Christian tentou de tudo. Viagra, injeções, testosterona, psicóloga, acupuntura... Ele lutou como um leão, mas a guerra estava perdida. Insisti entao que ele colocasse uma prótese, mas seu pavor de cirurgia fez com que desistisse. Eu o via, frustrado, envergonhado, e meu coração doía por ele. Eu o amava mais do que nunca, mas meu corpo pedia. Eu me sentia culpada por sentir desejo, por olhar para outros homens na rua e imaginar. Ele tentava me compensar de todas as formas, me beijava com paixão, me chupava dos pés à cabeça, mas não era o suficiente. Faltava, a penetração, entrega brutal de um homem viril.
Um dia, sentada ao lado dele no sofá, segurei sua mão e decidi ser honesta. "Christian, meu amor, eu te amo mais que tudo neste mundo. Mas eu preciso... eu preciso de sexo. De sexo de verdade. E eu quero que você permita e concorde. Eu quero abrir nosso casamento". Ele ficou em silêncio por um tempo, e eu temi o pior. Mas então, ele me olhou com os olhos cheios de amor e disse: "Melhor ser um corno feliz do que um marido sozinho". E assim, nossa nova vida começou.
Eu comecei a encontrar homens. Alguns encontros casuais, outros mais recorrentes. Mas dois em especial se tornaram meus favoritos: dois irmãos motoboys, cheios de energia e juventude, e um sargento da PM chamado Paulo. Ah, o Paulo... Ele era diferente. Maduro, seguro, com uma presença que dominava o ambiente. Nossos encontros eram intensos, uma explosão de desejo que me deixava flutuando por dias.
E então, aconteceu. A noite que mudou tudo.
Eu me preparei para encontrar com o Paulo como sempre faço. Mini vestidinho branco, sem sutiã, maquiagem caprichada. Me senti poderosa, desejável. Dei um beijinho no Christian, que estava na poltrona vendo TV, e sussurrei: "Volto logo, amor. E trago histórias". Ele sorriu, aquele sorriso condescendente e amoroso que ele tinha desenvolvido.
Fui ao shopping encontrar com o Paulo. Andamos de mãos dadas, rindo, flertando abertamente. E então, para minha surpresa, avistei o Christian passando ao largo, distraido em seus pensamentos. Então, uma ideia maliciosa e excitante tomou conta de mim. Eu sorri. "Amor! Que surpresa!". Corri até ele e o abracei. "Christian, esse é o Paulo, aquele meu amigo sobre o qual já lhe falei. Paulo, esse aqui é o Christian, meu marido". Vi o rosto de meu marido ficar vermelho, um sorriso amarelo estampado em seu rosto enquanto ele estendia a mão para o Paulo. O constrangimento era palpável, e eu, de uma forma perversa, amava cada segundo daquilo.
E então, para apimentar ainda mais, soltei a pérola: "Querido, Paulo e eu viemos dar uma voltinha no shopping antes de irmos para o motel... mas não fica encabulado por conhecê-lo não, pois casamento aberto é assim mesmo! O Paulo sabe que você é broxa e liberal ". A cara de babaca do meu Christian era um espetáculo à parte.
Mas o que o Paulo fez em seguida foi genial. Ele abriu o maior sorriso, sem um pingo de vergonha, e olhou diretamente para o meu marido. "Christian, a Valeska e eu vamos a um motel para transarmos. Por que você não vem junto e fica assistindo? Você já viu algum homem comendo a sua esposa?". Os joelhos do meu Christian tremeram. Ele estava morrendo de vergonha, mas eu vi, vi o brilho de curiosidade e tesão em seus olhos.
"Vem amor, vem com a gente! Você vai ver como o Paulo me fode gostoso! Parece até você antes de ficar broxa!", completei, empurrando um pouco mais. E ele, meu amor, acabou concordando.
No motel, o Paulo pediu whisky para os três, e isso ajudou a relaxar o clima. Então, ele virou-se para o meu marido. "Christian, me faz um favor, tira toda a roupa da Valeska e bota ela peladinha para mim". Foi um momento surreal. Meu marido, meu amor, me despiu lentamente, como se estivesse entregando um presente a outro homem. Ele tirou meu vestidinho, minha calcinha, meus sapatos, me deixando nua na frente daquele macho que iria me possuir.
O Paulo me pegou, me beijou com uma fome que me fez derrer. Eu o respondi com a mesma intensidade. Ele me sentou em seu colo, continuou a me beijar, depois se ajoelhou e começou a mamar em meus peitos. Eu gemi, meu corpo todo em chamas. Deitei na cama, abri minhas pernas, e ele passou a me chupar com uma maestria que me levou ao meu primeiro orgasmo do dia, gritando, arqueando as costas.
Então, me levantei e o despi. E aí, meus amigos, o espetáculo. O corpo do Paulo era uma escultura, mas seu pau... seu pau era uma obra de arte. Enorme, grosso, duro que nem aço. Eu o segurei com minha mão, apontando para o meu marido como um troféu. "Amor, fica olhando que eu vou chupar!", disse a ele, antes de cair de boca naquele caralho imenso.
Eu vi o Christian, do canto da cama, com uma expressão de choque e tesão. Ele estava excitado! Ele nunca imaginou que aquela cena o deixaria tão excitado. E eu, vendo a reação dele, fiquei ainda mais louca. Chupava o Paulo com vontade, enfiando tudo na garganta, sendo a putinha que ele adora.
O Paulo então me deitou de costas e enfiou sua vara na minha bucetinha. Gritei de prazer, e o Christian ficou ali, assistindo, até que, vencido pelo tesão, tirou toda a roupa e ficou nu, brincando com seu pintinho mole. O Paulo socava fundo, me dando orgasmo atrás de orgasmo, enquanto meu marido se deliciava com o espetáculo.
Depois de muito foder, o Paulo parou para respirar. "Christian, depois que eu descansar vou enrabar a sua esposa. Me quebra um galho por favor, pega o tubo de gel na minha maleta e entrega para a Valeska para que ela passe no meu pau". Meu marido, como um servo obediente, entregou o tubo. Eu lambuzei o pau do Paulo com o gel e depois pedi a Christian: "Amor, passa gel no meu cuzinho pra mim". Ele quase explodiu de tesão.
Fiquei de quatro, arreganhei minha bunda, e o Paulo começou a me enrabar. Aquele colosso entrando lentamente, arrombando tudo, até que entrou todinho. Ele começou devagar, depois aumentou o ritmo, estimulando meu clitóris com a mão. Eu gemi alto, como uma puta, e tive orgasmos seguidos com a pica dele bombando meu cuzinho.
Finalmente, ele tirou, ficou em pé na cama, e eu fiquei de joelhos com a boca aberta. Ele tocou uma punheta e explodiu no meu rosto, me cobrindo de porra. Olhei para o Christian, que me observava boquiaberto, e ri de contentamento.
Enquanto tomávamos banho, eu sabia que algo tinha mudado. Quando saímos, Paulo, ainda nu, perguntou ao meu marido, sorrindo: "E aí Christian, o que achou de assistir sua esposa sendo fodida por outro homem?".
Vi meu Christian, meu amor, meu marido tão envergonhado e tão excitado, engolir em seco. Ele olhou para o Paulo, depois para mim, e um sorriso genuíno, um sorriso de libertação, surgiu em seu rosto: "Gostei muito, Paulo...!!!...muito mesmo"!
Aquele momento foi tudo para mim. Não era apenas sobre o sexo, sobre o prazer. Era sobre a honestidade, sobre a aceitação. Meu marido estava finalmente abraçando seu papel de broxa liberal, e descobrindo prazer nele.
Mais tarde, em casa, o clima era diferente. Não havia mais a necessidade de palavras. Fomos para a cama nuzinhos, abraçadinhos como sempre fazemos, mas dessa vez, havia uma nova energia entre nós. Trocamos beijinhos, comentando sobre cada detalhe daquela foda incrível que ele teve o privilégio de assistir.
E então, eu confessei. Confessei a ele o quanto aquilo me excitou, o quanto ver seu rosto enquanto o Paulo me possuía me levou ao paraíso. E ele, por sua vez, me confessou o que eu já sabia. "Valeska meu amor" ele sussurrou, com a voz embargada de emoção. "Eu acho que... eu acho que agora eu quero ser liberal para sempre. Eu quero assistir a todas as suas fodas".
Meu coração explodiu de felicidade. Eu o beijei apaixonadamente, um beijo que selava nosso novo pacto. Não éramos mais um casal com um problema. Éramos um time, uma parceria, com cada um cumprindo seu papel de forma perfeita. Ele, meu espectador fiel, meu incentivador, meu amor. E eu, sua deusa do prazer, sua porta de entrada para um mundo de desejo que ele não podia mais experimentar, mas que podia, e agora queria, observar.
Dormimos felizes e contentes, abraçados, e eu soube, com certeza absoluta, que tínhamos encontrado a fórmula perfeita para o nosso amor. Uma fórmula que incluía motel, sargentos viris, e um marido que descobriu que o melhor prazer, às vezes, é apenas assistir. E eu, Valeska, nunca me senti tão amada e tão poderosa.


Quando há amor verdadeiro, tudo se resolve!