Eu, o Rex e a minha mãe – Parte 2




Eu, o Rex e a minha mãe – Parte 2

Depois de ter passado o choque e a repulsa iniciais ao ver Rex com o nó engatado firmemente na minha vagina, o semblante da minha mãe começou a mudar de maneira subtil mas percetível. Aos poucos, à medida que observava com um fascínio mórbido o pénis enorme e latejando do cachorro, bem como a quantidade prodigiosa de esperma que ele havia despejado no meu interior, os seus olhos passaram a revelar uma expressão ambígua e perturbadora, misto de desejo inconfessado e prazer proibido.
Era como se, por baixo da superfície de indignação e reprovação, pulsasse uma corrente oculta de excitação e lascívia distorcidas, despertadas por aquela cena pecaminosa e vulgar que desafiava todos os tabus e convenções morais. Eu podia ver no seu olhar afogueado e arfante que para ela aquilo não era mais só repugnância, mas também uma tentação forte e irresistível, um convite a explorar os confins mais devassos e sombrios da sua sexualidade reprimida.
Senti um arrepio gelado e delirante de compreensão me percorrer ao constatar o tesão insano e à flor da pele dela. Pela primeira vez, me dava conta de que mais do que uma mãe enojada, eu tinha a minha frente uma mulher rendida ao mais baixo instinto carnal.
— Mãe, Rex é um bom amante. Sempre disposto a nos satisfazer e não há o perigo de se engravidar — adiantei eu, dando-lhe coragem para ela tentar.
Ela levantou o olhar em minha direção e eu pude ver que seu rosto ficou intensamente corado e afogueado, tomado por uma onda de vergonha violenta e avassaladora. Ficou claro que ela tinha percebido, com uma clareza constrangedora, que a minha frase havia sido muito mais do que uma simples informação impactante, na verdade, era uma sugestão e um convite extremamente explícitos para que ela também se entregasse por completo àquele desejo pecaminoso e animalesco, avançando sobre Rex e o seu membro volumoso e sedutor.
A ideia de ter a sua própria filha a incitando àquele tipo de ato bizarro e imoral claramente a fez estremecer de desconforto. Porém, por baixo da culpa e do enleio, eu podia notar uma centelha brilhante de tentação e anseio libidinoso, reprimido há anos dentro dela.
Desde que meu pai havia saído de casa abruptamente anos atrás, deixando-a sozinha para cuidar de mim, eu sabia que minha mãe nunca mais estivera com outro homem ou sequer tivera qualquer relacionamento íntimo. A solidão e a carência aflitivas haviam-se tornado as suas companheiras constantes, consumindo-a por dentro. Nas suas noites solitárias, sem ter a quem recorrer, ela entregava-se à masturbação desesperada, tocando-se freneticamente na tentativa de aplacar aquele anseio devorador e preencher de algum modo o vazio que a corroía.
Eu podia ouvir os seus gemidos abafados e o seu choramingar lascivo vindo do quarto, ecoando pela casa silenciosa, enquanto ela buscava em vão se satisfazer a si mesma. Porém, por mais que se esfregasse e gozasse, eu sabia que o prazer solitário nunca seria suficiente para saciar verdadeiramente sua fome carnal reprimida e seu desejo profundo de conexão.
E foi então que me dei conta, com uma clareza contundente, que a melhor coisa para ela naquele momento seria realmente entregar-se de corpo e alma ao Rex. Permitir que ele a penetrasse fundo com aquela vara vermelha imensa e grossa e arrancasse dela um orgasmo intenso e avassalador, como há muito não experimentava. Aquele sexo animalesco poderia ser exatamente a válvula de escape selvagem e libertadora que ela tanto precisava.
— Não sei filha. Tenho muita vergonha e uma repugnância intensa em ter um pénis de cachorro dentro de mim — disse ela, hesitante e trémula, com as bochechas ainda ruborizadas de um profundo embaraço e desconforto face à conversa indecente em que nos encontrávamos.
As suas mãos contorciam-se nervosamente, revelando o dilema tortuoso que a acometia. Por um lado, a ideia de se entregar àquele ato tão sórdido e degradante a enchia de pudor e aversão, fazendo seu estômago se revirar de nojo. Mas por outro, não conseguia negar o desejo obscuro e lascivo que pulsava entre as suas pernas, deixando-a molhada e latejante de tesão, ávida por sentir aquela carne dura e latejando a enchê-la e fazê-la perder o controle completamente.
Ela lutava visivelmente para manter a compostura e a decência, mas percebi que a tentação de sucumbir àquele instinto bestial estava cada vez mais forte e a fazia tremer de antecipação. Bastaria um empurrãozinho...
— Mãe... acredite em mim, você vai gostar muito, assim como eu gostei e gozei. — insisti, tentando persuadi-la a ceder àquele instinto proibido e tentador. — Quando esse pénis enorme e grosso entrar dentro de você e começar a estocar com força, vai te proporcionar um orgasmo incrivelmente intenso que nunca sentiu antes na vida.
Eu podia ver nos seus olhos vidrados e na respiração ofegante o quanto ela estava à beira de sucumbir à tentação. As palavras safadas e explícitas que eu usava pareciam atear fogo ainda mais na sua excitação ardente, fazendo a sua vulva pulsar e ficar ainda mais molhada de desejo. Era como se cada argumento sórdido funcionasse como um afrodisíaco poderoso, derrubando as suas últimas barreiras morais e preparando-a para o mergulho visceral na luxúria mais desbragada.
Então, depois de muito hesitar e lutar contra as suas inibições, ela finalmente cedeu à tentação carnal irresistível e concordou, submetendo-se àquele ato pecaminoso e libidinoso. Com gestos lentos e provocantes, carregados de uma sensualidade recém-descoberta, começou a despir-se peça por peça, fazendo um striptease erótico que me deixou instantaneamente excitado e com água na boca.
Primeiro, tirou a blusa, revelando seus seios fartos e macios, com mamilos rosados e rígidos de excitação. Depois, desabotoou a saia, deixando-a escorregar pelos quadris e expôs suas coxas carnudas e apetitosas. Ficou apenas de calcinha, uma peça minúscula e transparente que mal cobria a vulva.
Com um gesto rápido e ousado, acabou por tirar a última barreira, baixando a calcinha e ficando completamente nua, à exceção dos seus sapatos de salto. O seu corpo espetacular estava agora integralmente à mostra, em toda a sua glória safada e provocante. A minha atenção foi imediatamente atraída para a vagina, uma fenda húmida e rosada, coberta por uma densa e abundante cabeleira negra e encaracolada, completamente exposta e convidativa. Era uma visão incrivelmente erótica que me fez salivar de desejo.
Com os olhos faiscando de safadeza e expectativa, ela se aproximou do sofá e sentou-se descontraidamente nele, abrindo de forma desavergonhada as coxas carnudas e deixando sua boceta completamente escancarada e exposta, à espera de atenção. Era um convite explícito que Rex rapidamente aceitou, empolgado com aquela visão tentadora à sua frente.
Ao ver aquela vagina rosada, húmida e devastadora tão convidativamente aberta diante dele, o cachorro aproximou-se em um pulo ágil e ficou entre as pernas trémulas da minha mãe. Sem hesitação, enfiou o seu focinho no meio das dobras húmidas da sua vulva e começou a lamber com vontade, percorrendo com a língua quente e áspera cada reentrância daquela gruta madura e suculenta.
Ela soltou um gemido rouco e embriagado mal o Rex começou a lamber com voracidade o seu grelo sensível e latejando, fazendo cócegas no seu clitóris intumescido e trêmulo. Os sons húmidos e libidinosos das lambidas molhadas e do líquido que jorrava generosamente daquela vagina arrombada preencheram o ambiente com uma atmosfera pesada de luxúria.
— Ohhh… isso mesmo… lambe bem forte Rex… — ela gemeu sem parar, entregando-se sem pudor nenhum à lascívia animalesca daquele momento.
Rex obedeceu aos rogos indecentes dela com prazer e dedicação e logo ela se contorcia inteira, sentindo o orgasmo avassalador tomá-la por completo. O seu corpo vibrava e estremecia sem controle, acompanhado de uma enxurrada de gemidos histéricos de prazer e alívio. Foi um clímax devastador que pareceu durar uma eternidade e a fez quase desmaiar de êxtase.

Após se recompor, com as pernas ainda trémulas do orgasmo violento, ela suspirou de satisfação e alegria incontida. Estava pronta para o próximo passo.
Com o corpo vibrando de excitação e expectativa, ela posicionou-se de quatro no sofá macio, apoiando-se nos braços trémulos. O seu traseiro empinado e volumoso ficou voltado para o Rex, que já babava de tesão, com as pernas abertas e firme, expondo completamente a sua vagina carnuda e coberta por uma densa floresta de pelos negros e encaracolados, que pareciam implorar por atenção.
A pose submissa e provocante, quase animal, fazia da minha mãe um convite irresistível para o cachorro, que, entendendo perfeitamente qual era o seu papel, pulou sem hesitar em cima dela, encaixando-se perfeitamente entre as suas coxas que tremiam de antecipação. Com um impulso ágil e forte, tentou introduzir em uma só estocada o seu pau latejando naquele buraco sedutor, mas acabou errando na primeira tentativa.
Percebendo o equívoco e louca de vontade de ser penetrada, ela rapidamente ajustou a posição, baixando um pouco as nádegas fartas e trêmulas, guindadas como um convite. Isso permitiu que o Rex, num segundo movimento, enfiasse com precisão e firmeza toda a extensão da sua vara quente e rosada dentro dela, fazendo-a soltar um gemido alto e rouco de prazer, misturado com uma ligeira dor pelo tamanho descomunal e grosso do membro.
Mal a penetrou fundo, Rex começou a bombear com uma fúria selvagem e infatigável. A sua vara, entrando e saindo num ritmo frenético que fazia o corpo da minha mãe sacudir sem parar, como uma boneca de pano. O som húmido e lascivo da carne batendo contra a carne preenchia o ambiente, junto com os ruídos e grunhidos do Rex no auge do gozo.
— Isso, mais fundo, mete tudo! — ela gritava em êxtase, completamente entregue àquele sexo brutal e degradante, que lhe proporcionava uma sensação inédita e extraordinária. — Vou gozar, ohhh, vou gozar…. aaaahhh!
E foi então que aconteceu o momento tão aguardado: o nó bulboso na base do pénis do Rex formou-se e se expandiu dentro dela, inchando e fechando-se como uma âncora carnal, prendendo-os numa. Ela contorceu-se em espasmos incontroláveis enquanto a vara pulsante despejava um oceano interminável de esperma denso dentro da sua vagina já superabundante de lubrificação.
A quantidade de sêmen era tão grande que escorria em borbotões espessos e brancos, desenhando trilhas cintilantes na pele morena das coxas e nádegas carnudas da minha mãe, contrastando com a sua penugem negra.

Foi durante esse engate indescritível que ela teve o orgasmo mais cataclísmico e avassalador de toda a sua vida, desabando numa enxurrada de gemidos torturados e sufocados de prazer insano. Pude ver nos seus olhos vidrados e no corpo convulso o quanto aquele ato de sexo bestial a fez atingir um ápice de gozo que jamais imaginou sentir.
Após o que pareceu uma eternidade de gozo ininterrupto e sexo selvagem, durante a qual ela gozou várias vezes, Rex finalmente desengatou o seu pau emurchecido e gosmento da vagina devastada da minha mãe e desceu, um tanto quanto satisfeito e exaurido.
Porém, o cachorro ainda tinha uma última cartada na manga para extenuá-la de prazer. Sem dar qualquer trégua, enfiou novamente o focinho no meio das dobras húmidas e sobejadas da vagina dela e começou a lamber com sede, deliciando-a na mistura espessa e pungente de esperma e sucos vaginais que inundavam copiosamente a sua vulva.
Ela soltou um gemido surpreso e enfraquecido ao sentir aquela língua quente e áspera percorrendo cada reentrância da sua vagina sensível e latejando, provocando-a com delicadeza. Foi então que, mesmo exausta dos orgasmos prévios, um último clímax a tomou de assalto, fazendo-a tremer e estremecer febrilmente, enquanto ondas e mais ondas de prazer a percorriam da cabeça aos pés.
Não foi tão intenso quanto o primeiro, mas ainda assim avassalador o suficiente para fazê-la perder o fôlego e sugar o ar em lufadas entrecortadas, o corpo mole e vibrando, enquanto lágrimas de alívio escorriam silenciosamente pelo seu rosto avermelhado e encharcado de suor. Ela só conseguia se render àquele êxtase torturante e delicioso que a fez conhecer camadas de satisfação que jamais pensou ser possível.
Depois de tudo, a minha mãe levantou-se em silêncio e seguiu para o banheiro, sem me dirigir uma palavra sequer. Ela não tocou no assunto, e acredito que o motivo foi o constrangimento pelo que tinha acabado de fazer. Agora, tenho a certeza de que não preciso estar sozinha em casa para ter sexo e prazer com o Rex.
No fim da tarde, a minha mãe preferiu recolher-se no quarto para descansar, mas não foi sozinha, o Rex a seguiu. Olhei para aquela cena e compreendi o que estava prestes a acontecer. Acredito que esse momento entre os dois será de puro prazer, assim como já é para mim. Finalmente ela se libertou sexualmente e se permitiu desfrutar desse tipo de intimidade. Isso me faz pensar sobre como a sociedade impõe tantas regras e vergonhas sobre o prazer, entre uma mulher e um cachorro. Saber que ela está explorando a sua sexualidade, ainda que seja com um animal, me deixa feliz e me faz sentir mais próxima dela, mesmo que não falemos sobre isso.
FIM


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Comentários


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ieiparrei Comentou em 22/08/2025

Toma cuidado em se exceder nas buscas das palavras bonitas e repetilas, pois fica desconfortável, quanto ao conto, ficou excelente, parabéns.

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salamander8989 Comentou em 18/08/2025

Oi Gente sou de Suzano SP e quem morar próximo ou na nela mesma e quiser curtir algo como zoo ou outras coisas me chama no Insta sala.mander8989 ou no salamander8989

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aparecidosobral Comentou em 18/08/2025

parabéns escreve muito bem




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu, o Rex e a minha mãe – Parte 2

Codigo do conto:
240415

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
18/08/2025

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10

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