaaaah ,assim, isso putinha, mama, mama
Com uma das mãos ele puxou meu cabelo, enquanto a outra desceu no meu seio.
Minha timidez tinha me abandonado de vez, e eu só queria fuder com aqueles dois negros maravilhosos.
- Mete esse caralho na minha buceta. - falei para Renato.
Sem pestanejar, ele me puxou pela bunda e enfiou a pica firmemente na minha vagina, o que me fez soltar um gemido de prazer. Agora eu estava entregue, eu era deles.
- Vadia , gostosa, eu sabia que tu ia querer dar essa buceta - ele me dizia isso, enquanto me comia com força.
- Mama putinha , mama essa vara, eu sei que tu quer leitinho - o outro me falava enquanto eu o olhava nos olhos, chupando seu mastro que mais parecia um ferro em brasa.
E eu queria , queria o seu leite escorrendo em mim, eu babava naquele pau, levantava e lambia suas bolas com gosto de suor.
Eles me usaram daquele jeito, por mais de 15 minutos.
- Troca comigo- um disse para o outro- eu quero comer essa vadia.
- E eu quero que ela me chupe - o outro respondeu.
Saindo de dentro de mim , mas me manifestei:
- Não , eu quero chupar os dois agora.
Os dois se sentaram na cama um ao lado do outro, e ficaram balançando seus paus, à espera da minha boca.
Fiquei ajoelhada na cama, e parei por um instante, observando a cena, analisando os dois membros, suas diferenças, seus tamanhos e calculando como faria para chupar os dois juntos.
Comecei engolindo Renato, já que eu ainda não tinha feito pra ele, enquanto punhetava o outro, e ele passava a mão pelo meu corpo, até chegar ao meu cu, que ele invadiu com o dedo, sem nem pedir licença, apenas respondi com um olhar safado, sem tirar o pau do primeiro da boca, logo troquei fazendo a mesma coisa com o outro, mas eu queria os dois juntos, e puxei ambos o mais perto possível, comecei a lamber as duas cabeças ao mesmo tempo, chupando os dois o máximo que conseguia, e aquilo era uma delícia, ficamos assim até que Márcio, que eu só tinha chupado, me puxou pelo cabelo e me olhou bem nos olhos dizendo:
- Agora eu vou comer a tua buceta, continua chupando ele aí.
Eu me inclinei e segui na mamada, enquanto ele ia até atrás de mim, me segurou pela cintura com as duas mãos e ficou me olhando de quatro por uns segundos. Abri bem mais as pernas para melhorar a posição, e como uma safadinha vadia, dei uma sacudida com o rabinho , esperando a estocada, eu agora me sentia livre com todo aquele sexo , me sentia livre sendo um objeto, eu queria ser a puta deles.
- Ah, tu quer vara?
- Uhum - respondi com um som abafado de boca cheia.
- Então eu te dou vara!
Ele encaixou o pau na entrada e foi colocando aos poucos, ele era experiente , sabia o que tinha entre as pernas , e sabia como usar para não machucar quem ele comia, não demorou muito e estava todo dentro de mim. Soltei o fôlego com um gemido alto e longo, senti meu corpo todo tremer, minhas pernas bambeando, aquele foi meu primeiro orgasmo naquela noite. Senti meu gozo escorrendo na minha perna e meu parceiro também.
- Hum delicia, tu gozou vadia! Gostou do pauzão do negão né? Toma essa pica.
Ele começou a me foder devagar para ir me acostumando, e cada estocada , eu sentia meu corpo sair do lugar com a velocidade que aumentava, mal consegui manter o outro caralho na boca, horas pelo movimento, horas pelo meu gemido que não me deixava fechar os lábios.
Meu suor escorria no colo de Renato, à minha frente, enquanto o outro me comia, estapeando minha bunda, até que gozei pela segunda vez, dar a buceta para aquele pau, me dava sensações que não pensava serem possíveis. Em um momento de fôlego, eu pedi para cavalgar em Márcio:
- Quero sentar no teu pau, Márcio.
- Como tu quiser , rainha.
Ele se deitou na cama , aquele mastro apontado para o teto, passei minha perna sobre ele, enquanto ele molhava cuspia na mão e passava na cabeça do pau. Encaixei a buceta nele e escorregando ele para dentro de mim, foi realmente difícil, mas eu já estava mais aberta a recebê-lo , eu gemia a cada centímetro penetrado, só parei quando senti suas bolas na minha bunda, ele estava todinho dentro de mim, comecei a cavalgada com movimentos curtos , para aquilo tudo não sair de mim, mas o tesão era tanto, que em segundos eu já saltava pulava nele como uma amazona experiente.
Renato esperava paciente punhetando, em pé na minha frente, enquanto me deliciava no colo de Márcio , e assim que me acomodei , ele segurou minha cabeça, me dando chibatadas no rosto com seu pauzão e eu esperava de boquinha aberta e com a língua para fora, o fim da surra. Com meu rosto sujo de porra , ele agora me fazia mamar sua rola enorme.
- Era assim que tu queria né vagabunda? Dois pretos te fudendo feito puta.
Apenas consegui concordar com a cabeça, e fazer um “uhum”, de boca bem cheia , olhando ele nos olhos.
Ali estávamos , os três , fudendo no real sentido da palavra , não era sexo , não era amorzinho era uma foda mesmo, uma trepada deliciosa. Renato, em pé na minha frente , me segurando pelo cabelo e me fazendo chupar seu pau, eu sentada em Márcio, abraçava ele contra meu corpo, enquanto ele massacrava minha buceta com a sua tora, mamando meus peitos e apertava minha bunda com as mãos. Meu marido nesse momento, fazia a volta na cama , aproveitando todos os ângulos da foda.
- Abre bem o rabo dela, Márcio.Mostra bem o cuzinho dela pra mim. - ele ficou ali um pouco , fez a volta na cama de novo , pegou meu cabelo , enrolou chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou- tá gostoso esse cacete? Era um desses que tu queria chupar?
- Tá… uma…. Delícia…. Aaaah… sim.. sim … eu queria muito .
- Então mama vadia , mama ele todo.
- E tu corninho? Tá gostando de ver a tua puta sendo fodida? - Renato perguntou
- Se ela tá feliz , eu tô feliz , irmão.
Senti a mão dele escorregar nas minhas costas , o que me arrepiou toda, chegou na minha bunda. Vendo minha pele daquele jeito, ele se sussurrou de novo , ao pé do meu ouvido.
- Tá com tesão no cuzinho ? Quer dar a bundinha?
Olhei ele no fundo dos olhos, estava suada e muito excitada.
- Aham , quero, quero muito.
- Vou preparar o cu dela pra vocês guris. Segura as bombadas aí Marcião, deixa eu chegar no rabo dela.
Márcio abriu os joelhos e puxou as bandas da minha bunda, expondo meu cuzinho que piscava, esperando mais um pau. Senti mais um par de mãos em mim, seu dedo começou a dar voltas no meu ânus, senti mais um gozo se aproximar nesse momento. Ele colocou a pontinha do dedo e logo dois estavam entrando no meu cu , enfiava e tirava me fazendo relaxar, em seguida suas duas mãos estavam na minha cintura, ele posicionou a ponta do pau na entrada da minha bunda, e empurrou vagarosamente , assumindo um lugar dentro de mim. Meu marido está longe de ter um pau pequeno, e eu estava acostumada a lhe dar o rabo, mas eu já estava com o gigante Márcio na minha buceta, acabou que sua entrada foi mais dolorida do que normalmente era, quase chorei quando ele me invadiu por completo. Ficamos os três parados , até que me dei conta do que estava acontecendo ali, eu estava totalmente preenchida, boca , buceta e bundinha. A realização daquela imagem , aliviou a dor e deu lugar ao prazer, um prazer tão imenso, que me levaram ao êxtase instantâneo. Não estava enganada , senti um orgasmo subir minhas pernas violentamente e explodir pelo meu corpo.
- Aaaah , aaaaaah , aaaaaaaaaaah.
Gritei, tamanha sensação que me estremecia as pernas , e o tremor me fez mexer o corpo todo de forma que os três rapazes, apenas assistiam e sentiam eu rebolar com meus buracos cheios pelos seus paus , e mamando a outra vara.
- Aaaah isso , rebola. Rebola bem vadiazinha , mostra a puta que tu é. - meu marido ordenava.
Eu girava o rabo feito uma louca, queria gozar de novo, e gozei. Mais duas vezes, rebolando, na segunda eu pingava suor na cama, estava morta.
- Agora que ela tá bem maciazinha, quem vem comer esse cu? - meu marido perguntou.
- Eu vou comer a vadia. - disse Renato.
- Quero um boquetão - declarou Márcio.
- Tá mas, acho que ela tem que mostrar as tetas pra nós agora, Renato deita, ela senta no pau dele , eu meto na buceta dela, e o Márcio dá de mamar pra ela, que vocês acham? Tu aguenta amor?
- Se eu não aguentar, eu aviso.
Assim fizemos, Renato ficou na cama, eu botei seu pau no meu cu e fui sentando até entrar todo, eu gemia a cada centímetro, aquilo já era muito bom. Meu marido, de joelhos me pegou pela cintura e meteu na minha raxa, já estava bem aberta pelo colosso de Márcio, então o dele foi refresco , e ele tá longe de ser mau dotado. Ele me abraçou, chupou e morder meus peitos e me deu um delicioso beijo na boca , separado pela chegada de Márcio, que enfiou o pau entre nós dois, forçando os meus lábios, que só abri lambendo e engolindo seu enorme cabeção.
Naquela posição, eu não conseguia fazer muita coisa, então o trabalho foi todo deles, Bill e Renato encontraram um ritmo de entra e sai, alternando dentro de mim que me fizeram gozar de novo muito rápido enquanto eu chupava Márcio o máximo que eu podia, me dediquei mais a lamber ele, pois não era fácil botar aquilo tudo na boca. Vez por outra eu beijava meu marido.
- Tu tá bem putinha, com perfume de porra.
- É? E tu tá gostando?
- Aham , eu tô te amando assim bem vagabunda.
- Me beija então - falei isso colocando a boca em volta do pau de Márcio, e olhando meu marido nos olhos, desafiando ele.
- É o que tu quer? - ele perguntou
- Uhum - respondi com a glande de Márcio toda na boca
Ao contrário do que achei, ele chegou bem próximo de mim , lambeu meus lábios , e por consequência o pau de Márcio junto, e me beijou romanticamente, fazendo Márcio soltar um gemido alto com duas bocas e línguas dividindo seu caralho .
- Aaaah , aaaah, Assim eu vou gozar - ele anunciou. E o esperma grosso jorrou entre nós dois, até a última gotinha.
Minha buceta pulsando , senti que gozaria depois daquele banho de porra.
- Ai amor , eu vou gozar - declarei
- Então goza minha putinha
- Goza comigo, goza comigo.
Senti seus jatos me enchendo a buceta até pingar. Eu não sei como, mas gozei intensamente, talvez por ser com meu marido, mas sei que gozei demais nessa última.
Restava apenas Renato que seguia firme comendo meu cu. Eu virei de frente para ele , me inclinei para frente , dando meu peito para que ele chupasse, e no pé do seu ouvido , sussurrei só para ele ouvir.
- Desde aquele dia no futebol, eu queria te dar a bunda.
Olhei no fundo dos olhos dele, estava com uma expressão de surpresa misturada com safadeza, nos beijamos de língua longamente, como dois namorados com tesão.
- Agora me fode, fode o meu rabo, vai. Isso, assim.
Comecei a beijar e morder seu peito , e ele bombando meu cuzinho , aumentou a velocidade, querendo me dar todo o leite que ele tinha no saco. Sua respiração ficou pesada, ofegante, ele gemia alto , e eu rebolava no seu pau, até seu gozo encher a minha bunda. Cai em seu peito , cansada , exausta mas satisfeita.
Meu marido fez sinal para Márcio se deitar na cama para descansar, enquanto ele ficou na poltrona à frente, me observando de conchinha com os dois negros.
Acabamos todos adormecendo .
Acordei algum tempo depois, quando ouvi Renato , enchendo a hidro, sentado na beirada, já quase amanhecendo. Fiquei olhando para ele lindo , e resolvi me banhar também, entrei sem pedir licença, o abracei e beijei como na madrugada, me ajoelhei na sua frente, abocanhei seu pau, e o mamei ali , até sentir ele estalando de duro. Me levantei virei de costas me inclinei para frente , e com a mão, conduzi seu pau até minha buceta, ele entrou todo em mim, uma mão no meu seio a outra abrindo a minha bunda, ele me comeu devagar e sem pressa, a banheira terminou de encher , e eu o puxei para dentro , sentando ele no degrau, coloquei minhas pernas na sua volta encaixei a pica em mim de novo, mas agora de frente para ele, meus braços em volta do seu pescoço, suas mãos na minha bunda , e a sua boca na minha. Éramos só nós dois , fazendo o máximo de silêncio possível, nos aproveitando naquele momento.
- Ai Renato, eu tava querendo tanto isso.
- Eu te queria há tempos Deny.
- Dê, pra ti é Dê. A Deny, foi a de ontem. Agora somos só tu e eu.
Ele entrava e saia de mim, me deixando quase apaixonada. Com direito a beijos, mãos, línguas, dentes, unhas, fizemos amor naquela banheira por quase 40 minutos, até que nossos corpos explodiram gozando juntos.
- Tu é muito gostosa Dê, será que a gente vai ficar de novo? Depois de hoje ?
- Claro que vai, já era para estarmos ficando. A menos que tu não queira mais.
- Quero , mas eu quero assim ,só nós dois.
- Combinado, amor. Só nós dois, e de novo, e de novo, e de novo… - cada vez que eu dizia isso, eu dava um beijinho e uma sentada. Selando um acordo quase oculto de “fidelidade”
Saímos da banheira, e antes de voltarmos à cama, eu o enviei meu contato via whatsapp. Deitamos para descansar mais um pouco, bem abraçadinhos. Não demorou muito, todos despertamos e nos arrumamos para sair, os dois rapazes no banco de trás, dessa vez com Renato atrás do banco do carona, de mão dada comigo. Deixamos os dois próximos na casa de Márcio, e seguimos embora.
Agradeci ao meu marido pela noite maravilhosa de realizações, que certamente faria muitas coisas mudarem, nas nossas vidas.