A viúva da construtora – II O TESÃO IRRESISTIVEL Em um final de semana, meus filhos foram passear com meus sogros, não queria que perdessem o contato e ai comecei a entabular um plano para receber o Sr. Jerônimo em casa. Com uma desculpa que precisava que ele desse uma olhada em alguns consertos que minha casa carecia, pedi que viesse no sábado para realizar essas tarefas. Vesti-me com uma saia larga e camiseta regata que destacava bem meus seios, quando abri a porta para ele entrar, notei seu olhar em todo meu corpo. Eu queria isso mesmo. - Bom dia dona Letícia, tudo bem com a senhora? Respondi sorrindo, - Sim Sr. entre e fique a vontade e pare de me chamar de senhora, estamos somente nós e não precisamos dessas formalidades. Ele retrucou, - Tudo bem Letícia, se assim que você quer. De forma maliciosa completou, - Estou aqui para satisfazê-la no que quiser só mandar. Como intimamente já soubesse o que realmente eu queria. - Então vamos tomar café para começar bem o dia. - Sim vamos, Letícia, Rindo suavemente. Pude notar sua perfeita arcada dentária. Já estava me sentindo excitada e indo à frente caprichando no rebolado. Ele sentou-se na cabeceira da mesa e eu na lateral, bem próxima a ele, nossos joelhos se esfregavam. Comecei a falar da necessidade de verificar o encanamento da pia e falando notei que ele sempre abria um sorriso largo mostrando um rosto rude, mas suave, parei e perguntei. - Você está me ouvindo? - Sim estou, mas sinceramente acho que você me chamou para outra coisa. Ato continuo puxou-me para mais perto, me beijou. Fez-me levantar da cadeira e sentar em seu colo. Senti-me dominada e não ofereci resistência obedeci submissa. Senti seu beijo mais voluptuoso, sua grossa língua invadia a minha boca, eu surpresa comecei a chupá-la com sofreguidão, ansiosa, entregue. Senti suas grossas mãos no meio das minhas pernas, instintivamente as abri e deixei-o tocar minha boceta, senti seu carinho e ele sussurrou em meu ouvido: - Você está prontinha para receber minha pica, vamos? Sem dizer uma palavra, conduzi-o para o quarto, onde durante anos somente o meu marido tinha me possuído. - Jerônimo quero que me respeite e tenha calma, pois faz muito tempo que não sei o que é ter um homem em mim. - Fique tranquila, saberei cuidar de você e te satisfazer. Ainda em pé e de forma carinhosa, me beijando e alisando suas másculas mãos pelo meu corpo, senti retirar minha camiseta, deixando expostos meus seios que os beijou, um depois outro e continuou beijando minha barriga, enfiou sua língua no meu umbigo, a essa altura eu já estava inebriada e ele poderia fazer o que quisesse comigo, de repente minha saia cai ao chão, só uma minúscula calcinha tampava minha boceta. Ai foi minha vez de tirar sua roupa, olhando em seus olhos fui desabotoando sua camisa, comecei acariciando aquele peito másculo, (quanto tempo não fazia isso), beijei um e depois o outro mamilo, ele ficou arrepiado, fui descendo beijando seu abdômen, que é bem duro, desabotoei sua calça, que foi também ao chão, abaixei sua cueca e saltou para fora aquela tora enorme que tanto me fez sonhar em tê-la, ele me ergue me beija novamente enquanto eu agarro com uma das mãos seu membro, sinto a rigidez. Enquanto nos beijávamos e eu acariciava delicadamente aquele membro que em alguns instantes entraria em mim, lembrei-me da cena dele com a Soraia, então me abaixei e comecei a lamber o corpo daquela verdadeira tora, quando fui abocanhar a glande, tive que abrir bem a boca senão não caberia, ele acaricia minha cabeça e diz: - Vá com calma, no seu tempo, essa pica é sua agora. Nossa ouvir aquilo me animou mais ainda e comecei a chupa-la com voracidade. Com parte daquela tora na boca, com uma mão masturbava e com a outra acariciava seu escroto, foi ficando intenso, quente, não conseguia largar aquela deliciosa pica. De repente sinto um liquido quente invadir minha boca, pela primeira vez recebia a carga de gozo, que delicia sentir novamente um homem gozando em mim. Tive meu prazer. Apesar de ter ejaculado não amoleceu, fiquei feliz, ele me ergueu suavemente, me beijou delicadamente, dessa vez fui eu que enfiei a língua em sua boca. Deitou-me na cama, arrancou a minúscula calcinha, abrindo minhas pernas e mergulhou gulosamente sua cabeça e pude sentir sua grossa língua roças meu clitóris e em seguida lamber os lábios da minha boceta indo até anus. Tive meu primeiro orgasmo. Ele disse: - Isso mesmo querida. Quero beber o seu melzinho, você é deliciosa. Pedi, quase implorando: - Vem me penetre, não aguento mais esperar. Sem falar, Jerônimo foi subindo, beijando meu corpo. Eu delirando de prazer. Chegou aos seios, um e depois outro os beijou e quando começou a beijar minha boca pude sentir sua tora na boca da minha boceta. Abri-me tudo que pude. Quase gritando disse: - Vem querido, mas devagar. - Sim Letícia, relaxa e sinta como é gostoso ser fodida por um homem de verdade. Relaxei. Senti minhas pregas cedendo àquele membro viril. Ajeitei para facilitar a penetração, queria cada centímetro dentro de mim. Sussurrei em seu ouvido - Eu quero todinho dentro de mim, quero ser bem fodida por você. Nada disse, sorriu, me beijando foi empurrando seu delicioso membro para dentro. Deu um empurrão mais forte, gemi. Ele pergunta: - É isso que você quer? - Sim, me fode do jeito que quiser, sua pica é minha, e minha boceta é sua. - Vou-te foder tanto que ela ficará inchada esse fim de semana. - Faça, eu quero isso. Começou a mexer, vai e vem, tira tudo e enfia novamente de uma vez, entrando e saindo, meu clitóris estava enorme, nunca estivera assim, eu estava em transe. - Quero mais, mais forte e mais fundo. - Quero uma puta bem gostosa. Sentindo prazer em ser fodida - Sou essa putinha. - Estou prontinha para receber seu gozo, encha minha boceta com sua porra. Senti meus primeiros espamos do orgasmo. estava gozando. Prendi minhas pernas em suas costas e ordenei: - Jorra meu querido macho mostra para mim que ainda sou mulher que dá prazer para um homem. Senti sua porra quentinha invadir minha boceta eu e ele dávamos urros de prazer, aumentando a força das estocadas, me chamava de puta deliciosa, ordinária safada, eu adorava ouvir isso. Ficou com seu membro dentro até amolecer e sair sozinho. Saiu de cima de mim, ficamos deitados lado a lado. Relaxamos. Quando eu pensava que acabou, ele me põem em cima do peito e começa a me beijar, sinto seu membro ficar duro entre minhas pernas. Eu levanto e indo na direção de sua tora, abocanho, com direito a uma masturbação que o deixava mais duro ainda. Nesse momento ele levanta meu rosto e olhando em meus olhos diz: - Agora eu quero a minha cadelinha gostosa. De imediato não entendi, mas ai ele me pôs de quatro e começou a lamber minha boceta e passar a língua no meu cuzinho. Pensei: - Hummm ele vai querer enfiar sua tora no meu cuzinho virgem, se souber fazer, terá esse prazer. Estava enganada. Ele veio por trás e começou a enfiar sua deliciosa pica na minha boceta. Que sensação maravilhosa, nunca fui comida desse jeito. Conforme ia entrando eu ia ficando alucinada, arqueei melhor, levantando a bunda, deixando meu cuzinho bem exposto, mas o que ele queria era minha boceta. Senti seu escroto bater nas pernas, estava todo dentro, suas mãos pegaram o meu quadril, ele tirava todo e enfiava novamente, com força, começou o vai-e-vem. Nossa que sensação deliciosa sentir aquela tora me foder naquela posição. Sinto um tapa em minha bunda e ele perguntou: - Não era isso que você queria sua puta safada? Que eu te enfiasse a minha pica até o talo? Acrescentou: - Então agora me dá sua boceta do jeito que quer ser fodida. - Vem, mexe sua anca que nem uma cadela no cio. Eu ouvia essas palavras, recebia mais um e mais outro tapa na bunda, ele agarrou meus cabelos como se fosse rédeas e eu comecei a ir e vir sentindo um prazer indescritível. Eu balbuciava um sim desconexo e ele: - Vamos sua vadia, quer ou não ser fodida pelo meu cacete? Eu respondia de uma forma que nem eu mesma entendia: - Sim quero muito sentir você me fodendo, estou com tesão incontrolável, vem seu puto me fode bem gostoso, prova que você é o macho que eu sempre quis que me fodesse. - Ah é sua piranha, tu sempre foi uma putinha querendo rola, então toma, goza na minha pica porque vou derramar muita porra dentro de você. Dizia tudo isso, estocando com força. Suas palavras me estimulavam mais ainda. Gemia, babava e mordia o travesseiro. Comecei a sentir mais um orgasmo. Senti jorrar mais porra. Desmaiei. Me empurrou suavemente para frente, deitei de bruços ele ao meu lado. Escorria porra de seu pau, lambi e engoli aquele restinho. Confesso que não aguentava mais ser fodida, mas ele estava insaciável. Mandou-me chupar de novo seu membro, que estava meio mole, eu obedeci, o abocanhei, comecei a sentir ficar duro na minha boca até caber apenas à cabeça. Pensei e agora? Ele carinhosamente me puxou para cima, numa posição de cavalgada, penetrou. Eu passei a controlar nossos movimentos. Reclinei e comecei a beija-lo, sentia mais tesão e minha boceta latejava abraçando mais sua pica. Que delicia. Subia e descia intensamente Nossa eu estava muito inchada. Ele então cruzou as mãos atrás da cabeça e disse: - Quero que você seja a puta mais gostosa que eu já fodi. Olhei de forma carinhosa no fundo dos seus olhos e disse: - É o que você quer? Você então terá. Comecei a cavalgar, sentindo cada centímetro da sua tora, ora suavemente ora bruscamente, ele fechou os olhos e eu continuei meus movimentos, seu pau parecia que engrossava mais ainda, sem me avisar, senti seu gozo me invadir. Gozei junto. Descansamos. Levantei-me e fui tomar banho, ele veio atrás, entrou no box e começamos a nos beijar e eu a acariciar aquele mastro que tanto prazer havia me proporcionado. Abaixei-me e comecei a chupa-lo. Jerônimo começou a urrar de prazer. Lembrei-me da posição que ele comeu a Soraia, levantei rapidamente e pedi que enfiasse seu membro, naquela posição. Ele fez isso e gozou, e eu me realizei. Após o banho ele vestiu um roupão que já foi do meu falecido marido, eu um baby dol transparente, provocativo, sem calcinha, bem putana. Fomos para a copa tomar café e continuar onde paramos, agora sem cerimônia, se é que em algum momento tivemos uma. Enquanto eu lavava louça, ele veio por trás, começou a me beijar na nuca e no pescoço, passando a mão na bunda e na boceta, me arrepiando todinha. Acendeu-me de novo. Perguntou: - Sabe o que eu quero agora,. - O que querido? - Esse seu cuzinho. - Querido, ele é virgem. - Hummm agora que eu quero mesmo. Subimos para o quarto e para minha surpresa, eu queria ser enrabada. Peguei um creme de beleza para facilitar a penetração. Comecei mamando a deliciosa pica que ficou bem dura. Pôs-me de quatro e começou a chupar e enfiar sua grossa língua no meu orifício anal, enquanto enfiava um dedo na boceta. Delírio puro. Que delicia. Senti a cabeça da pica na portinha do cuzinho, que estava animado para ser fodido. Acariciou minhas costas, agarrou meus quadris e pimba, enfiou a cabeça e parou, soltei um grito misto de dor e prazer. Suava. Ele continuou a enfiar. Eu quase supliquei que parasse, mas era dor e prazer juntos. Relaxei e pedi: - Enfiasse tudo paixão. Ele fez isso. Segurei firme o impacto. Apoiei-me sobre os cotovelos, arrebitando mais ainda a bunda. O silencio do momento falou mais alto, tinha perdido minha única virgindade e estava feliz. Disse: - Paixão fode bem gostoso esse cuzinho que é só seu agora. Sim, chamava-o de querido, mas, após foder meu cuzinho passei a chama-lo de PAIXÃO. O homem endoideceu com minhas palavras, fodeu com virulência, amei, gozamos juntos, senti mais porra ainda escorrendo pelo meu rego. Voltamos a tomar banho, mais carícias, beijos e um ar de paixão. Vestimo-nos e em silêncio,voltamos à mesa do café. Trocando olhares de cumplicidade. Levei-o para sua casa.
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