A prima dele, uma mulher do interior, veio passar uns dias na cidade com os dois filhos, um de 12 e outro de 13. Na sexta, os recebemos em nossa casa. Eu adoro cozinhar, então preparei um banquete: pizzas, empadas, risolis... a casa cheirava a festa. A prima e eu estávamos rindo, lembrando de coisas da infância.
O calor estava infernal, então, como sempre faço em casa, vesti um shortinho de algodão e uma camisetinha bem soltinha, sem sutiã por baixo. É mais confortável, meu marido adora, e, francamente, gosto de me sentir livre. Não demorei para notar o olhar dos dois meninos. Eles não tiravam os olhos de mim. A cada movimento que eu fazia, seja para pegar um guardanapo ou para servir um copo de suco, os olhinhos deles seguiam o balanço dos meus seios soltos sob a fina camisa. Eles se entreolhavam e davam risadinhas contidas. Eu vi o meu marido observando a cena do canto do olho, um sorriso de satisfação no rosto. Ele estava no paraíso. A fantasia dele, o seu show particular, acontecendo na nossa propria casa.
E então, a cereja do bolo. A prima me perguntou, um pouco sem jeito: "Valeska, querida, seria um incômodo se os meninos dormissem aí hoje? O lugar onde estou é muito apertado...". Meu marido, mais rápido que um raio, respondeu por mim: "Claro que não! Sem problema nenhum! A gente arruma um espaço pra eles no sofá".
Mal a prima saiu, ele me puxou para um canto da cozinha, com aquele brilho de criança gananciosa nos olhos. "Amor, eu tenho uma ideia. Quando for forrar o sofá para eles... que tal usar aquele baby-doll transparente que eu gosto? Sem sutia e de calcinha fio dental.....". Eu não pude deixar de rir. Ele era tão previsível, tão absolutamente entregue ao seu desejo. "Você não tá nem um pouco envergonhado, não é?", brinquei. Ele apenas balançou a cabeça, com um sorriso bobo. "Eles são só dois meninos, amor. Eles vão adorar". Eu concordei. Por que não? A noite prometia ser divertida.
Deu a noite. Os meninos jogaram videogame por um bom tempo, enquanto eu e meu marido aproveitávamos para conversar. Finalmente, quando o relógio marcava que já era hora de dormir, eu chamei os dois. "Meninos, me dêem uma ajuda aí para arrumar o sofá, por favor?".
Eles entraram na sala de estar e... pararam. A expressão no rosto deles era inesqueitível. Uma mistura de choque, pânico e pura, absoluta felicidade. Lá estava eu, com o meu baby-doll curtinho, totalmente transparente, sem sutiã, com apenas uma calcinha fio dental para cobrir o mínimo. Meus seios, meu bumbum, tudo estava ali, exposto sob o tecido finíssimo. Vi, com o canto do olho, meus marido parado na porta do quarto, o rosto vermelho de excitação, se nao fosse broxa estaria com o pinto duro já formando uma saliência em sua calça.
Eu fingi uma ingenuidade monumental. "Vamos, pessoal, dá uma força aí". Me abaixei para abrir o mecanismo do sofá-cama, e claro, meus seios caíram para fora, totalmente nus, a poucos centímetros dos rostos deles. Eles engoliram em seco, imóveis. Depois, me virei para pegar lençóis e cobertores na gaveta baixa do aparador. Tive que me curvar, empinando o bumbum. A calcinha fio dental desapareceu entre minhas nádegas, deixando tudo à mostra. Os dois meninos, em silêncio, pareciam ter esquecido como respirar. Eu sabia que eles estavam com seus pintinhos duros, pulsando dentro do short. Eles estavam no paraíso, e eu era a anja que lhes concedia a visão sagrada.
Meu marido estava em êxtase. Eu podia sentir o olhar dele queimando minhas costas. Ele estava recebendo o presente que ele mesmo havia embrulhado. Que delícia era aquela sensação, o poder de seduzir aqueles dois meninos com a permissão do meu macho. Via maridos ciumentos, possessivos, e sentia pena. Eles não faziam ideia do prazer que se perde ao não confiar plenamente em sua parceira.
Quando o sofá finalmente estava pronto, eu desejei uma boa noite a eles, com um sorriso doce. "Durmam bem, meninos". Subi para o quarto, onde meu marido me esperava, e ele me chupou com uma fome que eu não sentia há tempos.




posso dormir ai com vcs