A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Fala meus amores... como vocês estão? Espero que bem, Karolzinha aqui... mais uma vez trazendo um conto bem picante. Sou descendente de japoneses, estou com 22 anos, gosto de animes, ler e, principalmente, coroas..hihihi. Sou bem branquinha com 1,65m e 60 kg... seios gostosinhos e um bumbum bem bonito. Enfim, vamos a mais um conto!

Eu estava com uns 18-3...anos... queria muito aprender a andar de skate, fazer manobras radicais..hihihi... enchi o saco dos meus pais para que me comprassem um skate. Então, parti para a pista perto de casa, já tinha ido lá algumas vezes. O local fica dentro de um parque aonde pessoas caminham, outas vão para namorar e lá estava eu, procurando alguém que pudesse me ajudar. Foi então que vi um homem de uns 40 e poucos anos, barbudinho, de óculos... a barriga bem saliente na camiseta cinza e short jeans. Ele estava acompanhado de uma garota que, pela aparência, parecia ser sua filha.
— Isso Jaque! Assim...devagar. — ele disse segurando na mão da garota.
Fiquei olhando para as coxas grossas dele e em seu braço peludo. Fiquei com certo ciúme..hihihi...
— Olha pai...está dando certo.

A filha era bem novinha. Ela veio sobre o skate chegando perto de mim. O gordinho a segurou para que não caísse.
— Cuidado, Jaque..tem que aprender a parar. Hahaha
Ele me olhou sentada sobre a grama, eu estava de shortinho preto e camisetinha regata branca.
— Bateu em você?
— Não, senhor.

De onde eu estava, olhava ele de baixo para cima e sorri.
— Ela está mandando bem..quem dera eu soubesse pelo menos me equilibrar no meu skate.
— Ah, que isso. Vai dizer que é a sua primeira vez aqui?!... Eu já te vi por aqui algumas vezes...digo...
Ele arregalou os olhos, parecia envergonhado.
— Já estive aqui, sim. Comprei este skate e...
— Vamos, papai... quero andar mais.

O coroa olhou em volta.
— Aonde está sua mãe?! Ela sempre some quando eu preciso. Ah...eu sou Lino e você?
— Karol, senhor.
Ele alisou a barba.
— Me espera aqui. Vou levar a Jaque e já volto.

Eles saíram e aguardei, ansiosa. De certa maneira, o coroa me despertou uma certa curiosidade.
“Ele já me viu aqui alguma vezes...interessante.” — pensei me levantando com o skate na mão e sai caminhando.

Fui até uma quadra aonde uns garotos jogavam bola. Lá, vi Lino com a esposa e a filha. Ele me viu, logo, saiu caminhando pelo parque. Fui atrás e percebi que estava indo perto da pista de skate.
— Oi Seu Lino..está me procurando?
— Sabia que voltaria. — disse sorrindo. — E então?! Quer aprender a pelo menos ficar em cima dele?

Tomou o skate da minha mão, logo, eu estava sobre o skate com o coroa me segurando pela cintura.
— O segredo é equilibrar-se. Olha pra frente, Karol...isso!

De vez em quando, sentia ele apertando minha cintura, as mãos pesadas me faziam tremer e quase caia. Até que acabamos indo para a parte de trás da pista. Paramos perto do paredão e desci.
— Que droga! Ainda não consigo me equilibrar.
Lino olhou em volta, havia umas árvores que tampavam a visão da quadra.
— Já sei. Sobe no skate e coloca as mãos na parede.

Achei estranho, mas subi no skate. Foi ai que me arrepiei toda, Lino colocou as mãos nos meus pés e foi subindo, passando pelas pernas...
— Precisa ficar mais estável.

Passou as mãos por minhas coxas chegando ao meu bumbum e apertou bem devagar.
— Assim..muito bommm..hummmm!
Dei uma empinadinha e quase cai, mas ele me segurou pela cintura. O safado me encoxou se aproveitando da situação.
— Opaaa...calma.

Então, ele passou a mão na minha barriga.
— Precisa contrair aqui. — disse dando umas cutucadas fazendo com que eu empinasse ainda mais encaixando debaixo da sua barriga.
Ele subiu as mãos até meus seios e começou alisá-los. Ficou roçando em mim por alguns segundos, senti que cutucava meu bumbum com seu pau já duro.
— Tem certeza que vou ficar boa?
— Vai sim, amorzinhooo! Ohnnnn.

Dei umas reboladinhas e ele sussurrou:
— Melhor parar de se mexer assim ou vou acabar gozando.
Sai de cima do skate, o safado se afastou, ele ajeitou o short e então, sentei no skate.
— Está tudo bem, senhor Lino?
Ele limpou a testa suada.
— Melhor voltarmos. Minha esposa deve estar uma fera me procurando.

Encostei as costas na parede, passei a língua nos lábios e sorri.
— Que droga! Pensei que fosse me ajudar a andar de skate.
— Já estamos passando do ponto, Karol. Tenho idade pra ser seu pai e...
— É mesmo é. — Me encurvei, agarrei o short dele trazendo-o para perto. — Sendo assim, quero ser amamentada.

O gordinho botou as mãos na parede, abriu as pernas e viu quando abri o zíper do short.
— Que pirocãoooo...hummmm!— menti. A rola dele tinha uns 12cm.
— Larga disso. Já deve ter visto coisa muito maior por ai. — falou passando a mão na minha cabeça. — Mas, o sacão do papai tá cheio de leite.

Ele baixou o short e o sacão pesado caiu. As bolas eram maiores que o próprio pau e já fui de boca.
— OHNNNN!HUMMMMM..EITAAAAA!


GLUB, GLUB, GLUB
— Chupa meu cacete, vai!

Cada centímetro foi engolido com maestria, eu salivei bastante. O gordinho me olhava sorrindo.
— Eu to pronto pra gozar... chacoalha bastante o piru do papai queee..ohnnnnnn
Eu bati uma punheta frenética, alisava o saco e fazia carinha de pidona. Fiz biquinho e sorri:
— Dá papai...hummmm... quero leitiiiiinhhoooo...isssuuu OHHHHH!
O sêmen jorrou forte, escorrendo pela minha mãozinha.
— QUE DELICIIAAAA..ARGHHHH!

Era tanta porra que chegou até meu antebraço. Quando parou de sair leite, o gordinho quis sair e eu abocanhei de uma vez.
— HUMMM...SAFADAAAA!
— Que piru gostosoooo..ohnnn! Enquanto ele fechava o short eu lambia o braço.
— Parece uma gatinha tomando meu leite.HAHAHA

Me levantei e peguei meu skate.
— Acho melhor o senhor voltar. Sua esposa deve estar te esperando, né?
Lino saiu passando pelas árvores, esperei algum tempo e também sai dando de cara com um coroa.
— Com licença. — falei passando por ele.
— A coisa ali estava boa, hein.

Me arrepiei, virei e ele sorria. O coroa devia ter uns 60 anos, calvo, moreno e bem encorpado.
— O que disse?
— Eu vi o que estavam fazendo e olha..vou te falar... quem olha pra você assim, jamais diria do que é capaz de fazer.
— Tanto faz. Não te devo satisfação.

O coroa passou pela árvore, ficando na penumbra, abaixou o short de jogar bola.
— Aposto que o meu é maior que o dele. — disse chacoalhando o cacete.
Aquilo me hipnotizou. Se tem uma coisa que me excita é quando o velho é sem vergonha e oferece pica assim. Fui até ele passando pelas árvores.
— Não tem vergonha, não? Mostrando isso pra uma garota que nem eu?

O coroa deu alguns passos para trás e encostou na parede.
— Deixa de ser manhosa. Além disso, se não tivesse querendo teria ido embora. — tirou a camiseta regata e jogou no chão. — Vem aqui e dá uma sugada na minha vara.

GLUB, GLUB, GLUB

— Boaaa garotaaa ahnnn...uinnnn!
Lá estava eu, atrás do paredão mamando o coroa e sentada no meu skate.
— Que japinha safadinhaaa... boqueteira de primeiraaa ahnnnn! Chupa o pau do titiooooo ohnnn!

O piru media uns 16cm, todo curvado para a direita, cabeçona rosada e soltava muita baba. Era tanta que, as vezes, eu saia com nojo.
— Desculpa, querida. Meu pau não está sabendo diferenciar essa boca de veludo de uma buceta.

GLUB, GLUB, GLUB

Ele então me ergueu do chão já subindo minha camisetinha.
— Deixa eu ver o que temos aqui..hummmm..
SCHULAP, SCHULAP

Ele chupou bem forte me fazendo delirar.
— Assim me machucaaaaa ainnnnn!
PLAFT, PLAFT, PLAFT

Era só tapão na raba e chupada nos seios. Então o empurrei e coloquei as mãos sobre os seios.
— Já chega.
O coroa me puxou pelo braço, me virou e abaixou meu shortinho.
— Hora de ganhar pau nessa pomba!
Minha única reação foi abrir as pernas, o cacete encaixou certinho.
— Tesudaaaa..japinha do caralhoooo ohhhh...

Ele mal encaixou e já gozou nas minhas coxas.
— HUMMMMM PORRAAAA! OHNNNNN.
Quando terminou, pegou a camiseta do chão e saiu. Para minha surpresa, passou alguns minutos e Lino surgiu.
— Ainda está aqui?! HAHAHA...Que bom!
— Por que voltou?

O gordinho já veio abaixando o zíper.
— Dizem que buceta de japonesa é bem apertada. Pelo jeito já te pegaram de jeito, né... não tem problema.. mesmo assim, preciso fuder você ou vou me arrepender pelo resto da vida!
O gordinho levantou minha perna esquerda jogando-a ao lado da cintura, deu uma leve abaixada.
— HUMMMM..QUE TESÃÃÃOOOO..OHHNNNN.

Enquanto segurava minha perna, apertava minha bunda me movendo na pica.
— TESUDAAAA! ISSSOOOO..ASSIMMMM!
— AINNNNN CARALHOOOOO. Parece que tá maiorrr..uinnn!

Plau, Plau, Plau

Ele me levantou do chão fazendo com que eu cruzasse as pernas sobre sua cintura, me apoiou no paredão e meteu gostoso.
— Nossa, filhaaa... meu pau está amando essa bucetaaaa.ahhhh!
Seu Lino se virou, caminhou alguns passos e me colocou no chão diante de uma das árvores.
— Daqui podemos ver se alguém se aproxima.

Eu me virei e então, o gordinho me puxou pela cintura. A rola entrou rasgando enquanto ele tapava minha boca com a mão.
— Tá gostando da aula de skate, putinha? Ainnnn

PLAU, PLAU, PLAU

Me segurei na árvore praticamente de 4 pra ele, minhas pernas até dobravam e senti minha buceta melar e escorrer.
— Vai gozar putona?? Ahnnnn.. goza no meu pauuu..issuuuu!
PLAU, PLAU, PLAU
Me contorci toda me encurvando, quando me dei conta, estava com as duas mãos no chão. Olhei entre minhas coxas o sacão batendo em mim.
— Já chega!... está sensivelll hummmm!

Eu quis sair, mais Lino me agarrou com força.
— Quem mandou tu gozar. Agora, aguenta quietinha ai......ahnnnnnn!
Ele era mais forte do que eu e então, segurando minhas pernas, me tirou do chão.
— Isso é o que chamo de carrinho de mão!

PLAU, PLAU, PLAU

Minha buceta estava sofrendo naquela rola, então ele me pegou pelos ombros, praticamente eu estava com as pernas cruzadas na cintura dele de costas.
— Daqui você não sai, piranhaaa. — ele disse indo para trás. — VOUUUU GOZARRRR AHHGRHGGHGH...
Em poucos segundos, minha bucetinha recebeu porra quente.
— Delicia de japinha! HUMMMM!

Ele me botou no chão, cai de joelhos vendo o gordinho se ajeitar.
— Está tudo bem, Karolzinha?
— Sim, senhor. Hihihihi.

Quando o gordinho sair, me recompus. Peguei meu skate e fui pra casa com a bucetinha cheia de leite. Mas, até hoje ainda não sei andar de skate. Alguém ai gostaria de me ensinar a andar de skate?

Bem, sakaninhas...espero que este conto tenha dado muito tesão. Deixem um comentário e leiam nossos outros contos.
Bjos e até o próximo conto.

Foto 1 do Conto erotico: A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Foto 2 do Conto erotico: A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Foto 3 do Conto erotico: A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Foto 4 do Conto erotico: A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Foto 5 do Conto erotico: A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)


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Comentários


foto perfil usuario yamagushi-mariko

yamagushi-mariko Comentou em 02/11/2026

O conto deu tesão, sim, bem como as fotos............ Votado

foto perfil usuario japafeet

japafeet Comentou em 02/11/2026

Ótima




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Ficha do conto

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sakaninhas

Nome do conto:
A japinha levou pirocada atrás da pista de skate - Um conto de Karol (3•conto)

Codigo do conto:
276137

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
02/11/2026

Quant.de Votos:
2

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