A médica, a Dra. Valeska, sorriu para si mesma enquanto relia as suas próprias notas de como os exames deveriam ser. Entao a porta do seu consultório particular abriu-se e quatro rapazes entraram, encolhidos e nervosos. Eles eram exatamente como ela queria: jovens, vulneráveis e perfeitamente moldáveis.
"Boa tarde, rapazes. Por favor, façam uma fila," disse ela com a sua voz profissional e calma. "Como sabem, este é um exame de rotina. Para sermos eficientes, vou pedir que fiquem completamente nus e coloquem as suas roupas na cadeira ali."
Eles hesitaram por um momento, trocando olhares ansiosos. O mais alto, um rapaz de cabelos escuros chamado Lucas, foi o primeiro a mover-se. As suas mãos tremiam enquanto desabotoava a sua calça. Em segundos, os outros seguiram o exemplo. A roupa acumulou-se na cadeira e os quatro rapazes ficaram nus diante dela, as suas mãos instintivamente a tentar cobrir-se.
"Ah, ah, ah," disse a Dra. Valeska, abanando o dedo. "Mãos ao lado, por favor. Preciso de uma vista desobstruída." Eles obedeceram, expondo-se totalmente. Ela podia ver o nervoso nos rostos deles e sabia que ia ser um ótimo exame.
Os rapazes terminaram de se despir e ficaram pelados em frente a ela, os rostos vermelhos de vergonha. Dra. Valeska não pode deixar de notar os seus membros jovens e pendentes, cada um de um tamanho e forma diferente dos outros. O maior deles, o de Lucas, parecia querer apontar para cima, como se começasse a ter uma ereção. Outro, um rapaz moreno chamado Miguel, estava completamente flácido, com um prepúcio macio quase a cobrir a glande. Outro rapaz, o mais magro, chamado Tiago, tinha o pénis menorzinho, com a ponta a querer sair... O quarto, um loiro de olhos azuis chamado Rui, estava a meio caminho, inchando com o medo e a excitação.
"Vamos começar com uma verificação básica," disse a Dra. Valeska, aproximando-se. Ela passou o seu estetoscópio frio sobre os peitos de cada um, os seus mamilos endurecendo ao contacto. As suas mãos deslizaram pelas suas costas, pelos seus abdomens. A cada toque, ela via os seus corpos reagirem. A ereção de Lucas ficou agora totalmente rígida, saliente e orgulhosa.
"Hmm, parece que temos uma resposta física bastante... robusta aqui," disse ela, dando um toque leve na ponta do membro de Lucas. Ele estremeceu, um gemido abafado escapando-se dos seus lábios. "Isso é perfeitamente normal. Na verdade, é saudável. Acho que precisamos de explorar isso mais a fundo para um diagnóstico completo."
A sua fachada profissional começou a desmoronar, substituída por um sorriso predatório. Ela ajoelhou-se na frente de Lucas, os seus olhos fixos no seu pênis ereto. "Isso requer um tratamento oral especializado," sussurrou ela, antes de levar aquela pica dura para a sua boca.
Lucas ofegou, as suas mãos indo instantaneamente para o cabelo dela. Os outros três rapazes olhavam, chocados, com os seus próprios membros a endurecerem em resposta. A Dra. Valesca trabalhou Lucas com a sua boca e língua, com uma perícia que não tinha nada a ver com a medicina. Depois de alguns momentos, ela puxou-se para trás, um fio de saliva a ligar os seus lábios à sua glande.
"Próximo," ordenou ela, e o seu olhar fixou-se em Miguel. Ele estava agora semi-ereto. Ela repetiu o processo, sentindo-o endurecer completamente na sua boca. Depois Tiago, depois Rui. Ela chupou os quatro pênis, um após o outro, até que todos estivessem rígidos e pulsando de desejo.
"Agora, para a segunda fase do exame," disse ela, levantando-se e despindo-se da sua bata de médica. Por baixo, estava completamente nua. Dra. Valeska virou-se, ficando de quatro na sua mesa de exames e olhando por cima do ombro. "Preciso de testar a... função cardiovascular sob esforço. Lucas, venha cá."
Ele obedeceu, movendo-se como se estivesse num sonho. "Passe bastante lubrificante e coloque-o aqui," disse ela, indicando o seu ânus e acrescentando: " acabei de fazer uma chuca para evitar qualquer acidente". Com uma mistura de medo e êxtase, ele guiou o seu pênis até à entrada dela e empurrou. A Dra. Valeska gemeu alto quando ele a encheu. "Sim... exatamente assim. Um ritmo forte."
Enquanto Lucas a possuía por trás, ela chamou os outros. "Miguel, Tiago, venham para a frente." Eles aproximaram-se, e ela agarrou os seus pênis, alternando entre chupá-los enquanto era fodida por trás. O consultório, antes um lugar de esterilidade clínica, estava agora cheio do som de pele a bater contra a pele, de gemidos e do cheiro do sexo.
Ela sentiu o corpo de Lucas endurecer e soube que ele estava perto. "Não dentro," ordenou ela. Ele retirou-se, e ela virou-se, ajoelhando-se no meio dos quatro rapazes. "Masturbem-se para mim. Quero ver muita porra."
Eles obedeceram, as suas mãos a mover-se nos seus próprios pênis, os seus olhos fixos nela. Um a um, eles atingiram o clímax. Lucas foi o primeiro, jorrando sobre o seu peito e seu rosto. Depois Miguel, salpicando seus seios. Tiago veio a seguir, e finalmente Rui, cujo jato atingiu-a diretamente na boca. Ela engoliu o que conseguiu, sentindo o calor e o sabor deles.
Foi uma experiência tão maravilhosa que Dra. Valeska mal podia esperar o próximo exame! Ela ficou de joelhos por um momento, o rosto e o peito cobertos de porra, um sorriso de satisfação total nos lábios. Os quatro rapazes ofegavam, exaustos e olhando para ela com uma mistura de adoração e medo. "O exame esta completo", ela falou, com um pouco de porra escorrendo para sua boca. "E todos vocês tem uma saúde perfeita!
Que delícia de conto e imagino o tesão desses lindos e gostosos rapazes gozando na gostosa Dra. Valeska
Que maravilha. Como faço pra marcar uma consulta com a Drª Valeska?