- E aí ela me pegava, pelado da cabeça aos pés, e me deitava de bruços no seu colo. A palmada dela doía pra caramba, Valeska. Eu chorava, eu gritava, eu pedia pra parar. Mas ela só parava quando minha bunda estivesse vermelha e quente. E o pior de tudo é que muitas vezes minha irma assistia as surras.
Ele contava isso tantas vezes, com tantos detalhes sobre a nudez, a dor e a humilhação, que Valeska começou a conectar os pontos. Não era trauma que ele revivia. Era saudade. Ele sentia falta daquela submissão forçada, daquela dor que quebrava qualquer resistência, daquela libertação através das lágrimas e da palmada. Ele sentia falta da disciplina severa da mãe.
A oportunidade perfeita surgiu em um sábado à noite. Valeska entrou no banheiro e encontrou um caos. Toalhas molhadas no chão, espelho coberto de respingos de pasta de dente, a pia com uma camada de sujeira. Ela chamou Christian.
- Christian, venha cá.
Ele chegou, sorridente, sem noção do que o esperava.
- Você viu essa bagunça? Isso é inaceitável. Eu não vou viver com um porco.
- Desculpa, amor, eu limpo depois.
- Não, "depois" não adianta. Você precisa aprender a ter responsabilidade. Agora. Tire toda a roupa.
Christian parou, o sorriso desaparecendo. - O quê?
- Você ouviu. Tira tudo. Agora. Peladinho. Igual a sua mãe te deixava quando você era criança e aprontava.
O rosto de Christian ficou pálido. Ele viu a seriedade nos olhos de Valeska, uma determinação que ele não via antes. Lentamente, como em transe, ele começou a tirar a camisa, depois o shorts e a cueca, ficando nu no meio do banheiro, o membro encolhido de medo e vergonha.
- Agora deite de bruços no meu colo. No sofá da sala.
Valeska sentou-se no sofá, esticando as pernas. Ele a seguiu, como uma criança apanhada, e se deitou sobre suas coxas, o bumbum nu e vulnerável para cima. Valeska não perdeu tempo. Ergueu a mão e desferiu a primeira palmada. O som ecoou na sala silenciosa, seguido por um grunhido de dor de Christian.
- Você vai aprender a deixar as coisas no lugar! - disse ela, aplicando outra palmada, e depois outra.
Era uma surra diferente da que ele descrevia. Não havia raiva em Valeska, apenas uma determinação fria e controlada. As palmadas eram fortes e precisas, mirando no mesmo lugar, fazendo a pele de Christian ficar rosada, depois vermelha. Ele começou a se contorcer, a gemer.
- Ai! Valeska, para! Por favor! - ele gritou, a voz já embargada.
- Ainda não. Você só vai parar quando eu achar que você aprendeu a lição.
Sua mão começou a doer. Valeska olhou para o lado e viu a sandália de couro perto da porta. Apanhou-a. O primeiro impacto com a sandália fez Christian gritar de verdade. Era uma dor diferente, mais aguda, mais profunda. Ele começou a chorar, lágrimas escorrendo pelo rosto, misturadas com o suor.
- Ai, mãe! Pare! Eu prometo que eu arrumo! - ele gritou, sem perceber a palavra que usou.
Valeska sorriu. Ele estava revivendo. Era exatamente o que ela queria. Ela continuou, aplicando a surra com a sandália com o máximo de força possível, enquanto ele chorava e se debatia como uma criança. Ele gritava, se contorcia, mas não tentava se levantar. Ele estava entregue à punição. Uma sensaçao de poder, orgulho e controle invadiu o coraçao de Valeska fazendo-a prolongar a surra por muito tempo.
E então, Valeska sentiu algo. Uma umidade quente na sua perna, logo abaixo do bumbum dele. Ela parou por um instante. Christian estava gozando. Enquanto chorava de dor e humilhação, ele tinha um orgasmo intenso, esporrando todo o seu líquido na coxa de Valeska. A contradição era eletrizante. A dor total e o prazer absoluto, acontecendo ao mesmo tempo.
Ela terminou a surra com mais algumas palmadas fortes, deixando o bumbum dele todo rubro e pegando fogo. Empurrou-o para o lado. Ele caiu no sofá, chorando, o corpo trêmulo, o rosto enterrado no assento, sua bunda vermelha brilhando sob a luz da sala. Valeska levantou-se, olhou para a perna melada de porra e sentiu uma onda de tesão que nunca havia sentido antes. Christian entao, ainda chorando e com o bumbum pegando fogo, levanta-se e beija Valeska apaixonadamente na boca, validando a surra que levou.


Adorei o conto, votado! Quem me dera ficar no teu colo com meu rabão empinado para me deixares ele bem vermelho.
Eu já levei uma surra dessa da mimha esposa, foi delicioso, deitado no colo e apanhando
Fetiche diferente, mas nada mal