Certo final de semana eu fui pro sítio com meus tios, que fica a uns 30km de qualquer tipo de civilização. O caseiro me olhava de longe, e como ele era da minha cidade, os boatos já tinham chegado antes de mim: que eu era uma putinha.
Passou a sexta inteira. Sábado, meio-dia, ligaram pro meu tio avisando que ele teria que voltar pra mostrar uma casa pra um cliente. Minha tia foi junto, aproveitar pra comprar umas coisas que faltavam no sítio.
— Lá pelas 5, 6 horas a gente tá de volta. Quer ir junto ou vai ficar por aqui?
— Ah, não quero enfrentar toda essa estrada de chão de novo, podem ir.
Na minha cabeça o caseiro ia ficar lá no puxadinho dele e eu ia ter a casa à vontade pra mim. Botei um pornão na TV da sala, estiquei as pernas no sofá e comecei a me masturbar, uma mão no pau e dois dedinhos na bunda, com o som baixo e o ventilador rodando em cima de mim. A casa toda era minha, o mato em volta zumbindo de cigarra, o sol descendo atrás do morro.
Do nada, ele aparece na janela.
— Então os boatos de tu ser uma puta eram verdade, hahaha.
Quase me matou do coração, o filho da puta.
— Não se pode ter privacidade nem em propriedade privada mais?
Ele não respondeu. Só puxou o pau pra fora do short.
— Cara, eu não vou transar contigo.
— Se não vai por bem, vai por mal. Não tem ninguém por perto mesmo.
Partiu pra cima de mim, me agarrou forte pelo quadril e meteu pra dentro de uma vez. Eu gemi e mordi o lábio pra não gritar.
— Mas que puta fácil, eu sabia que tu me queria.
Fiquei de quatro no sofá e deixei ele fazer o serviço. Fodia muito bem, pau grande, metia com vontade mesmo, daquele jeito que faz o sofá inteiro andar.
— Vai gostoso. Não era isso que tu queria?
— VOU ABRIR TODO ESSE TEU CU SUA PUTA.
— Deixa eu chupar um pouco, vai.
Peguei o pau dele na boca e comecei a bater pra ele gozar, mas o desgraçado era incansável.
— Vou meter de novo. Quero gozar aí dentro.
Fiquei de frango assado. Ele jogou minhas pernas quase atrás da minha nuca, do jeito que eu fiquei só com o cu exposto e o resto do corpo dobrado no sofá. Foram dois minutos de estocada forte, seca, sem dó, ele bufando em cima de mim. Quando foi gozar, contraiu toda a musculatura, enterrou até o último centímetro e ficou imóvel, gemendo, por uns quinze segundos. Depois sacou o pau fora, já meia-bomba.
Minhas pernas voltaram devagar pra posição normal, e eu já sentia a porra melecando as bandas do meu rabo.
Me levantei meio torta e fui tomar banho. Ele me acompanhou, me fez ficar de joelho e limpar o pau dele no boquete. Quando o pau tava limpo, saiu e falou:
— Se alguém ficar sabendo disso, eu acabo contigo. E se tu quiser de novo, bate na minha porta que eu te como.
Eu tava me sentindo humilhada e suja. Mas o instinto de puta falou tão mais alto que, na madrugada do dia seguinte, eu estava batendo na porta dele outra vez.
