A SINHÁ DAS GRAÇAS E O ESCRAVO JOSUÉ Nas fazendas de café os escravizados eram quem realizavam os trabalhos na roça e devido ao trabalho pesados era comum serem musculosos e bem apessoados. Entre eles Josué se destacava pela sua beleza, era alto, acima de 1,85 metros, corpo proporcional à altura, braços e pernas musculosos, abdômen e tórax rígidos. Um deus negro. Vivia na senzala como os demais escravos, sem nenhum privilégio. Na sede da fazenda, viviam os senhorios, pessoas de posse e por vezes cruéis, mas a esposa do Coronel era a Das Graças, mulher de hábitos caseiro e dedicado ao marido com quem já estava há oito anos. Não tinham filhos. Quando seu marido viajava a negócios era ela que assumia o comando das atividades da fazenda, sendo inclusive considerada mais rigorosa que ele. O relacionamento com o marido era protocolar. O acompanhava nas atividades sociais de forma discreta e quando ele queria, mantinham relações sexuais, mas para ela era frustrante e insatisfatória. Nas suas andanças pela fazenda, verificando a plantação e a colheita do café, notou Josué e não conseguia tirar aquela visão de sua mente. Ficava molhada quando pensava nele. O escravo nem sequer imaginava o que passava na cabeça da senhoria. Com a ausência do marido, certa tarde ela o chamou na casa grande, sem maiores explicações. Ela estava excitadíssima, queria sentir ele fodendo sua bocetinha, tinha inclusive depilado sua genitália. Ele, de forma respeitosa, sem entender o que estava acontecendo, entrou no casario. A mucamba o mandou subir no aposento da Sinhá, É lá que ela te quer. Sobe à escada de madeira, que range sob seus pés, Sinhá escuta e fica mais ansiosa prevendo o que estava por vir, alisa sua boceta e sorri. Quando ele entra no aposento e vendo sua Sinhá com roupas íntimas e olhar lascivo ele começa a entender o que ela quer. Ela ordena: - Tira sua roupa e se lave na banheira. Ele ainda com certo pudor vai atrás do biombo e cumpre a ordem. Pela primeira vez na vida banhava-se numa banheira e com sabão. Decidiu aproveitar ao máximo a situação. Ela quer ser fodida, então irei fazer isso. Dá um trato especial em seu enorme cacete. Quando ele reaparece, ela o contempla por alguns segundos, aquele deus porpuro, todo seu, para seu deleite. Ela levanta e vai a sua direção, que permanece imóvel, aguardando o próximo movimento dela. Ela alisa seu rosto que tem uma delicada expressão bruta. Desce para seu peito, ao alisar sente sua firmeza, vai para suas costas e ao alisar fica impressionada com a largura de seu costado. Ele continua imóvel, sem dizer nada, apenas sente as mãos da sua Senhoria. Seu membro está rígido. Ela, o abraça por trás e leva as mãos ao seu membro e, pela primeira vez na vida, sente o que é um membro rígido e pergunta: - É por minha causa que ele está assim? Resposta dele, com firmeza: - Sim, Sinhá. Ele é todo seu. Ordena: - Me trate com carinho. - Sim senhora, serei carinho, mas serei seu macho. Ela fica em sua frente e começa a beijá-lo, é correspondida. Acaricia aquele pino de carne negra e dura, vai se abaixando e, pela primeira vez na vida, sente o gosto de chupar uma pica. Josué percebe a inexperiência dela e gentilmente começa a orientar. Ela, submissa segue as orientações dele. Agora, mais acostuma com o gosto e sentindo prazer, intensifica o boquete e o masturba. Sem prévio aviso Josué despeja sua carga de esperma. Ela assustada se afasta, mas ele a puxa pela cabeça e faz com que ela abocanha sua pica novamente e a força engolir todo o liquido ali despejado. Ele a empurra suavemente para a cama e abrindo suas pernas enfia a cabeça e começa a chupar aquela linda e branca bocetinha. Ela de assustada passa a curtir o que ele estava fazendo. Não demora muito e, pela primeira vez na vida, estava sentindo um orgasmo, verdadeiro, de dentro de seu mais íntimo. Ela, agora totalmente entregue ao escravo, puxa-o para cima de si e sussurrando pede que a penetre, mas com calma, pois reconhece que o membro dele é muito maior que do seu marido. Ele a ajeita em melhor posição dando pinceladas na boca da boceta, ela o manda enfiar, pois não aguenta esperar. Quando começa a penetração, ela sente os lábios da vagina cederem conforme o cacete do amante vai penetrando dentro de sua boceta. O incomodo inicial cede ao prazer que começa a sentir. Até rebola para facilitar a penetração. Josué devagar vai empurrando seu cacete para dentro daquela bocetinha apertadinha que parece ser virgem. Ela passa as pernas em volta da cintura do macho, está toda arreganhada e quando está quase tudo dentro, faltando alguns centímetros, ele dá uma estocada que faz com que ela dá um gritinho e diz a ele para fodê-la. Ele trás seu cacete até a boca da boceta e em seguida enfia tudo de uma vez, mas carinhosamente. Sinhá das Graças sente novo orgasmo, geme, seus olhos rodam na orbita dos olhos e explodem em um orgasmo que ela jamais pensou que sentiria. Josué continua fodendo ela, que abre a boca e nesse momento ele enfia sua grossa língua em sua boca, ela além de aceitar começa a chupar com sofreguidão. O tesão aumenta e ela sente que o membro dele ficar maior ainda. Goza intensamente. Josué ameaça tirar seu cacete de dentro daquela deliciosa bocetinha, ela não deixa e manda que goze dentro. Ele aumenta a velocidade e força as estocadas e explode dentro dela, que se sente maravilhada por ter recebido essa carga de esperma de seu amante. Josué tira o cacete que ainda escorre um pouco de esperma, leva ele até a boca dela, que abre e o abocanha, chupa com força e sente o gosto da porra em sua boca, novamente. O cacete dele volta a ficar duro e ele vira a Sinhá de tal forma que fica de quatro. Ela de inicio não entende, mas ele vem por trás e a penetra de uma vez o que a faz soltar um grito de dor e prazer misturados. Ele a agarra pela anca e fazendo do seu cabelo um arreio de égua a fode intensamente, como nunca. Ela goza tanto que chega a urinar. Manda ele não parar e ele vai mais forte e fundo. Quer que ele goze novamente em sua boceta, mas desta vez ele tira e mirando seus peitos explode numa ejaculação intensa, dando um verdadeiro banho de porra nela. Ela puxa o cacete e novamente o chupa. Os dois estão exaustos. Ele ameaça ir embora e ela mande que fique, o chama para deitar ao seu lado e adormece. Altas horas ela acorda e para despertá-lo começa a chupar seu cacete, que dá sinais de ficar duro e dessa vez ela vem por cima, fazendo sua bocetinha engolir de uma vez aquele verdadeiro mastro. Geme gostosamente e sente que vai gozar de novo. O abraça e beija, ofertando sua língua para ele a chupar. Seu tesão é intenso e ela começa a quicar em cima dele. O orgasmo chega de forma avassaladora. Ela esmurra o peito do macho, que despeja novo jorro de porra dentro dela. Sente-se arrombada, mas feliz. Sua boceta chega a estar inchada. Ele discretamente vai para a senzala, sabe que se comportar irá ter mais. O Senhorio chega dois dias depois dos atos libidinosos praticados por ela. Ele quer transar com ela. Ela permite, mas sem comparação. Só aumenta a vontade de ter Josué novamente. Seu marido descobriu a traição da esposa mas acabou aceitando a situação de ela ter um amante negro. Quando ela queria foder, ele mesmo chamava Josué, que antes tomava um bom banho e depois subia para os aposentos do casal. Sinhozinho sentava em uma confortável poltrona e ficava vendo Josué foder sua esposa. Chegava a se masturbar, E assim, durante um bom tempo Josué satisfez o casal. Todos felizes. By Mastur Benn.
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