A aprendiz de encoxatriz

Eu já estava acostumado com o risco do Bate-Papo UOL, perfis fakes, gente que não aparece, conversas que morrem rápido. Mas essa garota… desde o primeiro segundo algo nela era diferente.

A conversa no app começou normal, mas logo esquentou. Eu ainda desconfiado, claro. Até que ela pediu meu WhatsApp. Assim que chamou, o jogo virou. A voz era real, a segurança dela também. Uma mulher negra, linda, gostosa num nível que não dá pra disfarçar. Corpo cheio, curvas marcadas. Quando mandou foto dizendo como estaria vestida… meu tesão subiu numa velocidade que quase doeu.

Saí de casa já meio elétrico, mas quando perdi o sinal no caminho, achei que tinha rodado. Do nada, recebo a mensagem: “Tô aqui te esperando ainda.”
O alívio bateu forte. E no fundo, a adrenalina só aumentou a vontade.

Nos encontramos numa estação que não era a primeira combinada. E quando a vi… mano, que visão. Croped verde que deixava a cintura aparente, e aquela calça de tecido fino, fina demais pra esconder que ela estava sem calcinha. Aquilo me desmontou. Era exatamente como tinha imaginado, só que melhor — mais viva, mais quente, mais mulher.

Decidimos fazer o que já estava nos planos sem precisar dizer. Pegamos um trem indo no sentido contrário, só pra aproveitar que na República estava tudo lotado. Perfeito pra uma aproximação que ninguém notaria.

Assim que entramos, ela foi na frente. Natural, sem olhar pra trás mas sabendo exatamente onde eu estaria. Encostei atrás dela, segurando na barra metálica acima, e deixei minha mão deslizar pela lateral da cintura dela. O corpo dela era quente, firme, encaixado num jeito que parecia que já estava me esperando desde antes.

O tecido fino da calça entregava tudo. Cada balanço do vagão fazia ela esbarrar em mim, leve no começo… depois nem tanto. Nós dois no meio da multidão, ninguém reparando, ninguém imaginando o que estava acontecendo ali.

O trem seguia, barulhento, mas entre nós dois só existia silêncio e tedaquele tipo que faz a pele arrepiar e o coração acelerar.

E eu ali, segurando ela pela cintura, sentindo cada detalhe do corpo dela, cada intenção, cada resposta. eu passava a mão na sua buceta por cima da calca ela tímida e com receio tmb puderam naquela situação deliciosa e perigosa. passei a mão na sua bunda por cima da calça nossa que pele macia e tesuda tinha aquela bunda rabuda e sucuelnta queria poder dar tapas nelas mais só de apertar me dava mais tesão.

A viagem inteira foi assim: curta, intensa, carregada.
Encontro marcado, sim mas parecia coisa que tinha que acontecer, como se a cidade toda tivesse conspirado para empurrar a gente um contra o outro naquele vagão apertado.

Descemos várias estações depois, ainda colados um no outro. O trem estava cheio, mas parecia que só existia eu e ela naquele corredor apertado. O corpo dela encaixado no meu de um jeito que dava pra sentir tudo.

Quando a porta abriu, fomos empurrados pela multidão. eu sai primeiro, e ela logo atrás, ainda com um tesão estava num nível absurdo — minha calça já estava marcada, melada, denunciando tudo que estava acontecendo ali dentro de mim.
Ela olhou pra mim de lado, meio discreta, meio cúmplice.

Caminhamos juntos pelo corredor da estação, o barulho das pessoas, o cheiro do lugar, aquela sensação de que tínhamos feito algo proibido bem no meio do cotidiano de todo mundo. A cidade acontecia ao redor, mas a gente ainda estava naquela bolha de energia.
Na volta o trem, mais vazio agora, ela se aproximou de novo. Não precisava falar muita coisa. ela encostava o quadril devagar, como quem testa o terreno.
Ficamos nos pegando ali, mais soltos, mais confiantes. O balanço do trem ajudava a esconder o que acontecia, mas ao mesmo tempo deixava mais evidente pra nós dois o quanto o corpo dela pedia continuidade.

Ela estava tímida , entregue… mas ao mesmo tempo dava pra sentir a insegurança leve. Normal, era a primeira vez que ela fazia algo assim.
Primeira vez sempre vem com adrenalina e medo misturados.

No fim, quando chegamos na estação onde nos separaríamos, ela respirou fundo, se arrumou e me deu aquele olhar rápido que só quem viveu a cena entende. Olhar de desejo guardado, de coisa que fica pra próxima.

— Melhor a gente ir pra lados diferentes… por hoje — ela disse, meio tímida.

Eu concordei. A gente sabia que não era hora de esticar mais. O risco, a hora, a novidade… tudo precisava assentar.
Mas enquanto ela se afastava no corredor, eu tinha certeza de uma coisa:
ela só estava tímida porque era a primeira vez.

Com a prática, com a confiança, com o jogo fluindo…
ela vai se soltar.

E quando isso acontecer… aí sim a gente vai poder ir mais fundo no que aquele trem começou.



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Ficha do conto

Foto Perfil viteeenho
viteeenho

Nome do conto:
A aprendiz de encoxatriz

Codigo do conto:
248346

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
01/12/2025

Quant.de Votos:
3

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