A viúva da construtora - IIi PARTE



A viúva da construtora – III CONVITE IRRESISTIVEL - FINAL
No caminho mantinha suas mãos entre minhas pernas. Adorava.
Antes de descer convidou-me:
- Se quiser mais rola entra comigo, moro sozinho.
Não resisti, aceitei, estacionei o carro na garagem e trocamos carícias, tirando seu pau para fora, mamei gostoso. Parecia um casal de adolescentes. Rimos muito.
Entramos, ambiente simples mas, limpo.
Ficamos nus, ele observando meu corpo o elogiou dizendo:
- Você é muito linda.
Sem comentar deite-me em sua cama, abri as pernas e disse:
- Você sabe o caminho.
Rindo respondeu:
- Sei bem o que quer e te darei
Chupou-me, enfiando um dedo no meu cuzinho, rebolei.
Em posição de frango assado, achei que iria ser penetrada na boceta, engano, lubrificou o cacete e... mandou para dentro do meu cuzinho.
Surpresa, rebolei, nunca tinha levado no cuzinho naquela posição.
Jerônimo após enfiar seu cacete todo dentro, deita-se sobre mim, com uma das mãos acaricia um seio e com outra apoia minha cabeça e trocamos beijos intensos.
Imploro:
- Mete forte e fundo, paixão, estou tremendo toda, que delicia, fode essa sua putinha que está toda arreganhada para engolir seu cacete,
- Não aguento mais, vou gozar, goza comigo, quero sua porra.
Ele, em movimentos sincronizados, entrando e saindo do meu cu diz:
- Toma meu gozo minha putinha safada, é essa rola que te fode gostoso.
Sinto sua porra quentinha me invadir e ele urra de prazer.
Terminando, espera seu pau amolecer dentro até sair sozinho.
Me dá um tapa de carinho na bunda e diz:
- Você sempre foi uma putana deliciosa, só te faltava um macho para se revelar.
Eu retruquei:
- Agora, com você, não falta mais. Sinto-me realizada como mulher.
Sim, passei meu final de semana toda inchada.
Amei e fui amada.
Sentia-me mulher e viva.
Quero repetir a dose em breve.
No primeiro dia útil fiz questão de visitar a obra que o Sr. Jerônimo era o mestre.
Cumprimentamos-nos formalmente e tratamos dos assuntos da obra, como se nada de intimo tivesse ocorrido entre nós.
Por mais de um mês nossos contatos foram estritamente profissionais.
Algumas vezes me pegava pensando nele e se ainda estava se relacionando com a Soraia, certamente que sim, mas eu me absorvia nos compromissos profissionais e principalmente nos familiares e assim o tempo passou.
Numa quinta-feira visitei a obra que ele trabalhava e sutilmente perguntei:
- O Sr. pode fazer a manutenção elétrica em minha casa no próximo sábado?
- Sim. Na primeira hora estarei lá e com todas as ferramentas necessárias.
Soltei um leve e discreto riso.
Na sexta-feira à tarde levei meus filhos para a casa de minha mãe e ao conversamos ela foi direta.
- Filha você está tendo um caso com alguém? Não minta para mim.
Meio envergonhada e pega de surpresa respondi.
- Sim mãe, é um relacionamento casual que está me fazendo bem, mas quero total sigilo sobre isso.
- Tudo bem, mas tome muito cuidado.
- Eu sei, estou tomando todas as precauções necessárias, ele é um bom homem, maduro, centrado, viúvo, mas também não quer mais que isso.
Despedimos-nos e eu fui embora para casa, no caminho passei num sexshop para comprar alguns acessórios e lubrificantes a base de água.
No sábado levante-me bem cedo, animada para ser fodida.
Fiz a toalete, aparei os pelos pubianos, passei creme no corpo todo, fiz higiene anal, vesti roupão, enfim me preparei para receber bem meu macho delicioso.
Também preparei um café fresquinho.
Pouco antes das 08:00 horas ele tocou a companhia, me alegrei e fui abrir a porta, ele num largo sorriso disse:
- Bom dia Letícia, como você está? Aparentemente linda.
- Bom dia Jerônimo estou bem e sim, me sinto linda. E você?
- Diante de ti impossível não estar bem.
Com isso foi entrando no hall da casa, fechei a porta e senti suas mãos me puxarem para então nos beijarmos apaixonadamente.
- Vamos para a copa paixão, saborear o café que fiz pensando em você, bem forte.
- Sim, paixão.
Disse a ele:
- Estou adorando nos chamar de paixão em nossa intimidade
Abraçando-me por trás e acariciando minha boceta por cima do roupão, eu esfregando minha bunda nele fomos para a copa.
Sentou-se na cabeceira da mesa enquanto eu preparava um omelete.
Quando voltei para a mesa, me puxa para seu colo e começamos a nos beijar, sem cerimônia.
Suas mãos navega pelo meu corpo.
Acaricia meus seios, que saltaram para fora do roupão e com carinho os beija.
Falei:
- Paixão vamos tomar café.
Ele
- Sim, vamos, mas antes quero que você prove um leite muito especial,
Levantou-se e tirou para fora sua tora.
Abaixei-me e comecei a mamar aquele membro cuja cabeça mal cabia em minha boca, mas adorava fazer aquilo, na copa mesmo.
Em poucos minutos senti seu jorro de esperma invadir minha boca.
Disse:
- Está delicioso seu leitinho.
Levantando-me ele beijou-me, disse,
- Agora sim você está bem alimentada.
Risos.
Cada um sentou-se em uma cadeira, ajeitei-me e deixei as gotas de sua porra que haviam escapado de minha boca ficar no meu peito e roupão.
Durante o café conversamos sobre vários assuntos, menos os profissionais.
Subimos para o quarto.
Chegando ele disse:
- Hoje serei seu macho viril.
- Ok, desde que respeite os limites.
- Sim, tenho certeza que você irá gostar.
Comecei desabotoando sua camisa, não canso de admirar seu peitoril másculo, beijei seus minúsculos mamilos, sei que ele gosta,
Quando fui me abaixando para por, novamente seu membro para fora ele me ergue, abre meu roupão que cai deixando-me nua, ele se afasta e observando diz:
- Letícia, você é linda, tem um corpo escultural.
Meio acanhada respondi:
- Se souber me tratar o terá por um bom tempo, adoro estar com você.
Em seguida, me frustrando um pouco, ele mesmo tira sua roupa e fica nu.
Abraçamos-nos e começamos os beijos, abaixei uma de minhas mãos em direção ao seu membro e comecei a acaricia-lo, estava bem duro, do jeito que gosto.
Sinto uma mão em minha boceta, enfia um dedo dentro, parece uma pica entrando de tão grosso, mesmo em pé, relaxo e continuo o carinho em seu membro, mas os movimentos de seu dedo fazem com que eu comece a sentir os espamos de orgasmo vindo, ele percebe e sussurra em meu ouvido:
- Goza gostoso paixão, quero sentir seu melzinho escorrendo.
Nisso a outra mão invade o meio de minha bunda e com outro dedo ele acaricia meu anus, até rebolo um pouco para facilitar, não aguento mais e começo a gemer abraçando ele com mais força dizendo.
- Como uma menina obediente irei gozar em suas mãos, sinta isso paixão.
Beijo ele com sofreguidão, solto um urro de prazer intenso e ele tem que me segurar para não cair.
Silencio.
Loucura inimaginável.
Ele me põe na cama, abro as pernas expondo minha boceta e dizendo:
- Vem paixão, você sabe que essa boceta é sua.
Ele ajeita minhas pernas em seus ombros e aproxima seu grosso membro, olhando dentro dos meus olhos, de forma firme e forte, me penetra de uma só vez, eu grito e reclamo, mas sou sufocada por um beijo de língua.
- Assim não, você me machuca.
- Você aguenta isso e muito mais, você é minha puta e sei bem que gosta.
Apesar de meus protestos ele continuou fodendo fundo e com força, não resisti e quando ele jorrou sua porra dentro de mim, também gozei.
O filho da puta sabe me foder.
Caiu ao meu lado na cama e ordenou.
- Chupa meu pau, vadia, quero duro de novo para foder o nosso cuzinho.
Obedeci.
Ele puxa minha anca e fico de bunda para ele.
Começo a chupar aquele membro, ainda cheio de porra e do meu mel, e digo:
- Espera um segundo, vou pegar o lubrificante.
Volto, passo no dedo do meio e volto para a posição que ele queria e chupo novamente seu cacete.
Sinto seu grosso dedo, que há instantes fodeu minha boceta entrando no meu cuzinho, dou uma rebolada e aproveito para dar uma apertada nele.
Jerônimo diz:
- Você é uma ordinária vagabunda que gosta de foder todos seus orifícios, você me deixa louco, vem quero enterrar meu pau nesse nosso cuzão delicioso.
Ouvia-o proferir essas palavras, gostando de me sentir uma puta vulgar.
Ordenou:
- Fique de quatro e abra bem sua bunda, vou te levar ao infinito agora.
Passei o lubrificante em seu cacete, ele fez o mesmo na portinha do meu cuzinho.
Em seguida sinto a cabeça do membro entrar, dessa vez foi mais fácil, não esperei, empurrei-me para trás, engolindo toda sua pica.
Ele deu um tapa na minha bunda e disse:
- Aprendeu como seu macho gosta sua cadelinha, agora vamos foder gostoso, quero encher seu cu com muita porra.
- Gostou né? Isso mesmo que eu quero - um macho viril, de pica bem dura dentro do meu cuzinho me fazendo gozar.
Dizendo isso, comecei a rebolar com seu membro dentro de mim, antes dele eu gozei duas ou três vezes e quando ele foi gozar, soltou um urro e ai também gozei novamente. Meu cu engoliu muita porra desse maravilhoso macho.
Seu cacete amoleceu dentro do meu cu, até sair sozinho.
Fomos tomar banho, estávamos exausto, lá apenas trocamos carícias, mas, sem penetração, achei até bom, pois estava satisfeita.
Coloquei o roupão e ele vestiu suas roupas. Voltamos para a mesa do café.
Após o café, pensei que voltaríamos a transar, mas não, dispensou minha carona e foi de taxi embora.
Sem culpa e sem compromissos futuros. Sem ciúmes.
Mantemos até hoje nosso relacionamento, sempre nos respeitando

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico masturbinho

Nome do conto:
A viúva da construtora - IIi PARTE

Codigo do conto:
241100

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/08/2025

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