EVELYN E OS PRISIONEIROS - VII PARTE



EVELYN E OS PRISIONEIROS VII PARTE – CONVITE À AMIGA
Evelyn chegou antes do marido, foi logo tomar banho e usar o creme vaginal para evitar doenças.
Vestiu-se com uma roupa bem leve e sem roupas íntimas.
O marido chegou embriagado.
Ela o recebeu com um largo sorriso, ele jogou-se no sofá e apagou.
Ela o ajuda a subir a escada, tomar banho e vão dormir.
Fim do domingo com ela sendo bem fodida pelo Zelão.
A segunda-feira inicia como rotineira, mas na parte da tarde, sozinha em casa, ela recebe a visita de Dorothy, conhecida da Congregação que frequenta durante os cultos da semana. Trocam cumprimentos gentis.
Dorothy pergunta:
- Você tem tempo para termos uma conversa de caráter íntimo?
Ela prontamente responde que sim e foram para a cozinha tomar café enquanto conversariam.
Dorothy inicia:
- O que irei confidencializar é pessoal e confio que não irá revelar à outra pessoa.
Evelyn:
- Agradeço a confiança, fique tranquila, sou toda ouvida.
Dorothy:
- Estou atravessando um sério problema com meu marido, ele simplesmente está me ignorando, há muito não temos intimidade, estou arrasada, meu casamento acabou, nem amigos somos mais.
Evelyn ouve atenta, mas quieta, vê a amiga chorar e pergunta:
- Você ainda ama e quer continuar com ele?
- Sim, ainda amo meu marido e sou economicamente dependente dele.
Evelyn:
- Eu estava com o mesmo problema com o meu marido, tive que tomar ações radicais para salvar meu casamento e voltar a ter paz.
Dorothy questiona
- Quais foram essas ações?
Evelyn
- Antes de falar, devo te alertar que, de inicio fique assustada e mesmo achei repulsiva, mas após um tempo e pensando sobre o assunto comecei a aceitar a solução e hoje a considero que é adequada para o resultado obtido.
Dorothy.
- Sim, sou toda ouvida e com atenção.
Um momento de silêncio e um gole de café e Evelyn prosseguiu:
- Uma amiga percebeu minha situação e veio conversar comigo e da mesma forma que estamos conversando ela me falou como salvou seu casamento e ao mesmo tempo realizando uma ação social voluntariosa.
Prosseguiu:
- Essa minha amiga presta assistência social em um determinado lugar que precisa aliviar a pressão e revolta entre os internos.
Dorothy:
- Estou interessada em participar dessa ação social.
Evelyn
- Sim, mas tenho que avançar no que eu, ela e outras mulheres realizamos uma vez por semana, aos domingos, com esses internos.
Prossegue
- É no presídio que fica a uns 100 kilometros daqui, vamos e voltamos com ônibus gratuito.
- O que fazem?
- Mantemos com eles relações sexuais.
- O que?
- Isso mesmo, quando ela me falou tive a mesma reação que você está tendo.
- Não é perigoso? São criminosos.
- Também pensei isso quando ela falou comigo.
- Mas como isso acontece?
- Ai que a coisa toda acontece. São sim criminosos condenados, mas por crime de menor impacto. São educados, gentis, atenciosos e viris.
Prosseguindo
- Salvei meu casamento e ainda faço um trabalho social que considero importante e de forma voluntária e caridosa, não é traição. Com um detalhe - eles não nos perturbam e nem nos procuram de forma inconveniente, se bem feito, não geramos suspeitas de nossos maridos e nem outras pessoas ao nosso redor. Nem mesmo você imaginaria que eu faço isso.
- Sim é verdade, jamais imaginaria que você fazia essa caridade.
Riam suavemente, melhorando o ambiente e descontraindo mais a conversa.
Dorothy:
- Conte-me mais, estou interessadíssima.
- O local onde mantemos esses encontros não é confortável, mas com jeito conseguimos realizar a missão.
Prosseguindo:
- Temos uma hora para tudo então, esqueça preliminares, chegou já vamos tirando a roupa e, muito importante, trocamos beijos e abraços, desço a mão até o membro do parceiro e acaricio como eu gosto chupo também, deixando o parceiro com mais vontade ainda, em seguida me posiciono para receber a penetração e sussurrando no ouvido dele mando me foder gostoso.
Seguindo:
- Meu parceiro mexe deliciosamente e eu anuncio que vou gozar e peço a ele que goze também. Ai ocorre um momento mágico.
- Terminamos, voltamos em silencio ao pátio e embarcamos no ônibus, sempre em silencio, lembre-se todas foram lá pelo mesmo motivo – Manter relações sexuais.
Dorothy questiona
- Você disse parceiro, sem citar nome. Por quê?
Evelyn responde:
- Esse é um importante detalhe – Dentro todos são considerados iguais e temos que entender isso quando estamos lá e, portanto poderemos ter parceiros diferentes a cada domingo.
Afirmando:
- Importante destacar que todos são homens sadios e tem acompanhamento médico constante, pode ficar tranquila.
Curiosa Dorothy pergunta:
- Como são esses homens?
Evelyn responde:
-Bem, qual o tipo de homem que você gosta?
Dorothy responde meio acanhada.
- Eu gosto é de negão.
- Lá tem vários, eu mesma na semana passada fiquei com o Zelão, Pretão, forte, carinhoso e com um membro bem avantajado, adorei ser fodida por ele.
Dorothy empolgada:
- Nossa deve ter sido uma delicia.
Evelyn afirma:
- Se foi, eu comecei beijando ele e desci a mão até seu membro e ai percebi que é enorme, quando me abaixei para chupá-la, só consegui por um pouco
da glande e massageei o restante, pedi a ele que se deitasse e eu subi em cima, antes lubrifiquei bem e, com as pernas bem abertas fui introduzindo aquele cacete para dentro, devagar até sentir todinho dentro.
Prossegue
- Me debrucei sobre seu másculo peito, beijei com carinho sua boca e sussurrei que queria ser fodida, ficou doido e eu pude desfrutar de uma verdadeira tora.
Continuando
- Depois fiquei de quatro e mandei enfiar, foi carinhoso e eu pude sentir mais ainda um prazer de ser mulher, pedi a ele que gozasse bem fundo em mim e me fizesse sua mulher putinha, gazamos juntos.
Continua
- Quando terminou, ao me limpar tinha um pouco de sangue ai disse a ele que tinha tirado o pouco que restava da minha virgindade.
As duas riram.
Dorothy confessa:
- Ouvindo você contar isso já fiquei molhadinha, vou pensar e durante a semana te respondo se irei.
Evelyn responde:
- Ok
Despediram-se e Dorothy foi embora pensativa.
Como durante a semana Dorothy não contatou a Evelyn, ela nada comentou com Judith.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
EVELYN E OS PRISIONEIROS - VII PARTE

Codigo do conto:
241276

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/08/2025

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