Amor de mãe 2

Então como disse no final do conto anterior,
perguntei para mamãe se eu poderia colocar um vídeo, para podermos ficar mais a vontade , melhorar o clima e aguçar nossa excitação , ela topou na hora, já foi se achegando com aquela bunda maravilhosa encaixando meu pau ,que já latejava de tanto tesão, ela sentindo que eu já estava ereto, virou-se levemente com um sorrisinho de canto de boca bem sarcástico disse:
Acho que encontrei o controle da tv.
Vai bebezão, coloca o vídeo aí que eu há estou curiosa.
Mãe!
Para de me chamar de bebê!
Prá mim meu amor vc vai ser sempre meu bebê!
Ih mãe para!
Vai menino espero que seja uns dos bons!
Fica tranquila mamãe eu sei apreciar o que é bom.
Coloquei o vídeo erótico da Leyne Rodrigues, um que ela interpreta uma madrasta acediada pelo enteado.
No vídeo a atriz flágra o enteado tocando uma punheta, meio que desconsertada e depois de tantas insistências do garoto ela acaba ajudando o rapaz a se aliviar.
Minha mãe se aconchegou e começou a ver o vídeo, e não demorou muito ela começa a rebolar bem lentamente enquanto eu me esfregava nela, mesmo com a cueca eu pude sentir perfeitamente as nádegas de minha mãe pousando e se afastando naquele movimento suave e constante, ela ficava alí meio que hipnotizada observando o vídeo , eu imitando todos os movimentos do jovem protagonista, comecei a percorrer o seu corpo com as mãos,em sua cintura até alcançar sua virilha, passava a mão em sua bucetinha inchadinha por cima da calcinha que aos poucos ia se umedecendo, mas quando tentava acariciar por dentro da sua calcinha e alcançar o clitóris e a buceta ela segurava minha mão e tira dali colocando novamente sobre sua cintura, dizendo:
Calma bebê, nada de avançar o sinal, tenha calma, ainda sou sua mãe.
Então eu voltava a percorrer minha mão por seu corpo mas sobia até a altura de seus seios, ela ali não retirou, continua vendo o vídeo e nem me recrimina , encho a mão com seus seios fartos mesmos que vestidos pela camisola, começo a apalpa-los, com bastante carinho, deixa minhas mãos escorrer por baixo das alças, invadindo o bojo, e revelando assim aqueles seios deliciosos, acariciando toda a sua extensão e logo em seguida aperto levemente os mamilos com as pontas dos dedos e ela soltou um gemidinho acanhado, e falou assim vc mata a mamãe.
Quando ouvi ela gemendo mesmo que, por um pequeno instante, comecei a arrancar minha cueca mas ela segurou minha mão e falou pra continuar do jeito que estava, meio que sussurrando:
Filho pode sarrar na mamãe a vontade mas não enfia, isso não,tudo tem limites. Ok???
Ok!!!
Então me joguei por cima dela e comecei a me esfregar em sua bucetinha, ao ponto de com toda aquela esfregação a calcinha foi se enfiando entre os lábios daquela delícia de bucetinha inchadinha, eu pude notar neste momento que ela tinha depilado sua menininha estava mais apetitosa ainda me deixando a cada esfregada explodindo de tesão,
Sua bucetinha ficava cada vez mais molhada, eu já estava enlouquecendo, esfregava e forçava minha pica sobre a calcinha que já estava entrando a cabecinha com a calcinha e tudo, mas ela me segurava e me afastava impedindo que eu a penetrasse, pois aquela calcinha era a última parede que me impedia de empurrar toda minha piroca em sua buceta.
Ela me afastava sempre que eu forçava e a cabecinha avançava mesmo que a calcinha me impedindo entrar, mas continuava deixando eu me sarrar a vontade.
Quando eu percebi que ela feixava os olhos e ficava assim por uns instantes, e deixava escapar uns gemidinhos abafados, num desses feixar de olhos eu puxei minha cueca para o lado expondo assim minha piroca e meu saco.
Esfregando assim meu pau sobre a calcinha que estava toda atolada na bucetinha de minha mãe.
Meu pau percorria com bastante facilidade pois a calcinha estava toda ensopada , comecei a acariciar a virilha de minha mãe e a afrouxar a calcinha dela, abrindo assim uma brecha entre a calcinha e a bucetinha.
Comecei a me roçar naquele vão e logo a piroca já estava roçando por dentro da calcinha.
Se deliciando com todo a suco que escorria de sua bucetinha. O caminho estava bem visível e extremamente lubrificado , fiquei nesse esfrega , esfrega passando meu pau por entre os lábios da bucetinha até esfregar no clitóris, até que minha mãe começou a ficar com a ofegante e sua respiração começou a acelerar, sua bucetinha se contraia e foi ficando cada vez mais quente e molhada, escorrendo um líquido esbranquiçado , não resistiu mas e soquei toda a minha piroca dentro da buceta da mamãe , acelerando o vai e vem.
Ela começou a gritar desesperada:
Não! Não!
Isso não pode acontecer!
Não! Não!
Isso não!
Para, para!
Tira! Tira!
Vai pro seu quarto!!!
Eu falei pra vc não meter!!!!
Mas eu embriagado pelo tesão, tomado pelo desejo, a cada vez que ela gritava eu metia com mais virilidade , mais forte e mais fundo.
A agarrando pela cintura pra ela não conseguir nos separar.
Logo os gritos de negação, viraram os de:
Me fode! Me fode com força!
Mete na mamãe mete!
Enfia essa delícia de piroca toda na minha buceta vai!
Arromba essa vagabunda!!!
Minha mãe gemia, gritava como uma puta sendo fodida pela piroca de seu próprio filho.
Depois de um tempo de sexo selvagem e intenso senti que ia gozar.
Falei para minha mãe que estava quase gozando e ela mandou eu gozar na sua cara.
Tirei a piroca de dentro de sua buceta, ela agarrou e começou a punhetar , deu umas mamadas e logo a porra começou a jorrar foi porra pra todo lado melou o rosto de minha mãe todo , escorrendo pelos seus seios , ela abocanhou meu pau e começou a mamar feito uma louca, minhas pernas estavam bambas quase que não me aguentava de pé, me apoiando sobre o corpo de minha mãe, que me atirou sobre a cama dizendo:
Quem mandou me atiçar!!!
Em seguida engoliu meu pau que já estava meia bomba, punhetavam, mamava , sugava freneticamente até que voltou a endurecer, ela sorrindo, olhou pra mim com uma feição bem safada subiu sobre meu corpo enrijecido, se encaixando em minha piroca, e começou a cavalgar, ela subia e descia como se fosse uma bola voraz , uma devoradora de homens.
Uma fêmea faminta que a muito não se saciava, e eu ali super contente de ser o objetivo de seu prazer.
Realizando assim uma fantasia, há muito distante, que se concretização.
Um amor extremo, gerando sensações inexplicáveis.

Em breve Amor de mãe 3 o porquê da ausência de papai.

Foto 1 do Conto erotico: Amor de mãe 2

Foto 2 do Conto erotico: Amor de mãe 2

Foto 3 do Conto erotico: Amor de mãe 2

Foto 4 do Conto erotico: Amor de mãe 2

Foto 5 do Conto erotico: Amor de mãe 2


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Comentários


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casualsomente Comentou em 01/01/2026

Q bela história Q. Belas imagens Q mamãe incrível




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250600 - Amor de mãe - Categoria: Incesto - Votos: 19

Ficha do conto

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Nome do conto:
Amor de mãe 2

Codigo do conto:
250768

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/01/2026

Quant.de Votos:
3

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5